O sofrimento dos inocentes tem sentido?

Ver inocentes sofrendo e morrendo toca o coração. Por que precisamente eles têm de sofrer? Qual é o sentido da sua dor? Se Deus existe, se Ele nos ama, por que não impede estas injustiças?

Toda pessoa está chamada a aliviar o sofrimento dos inocentes e a lutar contra as suas causas. No entanto, o seu sentido só pode ser descoberto na perspectiva da vida eterna: essa injustiça causada pela liberdade humana mal utilizada foi transformada por Cristo em caminho que conduz cada pessoa à ressurreição – e a humanidade, à felicidade definitiva.

O sofrimento das crianças – e, em geral, dos inocentes – suscita muita dor e incompreensão, o que leva algumas pessoas a negar que Deus existe, enquanto outras se convencem precisamente de que tem de existir uma vida eterna, na qual se fará justiça e o amor finalmente triunfará.

A maneira como as doenças, a fome, as guerras, os abusos, o abandono, a morte afetam os inocentes interroga e inquieta profundamente o homem e põe sua fé à prova. “Como posso acreditar em Deus, quando Ele permite a morte de uma criança inocente?”, questionava Ivan em “Os irmãos Karamazov”, de Dostoiévski. Como ele, muitos rejeitam Deus ou o culpam, ao não encontrar resposta diante do grito dessas vítimas.

O sofrimento dos inocentes apresenta muitas perguntas, também aos que têm fé, como, por exemplo: por que algumas pessoas sofrem tanto e outras não? O sofrimento dos inocentes – crianças, mártires, Nossa Senhora e o próprio Cristo – continua sendo um mistério. Adentrar-se nele significa aprofundar no mistério do mal.

Para o Beato Carlo Gnochi, capelão italiano que atendeu muitas crianças feridas durante a Segunda Guerra Mundial, “quando se chega a compreender o significado da dor das crianças, tem-se nas mãos a chave para compreender toda dor humana; e quem consegue sublimar o sofrimento dos inocentes está em condições de consolar a pena de todo homem ferido e humilhado pela dor”.

É somente a partir da perspectiva da vida eterna que se pode vislumbrar o sentido dos sofrimentos dos inocentes.

Efetivamente, depois da morte, Deus colocará cada coisa em seu lugar, sem deixar espaço para o absurdo ou para o acaso, mas somente ao mais pleno amor – para o qual é necessária a liberdade. Esta esperança dá forças para confiar em Deus, quem permite o que aos olhos humanos parece algo sem sentido e lhe dá um grande valor, sobretudo por meio de Cristo crucificado e glorificado.

Cada pessoa está chamada a respeitar e estimar profundamente os inocentes que sofrem, a compartilhar a sua dor, a ajudar a aceitá-la e a uni-la à de Cristo, bem como a fazer todo o possível para aliviar esse sofrimento e impedir a injustiça que o causa.

Cristo ensina tanto a fazer o bem com o sofrimento como a fazer o bem a quem sofre. A Igreja vê as vítimas inocentes como dignas de ser honradas e as ama e ajuda em suas necessidades materiais e espirituais. Ela as assiste, acolhe e defende, mas também compartilha e carrega o seu sofrimento, ajudando-as muitas vezes a descobrir e viver o seu grande valor, recordando-lhes da sua libertação final. Assim, os inocentes que sofrem despertam a entrega (o amor) de outras pessoas a eles, mas também sua própria união a Cristo e a entrega da sua valiosa dor para lutar contra o mal.

Com relação à luta concreta contra os males físicos que açoitam os inocentes – pobreza, fome, doença, entre outros –, Bento XVI recorda que não é somente a filantropia que beneficia o gênero humano, mas que isso faz parte da redenção “total” de Cristo. Ao mesmo tempo, constata que somente Deus pode eliminar por completo o sofrimento do mundo e que n’Ele está a esperança.

Os inocentes podem sofrer males físicos ou morais, provenientes da maldade de outros, mas não o pior sofrimento de todos: o eterno, do qual Cristo salva.

Diferenciar o sofrimento, em seu sentido fundamental e definitivo – permanecer afastado do Amor por toda a eternidade –, das suas múltiplas dimensões temporais ajuda a aproximar-se do mistério do sofrimento dos inocentes.

Segundo o professor de teodiceia José Antonio Galindo, existem males físicos que provocam sofrimento e/ou causam a morte do ser humano; são provenientes da natureza do mundo (terremotos, tsunamis, incêndios) ou da natureza humana (todo tipo de doenças corporais e psíquicas).

Também existem males morais, causados pela conduta moral negativa; são procedentes do pecado da pessoa (muitos pecados ou vícios originam doenças, além de privar da graça de Deus) ou da maldade de outros (guerras, genocídios, perseguições, ódio, vinganças).

No entanto, muito além do sofrimento temporal, existe o sofrimento definitivo: a perda da vida eterna. Cristo protege o homem desse grande mal, tocando-o em suas raízes – o pecado e a morte –, que Ele vence com a sua obediência e com a sua ressurreição; graças aos seus méritos e à misericórdia divina, inclusive as crianças que morrem sem receber o Batismo podem se salvar desse sofrimento eterno.

A criança sofre pela sua condição de ser humano: ainda que não tenha pecado pessoalmente, está envolvida na expiação do pecado, o primeiro e todos os cometidos ao longo da história. Além disso, também participa do sofrimento salvador de Cristo.

Por que um inocente tem de sofrer, alguém que não fez mal algum?: esta é uma pergunta frequente de quem vê a dor somente como uma pena pela própria culpa. Mas, segundo a concepção cristã, a humanidade forma uma comunidade cujos membros participam tanto do seu bem como do seu mal. Por isso, as pessoas são submetidas às consequências do pecado – entre estas, o sofrimento e a morte.

Por isso, quando uma criança sofre, entra em ação a comunhão com Adão (que rejeitou viver segundo os ensinamentos de Deus, introduzindo a vulnerabilidade na existência humana) e a solidariedade com todos os seres humanos – uma solidariedade “negativa”, pela qual tem de sofrer, por exemplo, as consequências de decisões egoístas, mas também uma comunhão do bem, pela qual a criança se beneficia de muitos sacrifícios alheios e do progresso da humanidade.

O sofrimento dos inocentes tem, além disso, uma terceira fonte: a solidariedade com o sacrifício inocente de Cristo, alcançado pelo Batismo. A graça ilumina e eleva então esse sofrimento, que se converte em caminho de sua libertação, em acontecimento de purificação e redenção. Cristo transforma radicalmente o sentido do sofrimento, que deixa de ser puro castigo, prova ou correção, para se tornar a potência que salva por amor.

As pessoas que sofrem sem o peso das suas próprias culpas não o fazem em vão. Unidas intimamente a Cristo, podem contribuir de maneira excepcional para a salvação dos homens.

A lei segundo a qual “a morte de um é a vida de outro”, referida aos seres materiais, afeta também o homem. A dor tem um caráter purificador e pode ser um caminho de crescimento e maturidade, não somente pessoal, mas também de toda a família humana. Nela, a pessoa encontra a si mesma, sua própria humanidade, dignidade e missão, e se atualiza o sentimento de compaixão.

E quando o sofrimento se funde com o amor redentor, transforma-se em uma força contra o mal no mundo. Foi por meio de um martírio inocente que Jesus assumiu todas as dores e sofrimentos da humanidade e a redimiu.

Desde então, todas as pessoas podem cooperar na Redenção, participando da vida e da dor de Cristo. Mas algumas estão chamadas a sofrer não pelas suas culpas, mas pelas de todos. E quanto mais limpa sua alma estiver das culpas pessoais, mais se parecerá com a do Cordeiro de Deus. Ele, com sua força transformadora, se faz presente em toda pessoa que sofre, mas no inocente de maneira mais clara, mais imediata.

Além de redimir com Cristo, os inocentes que sofrem são também intercessores e podem conseguir favores de Deus mais facilmente que outras pessoas.

Referências: Aleteia

Agradecemos pela revisão deste artigo a José Antonio Galindo Rodrigo, agostiniano recoleto licenciado em Teologia pela Universidade Gregoriana e em Filosofia pela Universidade de Navarra, doutor em Teologia pela Faculdade de Teologia de Valência, autor de diversos livros, entre eles “Deus e o sofrimento humano” e “Perguntas e respostas sobre o problema do mal”.

Top Pilates e Revista Bem Estar realizam 4ª edição do Pilates na Praia

O evento aconteceu no dia 7 de fevereiro atraiu 70 participantes para uma caminhada e aula de pilates no Molhes da Barra

O studio Top Pilates e a Revista Bem-Estar realizaram mais um Pilates na Praia, na última terça-feira, 7 de fevereiro. O encontro já se destaca no calendário de eventos voltados para estímulo à atividade física em Itajaí. Aproximadamente, 50 pessoas atenderam ao chamado para  a quarta edição do evento, que aconteceu um lindo fim de tarde de céu colorido e clima agradável.

Assim como nas edições anteriores, os participantes se reuniram na sede do studio Top Pilates, que fica na rua 7 de setembro, no centro de Itajaí, e seguiram em caminhada em direção aos Molhes da Barra. Na praia, todos foram recebidos com mesa de frutas preparada pelas nutricionistas Laís Cassaniga e Jenifer Bernado. Logo após a caminhada, os participantes se organizaram em um grande círculo para uma aula de pilates ministrada pela instrutora Cristina Muhbrandt Keller, proprietária do espaço Top Pilates.

Para Luciana Coutinho, empresária à frente da Revista Bem Estar, realizar eventos como o Pilates na Praia só contribue para fortalecer ações que promovam qualidade de vida através do estímulo à prática de atividades físicas e o cultivo de bons hábitos, foco da revista. A quarta edição do Pilates na Praia teve o patrocínio da Bioqualis, Casa dos Colchões, Dr. Alexandre Ferian, Dalpet, Barbieri Litoral e UV.LINE.

 

Veja dicas para uma vida familiar mais sustentável

Uma criança desejar se tornar professora, bombeiro, astronauta ou outra profissão dessas que até pouco tempo permeava a maioria dos sonhos infantis, pode estar se tornando coisa do passado. Pelo menos foi o que constatou um estudo recente realizado no Reino Unido com crianças entre 5 e 10 anos.

De acordo com os dados levantados, 75% dos entrevistados acreditam que dinheiro pode comprar felicidade. Para eles, ganhar 1 milhão de libras (cerca de R$ 3,8 milhões) por ano seria o “suficiente” para viver, de acordo com informações do Daily Mail.

O estudo indica um resultado diretamente ligado ao consumo, já que dinheiro significa poder comprar o que quiser. Sem a capacidade de discernir sobre o assunto, a criança acaba absorvendo aquilo que é transmitido pelo meio em que vive e cresce acreditando que os bens materiais são absolutamente imprescindíveis para ela se reconhecer como pessoa. No futuro, essas crianças correm grande risco de se tornarem adultos que compram compulsivamente e que nunca estarão satisfeitos.

Problemas como obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência são algumas das graves consequências relacionadas ao consumismo.

Como proteger as crianças?

Como responsáveis pelo desenvolvimento dos filhos, os pais precisam transmitir valores sólidos que permitirão aos pequenos um futuro baseado em coisas relevantes. Orientar e proteger contra o consumismo é fundamental.

Dicas para viver de forma mais sustentável em família:

1- Reflita sobre a sua própria relação com o consumo. Se for o caso, faça uma planilha de orçamento familiar, para verificar o estado de suas finanças.

2. Verifique em sua casa os objetos que comprou sem necessidade e que não utiliza. Há instituições de caridade que aceitam doações. Agora se estiver precisando de dinheiro extra, há locais que compram roupas e calçados usados que estejam em bom estado.

3. Ensine a seus filhos que o dinheiro tem valor e explique que nem tudo o que ele quer pode ser comprado. Imponha limites coerentes a seus filhos.

4. Controle o uso da televisão, vídeo game e internet.

5. Procure fazer programas que não envolvam relação de consumo. Jogar bola e passear em algum parque da cidade pode ser uma boa ideia.

6. Crie atividades para fazer brinquedos com as próprias mãos ao lado dos pequenos envolvendo apenas materiais reutilizados e muita criatividade.

7. Sempre reutilize uniformes e materiais escolares que sobraram do ano anterior e ensine à criança que não há necessidade de comprar coisas novas apenas porque ela mudou de série.

8. Deixe as crianças em casa ou converse com eles antes de ir às compras. Essa é uma estratégia que poderá diminuir – e muito – as tantas situações desagradáveis de negar itens dispensáveis que poderão talvez ser pedidos por seus filhos. Além disso, é uma ótima maneira de economizar.

9. Converse com seus filhos sobre a verdadeira função da publicidade, das propagandas que massificam a sociedade. Ensine e oriente que uma pessoa é formada por sua personalidade e caráter e não pelas coisas materiais que possui.

10. Incentive-os fazer troca de brinquedos com amiguinhos. Sem sequer perceber, a criança aprende sobre desapego, sustentabilidade e ainda sobre economia compartilhada, quando vê que é possível adquirir coisas por meio de trocas e não apenas compras.

Fontes: Instituto Alana, Idec, Procon

Phubbing: O comportamento de não desgrudar do celular está acabando com relacionamentos

Um estudo recente realizado pela Universidade Baylor com 143 pessoas envolvidas em relacionamentos românticos, 70% disseram que os celulares “às vezes”, “com frequência”, “muito frequentemente” ou “o tempo todo” atrapalham suas interações com seu companheiro.

Em uma pesquisa posterior que envolveu 145 adultos, 22,6% disseram que o phubbing já havia provocado conflitos em seus relacionamentos e 36,6% relataram sentir-se deprimidos às vezes porque têm a impressão de que seu parceiro priorizava seu telefone, em vez deles.

Wilkes vê essa dinâmica frustrante se repetir o tempo todo em seu consultório.

“Os casais que eu atendo muitas vezes querem ter uma conexão mais profunda um com o outro, mas seus respectivos telefones tomaram conta de suas vidas”, ela comenta. “As pessoas me dizem muitas vezes que a sensação é de que seu companheiro está tendo um caso com o telefone.”

Manter um relacionamento estando atrás de um telefone não é uma boa maneira e levar a vida. A seguir, Wilkes e outros terapeutas conjugais de todo o país compartilham conselhos sobre como coibir sua mania de phubbing.

1. Pare de achar que você precisa documentar no Snapchat ou Instagram tudo que vocês fazem quando saem juntos.

“Uma das coisas que ainda me espantam (e, como terapeuta, me entristecem) é quando um casal está jantando, por exemplo, em um lugar público, mas uma das pessoas esta ocupada postando fotos, em vez de dar atenção real à outra. As redes sociais trazem muitos benefícios positivos, mas também podem levar as pessoas a buscar a gratificação imediata, em vez de viverem a satisfação do momento. Se você é alguém que publica posts para chamar a atenção de outros, em vez de realmente curtir a pessoa com quem está, é hora de se disciplinar um pouco. Desista dessa obsessão por acumular curtidas. É claro que isso não significa que você não deva postar uma selfie simpática de vocês dois. Mas aguarde para postar até a noite a dois ter terminado, ou, no mínimo, espere para postar na hora em que seu companheiro tiver ido ao banheiro.” – Carin Goldstein, terapeuta conjugal e familiar em Sherman Oaks, Califórnia.

2. Desligue seu telefone por pelo menos 30 minutos por dia.

“Uma das ‘lições de casa’ que passo aos casais é criarem um período diário de 30 minutos sem eletrônicos. É a hora em que eles podem ter um contato significativo cara a cara, sem ingerências de fora. Com muita frequência esses 30 minutos acabam virando um período de tempo muito mais longo, porque acabam representando um momento de intimidade que os dois valorizam muito.” – Christine Wilke

3. Eleve seu tempo sem tecnologia para outro patamar: tire um fim de semana inteiro sem celular.

“Trabalhei com um casal que foi passar um fim de semana em Palm Springs e definiu algumas regras de antemão relativa a eletrônicos: os celulares tinham que ficar desligados e dentro da mala ao longo do fim de semana inteiro. Cada pessoa era autorizada a ligar o celular por apenas cinco minutos por dia, o tempo de verificar se não havia alguma crise os aguardando quando voltassem. No final do fim de semana, eles disseram que adoraram a chance de prestar mais atenção às coisas pequenas: a piscina refrescante, as gargalhadas durante o jantar e a intimidade real entre os dois.” – Spencer Scott, psicólogo de Santa Monica, Califórnia.

4. Se seu companheiro se sentir “phobado”, reconheça o fato e pare de “phobar”.

“Combinem de cada um informar ao outro quando sente que está sendo ‘phobado’ ou quando ele próprio está tendo uma recaída e praticando phubbing. Como todos nós podemos cair na tentação de mergulhar fundo no telefone, podemos não ter consciência disso quando recaímos no mau hábito. Combinar que você vai dar ouvidos a seu parceiro quando ele se sentir ‘phobado’ e então se dispor a deixar o telefone de lado já constitui um passo sadio para conservar a relação.” – Kristin Zeising, psicóloga de San Diego, Califórnia.

5. Não encare seu celular como seu inimigo absoluto.

“Pode parecer contraintuitivo, mas se você anseia por tempo e atenção de seu companheiro, procure não enxergar o telefone como sendo a raiz do problema, mas como uma ferramenta para a solução. Torpedos bem articulados enviados ao longo do dia, ou mesmo Snapchats (que levam dois minutos para ser feitos e enviados) podem ser ótimos para lembrar a seu parceiro que cada um está pensando no outro ao longo do dia. Podem fazer você se sentir menos isolado e insatisfeito.” Spencer Scott

6. Saiba que num primeiro momento você se sentirá estranho ao guardar seu telefone.

“Ficar grudado ao celular é um hábito que vicia e que não será fácil de cortar. Entender o porquê disso pode levar tempo, mas você vai dar conta! Em um primeiro momento você sentirá algo descrito como uma dissonância cognitiva. Interromper o uso do celular não lhe parecerá correto nem normal. Levará quase um mês para o novo hábito lhe parecer normal – ou seja, dar a seus entes queridos, amigos e familiares sua atenção em pessoa, e não por meio de um telefone. Mas acredite em mim, terá valido a pena.” Barbara Melton, terapeuta em Charleston, Carolina do Sul.

Os sete sinais da maturidade emocional.

Normalmente, a maturidade é associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica. No entanto, quando se trata de maturidade emocional, a idade pode ter pouco a ver com isso. Muitas vezes a maturidade física chega antes da maturidade emocional.

Amadurecer significa entender que não existe amor maior do que o amor próprio, aprender e aceitar o que a vida nos apresenta e seguir adiante.

A maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e se conhecer melhor, com a cabeça e o coração em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que gostaríamos.

Aqui estão sete características das pessoas emocionalmente maduras.

1- Sabem dizer adeus

A maioria de nós sente muito medo, principalmente quando se trata de soltar as amarras e deixar a vida fluir.

Pensar que o passado foi melhor é muito doloroso; nos impede de soltar e deixar ir.

As pessoas emocionalmente maduras sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida em liberdade. Então, deixam ir o que não lhes pertence, porque entendem que ficar preso ao passado nos impede de fechar ciclos e curar nossas feridas emocionais.

2- Conseguem olhar para o seu passado emocional sem dor

Limpar a dor do nosso passado é absolutamente necessário para avançarmos em nosso caminho emocional. As ervas daninhas crescem rapidamente; se não limparmos nosso caminho, não veremos o que está próximo.

As pessoas emocionalmente maduras sabem da importância de viver no presente, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já aconteceu; não podemos mudar. Aprenda com os erros e siga em frente.

Se perdermos o contato com o nosso interior, não nos afastamos dele, mas permitimos que o negativo do nosso passado interfira na nossa vida presente. Isso é muito doloroso.

“É por esse motivo que, quando tivermos aprendido o suficiente sobre a nossa dor, perderemos o medo de olhar para dentro e curaremos nosso passado emocional para avançar mais um passo na vida”.

3- Têm consciência do que pensam e sabem

A maturidade emocional nos ajuda a entender melhor nossos próprios sentimentos e os dos demais. As pessoas emocionalmente maduras se esforçam para escrever e pensar sobre as suas opiniões ou sobre como se sentem.

“Amadurecer é ter cuidado com o que diz, respeitar o que ouve e meditar sobre o que pensa”.

A clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental das pessoas imaturas. Portanto, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas cotidianos de forma eficaz.

4- Quase não reclamam

Parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças.

As queixas podem nos aprisionar em labirintos sem saída. As pessoas emocionalmente maduras já aprenderam que somos o que pensamos. Se você agir mais e reclamar menos, significa que está crescendo emocionalmente.

Quer viver infeliz? Reclame de tudo e de todos.

5- Conseguem ser empáticas, sem se deixar influenciar pelas emoções alheias

As pessoas emocionalmente maduras têm respeito por si mesmas e pelos outros. Têm habilidade para se relacionar da melhor forma possível com os demais; sabem ouvir, falar e trocar informações. Aprenderam a olhar de forma generosa para o outro; todos nós temos valores diferentes, mas queremos ser aceitos e felizes.

6- Não se castigam pelos seus erros

Aprendemos com os nossos erros; falhar nos permite enxergar os caminhos que não devemos seguir.

As pessoas maduras não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e tentam melhorar. Sabem que nem sempre tudo acontece como queremos, mas cada erro é uma

boa oportunidade para o crescimento pessoal.

7- Aprenderam a se abrir emocionalmente

As couraças emocionais pertencem ao passado. É muito importante ter comprometimento, amor, autoconfiança e acreditar nas pessoas. Não seja perfeccionista e nem espere a perfeição dos outros. Esqueça as desavenças e perdoe, inclusive a você mesmo.

“Desfrute do tempo compartilhado da mesma forma que desfruta do tempo sozinho”.

Maturidade emocional é assumir o controle da sua vida, ter sua própria visão de mundo e ambição para a sucesso. Ao desenvolver a maturidade emocional a vida torna-se um prazer, e não uma obrigação.

Carnaval infantil agita o Balneário Shopping no feriado

 

Para participar da festa, basta acessar o site do shopping, realizar a inscrição e levar um material escolar para doação no dia da festa

A festa infantil que já se tornou tradição em Balneário Camboriú promete atrair crianças de toda a região na próxima terça-feira, feriado de Carnaval. Os pequenos foliões podem preparar a fantasia para brincar, pular e dançar no bailinho do Balneário Shopping no dia 13 de fevereiro, das 15h às 18h. Para participar da festa – em frente à Tok&Stok, no pavimento L2 – basta acessar o site balneariocamboriushopping.com.br, realizar a inscrição no link indicado na página do evento e levar um material escolar para doação no dia da festa.

Além de playlist especial da data, a criançada vai se divertir com recreação infantil, brincadeiras temáticas, concurso de fantasias com premiação e apresentação do  Bloco do Zero. Uma mesa de delícias com cupcakes, docinhos e outras guloseimas será especialmente preparada para os pequenos.

 

No feriadão de Carnaval, as crianças ainda podem aproveitar a principal atração das férias, o Emoji Tour, com um escorregador interativo, piscina de bolinhas, backdrop para fotos com bonecos onde as pessoas podem substituir seus rostos pela carinha de Emoji preferida e videobooth emojis, onde os visitantes fazem gifs animados com seus emojis preferidos. O Balneário Shopping conta ainda com outros dois espaços especiais para os pequenos: o Magic Games, com jogos diversos para crianças de todas as idades, e o Planet Park, onde as crianças podem ficar enquanto os pais descansam e fazem compras.

AGENDA

Bailinho Infantil de Carnaval

Local: Balneário Shopping, em frente a Tok&Stok (pavimento L2)

Data: 13 de fevereiro (terça)

Horário: 15h às 18h

Inscrições: www.balneariocamboriushopping.com.br

Valor: um material escolar para doação

Saiba como aprender boas maneiras desde criança Em casa as crianças devem aprender a dizer:

01 – Bom Dia

02 – Boa Tarde

03 – Boa Noite

04 – Por Favor

05 – Com Licença

06 – Me Desculpe

07 – Me Perdoe

08 – Muito Obrigado

09 – Grato

10 – Errei

É em casa que também se aprende:

01 – Ser honesto

02 – Ser pontual

03 – Não xingar

04 – Ser solidário

05 – Respeitar a todos: amigos, colegas, idosos, professores, autoridades

Também em casa é que se aprende:

01 – A comer de tudo

02 – A não falar de boca cheia

03 – A ter higiene pessoal

04 – A não jogar o lixo no chão

05 – Ajudar os pais nas tarefas diárias

06 – A não pegar o que não é seu

Ainda em casa é que se aprende:

01 – A ser organizado

02 – A cuidar das suas coisas

03 – Não mexer nas coisas dos outros

04 – Respeitar regras, usos e costumes

05 – Amar a Deus

Porque na escola os professores devem ensinar:

■ Matemática

■ Português

■ História

■ Geografia

■ Língua Estrangeira

■ Ciências

■ Química

■ Física

■ Biologia

■ Filosofia

■ Sociologia

■ Educação Física

■ Artes

E apenas reforçam o que o aluno aprendeu em casa

Na escola não se aprende sobre:

1 – Sexo

2 – Ideologia de Gênero

3 – Ativismo

Porque com o que se aprendeu em casa respeita-se tudo e todos.

7 Regras para aproveitar a vida ao máximo e ser feliz

Quando nascemos não recebemos nenhum “guia”, “mapa” ou “manual de instruções” sobre como ter uma vida plenamente feliz.

Ao longo dos anos, são as experiências que vão deixando as lições e percebemos que, mesmo sem existir um roteiro para guiar a vida das pessoas, existem regras básicas e universais que nos ajudam a ficar mais próximos da felicidade!

1. Faça as pazes com o seu passado

Ao ficar preso no que aconteceu no passado, você está limitando não apenas o seu futuro, mas principalmente o seu presente. E como sabemos, nunca teremos um futuro feliz se não soubermos aproveitar as coisas boas que surgem em nossas vidas.

Ah claro, e nunca conseguiremos enxergar as boas oportunidades se estivermos obcecados pelo passado!

Por isso, faça as pazes com aquilo que ficou para trás. Atenção, você não deve simplesmente ignorar ou esquecer o passado, mas apenas vê-lo como uma lição a ser aprendida que ajudará no seu presente e futuro.

2. Não ligue ao que os outros dizem sobre você

Infelizmente, as pessoas estão constantemente a tentar “controlar” o que os outros fazem ou deixam de fazer. Um dos “segredos” para ter paz e desfrutar plenamente da vida é justamente ignorar toda esta pressão!

A vida é sua e ninguém tem nada a ver com as decisões que você toma para tentar ser feliz. Nunca se esqueça disso!

3. O tempo cura (quase) tudo

Esta frase é mais velha do que a minha tataravó… mas não deixa de ser verdadeira!

Nenhuma dor é para sempre e, por mais que o sentimento de perda nunca desapareça, saiba que mais cedo ou mais tarde você vai se sentir melhor.

E quando o tempo terminar de fazer a sua parte, será a sua vez de continuar. Assim como os momentos de alegria podem ter um fim, toda a tristeza e dor também terá, abrindo espaço para um novo e belo capítulo na sua vida.

4. Ninguém está no comando da sua felicidade, só você!

Portanto, assuma a sua posição e tome as rédeas da sua vida de uma vez por todas! Isso significa que se você tem um sonho, a primeira pessoa a lutar para conquistá-lo deve ser VOCÊ!

Se você não está satisfeito(a) com o rumo que a sua vida está tomando, então pare, reavalie e mude. Lembre-se que você sempre tem a opção de mudar, mesmo que possa parecer difícil ou complicado, mas mais uma vez: a sua felicidade apenas VOCÊ comanda!

5. Não compare a sua vida com a de outras pessoas

Você já deve ter ouvido o ditado que diz “a grama do vizinho é sempre mais verde”, certo? Bem, este é o resumo de um outro erro bastante comum entre a maioria das pessoas: nunca estão satisfeitas com aquilo que têm!

Podemos não viver num castelo, ter rios de dinheiro ou ter o emprego mais legal do mundo… Mas temos objetivos e sonhos, e ao invés de ficar comparando aquilo que fulano tem e você não, passe a ação e faça com que os SEUS sonhos se tornem realidade!

Ah, e outra coisa: não julgue! Você também não sabe pelo que as outras pessoas podem estar passando em suas vidas e, antes de sair por aí levantando hipóteses mirabolantes para justificar atitudes alheias, pare e faça a seguinte pergunta: eu estou aproveitando a MINHA vida?

6. Pare de pensar demais nas coisas

Não tem problema em não conseguir resolver tudo na sua vida. Continue trabalhando e lutando e, quando você menos esperar, as soluções irão aparecer!

Não deixe que as frustrações te impeçam de continuar com a sua jornada. O caminho é longo, nem sempre é fácil e somente com muita força você chegará satisfeito ao final… Mas acredite, vale muito a pena!

7. Sorria

Você não tem todos os problemas do mundo, portanto saiba sorrir para todas as coisas boas que você conquistou ou que estão em sua vida!

5 segredos para criar bem seus filhos, segundo psicólogos de Harvard

O tempo voa e os comportamentos considerados adequados mudam com a mesma velocidade para que se acomodem à nova realidade

O fato é que tudo acontece tão rapidamente que, quando percebemos, notamos como as atitudes de hoje são completamente diferentes de quando eu ou você éramos crianças.

Hoje a geração internet desconhece o que é brincar na rua, subir em árvores e outras coisas simples que, para os mais velhos, faziam parte de uma infância feliz.

No entanto, essa mudança representa um verdadeiro desafio aos pais que, de acordo com a garotada de hoje, não tiveram o privilégio de crescer com a tecnologia.

Os adultos do futuro

Criar um filho em plena era tecnológica traz inseguranças aos pais.

Além de se preocuparem se estão fazendo o certo e seus filhos serão pessoas bem-sucedidas, precisam se preocupar se seus filhos saberão se relacionar com outras pessoas por meios que não sejam os virtuais.

Pensado nisso, alguns psicólogos de Harvard descobriram que há elementos básicos que ainda são muito importantes quando o assunto é a criação de filhos.

O segredo para criar uma criança bem ajustada nos tempos modernos é bem mais fácil do que imaginamos.

Confira:

Passe momentos de qualidade com seus filhos

Estar fisicamente presente na vida de seu filho não é o suficiente.

Isso significa que estar ao lado do filho e ficar logado no Facebook não adianta.

Os pais precisam se comunicar abertamente com os filhos, ouvir o que eles têm a dizer e fazer, juntos, coisas de que eles gostam.

Agindo assim, seu filho crescerá com a noção de ter consideração com outras pessoas e, acima de tudo, terá boas lembranças de sua infância.

Essa é a base de tudo.

Pergunte ao seu filho como foi o dia dele, ouça atentamente e o ajude a resolver os dilemas do dia a dia, lembrando que ele precisa aprender a lidar com seus próprios problemas e não ter alguém que resolva tudo POR ele.

Tire um tempo para aprender o jogo favorito de seu filho, para ler uma história a ele antes de dormir e se interesse genuinamente pelos afazeres dele.

Permita que seu filho veja em você um exemplo

Quanto menor a criança, mais ela absorve do ambiente em que vive.

O que você faz é o que seu filho vai aprender e, por isso, preste muita atenção em suas atitudes e modos.

Esteja pronto a admitir seus erros e aprender com eles, além de assumir a responsabilidade por seus atos. Peça desculpas.

Pratique a justiça, a humildade, a honestidade e o cuidado com você mesmo e com todos ao seu redor.

São esses valores que você estará ensinando ao seu filho. Uma criança somente o admirará se tiver confiança e respeito por você.

Ensine seu filho a se importar com os outros e ter expectativas morais altas

Se importar com a felicidade alheia e não ser egoísta pode render muitos benefícios ao futuro de uma criança.

Porém, não basta falar. É preciso honrar o comprometimento de seu filho.

Ensine a eles fazer o certo mesmo quando for difícil e seja o modelo.

Para isso, basta justificar tudo o que ensina a eles com atitudes.

Responsabilidades e obrigações devem sempre ser lembradas, pois surgem na vida de uma criança quando ela ainda é bem jovem: deveres em casa, no colégio, modos, com os amigos, etc.

Lembre seu filho de que ele não está sozinho e as pessoas esperam certas atitudes que ele pode e deve cumprir.

Incentive seu filho a apreciar e a agradecer

Uma criança que não é mimada é aquela que reconhece o papel das pessoas ao seu redor em sua vida.

Esse reconhecimento vem com a apreciação pelas pessoas que contribuem com sua rotina.

A gratidão é uma via dupla de efeitos maravilhosos.

As pessoas que praticam a gratidão são mais generosas, perdoam com maior facilidade e estão sempre dispostas a ajudar os outros. Essas pessoas também são mais propensas a serem felizes e saudáveis.

Ensine a gratidão com atitudes.

Seja grato pelas coisas boas que seu filho faz a você, mas tenha cuidado. Mostrar gratidão por algo que é responsabilidade dele pode deixa-lo mimado.

Os psicólogos de Harvard advertem que a gratidão deve vir de algo que não se espera dele, e não de algo rotineiro.

Ensine seu filho a enxergar o bem maior

As crianças sentem empatia por sua família e amigos mais próximos. O grande desafio é fazer com que elas ampliem o grupo.

Um amigo novo na sala de aula, alguém que trabalha no colégio e que não seja sua professora representam bem essa ampliação.

É importante que a criança entenda que suas ações impactam uma comunidade inteira.

Por isso, incentive-a a levar os sentimentos de outras pessoas em consideração.

Isso se aprende em coisas como consolar um amigo que está triste ou mesmo se apresentar a um aluno novo e fazê-lo se sentir incluído.

A infância é o momento em que se molda a personalidade de uma pessoa

Por isso, comece a prestar atenção ao desenvolvimento de seu filho e das crianças ao seu redor.

Fonte : https://curiousmindmagazine.com/parents-who-raise-good-kids/

O amor tem que ser uma escolha e não uma necessidade

Leve o tempo que for, o amor há de ser verdadeiro e pleno

Antes aguardar um amor verdadeiro do que se apressar e trazer um embuste para junto de si. Leve o tempo que for, o amor há de ser verdadeiro e pleno.

Li por aí que é necessário ser corajoso para ficar solteiro nos dias de hoje. Há uma carência muito grande se espalhando pelas redes sociais, uma necessidade de chamar a atenção pela forma como a pessoa se sente sozinha, sem ninguém. Várias postagens virtuais focam a solidão, o “ninguém me ama, ninguém me quer”, e recebem milhares de curtidas, sendo amplamente compartilhadas.

Isso porque parece que a sociedade cobra de todo mundo a necessidade de viver uma vida a dois, como se pessoas solteiras estivessem, na verdade, incompletas.

Abundam sites de relacionamentos, aplicativos que prometem o encontro com a alma gêmea, acirrando a visão distorcida das relações amorosas. É preciso perceber que estar sozinho ou acompanhado não torna ninguém mais ou menos feliz, simplesmente porque a felicidade começa dentro de cada um.

A partir do momento em que o amor passa a ser uma necessidade, e não uma escolha, corre-se o perigo de se aceitar qualquer companhia, pelo temor à solidão. Na verdade, o amor verdadeiro jamais se aloja em corações inseguros ou indecisos.

Amor requer certeza, inteireza, disposição e comprometimento. Amor se alimenta de verdades, do que não caminha junto com medo, fragilidade, carência. Tudo bem não estar pronto para o amor. A vida é de cada um e o amor também.

Não há nada de errado em estar solteiro, não importando sua idade, ou qualquer outra coisa, pois importa, sim, é ser feliz e estar satisfeito com a vida que se vive, da maneira como cada um se sente bem. Existe felicidade na vida a dois e na vida com um só. Existe, da mesma forma, tristeza na vida a dois e na vida com um só.

Já temos que lidar com tanta falsidade lá fora, enquanto trabalhamos e saímos pelos bailes da vida. Nada mais justo do que, ao menos dentro de nosso lar, vivermos a plenitude de um amor verdadeiro, sem máscaras, completo e sereno.

Temos que manter nossa dignidade ao fim do dia, seja junto a alguém, seja junto à nossa própria companhia.

Não nos esqueçamos: o amor tem que ser uma escolha e não uma necessidade.