Solitário e só estou

arlene

Início de ano. O que mais gostaria de fazer nesse pequeno espaço, sentir meus amados pacientes e leitores desta revista tão fantástica. Dizer que os amo e respeito até mesmo as críticas e falas diversas que ocorrem. Passar o amor que sinto dentro do meu coração e minha experiência para de alguma forma tocá-los. Acredite mais em você, quem mantém a fé em si descobre que é possível florescer nos períodos de crise e atravessar esses momentos com mais sabedoria e leveza. O combustível essencial que vai nos mover, para seguir em frente com coragem, é nossa autoconfiança.

Mas, como fazer isso em um planeta que pede “socorro”? Mas, como resolver se depois de três milênios de pesquisas e perseguições, de assassinatos punindo heresias, a humanidade não conseguiu mais do que algum conforto para minoria, avanços sim, um pouco: automóveis, aviões celulares e mil tecnologias. A humanidade foi devastada por guerras, que estão acontecendo nesse instante e desde o início da história escrita. Todos os esforços feitos para suprimir essa peste fracassaram. A humanidade desenvolveu muito tipos de religiões, mas a maioria é instrumento de opressão. Há algo profundamente errado em todo o processo. Só num futuro distante, quando uma educação consciente tiver eliminado a forte contradição entre civilização e natureza, quando a vida bioenergética e a vida social do homem não mais se opuserem uma a outra, mas ao contrário, apoiarem-se e se complementarem, esta tarefa deixará de ser perigosa. Opressão, regras, controle, preconceitos oprimem a vida e geram ódio. O ódio é o amor congelado. Devemos estar preparados, pois esse processo será lento, penoso, exigirá luz e pensamentos só positivos porque eles têm peso e força sim, o pensamento tem “peso”.

Agradecer todo tempo por tudo que temos. Não temos fórmulas mágicas, estamos aqui para aprender crescer e descobrir qual nossa missão. Porque as pessoas estão doentes? Eles não ouvem, nem veem, nem sentem com coração o que veem escutam e percebem. Ora, Cristo foi morto porque era cheio de Luz como uma criança, recusou- se a aceitar a interpretação errada que eles faziam do Reino do Céu, porque permaneceu fiel ao que sentia. Ele era diferente. O diferente tem que ser eliminado e isto continua até os dias de hoje.

 

Solitário

Solitário e só estou

Mais rico e no meio de todos eles

O silêncio envolve meus domínios

Mas, em cada palavra deles, eu estou.

Oh, dai-me um amigo

Que não peça

A infinita segurança do meu nome

Que ajude a levar até o fim a minha luta

Pela criança que virá

Que não tenha impressa

Em seu rosto a peste,

Nem desesperado olhar

Que venha jogar limpo nesse jogo

De visão através da bruma

De esperança no desespero

E de coragem no medo

Dentro ainda fora

Penetrando a máscara do impostor

Para descobrir a esperança num homem simples.

 

Wilhelm Reich

 

Por Dra. Arlene B. Schauffert de Amorim | Psicóloga analista bioenergética, membro do Instituto Internacional de Análises Bioenergéticas de Nova Iorque.

Rua: Aderbal Ramos da Silva, 123 – Centro – Itajaí/SC

Contato: (47) 3348.4794 | 33481690

http://www.arlenebeatriz.com

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