Capacidade de Criança

Capacidade de Bebe

Você tem filhos? Sobrinhos pequenos? Talvez trabalhe com crianças? Na verdade isso não importa tanto, todos nós já fomos crianças e é sobre uma capacidade incrível que as crianças possuem que quero conversar com você: a capacidade de se surpreender.

Como ver a chuva pela primeira vez

Para começar, preciso que você veja esse vídeo, porque é simplesmente maravilhoso ver a reação de uma menina ao ver a chuva pela primeira vez!

https://www.youtube.com/watch?v=QH0nO2MGXOA

Essa menina é uma gracinha, não é?! Aposto que deu vontade daquele banho de chuva… espontâneo, verdadeiro, com amigos… Aquela alegria!!!

Como aquele momento “Uau!”

Um outro exemplo disso é a música do Giuseppe Povia que se chama “Quando as crianças fazem Uau!”. Se você nunca ouviu, coloca aí: https://www.youtube.com/watch?v=96uomtIGGiQ

Povia canta:

Quando as crianças fazem uau!

Que maravilha, que maravilha!

Mas que bobo veja só, olha só!

Eu me envergonho um pouco

Já não sei mais fazer “uau!”

Não brinco mais numa gangorra

Não tenho a chave que abre a porta

Dos nossos sonhos

Eu amo essa música porque ela, assim como o vídeo da menina na chuva pela primeira vez, me remetem a capacidade maravilhosa de nos surpreendermos! De nos permitirmos brincar numa gangorra e, claro, manter conosco a chave dos nossos sonhos!

Como estar na ponta dos finos pêlos do coelho

No livro “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder, conta-se a história de um coelho branco que é tirado de uma cartola. Mas, no livro, se trata de um coelho muito grande e por isso, o truque demora bilhões de anos para acontecer. Bem, e aí? Acontece que a ideia é de que as crianças – todas elas – nascem na “ponta dos finos pêlos do coelho” e,  justamente por isso, conseguem se encantar com a impossibilidade de tudo isso que está a acontecer. E quando crescemos? Bem, aí nos arrastamos para o interior da pelagem do coelho e, no conforto, não ousamos mais subir para as pontas e nos lançar nessa jornada aos limites da existência: “Senhoras e senhores — gritam eles —, estamos flutuando no espaço! Mas nenhuma das pessoas lá de baixo se interessa pela gritaria dos filósofos”.

Onde eu quero chegar? Ora, eu é que pergunto à você. Onde você quer chegar que não está agora mesmo vivendo e se surpreendendo com o infinito número de possibilidades, de experiências novas e de novos significados, assim como as crianças?!

Surpreenda-se!

Por Daiana Rauber

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