Banda Lily Aldrin é a última classificada na primeira fase do Didge Garage Band

Na última terça-feira, 28, aconteceu a última disputa da primeira chave do Didge Garage Band, festival de bandas de rock amadoras promovido pelo Didge Steakhouse Pub de Balneário Camboriú. O vencedor desta disputa foi o quarteto Lily Aldrin, que se junta as bandas Stoned, Melodiálise e Noid, que também venceram nesta primeira etapa. A grande final está prevista para o dia 04 de outubro.

As duas bandas que se apresentaram nesta semana, Lily Aldrin e 94 Hertz, animaram o público presente, com um repertório repleto de clássicos do rock e canções atuais, além de músicas autorais. Elas foram avaliadas em cinco critérios: musicalidade e execução, harmonia, repertório, presença de palco e torcida.

A vencedora Lily ganhou por apenas dois pontos. Ela é formada pelos adolescentes de 17 anos: Felipe Michels Peres (voz e guitarra), Vinícius dos Santos Francisco (baixista), Vinícius Molleri (baterista) e João Vitor Ribeiro (voz e guitarra). Felipe contou que tocam juntos há apenas três meses e que formaram a banda especialmente para participar do concurso. “Nos juntamos para competir no festival. É muito bom, porque nos esforçamos muito para conquistar essa vitória. Ensaiamos três vezes por semana. Mesmo que não ganhemos o festival, já valeu a oportunidade, porque conseguimos nos apresentar nesse palco tão importante que é o do Didge”, disse.

BANDA Lily Aldrin 

O que diz a organização                                

O organizador do evento, Beto Moser, comemora o sucesso que o festival está fazendo e salienta que o nível das bandas aumentou, considerando que a premiação será totalmente focada na profissionalização dos grupos. O primeiro lugar vai ganhar a criação de sua identidade visual completa, com fotos e logomarca, cedidos pelo Estúdio de Design Gustavo Seeling, a gravação de um videoclipe, que será feito pelo canal Milkie TV, um EP com duas músicas gravadas pelo Estúdio “S”, kit com roupas e acessórios BMoser Simple Life e passaporte para o parque Beto Carrero World. A criação da identidade visual e o passaporte também valem para a banda que conquistar o segundo lugar na competição. “A premiação com certeza incentivou bastante. Tanto para os competidores quanto para as famílias deles tem sido uma chance única. Muitos se emocionam e ficam bastante ansiosos, porque estão tendo a oportunidade de se apresentarem pela primeira vez”, explica.

Beto salienta que a principal motivação do festival é revelar novos talentos do rock e incentivar que a cena se una e fortaleça na região. “Damos espaço para as bandas que participam do festival se apresentarem no Didge posteriormente, tanto que em junho quatro participantes do Garage Band se apresentaram no pub”, diz. Outro enfoque é fazer com que o DGB continue crescendo como um projeto cultural, considerando que há pouco incentivo a eventos do tipo na região. “Gostaríamos de ter mais patrocinadores. Esse ano só conseguimos apoio com a parte da premiação e material gráfico. Na edição passada havíamos conseguido um patrocínio que usamos para o aluguel dos instrumentos, mas esse ano não, por isso as bandas estão tendo que ser responsáveis por essa parte”, comenta.

 

Com a palavra, o júri                             


Os jurados desta semana foram o vereador e músico Leonardo ‘Piruka’ Martins Machado, o tequileiro do Guacamole Cocina Mexicana e músico Murillo Magalhães  e o designer Gustavo Seeling, que desenvolverá a logomarca e será responsável pela sessão de fotos das bandas vencedoras. Os três rasgaram elogios para essa primeira fase que encerrou e aproveitaram para agradecer o convite do Didge.

Gustavo afirmou ter se surpreendido com as bandas e diz que considera uma experiência gratificante poder ver tantos jovens talentosos e afirma estar empolgado e ansioso para a próxima fase das batalhas. “Todas as bandas são de alto nível e eles são muito jovens”, acrescenta. Murillo lembrou que vem sendo jurado nas três edições do festival e que percebe o quanto o nível das bandas vêm se elevando a cada ano. “Os participantes estão vendo que é preciso qualidade para encararem esse festival. O rock é uma arte que expressa sentimento e eu acredito que estamos conseguindo reviver esse som de qualidade”, diz.

Já Piruka, que também é jurado pelo terceiro ano consecutivo, lembra que não há como falar do DGB sem antes parabenizar o Didge por abrir espaço para as bandas de garagem se apresentarem. “O nível dessa primeira fase estava muito bom. Vejo que a banda que ganhar vai ser muito merecedora, porque todos tem muita qualidade. Está cada vez mais difícil ser jurado (risos)”, finaliza.

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