Autoestima

Em psicologia, autoestima inclui uma avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma
como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau. A autoestima envolve tanto
crenças autossignificantes e emoções autossignificantes associadas. Podemos, de forma mais
abrangente, apontar situações que, quando presentes na vida de uma pessoa, são
precipitadoras e/ou mantenedoras de uma baixa autoestima, tais como: críticas, rejeições,
humilhações, abandono, desvalorizações e perdas. Importante frisar que a construção dessa
percepção negativa de si mesmo é resultado de interações sociais (familiares, escolares,
profissionais, entre outras…). Nelas, a pessoa vivencia situações onde é colocada numa posição
de sentir-se inferiorizada e de menor valia.

Os estudos sobre autoestima apontam, em sua extensa maioria, para influências presentes em
nossa infância (Rosenberg, 1983 e Coopersmith, 1967). Coopersmith, que realizou um amplo
estudo sobre autoestima, aponta como fatores importantes na construção da autoestima: a) o
valor que a criança percebe dos outros em direção a si, expresso em afeto, elogios e atenção;
b) a experiência da criança com sucessos ou fracassos; c) a definição individual da criança de
sucesso e fracasso, as aspirações e exigências que a pessoa coloca a si mesma para determinar
o que constitui sucesso; e, d) a forma da criança reagir a críticas ou comentários negativos.
Se observa que a autoestima pode afetar diretamente tudo o que fazemos, trabalho, vida
social, estudos, etc. Conforme a autoestima, teremos uma forma específica de lidar com as
pessoas, por exemplo, uma pessoa de elevada autoestima poderá ser mais confiante, não terá
medo de falar sobre qualquer assunto que precisar.
Encontramos questões referentes à autoestima em várias dificuldades emocionais. Se
pensarmos em cada transtorno emocional, depressão, ansiedade, síndrome do pânico , é
possível ver alguma alteração na autoestima.
Uma avaliação psicológica poderia identificar falta de autoestima em comportamentos de
menos valia, subjugação, entre outros sentimentos de inferioridade ou dificuldade de
aceitação ou adaptação a situações onde a pessoas se sente, ou está, desfavorecida. A ajuda
psicológica oferece a possibilidade de definir como meta da terapia identificar formas de
elevar a autoestima. O psicólogo poderá ajudar a investigar as causas da autoestima baixa e
aplicar técnicas objetivando a correção de pensamentos disfuncionais.

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