Pirataria é tema de roda de conversa na Design Days

Bate-papo será no dia 15, no CasaHall em Balneário Camboriú e contará com a participação dos designers Bruno Faucz e Richard Gohr e da jornalista Simone Bobsin

Cópia, imitação, plágio, os nomes são muitos, mas o significado ou o efeito é o mesmo. Reproduzir, apropriar-se de uma forma, plagiando ou copiando de uma obra anterior, já existente, é pirataria. É aquela máxima do tudo ou quase tudo se copia e nada ou pouco se cria. Isso ocorre em muitos dos segmentos do mercado e também com o design de mobiliário. Não por menos, a Pirataria do Design será assunto de uma roda de conversa na programação da Design Days, evento que ocorre entre os dias 14 e 17 de agosto em Balneário Camboriú.

Entram na Roda Viva, programado para a quarta-feira, dia 15, às 19h30, os designers catarinenses Bruno Faucz e Richard Gohr, a jornalista Simone Bobsin, do Portal ArqSC, e a advogada Frederica Richter. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do evento www.designdays.com.br.

Existem muitos envolvidos nessas cópias, desde o designer, a indústria, o lojista, o especificador, o cliente final, segundo Richard Gohr, de Blumenau. “É muito mais fácil copiar alguém, pois aquele produto já foi pensado”, destaca. Gohr oficialmente lançou peças em escala industrial em 2017. “Antes disso já havia criado várias outras, que acabaram se tornando únicas, mas que poderiam facilmente entrar para a indústria. Talvez por esse curto tempo, ainda não tive nenhuma peça descaradamente copiada”, pontua.

Bruno Faucz, que já expôs em semanas de design de São Paulo, Nova York e Paris, e também na Brazil S.A. e no iSaloni durante Salão do Móvel de Milão, na Itália, já tem alguns anos de trabalho materializando a informação em móveis autorais. Ele também acredita que o design é copiado porque algumas empresas têm preguiça de desenvolver. Copiar é um caminho mais rápido, porque alguém já investiu e quem copia não tem todos estes custos que envolvem a criação.

No mercado, muitos consumidores nem sabem que estão consumindo cópia. Ou seja, são prejudicados, na opinião do designer, já que a peça copiada não tem a mesma qualidade e garantias. Agora quando o cliente sabe que está comprando um produto resultado de um processo desonesto, aí ele está sendo conivente com a prática. “Para o profissional também é ruim quando isso ocorre, mas também tem um outro lado. Se você é copiado é porque tem um trabalho que está em evidência, que é referência”, declara. Estes e outros contextos sobre o tema, como fiscalização, registro do produto, legislação estarão na pauta da conversa sobre Pirataria do Design. No site da Design Days tem a programação completa do evento.

SERVIÇO
Design Days
Quando: de 14 a 17 de agosto
Onde: CasaHall Design District e Univalli BC

Roda viva: Pirataria do Design

Quando: Dia 15 de agosto, quarta-feira
Horário: às 19h30
Onde: CasaHall

Entrada: gratuita

Inscrições: www.designdays.com.br

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