Vamos falar de sono?

Talvez esse já seja um dos assuntos mais comentados no mundo materno e que está ganhando muita ênfase nos últimos tempos por conta do acesso a inúmeras informações que temos. Mas diante de tantas opiniões e linhas de pensamentos diferentes, os pais acabam por ficar mais confusos do que esclarecidos em relação ao sono dos bebês. Mas afinal, o que é certo ou errado? O que fazer ou não fazer? De fato, não existe resposta pronta para isso, a única certeza que temos, é de que um bebê/criança precisa de um sono restaurador para se desenvolver bem e ter um organismo funcionando de forma equilibrada, e dentro das teorias que temos em buscar o melhor para nossos filhos, essa deveria ser uma das prioridades.
Assim como para os adultos, a privação de sono traz inúmeros prejuízos a saúde mental e física, e para os bebês é ainda pior. Um sono de qualidade é essencial para fortalecer o sistema imunológico, consolidar os aprendizados do dia, prevenir a obesidade, regular o metabolismo e restaurar as funções físicas e cognitivas, deixando a criança descansada, alerta e calma. Muitos pais e cuidadores acabam sendo incentivados a focar sua atenção apenas na parte alimentar ou em atividades para estimular o desenvolvimento, esquecendo do quanto o sono afeta todos os
outros aspectos da vida do bebê e da criança.
A partir do momento que a falta de rotina e as noites mal dormidas começam a gerar conflitos e atingir a harmonia do lar, os pais começam a buscar algo na tentativa de solucionar esse obstáculo e muitas vezes vão em busca de “métodos” ou “técnicas”, que de forma mágica façam seu filhos dormir uma noite inteira, ou então acreditam que a solução é deixar seu filho chorando. O imediatismo escraviza muitos de nós, inclusive quando o assunto é educar. E
quando falamos em “aprender a dormir”, uma aprendizagem que poderia levar um mês, vira briga de anos, já que nossas atitudes são motivadas pela praticidade.
Dormir é uma necessidade fisiológica e natural, e os problemas de sono são apenas a ponta do iceberg. Precisamos identificar primeiramente o que está impedindo esse bebê de dormir. Avaliar a rotina, as atividades, alimentação, os aspectos emocionais, ambientais, entre outros… ter empatia com esse bebê, compreender como ele entende as coisas de acordo com a fase que se encontra, e então intervir de forma assertiva para o sono acontecer de forma saudável, respeitosa e principalmente acolhedora. Para isso, a consultoria do sono vem com um papel
importantíssimo de diagnosticar essas causas, encorajar a mudança de hábitos e traçar estratégias que venham de encontro as necessidades da família e do bebê.

Por
Ana Paula Franz
– Formada em Fisioterapia – Univali
– Consultora do sono pela IMPI – Califórnia
– Educadora da primeira infância, certificada em disciplina positiva – PDA

Contato:
(47) 98851-5231
anapaula@bomsonoconsultoria.com.br
Instagram e Facebook: Bom Sono Consultoria

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