É possível poupar em tempos de crise? A Grão mostra em três passos como reorganizar as finanças e guardar dinheiro

O isolamento social devido à pandemia de COVID-19 pode ser uma boa hora para rever os gastos mensais e reorganizar as finanças.

Nesse período, algumas contas vão diminuir, principalmente aquelas que fazemos na rua, no dia a dia, e outras podem ter aumentado, como luz e água. A dica é reorganizar as contas e usar o dinheiro economizado para investir, mesmo que pouco. Por isso, a Grão, primeira fintech a possibilitar o micro investimento no Brasil, indica três passos de como fazer isso:

  1. Conheça seus ganhos: anote todo o seu rendimento e entradas, como salário, comissão, gorjeta, aluguel e outros ganhos;
  2. Diário de gastos: depois, faça uma lista com todas as despesas e coloque o que é realmente necessário ou fundamental agora.Agora é a hora de olhar o extrato do cartão de crédito ou da sua conta bancária. E assim, fica mais fácil identificar para onde vai o dinheiro;
  3. Análise de prioridades: com o diário da sua vida financeira de gastos em mãos, identifique onde você pode economizar e até cortar gastos.

Ao fim desse processo, se você conseguir economizar algum dinheiro, não importa a quantia, vale a pena investi-lo. Não vale a pena deixar parado na conta bancária ou em casa. Então, invista!

Na Grão, você coloca o seu dinheiro para render. Aqui, a quantia investida em títulos públicos acompanham a taxa de juros Selic. Seu dinheiro estará seguro e crescendo.

Sobre a Grão

Lançada em 2018, a Grão é a primeira fintech a viabilizar o micro investimento no Brasil. Com ela é possível investir a partir de R$ 1 em títulos públicos, sem taxa de administração. O objetivo é ajudar os brasileiros a criarem o hábito de poupar pequenos valores, incentivar a formação de uma “reserva” financeira para diminuir o endividamento e ser o passo inicial para futuros investimentos que possam ser mais rentáveis.

O usuário Grão tem acesso a um organizador financeiro, que ajuda a entender onde estão alocados os gastos (em categorias) trazendo o resultado de quanto se pode guardar no mês. Também são disparadas dicas de comportamento financeiro e melhor uso do dinheiro. Para quem gosta de desafios, foi desenvolvido dois: o 7 e 21 dias, no qual o usuário guarda pequenas quantias durante esses períodos, para melhor se adequar e criar de forma leve o hábito de guardar dinheiro.

À frente desta inovação estão os ex-sócios da corretora Rico, Monica Saccarelli e Frederico Meinberg, que idealizaram o modelo inspirados em fintechs americanas e em pesquisas que realizaram no Brasil. Tamanha facilidade tem atraído cada vez mais usuários de diferentes perfis que desejam guardar dinheiro para conquistar seus objetivos.

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