Especial Semana da Mulher: Nara Schütz

Mentora de empreendimentos comerciais há mais de 20 anos, a empresária Nara Schütz é expert em projetos de shopping, open shopping e ruas compartilhadas. Sua especialidade? Melhorar a qualidade de vida das pessoas,  criando destinos para os lugares. Hoje atua como superintendente do Open Shopping Viva Park, da Vokkan Urbanismo.

Com um dia a dia agitado e uma rotina bem dinâmica, se divide entre o trabalho, os cuidados com o pequeno Benjamin de dois anos e a família nos fins de semana. 

Para Nara ser uma mulher poderosa significa “realizar o melhor que eu consiga, o meu compromisso com Deus, com o meu criador. Ser poderosa é conseguir realizar a minha missão.  É pegar pesado o dia todo e no final do dia cuidar do meu filho, das coisas da casa, e quando colocar a cabeça no travesseiro, saber que dei continuidade à obra de Deus, saber que está valendo a pena”.

Muito mais que uma grande profissional, Nara é também uma grande guerreira. Vítima de um câncer no rim aos 33 anos de idade, momento em que profissionalmente estava prestes a realizar um grande feito, a curadoria de mix da primeira rua compartilhada do Brasil, o Passeio Pedra Branca, em Palhoça, se questionou inúmeras vezes o motivo de aquilo estar acontecendo justo naquele momento. Após a operação e uma parada cardíaca que quase a levou à morte, afirma ter encontrado todas as respostas. “Lutei com todas as forças. E consegui! Não vivo mais por aparência. Nem quero ser conhecida, tampouco buscar sucesso a qualquer custo. Encontrei minha essência, não abro mão dos valores, busco paz em cada minuto do meu dia… Sabe, quando chegamos perto da morte tudo o que queremos é uma nova chance. Eu ganhei a minha”.

Desde 2013 Nara realizou mais de 100 palestras, centenas de ações sociais e recebeu prêmios nacionais de reconhecimento à causa “Outubro Rosa”.  

Dica de uma viagem: Aquela que você está leve e aberta a evoluir. Uma que me marcou foi Cortina D’Ampezzo na Itália. 

Boa comida tem que ter: Amor

Livro de cabeceira: Bíblia e “Cidades para pessoas” para as pessoas, de Jan Gehl.

E por fim, ser mulher é sinônimo de: Resiliência.

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