Com saúde tudo fica mais fácil e agradável 

Cuidando de si para cuidar do próximo.

Com a prioridade de um tratamento específico e efetivo, bem como a vacinação para imunizar a população, medidas não farmacológicas como as relacionadas à higiene pessoal, uso de máscara e, principalmente, o distanciamento social, têm sido as alternativas mais indicadas para diminuir a propagação da doença.

Neste contexto, atreladas às indicações de distanciamento social pelas autoridades de saúde competentes, diversas práticas sociais e de saúde foram discutidas e recomendadas no contexto da pandemia. Um dos discursos acionados de forma enfática foi a prática de atividade física, principalmente abordando seus potenciais benefícios relacionados à imunidade, doenças crônicas e saúde mental. Em consonância com o fato de que a maioria das pessoas estavam em seus domicílios, em situação de distanciamento social, um dos formatos recorrentes de atividade física estavam relacionadas a práticas mediadas por tecnologias, onde profissionais da área utilizaram redes e mídias sociais para comunicar sobre a importância desta, enquanto diversos locais de prática, como parques, praças, condomínios e academias foram fechados ou afetados no contexto da COVID-19.

Destaca-se que o discurso sobre a atividade física é, desde antes da pandemia, majoritariamente envolvido por uma demasiada carga de simplicidade e que deveria ser problematizado a partir de uma análise socialmente contextualizada à população ou à comunidade em questão e em seu contexto. 

No atual contexto da pandemia, esse cenário pode ser ampliado se observarmos, de forma bastante pragmática, a já relativamente baixa participação em atividade física antes da pandemia, os limitados espaços disponíveis nas residências, bem como o desigual acesso à internet para aulas on-line e/ou ainda o restrito contato com profissionais da Saúde. Além disso, à luz dos determinantes sociais da saúde, está o desafio de pautar a prática de atividade física frente às demandas de sobrevivência e garantia das condições de vida.

Estudos epidemiológicos sobre a prática de atividade física oscilam em termos de instrumento, ponto de corte, população estudada e amostragem. O dado brasileiro mais recente indica a prevalência de 39% de atividade física no tempo livre em adultos. A Pesquisa Nacional de Saúde havia identificado 22,5% de adultos considerados ativos no lazer e ambos utilizaram o critério dos 150 minutos por semana, o que não representa a indicação ideal, somente um parâmetro adotado. Mesmo considerando as diferenças em tais estudos, é possível acionar a hipótese de que a atividade física de lazer diminuiu durante a pandemia, em função das estatísticas atuais.

Não deixe de conferir a segunda parte desta matéria na próxima edição.


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