
foto: @marciojrph
Engravidar nem sempre é algo fácil e simples. Por isso, todos os anos milhares de pessoas ao redor do mundo buscam por ajuda especializada. Ajuda esta que será capaz de identificar o real motivo que possa estar impedindo a gravidez, além do que, irá possibilitar, de acordo a necessidade de cada paciente, o melhor tratamento e alternativas para o problema.
Mas quando devo ficar atenta para uma possível infertilidade? Se, com doze meses sem métodos anticoncepcionais (anticoncepcionais, preservativos, DIU…), não ocorrer uma gestação, é o momento de procurar orientação médica. É importante lembrar que a cada ciclo as chances para engravidar reduzem naturalmente; quem tem mais de 35 anos, se não engravidar em seis meses, o ideal é procurar por um profissional especializado para identificar o que está acontecendo.
São vários os fatores que podem levar à infertilidade ou à dificuldade, entre eles, destaque para:
Idade: quanto mais avançada for a idade da mulher, mais difícil será engravidar.
Menstruação: a irregularidade menstrual é, quase sempre, relacionada à distúrbios na ovulação.
Endometriose: esta é das uma das patologias que podem estar associadas à infertilidade.
Reserva ovariana: conforme falamos na edição passada, a reserva ovariana tem dia e hora para acabar. Por isso, quanto mais tardias sejam as tentativas, maiores serão as chances de fracasso. Desta forma, a busca por um especialista é fundamental o quanto antes.
Medicamentos ou cirurgias: para as mulheres diagnosticas com câncer e que irão precisar da quimioterapia, a reserva ovariana deveria ser conferida o quanto antes.
Abortos: se conta com mais de dois abortos espontâneos, o ideal é investigar mais a fundo.
Espermograma: a infertilidade também ocorre entre homens e deve ser igualmente investigada. O diagnóstico da SOP pode ser feito através da realização de exames clínicos, ultrassom transvaginal e exames laboratoriais.
Por isso, o planejamento gestacional é tão importante, além do que reduz e muito a frustração que surge com as tentativas sem sucesso. Assim, o ideal é que esse planejamento seja feito de 3 a 6 meses de antecedência, período que será destinado à sua preparação com exames e acréscimo de vitaminas, como o ácido fólico. Essas medidas auxiliarão de forma mais assertiva. Mas é válido ressaltar que essas são apenas algumas das muitas medidas a serem tomadas.
Cuide da sua saúde e da sua futura família!
Dra. Grazielle Alves Bento
CRM/SC 18490 | RQE 14880
Ginecologista, especialista em medicina reprodutiva
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