Sabores que aquecem a alma

A conceituada cake design, Michelle Ferreira, inaugura doceria em Itapema.

Sabe aqueles docinhos de festas infantis que, muito mais do que lindos, são super saborosos com gostinho de infância? Agora é possível degustá-los de terça a domingo, das 14 às 19 horas. Sim, a renomada cake design Michelle Ferreira, acaba de presentear a cidade de Itapema e região, com a abertura da Douce Maison. Em um ambiente aconchegante e para lá de especial, a doceria foi pensada carinhosamente para transportar o cliente a um mundo encantado repleto de flores. “Queremos que nossos clientes ao virem aqui tenham uma experiência única, que ultrapasse o simples fato de consumir algo e saciar uma vontade. Desejamos despertar em cada café ou doce uma emoção que lembre sua infância, isso porque, aqui na doceria, o principal ingrediente é o amor e queremos passar esse sentimento em cada detalhe que oferecemos”, destaca Michelle.

Sempre atenta e preocupada em atender com excelência a todos, além dos doces e salgados tradicionais, a Douce Maison oferece opções sem glúten e/ou lactose, veganas, cafés, chás, sucos, drinks e chocolate quente. Tudo com a mais alta qualidade para proporcionar momentos únicos. Cuidados esses que só alguém com o Know-how da Michelle poderia proporcionar. Afinal, sua trajetória de mais de sete anos nesse universo saboroso, transforando sonhos em delícias comestíveis, a tornaram uma expert no assunto.

E se você já é um fã das delícias que a cake design prepara e está prestes a realizar um evento, não se preocupe, além dos produtos a pronta entrega, ela continua firmemente com as encomendas. “Com certeza, as encomendas permanecem, até porque não poderíamos construir uma nova trajetória sem dar continuidade ao que nos trouxe até aqui. Agregamos serviços para continuar fazendo o que mais amamos, vendo no rostinho de cada criança um brilho especial ao verem seu personagem favorito em forma de doce”, finaliza.

Douce Maison

Rua 302 nº 5222 esquina c/ Av. Nereu Ramos – Meia Praia | Itapema -SC

47 9 9666-5440 | micakesc@gmail.com 

Instagram: michelleferreiracakedesign

Falando de Pato

Os patos tais como o conhecemos, são primos dos cisnes, gansos e marrecos e é uma das aves mais antigas que se tem notícia, havendo relatos de que eles já eram domesticados pelos antigos egípcios e estão distribuídos no mundo inteiro, menos no continente antártico. Na América do Sul, quando os primeiros portugueses chegaram no século XVI, os índios já criavam e caçavam patos selvagens tanto pela carne como pelos ovos.

Eu diria que há basicamente três tipos de patos: os selvagens que são caçados em determinadas épocas de acordo com a espécie; os domésticos criados a moda “caipira”, assim como as galinhas e os criados industrialmente para a comercialização da carne. Os patos selvagens e os domésticos criados soltos têm a carne mais dura e mais escura. A carne do pato é muito saborosa e a sua cor mais escura se deve a sua alimentação que inclui, além do milho, pequenos insetos e peixinhos.

Os peitos normalmente são servidos grelhados e as coxas normalmente são confitados, ou seja, cozidas lentamente em sua própria gordura. Também podem ser cozidos, ou assados ou fazer deliciosas terrinas.

FOIE GRAS: Significa literalmente fígado gorduroso e pode ser obtido tanto do pato como do ganso, sendo que o desse último é bem mais valorizado por causa do seu sabor. Essa é uma iguaria das mais antigas que existem. Os antigos romanos os alimentavam com figos e mel. Hoje em dia é utilizado basicamente milho. Para aqueles que os apreciam, e aí eu me incluo, trata-se uma cirrose. Isso mesmo. A alimentação forçada faz com o pato chegue até a 8 quilos e o seu fígado, que normalmente pesaria no máximo 50 gramas, chega a atingir até 660 gramas. Atualmente sua produção é bastante controversa pois trata-se de uma crueldade com os animais. Ok, mas é bom então esclarecermos algumas coisas: a galinha que compramos no supermercado e cujo peito é o queridinho das dietas é criada de forma intensiva e à noite as luzes são acesas para que elas não percebam que é noite e está na hora de dormir e, consequentemente, não parem de se alimentar. Sua curta vida de 45 dias é um stress do dia em que nascem até a hora do abate. Mais uma: comeu tainha esse ano? Espero que sim. Eu adoro, mas você já assistiu um lanço? É fantástico ver aquele monte de peixes pulando e se debatendo não é mesmo? Saiba que na verdade elas estão morrendo sufocadas, pois fora da água não conseguem respirar. É uma agonia que dura uns bons 15 a 30 minutos. Então meu caro defensor dos animais, quando levantar o dedinho ou abrir a boca para protestar contra o foie gras, seja coerente e lembre-se das galinhas e das tainhas. A propósito, caso encontrem no menu de algum restaurante da nossa região “magret” de canard o mmias provável seja peito de pato, porque o magret é retirado dos patos que foram engordados para produção de foie gras e o seu peso chega até 600 gramas cada, enquanto o peito tem em torno de 200 gramas.

PATO AO TUVCUPI: é a única receita genuinamente brasileira. Feita com o tucupi – suco extraído da mandioca brava – e jambu uma erva típica da região norte do Brasil e que deixa a boca levemente dormente. O arroz de Pato é um clássico da cozinha portuguesa e muito fácil de ser preparado por qualquer dona de casa. Você vai precisar de: 01 pato inteiro; 03 cebolas cortadas em cubos grandes, 01 cenoura grande em cubos, 05 dentes de alho picados, 01 maço de salsa picada, ½ garrafa de vinho branco seco, 01 chouriço português – na falta use uma linguiça Blumenau sem a pele, um bom maço e aspargos, 500 gramas de arroz parboilizado. Modo de fazer: corte o pato nas juntas e refogue em uma panela funda, de preferência com azeite. Junte 02 cebolas e a cenoura e aloure. Ponha o vinho, os talos de salsa e as folhas de louro e deixe quase secar. Cubra com água e cozinhe até o pato ficar macio. Retire o pato, coe o caldo e reserve. Desfie o pato grosseiramente e reserve.  Limpe e cozinhe os aspargos e corte cada um em 5. Em uma panela esquente um pouco de azeite e frite levemente a linguiça cortada em rodelas, junte o alho e a cebola e refogue, coloque o arroz misture bem e ponha 1 litro de caldo. Quase ao final do cozimento junte a carne do pato e os aspargos, confira o tempero com sal e pimenta do reino branca, tampe a panela e desligue o fogo. Deixe assim por aproximadamente 30 minutos. Na hora de servir, esquente um copo do caldo de pato e coloque por cima. Rende aproximadamente 6 porções. Para acompanhar nada como um bom tinto português da região do Douro. Bom apetite!

Por

Renato Justo

Chef de cozinha

Cervejaria inova e cria a primeira cerveja zero açúcar/ zero carboidrato do Brasil

O projeto foi abraçado pela Cervejaria Don’t Worry – “não se preocupe” em inglês – e está chegando ao mercado como a 1a. cerveja zero carboidrato do país.    
Terá inicialmente duas versões: “Premium Pilsner” (puro malte, de lupulagem mais leve) e “American Session IPA” (mais cítrica e frutada), mas se você gostou da novidade, saiba que ainda vem muito mais por aí!
Quem deseja emagrecer já deve ter ouvido a famosa expressão “low carb” – baixo carboidrato, em tradução livre.

O termo é sinônimo de alimentos que possuem um baixo índice glicêmico, ou seja, são alimentos cuja conversão em glicose (o açúcar sanguíneo) ocorre muito lentamente.

Produtos assim se tornaram os prediletos de quem procura emagrecer, manter o peso ideal e também a saúde, visto que a estratégia low carb, foi recentemente reconhecida pela ADA – Associação Americana de Diabetes, como eficiente no combate e prevenção da doença.

O projeto foi abraçado pela Cervejaria Don’t Worry – “não se preocupe” em inglês – e está chegando ao mercado como a 1ª cerveja zero carboidrato do Brasil, inicialmente em duas versões: “Premium Pilsner” (puro malte, de lupulagem mais leve) e “American Session IPA” (mais cítrica e frutada).

A fórmula desta nova cerveja, foi criada pelo médico Dr. Eduardo Bernhardt, que é pesquisador e se dedica a estudar o processo nutricional humano, área na qual tem grande experiência e estudos publicados. Entre suas atividades, o Dr. Bernhardt desenvolveu um programa de emagrecimento saudável, que promove melhorias em vários parâmetros e condições de saúde, sendo este programa utilizado por uma das maiores redes de franquia do Brasil.

Dentre os  produtos criados pelo médico, destacam-se ainda vários alimentos low carb, tais como: chocolates, biscoitos, massas, pães, pizzas, etc.

Uma das dificuldades de todas as pessoas que desejam ter uma vida saudável, emagrecer e principalmente manterem-se magras, é a restrição ao consumo, mesmo moderado, de bebidas leves, como a cerveja e os espumantes, por exemplo. Assim, depois de ouvir muitos pedidos de seus clientes, e se aprofundar nos estudos, a Cervejaria Don’t Worry, com a consultoria direta do Dr. Eduardo Bernhardt, criou e está lançando uma linha de cervejas mais saudáveis, que promete se tornar a favorita entre os consumidores que querem permanecer em forma ou cuidar da saúde, sem renunciar ao prazer do consumo moderado da famosa bebida, que é uma das preferidas dos brasileiros.

Segundo o idealizador da fórmula, “as cervejas são totalmente livres de açúcares e, portanto, de baixo estímulo insulínico, o que as diferencia de todas as outras do mercado, mas sem interferir no sabor e qualidade, sempre presentes nas boas cervejas artesanais”, afirma o Dr. Eduardo.

Sobre o futuro, a equipe da Don’t Worry está focada neste público consumidor e já anunciou uma nova linha de produtos também desenvolvida pelo médico.

Segundo a nutricionista Ana Paula Corteze Ott, que assessorou o projeto, “além da cerveja, está em desenvolvimento pelo Dr. Eduardo Bernhardt o primeiro Espumante Zero Carboidrato do Mundo e que terá ainda metade do teor alcoólico tradicional”.

Já segundo Francele Zancanaro Tentler, outra nutricionista que conhece o método e atua como responsável técnica por uma das indústrias que produzem os produtos desenvolvidos pelo médico “existem outras centenas de receitas e produtos desenvolvidos por ele que já estão no mercado e fazem muito sucesso, pois ajudam os clientes a obterem e manterem seus resultados, sem passarem fome ou vontade de comer”.

E complementa – “Esse é um universo em franca expansão, pois as pessoas querem a cada dia adotar modos mais saudáveis de vida. E isso exige uma alimentação correta e produtos de alta qualidade, além é claro de exercícios físicos. Estamos certos que essa nova cerveja irá agradar em cheio aqueles que não abrem mão dos pequenos prazeres da vida”.

A cervejaria inovou também no modo de comercialização, permitindo que o consumidor se torne “VIP” (com direito a vantagens e descontos) ou até mesmo se torne um distribuidor autorizado em sua cidade ou região.

“Quem provou, não só ficou feliz pelo sabor refrescante, como também comemorou poder incluir o consumo moderado de uma cerveja sem culpa nos churrascos de final de semana e nos encontros sociais”, completou o Dr. Eduardo Bernhardt.

Para mais informações, confira nas redes sociais ou no site da marca.

https://cervejadontworry.com.br/

Facebook: @cervejadontworry

Instagram: cervejadontworry

“Elas são totalmente zero açúcares, ideais para o público de diferentes dietas ou com problemas de saúde”, afirma Dr. Eduardo, o médico idealizador da inovação

Bolo de tapioca

Ingredientes 

200 ml de leite de coco

1 leite condensado sem lactose

400 ml de leite sem lactose

200gr de coco ralado

1 xícara de farinha de tapioca

Modo de fazer

Coloque tudo em uma panela, leve ao fogo e vá mexendo até engrossar então cozinhe por mais 5 minutinhos.

Depois de pronto coloque numa forma de furo e deixe na geladeira por 1 hora antes de desenformar.

Por

Tânia Fernandes

Terapeuta nutricional e proprietária do Univital

 

Restaurante com culinária peruana e japonesa vira hotspot em Curitiba

A fusão de duas culinárias distintas criou um restaurante que se tornou o queridinho dos antenados em culinária e boa gastronomia na capital paranaense. O restaurante Nuu Nikkei tem como missão levar aos clientes uma experiência única com o melhor da cozinha oriental e peruana. A cozinha Nikkei é a união de duas culturas antigas, peruana e japonesa. É uma cozinha de fusão, moderna, sofisticada, com infinitas possibilidades. Ainda é um mundo novo que é cada vez mais explorado e surpreendente. No local se come com os olhos, onde a turma ligada em redes sociais adora fotografar os pratos, que misturam texturas e sabores.

Estas características orientam as inspirações do Nuu Nikkei para poder encantar todos os que visitam o espaço. Para o restaurante é um privilégio poder reproduzir esta arte para as pessoas da região e para viajantes de todo o mundo que visitam o local, trazendo cultura e sabores para a mesa.

Além da culinária única, o restaurante também oferece uma incrível carta de coquetéis, com criações autorais e clássicos que marcam a casa desde sua abertura.

O ambiente íntimo, acolhedor, sofisticado e cosmopolita, combinada com a experiência da cozinha Nikkei, criando uma atmosfera única, todos ocorrendo harmoniosamente numa conversa entre os sentidos.

Está localizado em Curitiba (Paraná), uma cidade que recebeu essa arte de braços abertos e todos os dias permite a equipe a chance de descobrir e explorar.

A casa abre para o jantar de terça-feira a sábado das 19h às 24h e para almoço as sextas-feiras, sábados e domingos, das 12h às 15h. O restaurante conta com valet e não cobra rolha de terça-feira a quinta-feira.

Endereço: Rua Fernando Simas, 333 – Batel Soho

Telefone: (41) 3538 – 6956

nuunikkei@gmail.com

Inscrições gratuitas para oficinas da Temporada Gastronômica, em Itapema

A Temporada Gastronômica da Costa Esmeralda está chegando e além de prestigiar os estabelecimentos, o público também poderá participar de oficinas gratuitas. As inscrições já estão abertas no o link https://bit.ly/2Nr53d0.
A primeira oficina será no dia 16 de setembro, com início às 19h, na Vie Naturelle, na Meia Praia. Ministrada por Raquel Gambeta, a oficina traz como tema “Cozinha sem Glúten e sem Lactose”. No dia 17 de setembro, às 14h, ocorre a oficina com o tema “Técnicas de Café” com o barista Raviani Mondini, no Café Élficos, no Centro. 
No dia 19 de setembro, às 14h30, no hotel Beira Mar do Centro acontece a oficina “Harmonização Panetone com Espumante”, com a chef Patisserie Aline Cristina. Já no dia 25 de setembro, às 14h, acontece a aula show: Urso Esculpido em Pasta Americana. A aula será ministrada pelo Cake Artista Ramon Serpa no Komprão Kock Atacadista do bairro Morretes. 
A Temporada Gastronômica é organizada pelo Costa Esmeralda C&VB e SEBRAE, em parceria com as prefeituras de Itapema, Porto Belo e Bombinhas. “As oficinas têm o objetivo de valorizar a  gastronomia local e proporcionar um momento de aprendizado à população”, destacou a Secretária de Turismo, Cultura, Esporte e Desenvolvimento Econômico, Noeli Thomé.

A maravilhosa costela bovina

Em minha singela opinião, é de longe a parte mais saborosa do boi. Por estas plagas é quase sempre associada ao churrasco. Seja enrolada no papel alumínio, “esquecida” no canto da churrasqueira – fiz muito assim – ou no fogo de chão. Sei que de um modo geral a gauchada assa muito bem uma costela, portanto vamos falar sobre os tipos de costela e suas variadas formas de preparo.

Prime rib: como o próprio nome diz, é a melhor parte da costela sendo bastante macia e marmorizada. Ideal para ser feita na sauteuse ou na grelha da churrasqueira em fogo bem quente. No máximo 6 minutos de cada lado e caso o osso tenha mais de 30 centímetros, é chamado de Tomahawk. Ambos são saborosos por si só fazendo com que a guarnição seja mera coadjuvante. Se quiser “enfeitar o pavão”, sirva sobre a carne um molho à base de mostarda de Dijon acompanhado de batata rosti. Caso queira você também pode utilizá-la para fazer uma versão contemporânea do bife a cavalo. Leve ao fogo uma frigideira de fundo grosso, esquente um pouco de azeite com manteiga, tempere com sal e pimenta do reino e grelhe por 6 ou 8 minutos de cada lado, dependendo do ponto desejado. Sirva sobre ela dois ovos estrelados e acompanhe com batatas chips.

Ripa de costela: em minha opinião a melhor para assar, mas seu cozimento deve ser longo, no mínimo umas seis horas envolta em papel celofane e papel alumínio, depois recomendo mais meia hora fora do fogo para que seus sucos se espalhem. Excelente também para moer e fazer deliciosos hambúrgueres. Devido ao seu sabor forte, é comum fazer um blend com outras carnes – patinho, coxão mole etc.  – com ótimos resultados. A ripa quando cortada em tiras é muito boa para grelas rapidamente em fogo alto. Por último, ela também se presta e muito para ensopados. Na hora de comprar a costela tem de se levar em conta dois fatores: qual prato farei com ela e qual o sabor que eu quero.

Se a ideia for uma prime rib ou um assado de tiras o ideal é um boi novo – ossos mais finos, gordura mais clara – e de uma boa raça tipo angus ou hereford. Se for para fazer um churrasco eu não vejo problema algum em comprar uma costela de boi velho. O que acontece é que vai levar mais tempo para assar e o sabor certamente será mais acentuado. Idem para um hambúrguer e finalmente para os guisados ou assados de panela tanto a idade do boi como a raça são absolutamente indiferentes. Se acaso alguns leitores torcerem o nariz para essas informações, paciência. É impossível agradar a gregos e troianos.

Dessa vez vou lhes deixar com uma ótima receita que eu fiz ontem: costela assada de panela ao molho de vinho tinto com fetuccine. 3kg de ripa de costela; sal/pimenta do reino e cominho; 6 tomates picados sem pele e sementes- pode usar duas latas de tomate sem pele – 4 cebolas picadas; 2 cabeças de alho picados; louro, 1 garrafa de vinho tinto. Modo: corte as costelas junto aos ossos e tempere. Leve ao fogo uma panela de fundo grosso, esquente um pouco de óleo e doure a costela. Retire a carne e refogue o alho e a cebola por uns 15 minutos em fofo baixo, mexendo sempre. Junte os tomates e refogue por mais 5 minutos. Junte a carne misture bem, ponha as folhas de louro e o vinho tinto, reduza até quase secar. Cubra com água e deixe cozinhar em fogo baixo. À medida que for secando pingue mais água e junte um maço de salsinha picada e ½ maço de coentro – opcional -. Vez por outra espete a carne com um garfo, ela deve estar soltando do osso e bem macia. Esse preparo leva em torno de umas três horas. Você pode usar a panela de pressão, mas o resultado nunca será o mesmo, uma vez que o cozimento lento apura o sabor. Por último, ponha 2 cenouras grandes e grossas em rodelas, depois de macias desligue o fogo e deixe descansar por uma hora. Na hora de servir cozinhe o fetuccine e sirva a seguir. Ontem eu escoltei esse prato com um bom Chianti. Uma outra boa opção é um Tannat. Bom apetite a todos!

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Bolo de cacau sem farinha, sem glúten e sem lactose

Ingredientes

01 xícara de cacau

02 xícaras de leite de Coco

½ xícara de leite em pó

06 ovos

½ xícara de óleo

01 xícara de açúcar demerara

01 pitada de goma xantana

01 colher rasa de fermento em pó

Preparo

Separe o fermento e a goma, o restante bata tudo no liquidificar. Depois de pegar uma consistência na massa, acrescente no liquidificador o fermento e a goma (deixando bater por pouco tempo).

Por

Tânia Fernandes

Terapeuta nutricional e proprietária do Univital

Univital

Rua: Felipe Schmidt, 40x | Centro – Itajaí

Feijão sem arroz

Dez entre dez brasileiros preferem feijão … Esse é o início da música “Preto Maravilha “, das Frenéticas e que foi o tema de abertura da novela “Feijão Maravilha, exibida pela Globo em 1979. Dez entre dez é exagero, mas com certeza o feijão é ingrediente quase indispensável na mesa do brasileiro e curiosamente, o preto maravilha, ingrediente básico da nossa feijoada longe de ser uma unanimidade é uma exceção. Apenas nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do sul ele é consumido cotidianamente. Nos demais estados a preferência recai por outros tipos notadamente o carioquinha, além disso no Brasil o feijão está associado diretamente ao arroz. O verdadeiro prato nacional não é a feijoada e sim feijão com arroz. Mas e feijão sem arroz? Pode soar estranho para muitos, mas o feijão é tão versátil que se presta a inúmeras receitas onde o arroz é absolutamente desnecessário ou simplesmente não faz parte. Acha que não? Então vamos a algumas delas:

Quem não conhece a salada de feijão fradinho com bacalhau que muitas vezes vira prato principal? O acarajé que é feito com massa de feijão fradinho e recheado com vatapá, embora seja de origem africana e não baiana é muitíssimo apreciado em todo o Brasil. Na Itália a salada de Pulpo com fagiolli, feita com feijão branco é muito apreciada e muitos restaurantes aqui no Brasil também a servem. Os atletas de prova de resistência gostam muito e as nutricionistas recomendam uma salada de vários tipos de feijão. O tutu de feijão e o feijão tropeiro que em Minas Gerais é feito com feijão carioquinha. A dobradinha feita com feijão branco, tripas e carne de porco. Temos também com feijão branco, a feijoada de frutos do mar tão apreciada por muitos e o Cassoulet, a feijoada francesa que é feita com feijão branco, pato, carne de porco e gratinada com farinha de rosca.

Em todas essas preparações o arroz é absolutamente desnecessário! Na feijoada brasileira mais importante que o arroz é a farinha e a couve, sem falar no torresmo que deve ser sempre bem crocante. Porém, antes de deixar algumas receitas faz-se mister algumas dicas: todo e qualquer feijão tem de ser catado e lavado antes; tanto o feijão branco como o preto necessitam ser deixados de molho. No caso do feijão preto não troque a água do molho ou o caldo ficará cinza. O feijão vermelho por ser muito macio não precisa ficar de molho. Sei que muitas donas de casa por economia de tempo e gás gostam de usar panela de pressão. De fato, o tempo de cozimento é praticamente a metade. Porém, o cozimento lento faz com que o feijão fique mais saboroso, pois pega melhor o gosto das carnes que utiliza e diminui o efeito “artilheiro” do feijão do qual falaremos a seguir. Já o feijão vermelho não precisa de panela de pressão. Todos sabem o que é esse efeito e ele ocorre porque o feijão contém muitos carboidratos que não são bem absorvidos pelo estômago. Esse efeito pode ser minorado das seguintes formas: consumir apenas o caldo, mastigar bem o feijão para facilitar a digestão ou colocar uma colher de sobremesa, rasa, de bicarbonato de sódio por quilo de feijão. Se for cozinhar o feijão com carne seca e/ou embutidos dessalgar bem e provar antes de temperar. As vezes nem precisa. Sabe aquela feijoada que sobrou e você quer guardar, pois: guarde o feijão separado das carnes. Com o tempo o sal apura e daí não tem jeito. Ou você cozinha umas batatas inteiras – o feijão vai cozinhar demais – ou põe mais água e aí vai mudar completamente o sabor. Se durante o preparo você perceber que está salgado, coloque pedaços grandes de abóbora e folhas de couve.

Finalmente o que beber com o feijão: como praticamente TODAS as receitas levam um pouco de gordura eu arrisco um bom rosé. Leves e refrescantes eles não vão pesar tanto na sua cabeça e ao mesmo tempo dar elegância a refeição. Desta vez não vou deixar nenhuma receita. Sei que você é uma cozinheira(o) de mão cheia. Portanto, um brinde ao feijão.

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Muffin de cacau sem glúten e sem lactose

Massa

3 ovos

1 xícara de leite de Coco

1/3 de xícara de óleo de Coco

1 xícara de açúcar demerara 1 colher (sopa) de cacau em pó

2 xícaras de farinha de arroz integral

1 colher (sobremesa) de fermento em pó

Bata os ovos com o açúcar no liquidificador e vá acrescentado cada ingrediente, por último o fermento.

 

Calda

1 xícara de leite sem lactose

1 colher (sopa) de cacau em pó

2 colheres (sopa) de açúcar demerara

1 colher (sopa) de amido de milho

Em uma panela misture tudo e coloque para ferver misturando sempre.

Coloque em cima dos muffins já assados e polvilhe granulado sem glúten e sem lactose.

Por

Tânia Fernandes

Terapeuta nutricional e proprietária do Univital

Univital

Rua: Felipe Schimidt, 40 | Centro – Itajaí

Tel: (47) 3349.1132 

De segunda a sexta das 7h às 20h30min 

Sábado das 8h às 14horas