Praia do Forte, na Bahia, com as crianças

Algo que é verdade sobre o Nordeste, não existe inverno por lá! Que sol, energia e céu maravilhoso que encontramos nos dias que passamos na praia do forte na Bahia. A Praia do Forte não é uma cidade, pertence ao município mata de São João e para você se localizar melhor, fica aproximadamente a 50 km de Salvador, capital da Bahia.

Nos hospedamos no Hotel Via dos Corais. Antes de irmos, fizemos uma pesquisa sobre uma boa opção de estadia com as crianças e acertamos 100% em escolher o Hotel Via dos Corais. Logo na entrada do Hotel tem uma SUPER BRINQUEDOTECA climatizada com dezenas de brinquedos, mesinhas para colorir, televisão e espaço para as crianças brincarem.

A piscina em forma de “caracoeis” (veja as fotos) com três níveis de profundidade e faz com que as crianças não fiquem limitadas a uma pequena parte da piscina, pelo contrário, podem circular por toda a piscina em segurança, nossas filhas amaram!

O café da manhã é completo com direito a pratos nordestinos como o cuscuz de tapioca, tapiocas doces ou salgadas feitas na hora.

Outros detalhes importantes, tanto na Brinquedoteca quando nos quartos e na área de descanso (próximo a piscina) as televisões são smart com Netflix.

Ficamos quatro dias na Praia do Forte e o que mais nos chamou atenção foi estacionar o carro na chegada e só usá-lo novamente no dia do check out. Tudo é perto na Praia do Forte e se faz a pé, tem uma infinidade de lojas de marca, lojas de artesanato local, de sabonetes em formato de frutas, lojas de essências, de chocolates da Bahia, bares, restaurantes com música ao vivo, tudo uma do lado da outra.

Lá também há uma igrejinha linda, pintada de branco e azul claro e todas as noites fica iluminada (tipo decoração de luzes de Natal).

Onde comer na Praia do Forte?

A gente adora a comida forte e apimentada do Nordeste, com bastante coentro, dendê e pimenta caseira.

Restaurante Sobrado da Vila (www.instagram.com/sobradodavila).

Pensem em uma moqueca de camarão deliciosa no Restaurante Sobrado da Vila. Além disso, tem música ao vivo e várias caipirinhas de frutas como seriguela, pitanga, caju e etc. para animar à noite.

Tango Café (https://www.instagram.com/tango_cafe)

Para quem nos seguem no Instagram sabe que adoramos fazer churrasco e comer carne, então posso dizer que somos experts em comer carne. Pedimos no Tango café um aperitivo de linguicinha choripam e filé mignon acebolado que estava divino, também pedimos bife de chorizo. Perceberam algo? Sim, a proprietária do Tango Café é Argentina e trouxe a qualidade das carnes argentinas para a Praia do Forte. Também provamos as bruschettas de parma e pesto e as Empanadas Argentinas.

Its Gastrônomia ( https://www.instagram.com/itsgastronomia/)

À noite, sem dívidas a melhor pedida é ir no Its Gastrônomia, música ao vivo de qualidade, menu kids que as crianças amaram e o preço é ótimo, sem falar na cerveja gelada e é perto do Hotel Via dos Corais, dali pra cama.

Depois de toda essa comilança aproveitamos para fazer um passeio guiado de bicicleta com a empresa Eco Bike Tour (você encontra informações sobre eles no https://www.instagram.com/ecobiketour). Foi um passeio sensacional em família, um guia acompanha a gente até as praias naturais da Praia do forte, o caminho é asfaltado, seguro e o
Guia faz a gentileza de levar água pra gente.

A empresa Eco Bike Tur também tem as cadeirinhas para crianças pequenas e grandes, então nossas meninas foram conosco, adoraram o passeio!

Gostaram das fotos? Aproveitamos e fizemos uma sessão de fotos com o fotografo Kleber Dias (Você o encontra no Instagram https://www.instagram.com/kleberdiasfotografo)

Espero que tenham gostado das dicas!

Por

Marcella Zorzo

Guia da Família de Santa Catarina

Instagram: guiadafamiliasc    marcellazorzo

 

 

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Dicas de alimentação para voltar à rotina sem sofrimento

Nutricionista explica como eliminar o excesso de peso acumulado nas festas de final de ano

O retorno da rotina alimentar no início do ano é uma tarefa difícil e que, muitas vezes, gera dúvidas em relação a composição dos cardápios para recuperar o peso e eliminar o excesso de toxinas acumuladas pelos exageros das festas. Alguns alimentos são o ponto chave para auxiliar nesse processo, dentro de um plano alimentar equilibrado e sem extremismos e longe das dietas milagrosas. Confira as dicas da nutricionista consultora da Naiak, Karla Maciel:
Chá verde: é a fonte principal de catequinas, especialmente a epigalocatequina galato, fitoquímico essencial para ativação direta de enzimas que atuam no processo de detoxificação hepática, contribuindo para atuação efetiva das fases envolvidas neste processo.
Frutas cítricas: fontes de fitoquímicos e vitaminas antioxidantes, especialmente a vitamina C, responsáveis por promover equilíbrio antioxidante e reduzir os radicais livres gerados no período de superalimentação do fim de ano. 
Oleaginosas: as oleaginosas, especialmente a castanha do Pará, fornecem boa concentração de selênio, um micronutriente essencial na estrutura de enzimas do sistema antioxidante endógeno, como a glutationa peroxidase. Assim, seu consumo auxilia no metabolismo de radicais livres e redução dos danos celulares ocasionados pelo excesso destes radicais.
Vegetais e legumes: são fontes de fibras, fitoquímicos e vitaminas que modulam o funcionamento intestinal e atuam na promoção de energia e sistema antioxidante corporal, em busca de equilibrar o organismo.
Frutas vermelhas: fornecem alta concentração de antocianinas, pigmentos fenólicos responsáveis por modular os processos antioxidantes e anti-inflamatórios do organismo.
Brássicas – brócolis, repolho, couve-flor: esses alimentos são fontes de um composto chamado glucosinolato, capaz de atuar na aceleração de enzimas de fase 2 da detoxificação corpora, eliminando mais facilmente os componentes tóxicos em excesso.
Alho e cebola: o alho fornece alicina e a cebola quercetina, bioativos que contribuem com a redução na formação e substâncias oxidantes. Auxiliam no aumento de enzimas antioxidantes e estimulam a eliminação de compostos tóxicos.

*Fonte: Karla Maciel – nutricionista consultora da Naiak – CRN 46500

Dia Detox – 6 receitas para retomar a rotina pós-festas

É natural após a época de festas de final de ano a gente dar uma inchadinha, afinal ninguém é de ferro para manter uma rotina de alimentação saudável em meio a ceias repletas de delícias.

Segundo a nutricionista Astrid Pfeiffer, autora do livro “Detox dia a dia” (Ed. Alaúde), a dieta detox ajuda a dar o suporte necessário para que os sistemas de detoxificação naturais do organismo sejam estimulados e assim limpem o organismo das substâncias tóxicas.

E para ajudar quem abusou nesses últimos dias, a nutricionista indica abaixo um cardápio com receitas para um dia completo de dieta, para limpar o corpo de todas as toxinas. Um pontapé inicial para quem precisa retomar os hábitos alimentares de maneira saudável.

Confira abaixo as receitas.

Café da manhã

Mingau de banana com cereais

1 porção | 15 minutos

1 banana média (125 g)

1 xícara de leite de arroz com amêndoas (240 ml)

2 colheres (sopa) de amaranto em flocos (15 g)

1 colher (sopa) de quinoa em flocos (10 g)

2 colheres (sopa) de uvas-passas pretas e brancas (25 g)

1 colher (sopa) de lascas de amêndoas (10 g)

¼ de colher (chá) de canela em pó (1 g)

1  Descasque a banana e corte em rodelas finas.

2  Coloque em uma panela o leite, o amaranto, a quinoa, a banana e as uvas-passas. Deixe aquecer até ficar na consistência de mingau.

3 Desligue e acrescente as lascas de amêndoas. Polvilhe a canela por cima. Sirva ainda quente.

Sugestões

Quanto mais tempo deixar no fogo, mais o mingau vai engrossar; você poderá escolher a consistência
que preferir.

Saiba mais

Entre os cereais integrais,
a quinoa e o amaranto são os mais ricos em proteína do grupo. São tão ricos nesse nutriente que são comparados aos alimentos vegetais mais proteicos que temos: as leguminosas (feijão, lentilha, grão-de- bico).

Lanche da manhã

Barrinhas de castanhas e banana

9 barrinhas | 20 minutos

1½ colher (sopa) de castanhas-do-pará (20 g)

2 colheres (sopa) de castanhas de caju sem sal (30 g)

1 pacote de bananada sem adição de açúcar (200 g)

2 colheres (sopa) de chia (20 g)

1  Corte as castanhas-do-pará em pedaços grandes e as castanhas de caju apenas ao meio, para manter seu formato, mas deixá-las mais finas.

2  Corte a bananada em pedaços pequenos e coloque em uma tigela. Aqueça no micro-ondas por 1 ou 2 minutos, no máximo, para amolecer apenas o suficiente para manuseá-la como uma massa.

3  Em seguida, junte os demais ingredientes à tigela e amasse com as mãos até que todos fiquem bem integrados.

4 Transfira essa massa para uma fôrma de vidro e abra com as mãos umedecidas. Corte as barrinhas no tamanho que desejar.

Sugestões

As castanhas podem ser substituídas por outras oleaginosas torradas sem sal, como amêndoas.

Almoço

Ravióli de chia com abóbora

20 unidades pequenas | 1 hora

2 pedaços médios de abóbora (180 g)

1/3 de xícara de leite de coco (80 ml; ver pág. 21)

1 colher (sopa) de chia (10 g)

½ xícara de farinha de inhame (80 g)

1/3 de xícara de farinha de arroz integral (40 g)

1 colher (sopa) de óleo de coco (15 ml)

1 colher (chá) de sal (5 g), e mais para temperar a abóbora

1  Coloque a abóbora em uma panela, cubra com água e cozinhe por 20 a 25 minutos, até amolecer. Retire da água e amasse com um garfo, temperando com um pouco de sal.

2  Aqueça o leite de coco até amornar. Desligue o fogo, junte a chia e espere alguns minutos até ela hidratar.

3  Coloque as farinhas, o óleo de coco e o sal em uma tigela. Junte o leite de coco com a chia e amasse bem até obter uma massa homogênea.

4  Espalhe um pouco de farinha de arroz na bancada. Abra a massa dentro de um saco plástico, usando um rolo para formar um retângulo fino.

5  Distribua colheradas do recheio da abóbora, deixando um espaço de dois dedos entre uma e outra. Feche a massa com cuidado, pois ela é frágil. Corte os raviólis e amasse as bordas com um garfo para fechar bem.

6 Em uma panela grande com água fervente, coloque devagar os raviólis para cozinhar. Quando subirem à superfície, retire-os delicadamente com a escumadeira. Sirva quente, com o molho de sua preferência.

Saiba mais

A abóbora é rica em betacaroteno, nutriente responsável pela sua cor alaranjada, e ganha da cenoura em quantidade de luteína e zeaxantina, substâncias que protegem a pele dos raios ultravioleta e agem principalmente na saúde dos olhos.

Lanche da tarde

Snack de grão de bico 

2 xícaras | 1 hora, mais o tempo do molho

1 xícara de grão-de-bico (200 g)

2½ xícaras de água filtrada (360 ml)

2 colheres (sopa) de azeite (30 ml)

¼ de colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora

1 colher (chá) de sal

1  Deixe o grão-de-bico de molho por 12 horas. Escorra e descarte a água.

2  Coloque os grãos e a água filtrada na panela de pressão e cozinhe por 10 minutos, contados a partir do momento em que a panela começar a chiar. Desligue o fogo e espere o vapor sair naturalmente.

3 Transfira para uma assadeira e junte os outros ingredientes, misturando bem. Asse em forno preaquecido (200 °C) por 45 minutos. Desligue e sirva em seguida.

Sugestões

Troque a pimenta-do-reino por pimenta-de-caiena ou páprica picante para variar o sabor. Você também pode acrescentar outras especiarias, como curry ou cominho.

Saiba mais

O grão-de-bico é fonte de proteínas, minerais, vitaminas e fibras, além de conter diversos compostos bioativos. Uma característica das leguminosas, em especial do grão-de-bico, é acumular triptofano, aminoácido precursor da serotonina, um neurotransmissor que regula o humor, proporcionando a sensação de bem-estar.

Jantar

 

Sopa de alho poró

7 porções | 30 minutos

6 alhos-porós médios (895 g)

3 inhames médios (330 g)

4 xícaras de água filtrada (960 ml)

1 colher (sopa) de sal (14 g)

Gergelim torrado a gosto

1  Lave bem o alho-poró. Descasque os inhames. Coloque tudo na panela de pressão com a água e o sal e cozinhe por 15 minutos, contados a partir do momento em que a panela começar a chiar. Desligue o fogo e espere o vapor sair naturalmente.

2  Depois que esfriar um pouco, transfira para o liquidificador e bata até obter um creme. Leve de volta para a panela e cozinhe mais um pouco sem tampar, até engrossar um pouco.

3 Sirva quente, salpicado com gergelim

Ceia

Chá de maracujá com camomila

4 xícaras | 15 minutos

4 xícaras de água (960 ml)

1½ colher (sopa) de camomila (3 g)

1½ colher (sopa) de folhas secas de maracujá (1 g)

Leve a água ao fogo. Quando ferver, desligue e acrescente os demais ingredientes. Deixe em infusão por 10 minutos. Quanto mais tempo deixar os ingredientes na água, mais forte ficará o seu chá.

Saiba mais

Esta é uma excelente combinação de ervas; relaxante e calmante, é ideal para tomar antes de dormir. Auxilia também no controle do estresse e nas cólicas menstruais.

Por

Giovanna

 

Hambúrguer com carne de jacaré é a nova aposta exótica do Didge Steakhouse Pub

 

Já pensou em degustar um hambúrguer que leva carne de jacaré? O Didge Steakhouse Pub, de Balneário Camboriú, já conta com a novidade, que combina muito bem com a estação mais quente do ano. A receita foi desenvolvida pelo Chef Edenes Magalhães, que idealizou a inusitada composição que promete uma verdadeira experiência gastronômica. Além de jacaré, o burger leva queijo, espaguete de palmito pupunha com um mix de ervas, legumes, alface americana e maionese de curry.

Com um sabor único, tropical e adocicado, o prato é mais uma das criações exóticas do restaurante, que já conta com o “Crocodilo Dundee” (lombo de jacaré em cubos, salteado na manteiga ao molho agridoce de manga e missô), além da “Frog Legs” (patas de rã empanadas com batata country e acompanhadas molho agridoce de abacaxi).

A carne de jacaré servida no Didge vem de uma cooperativa de criadores do animal no Pantanal (MS), e conta com certificação do IBAMA. A carne é clara, tem sabor adocicado e conta com baixo percentual de gordura. O valor do burger é de R$ 31,20.

 

Entre bolhas e borbulhas

Está chegando aquela que, para muitos, é a estação mais esperada de todas: o verão, que no hemisfério Sul coincide também com o Natal e o final do ano. E que ano!!! 2018 vai entrar – já entrou – para a história como um dos anos mais complicados do século e oxalá tão cedo não tenhamos outro igual.

Falando apenas de Brasil, nesse ano o país simplesmente parou. Só se falou de política, amigos brigaram, familiares deixaram de se falar e, enquanto isso, atravessamos uma das maiores crises econômicas e morais de que se tem notícia e quase nos enveredamos por uma trilha que fatalmente iria nos levar para um grande buraco negro do qual nunca mais sairíamos. Mas felizmente acabou. Agora vamos comemorar e festejar porque ninguém é de ferro.
Vamos estourar o champagne e deixar que aquelas bolinhas nos façam ver estrelas. Sobre ele Winston Churchill dizia “Merecido na vitória e necessário na derrota”. Nos anos 70, em plena ditadura, Zózimo Barroso do Amaral, colunista social do Jornal do Brasil já dizia: “Enquanto houver champagne, há esperança.”

Mas, antes, é bom que saibam que nem todo vinho espumante pode ser chamado de champagne. Champagne é o nome dado à uma região do nordeste da França e somente os vinhos espumantes feitos naquela região podem ser assim denominados. Em sua confecção normalmente entram as uvas Chardonay, Pinot noir e Pinot meunier. Os outros são chamados apenas de espumantes. Entre esses, vale a pena destacar a Cava, feita na Espanha com as
cepas Macabeo, Parellada e Xarel-o. Na Itália temos o delicioso Prosecco que muita gente não sabe – talvez você também não – é feito com a uva de mesmo nome. Em Portugal temos o vinho verde que é produzido apenas na região entre os rios Douro e Minho. E em sua confecção entram as castas Alvarinho, Loureiro e Arinto. Apesar de não ser exatamente um espumante ele é levemente frisante.

Frisante? O vinho frisante é aquele em que não ocorre uma segunda fermentação resultando em um vinho com menos gás carbônico ou “bolhinhas” e com menos teor alcóolico. No Brasil destacam-se os espumantes feitos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Na região nordeste no vale do rio São Francisco o destaque vai para os espumantes doces feito com a uva moscato e que normalmente são servidos em festa de casamento para serem consumidos com o bolo. Há quem goste, mas é melhor deixar pra lá.

Na cozinha o camarão ao champagne, é quase uma unanimidade e a receita é simples: grelhe no azeite, meia dúzia de camarões grandes, descascados. Junte uma taça de champagne e deixe reduzir e finalize com uma colher de sobremesa de nata. Deixe engrossar um pouco e sirva com arroz de amêndoas. No meu restaurante eu acrescentava algumas fatias de maçã verde. Além disso, vários drinques podem ser preparados com o champagne, como o Kir que
leva espumante e licor de cassis ou o Kir royal esse sim feito da mesma forma, mas com um legítimo champagne, o Belini que mistura champagne com suco de pêssego e mais recentemente o Black Velvet uma mistura de cerveja estilo Dry stout com champagne em partes iguais. Mais recentemente, um drinqye que está fazendo bastante sucesso é o Aperol: que mistura Proseco, Aperol, laranja em rodelas e gelo. Finalizo essa coluna com um convite a
um brinde! Se não achar um motivo que tal mais um dia vivido e entre bolhas e borbulhas sejamos todos felizes.

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Cuidados com a saúde no verão!

No verão pode ocorrer a inibição da fome, que é causada pelo calor excessivo. Essa falta de apetite pode levar a jejuns prolongados, um aspecto negativo para o funcionamento do metabolismo e ao organismo, que pode ficar fraco e debilitado durante esse período.

Na edição anterior demos algumas dicas de emagrecimento para as pessoas estavam um corpo mais enxuto o verão. No entanto, sabemos que seja para emagrecimento ou para manter a saúde é necessário ter disciplina e equilíbrio entre a alimentação e a atividade física, seja para o emagrecimento, ganho de massa muscular ou perda de gordura.

A alimentação saudável se classifica como uma alimentação que fornece todos os nutrientes necessários para a o equilíbrio do organismo, sendo assim fonte de macronutrientes (proteínas, carboidratos e lipídeos) e micronutrientes (vitaminas, minerais e compostos bioativos).

Além do consumo de alimentos leves, ricos em fibras e do consumo de bastante água, os sucos compostos são excelentes opções para manter o equilíbrio no verão.

Confira algumas receitas:

Suco detox com vinagre de maça*
Ingredientes
• 2 copos de água (500 ml)
• 4 colheres de sopa de Vinagre de Maçã
• 4 folhas de couve
• suco extraído de 1 limão
• 1 colher de chá de canela em pó
• 2 colheres de sopa de mel

Modo de fazer
Adicione no liquidificador a água, a couve e o limão. Liquidifique.

Posteriormente adicione a canela e o mel. Liquidifique.

Somente no final adicione o vinagre de maçã.

Se estiver muito forte para o seu paladar misture mais água.

Consuma.

Obs.: Se você quiser guardar na geladeira para outro horário, use uma garrafa de vidro com tampa e consuma em até 2 dias, dessa forma você sempre terá uma bebida gelada e gostosa a qualquer hora.

Suco nutritivo para o bronze

Ingredientes
1 un. média de cenoura inteira (crua)
¼ un. média de mamão papaia
1 colher de sopa aveia em flocos

1 colher (sobremesa) cheia de farinha de linhaça
½ limão espremido
Adicione cubos de gelo e um pouco de água.

Modo de fazer
Higienize adequadamente a cenoura e o mamão, pique e transfira para o liquidificador, acrescente os demais
ingredientes e bata tudo. Sirva gelado.

*Receita adaptada de: http://gnt.globo.com/programas/cozinha-pratica

Por

Michelle Freitas

Empresária e nutricionista

Cia da Saúde

Rua: Heitor Liberato 1550, SL 32

Bairro São João – Itajaí – SC

Tele Entrega 47 3349-0160

Facebook e Instagram: ciadasaudeitajai

 

Cheesecake

Essa sobremesa cujo nome significa literalmente “bolo de queijo”, mas que está muito mais para uma torta, é useira e vezeira de quase todos os cafés, confeitarias e padarias e é também uma das mais antigas da gastronomia contemporânea. Suas origens remontam à Grécia antiga e vários países tem a sua versão, mas o cheesecake tal como nós o conhecemos surgiu nos Estados Unidos, por volta de 1880, com a invenção do cream cheese. Ela normalmente leva uma massa de biscoito e manteiga e um recheio à base de cream cheese, ovos, limão e açúcar e
coberta com uma geleia de frutas vermelhas. Com o passar dos anos a sobremesa ou o doce como prefiro chamá-la, uma vez que muitas vezes é servida não apenas após as refeições, mas entre elas e até as substituindo foi ganhando outros ingredientes tais como farinha de amêndoas e açúcar na massa base ao invés dos biscoitos, outros tipos de
queijo e até outras coberturas. É uma sobremesa relativamente fácil de se fazer e em uma época de tantas “rias” – Hamburguerias, sanduicherias, e até mesmo tapiocarias, – bem que poderíamos abrir uma cheesecakeria tal a infinidade de receitas disponíveis na internet, fora as que ainda estão por vir. Na verdade, já vi até uma de salmão, mas aí deixa de ser um doce. Porém, algumas exigem equipamentos que a maioria das pessoas não tem em casa
como folhas de acetato, formas de inox vazadas e técnicas que muitos não dominam. Então vou dar algumas dicas simples para que que o seu cheesecake seja um sucesso e não demande muito trabalho. Uma balança é fundamental (não precisa ser de precisão. embora hoje seja possível encontrá-las aos montes nos supermercados e demais lojas de eletrodomésticos) uma vez que a confeitaria dá pouquíssima margem para erros. Outra: seu cheesecake pode ser
feito em taças e servidos individualmente, fica muito mais bonito, porém vai ocupar mais espaço na geladeira. Caso queira servir em um pirex, uma boa espátula larga e curta é imprescindível. Além disso, como em qualquer preparação culinária é fundamental utilizar ingredientes de ótima qualidade. Vou lhes dar uma receita base de cheesecake que eu mesmo desenvolvi, e modéstia à parte é a melhor do mundo.

Para a massa ou “cake “: biscoito maisena 200 g; manteiga sem sal amolecida 100 g. Modo de fazer: triture o biscoito no liquidificador e misture com a manteiga até obter uma “farofa”. Forre então um pirex retangular ou disponha em 6 taças. Para o cheese ou queijo: cream cheese; 800 g, ricota 200g; raspas e suco de 1 limão; 4 claras e 200 g de açúcar refinado; 10 g de gelatina em folhas incolor e sem sabor, mais 100 ml de creme de leite e 10 gotinhas de essência de baunilha.

Modo de fazer: misture muito bem o cream cheese e a ricota. Leve uma panela ao fogo com as claras e o açúcar e deixe esquentar, mexendo de vez em quando, até não conseguir pôr o dedo. Ponha ainda quente em uma batedeira e bata até esfriar. Enquanto isso, dissolva a gelatina em água fria. Depois esquente o creme e misture a gelatina.  Misture delicadamente, com o auxílio de uma escumadeira o queijo, o merengue, as raspas de limão, a baunilha e a gelatina. Despeje essa mistura sobre a massa cubra com papel filme e leve à geladeira. Dica: aconselho a fazer
sempre de véspera. Para a cobertura três sugestões: a primeira, tradicional, faça uma geleia 500 gramas de frutas vermelhas variadas (morangos, mirtillos e amoras) com 350 g de açúcar. Espere resfriar e coloque sobre o cheese cake na hora de servir e decore com phisalys. A segunda: 500 g de damascos (mais alguns para a decoração) e 350 g de açúcar mais 100 ml de água. Antes hidrate os damascos por meia hora em água morna, depois leve ao fogo baixo
com a água e o açúcar para cozinhá-los. Bata no liquidificador, espere esfriar e disponha a geleia sobre a sobremesa. Decore com os damascos reservados e pau de canela. Por último, sugiro mel silvestre com gergelim branco e preto. Para acompanhar, água mineral gasosa que pode ser a portuguesa “Pedras salgadas”.

Por

Renato Justo

Chef de cozinha

Receitinhas para o verão Finestética

Suco Verde Diurético

200ml de água de coco ou cha verde
1 fatia de melão
1 folha de couve manteiga
10 folhas Hortela
1 colher sopa de salsinha
1/2 limão espremido
2 cubos de gelo

Modo Preparo
Higienizar os ingredientes e bater no liquidificador

Suco antioxidante

1/2 cenoura
1 kiwi médio ou 4 morangos
200ml de água de coco ou cha de hibisco
10g de colágeno hidrolisado em pó sem sabor

Modo preparo
Bater os ingredientes no liquidificador e consumir logo após o preparo

Receita para as crianças

Picolé de frutas
Morangos picados
Manga
Kiwi
500 ml de água de coco
1 suco de laranja

Modo de preparo
Preencha forminhas de picolé com os pedaços de frutas e complete com a mistura da água de coco e suco de
laranja!
Leve ao congelador!

Por

Carol nutrindo Famílias
Carolina Theilacker Sommerfeld
Nutricionista Funcional e Materno Infantil – CRN 10 4033
@carolnutrindofamilias

Cozinhando com a cerveja

Muito já se falou sobre a cerveja e você também deve ter lido ou ouvido algo sobre ela e quem sabe até experimentado alguns estilos. Mas, e cozinhar com a cerveja? Não. Não é cozinhar enquanto toma uma cerveja como você pode estar pensando (risos), e sim usar a cerveja no preparo dos pratos. Aqueles que amam a comida e que fazem da cozinha uma profissão ou hobby certamente já usaram em seus pratos vinho e outros álcoois, mas será que já usaram cerveja? A maioria certamente não e isso porque ela tem uma característica única: o amargor.
Esse sabor que é conferido principalmente pelo lúpulo – embora o tipo de malte e a sua torrefação também o influenciem, está presente em todos os estilos e é medido pelo IBU que é a sigla em Inglês para Unidade Internacional de Amargor. Quanto maior o IBU mais amarga a cerveja será. Por isso muitos hesitam, mas você pode usa-la tranquilamente tanto na marinada, como no cozimento dos pratos ou até para fazer molhos. Então aqui vão algumas dicas: de uma maneira geral, prefira as que são menos amargas, quer sejam claras ou escuras. Para os
pratos de carne branca como galinha, codorna, porco e vitela eu uso as cervejas claras de estilo Pilsen, Belgian ou German Blonde, cujo o principal expoente são a Abaye de Leffe e a Affligen. Para as carnes vermelhas como galinha d’angola, pato, cordeiro e boi eu prefiro cervejas escuras com pouco amargor, como as de estilo bock ou dunkel. Peixes e frutos do mar como possuem sabor mais delicado normalmente ficariam de fora, salvo algumas honrosas exceções. Ostras ao vapor de cerveja ficam ótimas, uma vez que elas possuem um sabor bem pronunciado.
Recentemente as cervejarias de Santa Catarina desenvolveram um novo estilo de cerveja batizado apropriadamente de Catarina Sour. É uma cerveja de trigo, de baixo teor alcoólico, bastante gaseificada e com adição de suco de fruta natural como carambola, maracujá, pêssego e tangerina e seu sabor caiu como uma luva nos crustáceos, como camarões, lagostins, sapateiras ou cavaquinhas e lagostas. Para esse mês eu recomendo ostras ao vapor de cerveja,
escabeche de camarão com Catarina Sour e cordeiro ao molho de cerveja estilo bock com alecrim.

Para as ostras: 24 ostras médias; 500 ml de cerveja artesanal estilo pilsen ou pale ale; 3 sementes de zimbro; 1 cebola em rodelas; 2 folhas de louro. Leve uma panela ao fogo e deixe esquentar. Junte o zimbro esmagado, a cebola e o louro. Quando começarem a “cheirar” junte as ostras e por cima a cerveja. Assim que as ostras abrirem desligue o fogo e espere dez minutos antes de servir.

Para o escabeche: 600 gramas de camarões médios (branco ou cinza) descascados; 30 gramas de gengibre bem picado; 750 ml de cerveja estilo Catarina Sour sabor pêssego; 1 colher de sobremesa de mel de bracatinga; meio maço de coentro. Tempere os camarões com sal, pimenta do reino e raspas de limão siciliano e passe-os levemente na farinha de trigo; leve uma frigideira alta ao fogo e frite-os no azeite. Reserve. Junte o gengibre, doure retorne o
camarão e a cerveja. Deixe reduzir um pouco e junte o mel. Dilua e finalize com o coentro. Sirva com arroz de amêndoas.

Para o cordeiro: 1 pacote de short-hack de cordeiro uruguaio; 2 dentes de alho picados; 3 ramos de alecrim; 500 ml de cerveja estilo bock; 100 ml de fundo escuro de boi (se você tiver o seu, ótimo. Se não, use meia caixinha de molho madeira de supermercado). Corte as costeletas em pares e tempere com sal e pimenta do reino. Em uma frigideira funda esquente o azeite e doure as costeletas por 3 minutos de cada lado, doure o alho e junte o alecrim, ponha a cerveja e o fundo. Abaixe o fogo e deixe reduzir por mais uns 5 minutos e sirva com purê de batata baroa. Essa sequência serve 04 pessoas.

Para harmonizar: As ostras vão muito bem com uma Pale Ale da Lindenbier. Para o escabeche, sugiro uma Catarina Sour de pêssego, da cervejaria Blumenau e para o cordeiro uma bock da Bierland.

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Transtornos da alimentação

São doenças mentais que têm como característica comum o comportamento alimentar disfuncional por perda de controle. Esse comportamento causa prejuízo funcional global e grande sofrimento psíquico para quem o vivência. Os transtornos alimentares mais conhecidos são a anorexia nervosa e a bulimia; porém, existem muitos  outros chamados de transtornos da alimentação sem outra especificação, como as compulsões periódicas, por exemplo. A prevalência dessas doenças, de todas elas está cada vez mais alta. Em geral ocorrem mais nas mulheres adolescentes, mas não é incomum nos homens e em crianças. A era moderna do culto ao corpo, da ditadura da beleza com seus padrões inatingíveis somados a outros fatores ambientais como o mau uso da tecnologia, a falta de estrutura familiar e de referências saudáveis na infância, gerando personalidades problemáticas e vulneráveis, são, para mim, os principais gatilhos para o aumento considerável da prevalência dos transtornos alimentares na nossa sociedade atual. A obsessão por questões que deveriam ser tão pouco relevantes elevou os transtornos alimentares a nível de epidemia.

Existe um perfil característico como fator de risco para desenvolver tais transtornos e isso é importante para que consigamos identificar e ajudar quando necessário. Até porque pela minha experiência na maioria das vezes não é o paciente que percebe que existe algo errado e sim as pessoas em seu entorno. O perfil mais vulnerável de acordo com a minha experiência em consultório é a pessoa perfeccionista que funciona de forma dicotômica atuando sob a
perspectiva do “tudo ou nada”, do “oito ou oitenta”, são carentes de afeto e de atenção, solicitando-os de forma sistemática e cansativa, mas podendo também apresentar-se de forma inversa, demonstrando ser extremante distante e pouco sentimental.

Os transtornos alimentares têm diversas causas e é importante atuarmos nas mesmas para que haja sucesso terapêutico. O tratamento deve ser sempre multidisciplinar com diversos profissionais atuando em equipe. Idealmente tal equipe deveria ser composta por psiquiatra, psicólogo, nutricionista e terapeuta holístico e o objetivo dessa abordagem é acabar com o sofrimento psíquico agudo e manter o equilíbrio após o tratamento, trabalhando
também na reabilitação e prevenção de novos episódios.

Um fator importante a ser ressaltado é o fato de que cada transtorno da alimentação possui suas particularidades e é comum que hajam outras doenças psiquiátricas comorbidas como a depressão e/ou ansiedade. Portanto, o plano terapêutico, apesar de dever ser sempre multidisciplinar, é individualizado.

A qualquer sinal de sofrimento psíquico em relação a alimentação procure um psiquiatra que ele saberá traçar o plano de tratamento em equipe.

Por

Dra. Vanessa Adegas Menin

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