2° edição Workshop Babies & Kids

 

 

A 2ª edição do Workshop Babies & Kids foi um sucesso! O evento aconteceu no sábado, 06 de julho, no espaço BS Hall do Balneário Shopping e foi um dia repleto de brincadeiras, personagens infantis e muita diversão.

O Workshop Babies & Kids contou ainda com desfile da Milon, Ateliê Fernanda Mello e loja Bibi. Os visitantes puderam participar do ciclo de palestras e bate papo com especialistas de diferentes áreas que atuam com parentalidade e cuidados com as crianças.

Fotos: Victor Hugo

Maternidade: o que ninguém te conta

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

BALNEÁRIO CAMBORIÚ RECECEBE 2ª EDIÇÃO DO WORKSHOP BABIES & KIDS

Evento acontece no próximo dia 6 de julho, das 11h às 22h, no espaço BS Hall do Balneário Shopping

Na vida poucas experiências são tão transformadoras como a parentalidade. A responsabilidade de criar um ser humano é sempre permeado por nossos dilemas, dúvidas e incertezas. Pensando nisso, a revista Bem-Estar criou o Workshop Babies & Kids, que chega à 2ª edição no sábado, 06 de julho.

O evento voltado para pais, mães e para o público infantil estreou no ano passado com grande sucesso no Balneário Shopping. O Babies & Kids conta com exposições, ciclo de palestras, shows com personagens infantis, desfiles e oficinas. Durante o ciclo de palestras, profissionais de diversas áreas irão compartilhar informações, conhecimento e trocas de experiências sobre o universo infantil.

Para Luciana Coutinho, editora da Revista Bem-Estar e organizadora do evento, a melhor aliada para pais e mães é a busca por informação de qualidade.

“Quando se tem conhecimento necessário, ficamos mais à vontade para lidar com que permeiam nosso dia a dia, e então é possível fazer escolhas que adaptam à nossa personalidade e rotina”, afirma.

O Workshop Babies & Kids será um momento único que irá proporcionar a conexão entre mães e pais, que anseiam por conhecimento, e informações sobre os diversos aspectos que envolvem a criação e cuidado com os filhos. A entrada é gratuita, mas para participar das palestras é necessário fazer inscrição. Confira a programação e participe!

INSCRIÇÕES (Necessárias apenas para as palestras)

https://forms.gle/1PoV8ktkWykmcncT7

As inscrições para as palestras são gratuitas e as vagas são limitas!

PALESTRAS

13:20h DESAFIOS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NOS TEMPOS ATUAIS – PSICÓLOGO ARY MAOSKI

14h DICAS SOBRE AMAMENTAÇÃO – PEDIATRA KARINA HEUSSER NEVES

14:45h COZINHE PARA O SEU BEBÊ – NUTRICIONISTA CAROLINA THEILACKER SOMMERFELD

15:30h A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR – FLAMBOYANT CENTRO EDUCACIONAL

16:15h MATERNIDADE: O QUE NINGUÉM TE CONTA – PSICÓLOGA ANA PAULA MAJCHER E JUSSARA FLORENCIO (VLOG E AÍ SARA)

17h ENSINO BILÍNGUE NA PRIMEIRA INFÂNCIA – MAPLE BEAR

17:45h DISCIPLINA POSITIVA PARA EDUCAR. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PARA GUIAR. – ANA FRANZ

18:30h HUMANIZAÇÃO: DO GESTAR AO NASCER –  GINECOLOGISTA E OBSTETRA MARIANA EING

DESFILES

(a partir das 19:30h)

MILON | BIBI | ATELIÊ FERNANDA MELLO

ATRAÇÕES

(a partir das 14h)

Apresentações musicais: INTERMEZZO
Oficinas: PLAYLIFE KIDS , CIRANDA CRIATIVA, LITTLE KICKERS
Shows:  ART ENCANTO PERSONAGENS E CASA X

Texto: Walkiria Verkade e Luana Cristina/ W Conecte

 

Sobre nossas crianças

Suicídio, depressão, ansiedade, transtornos alimentares, hoje a cada cinco crianças, uma tem algum transtorno mental. Diante dessa prevalência, uma das questões mais importante a serem discutidas é o nosso sistema familiar, sobre como estamos educando os nossos filhos dentro das nossas casas. A educação familiar é a única forma de diminuirmos a vulnerabilidade das crianças e dos adolescentes diante desse caos social em que estamos inseridos. A nossa sociedade está doente e venho tentando alertar sobre isso há muito tempo. Claro que existe uma hierarquia causal e o “sistema” está no topo. Não temos como modificar questões maiores, infelizmente, mas, podemos sim ser mais presentes na educação dos nossos filhos. A nossa estrutura emocional é formada na infância, é o que nos dá capacidades para lidar com as adversidades da vida com mais equilíbrio e sem sofrimentos persistentes e incapacitantes. Precisamos cuidar mais dos nossos filhos e não estou falando sobre amamentar, trocar fraldas e saber tudo sobre o desenvolvimento psicomotor e formação da dentição. Estou falando sobre olhar, ver, enxergar e se aproximar com mais afeto e sem medo. Estou falando sobre ter tempo para brincar e conversar com eles de forma atenta. De lidar com as suas emoções, de ensiná-los a nomeá-las e a elaborá-las. Criança precisa de referências presentes, disponíveis e atentas. Lugar de criança é na rua, brincando e não em frente ao celular ou ao computador e se for inevitável, fique junto. Esse personagem virtual chamado momo, o jogo baleia azul, e tantos outros que estão circulando na internet, inclusive os que erotizam as crianças e incitam a pedofilia são tristes realidades, mas que podem ser controladas em casa. A tecnologia e outras questões sociais negativas acabam culminando em tragédias não apenas por existirem, mas pela vulnerabilidade dos nossos filhos dentro das nossas casas porque não estamos atentos, conversando e explicando. Estamos no meio do Caos, da banalização do antigo modelo familiar. Crianças precisam de referências materna e paterna e não falo aqui de questões de gênero. Estou falando de educação familiar com referências presentes de corpo e alma. Se estivermos realmente atentos aos nossos filhos perceberemos quando eles precisarem de ajuda. Lógico que não somos perfeitos como pais, mas temos obrigação de atentarmos para eles e de melhorarmos o que precisa ser melhorado. O vizinho pode ficar surpreso com a atitude do seu filho, você não. Formar adultos saudáveis de uma forma global é dizer “NÃOS” continuamente, e frustrar mesmo depois de um dia de trabalho. É abrir mão do TER para formar um SER. Vamos trabalhar menos, gastar menos e ficar mais com os nossos filhos. Não podemos terceirizar uma educação que é de nossa responsabilidade. Babás e escolas não formam bons adultos, eles são complementos. Aliás cuide da escola onde coloca o seu filho. Entenda sobre o plano pedagógico, sobre os valores e conheçam os professores. Participe ativamente, Informe-se. Eduque com gentileza, carinho, mas seja firme, sem violência. Eduque pelo exemplo. Sempre é tempo para modificar e melhorar. Não se culpe, apenas haja com responsabilidade e siga em frente rumo à formação de um adulto saudável.

PERCA O MEDO E O PRECONCEITO, NÃO PERCA TEMPO, PROCURE UM PSIQUIATRA.

Por

Dra. Vanessa Adegas Menin

Psiquiatria e psicoterapia 

CRM – 22011 RQE 12908 

CLINSAM – Clínica de saúde mental 

Rua: Antônio Manoel Moreira, 140 – Itajaí

(47)4141.8781 (47)99641.8781

clinsam.dap@gmail.com 

desvendandoapsiquiatria.com.br

Instagram e Facebook: vanessapsiquiatra

Youtube: Desvendando a psiquiatria 

A importância da leitura

O incentivo ao hábito da leitura pelas crianças precisa começar o mais cedo possível. A educação infantil é uma fase propícia para a formação do interesse pela leitura, visto que é nesta fase onde são formados os hábitos. E a leitura é um bom hábito que deve ser inicialmente incentivado e constantemente nutrido. A escola é um lugar onde as crianças interagem socialmente e recebem diversas influências para sua aprendizagem.

Estimular a leitura é desenvolver a oralidade e enriquecer a comunicação, importantes recursos que favorecem a interação social do indivíduo. A leitura estimula a capacidade crítica, concentração, curiosidade, a interpretação e muitos outros fatores positivos que serão desenvolvidos. Por meio das histórias infantis as crianças sentem alegria e medo, relacionam o real com o imaginário e resolvem conflitos. É através da leitura que se desperta a sensibilidade e se desenvolve o aspecto cognitivo e social de uma criança.

Além disso, contar histórias para crianças desenvolve a linguagem, ampliando o universo de significados e o repertório de palavras, ajudando assim no seu poder criativo e no raciocínio lógico. Estudos apontam que crianças que são expostas à leitura desde a tenra idade têm mais chances de se sair bem em todas as fases da educação formal.

Até mesmo os bem pequenos, que ainda não falam e nem compreendem bem a trama da história, desfrutam deste momento de afeto e partilha durante a contação da história e se encantam com o tom de voz do adulto e as gravuras do livro.

 

Nesse contexto, o papel do adulto – pais e professores, deve ser o de assumir um compromisso com a leitura, criando o hábito de contar histórias, levando as crianças às bibliotecas e livrarias, presenteando-as com livros, despertando assim a curiosidade e fortalecendo os laços afetivos que os envolvem.

Por

Susana Mara Nunes
Coordenadora Pedagógica

Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47) 3344-1143

Rua: Laura Muller, N 1177 – Fazenda – Itajaí – Santa Catarina

 

Escola é lugar de brincar?

Simmm!!! A brincadeira tem importância fundamental na perspectiva do trabalho desenvolvido na educação Infantil. Nesse segmento a brincadeira transforma-se em fator educativo no processo pedagógico, promovendo conhecimento e sendo responsável por gerar uma formação integral na criança.

Para Vigotski (2007), a criança ao nascer já está imersa em um contexto social e a brincadeira se torna importante para ela justamente na apropriação do mundo, na internalização dos conceitos desse ambiente externo a ela. É por meio do brincar que a criança tem liberdade de ação, imaginação, faz inferências e resolve seus conflitos e contratempos.

É brincando, que o mundo se descortina para as crianças, que elas se comunicam e se inserem num contexto social. Por meio das brincadeiras as crianças têm a oportunidade de desenvolver capacidades cognitivas, motoras e afetivas.

A urbanização, a industrialização e os novos modos de vida, limitaram e muito, a brincadeira livre dos meninos e meninas. É nesse contexto que a escola de Educação Infantil se sobressai em sua importância ao oferecer espaços e ambientes propícios ao brincar. Destacamos aqui o valor do papel do professor que deve ser de um iniciador e mediador, observador e avaliador no processo pedagógico, ao manter vivo o papel vital do brincar na sua prática diária.

A brincadeira é essencial! Ao brincar a criança categoriza as situações do seu cotidiano em direção ao contexto real, desenvolve a linguagem, aumenta, enriquece e manifesta sua aprendizagem.

Entendemos que a brincadeira é o mais alto nível do desenvolvimento da criança na Educação Infantil. É por meio desse recurso lúdico que a criança fortalece sua autonomia, amplia seu vocabulário e criatividade, através da interação e troca de afetos com seus pares.

Por

Susana Mara Nunes
Coordenadora Pedagógica

Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47) 3344-1143

Rua: Laura Muller, N 1177 – Fazenda – Itajaí – Santa Catarina

FONTE: Brasil. Ministério da Educação, Base Nacional Comum Curricular – BNCC, Brasília 2017
Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil
Janet R. Moyles – Artmed, 2002

Escolas ajudam a identificar sinais de depressão nas crianças

 

Falta de concentração, sonolência, irritabilidade e isolamento podem ser mais facilmente identificados por educadores e indicam alerta aos pais

Alterações no humor, tristeza, desânimo, choro fácil, mudanças no apetite, perda ou excesso de sono, falta de prazer em atividades que antes eram consideradas gostosas. Reconheceu o quadro? Trata-se de algumas características do transtorno psiquiátrico chamado de depressão. Geralmente associada aos adultos, a doença também pode acometer as crianças. Segundo a psiquiatra infantil e pesquisadora Ana Kleinman, cerca de 2% das crianças em idade pré-escolar e escolar sofrem de depressão. Esse número sobe para 11,7% quando elas passam para a puberdade.

As crianças costumam ter mais dificuldades para perceber e nomear o que sentem. Contudo, tanto em crianças, como em adolescentes, os sinais são semelhantes aos dos adultos, com pequenas variações na forma com que se apresentam. “Normalmente, as crianças tendem a ter mais irritabilidade e podem, com frequência maior, apresentar conflitos no convívio familiar e social”, explica a psiquiatra da infância e adolescência, Maria Aparecida Nunes Fontana.

Saber se uma criança ou adolescente está com depressão ou somente triste não é tarefa fácil, visto que não há um exame que possa ser feito para diagnosticar a doença. Assim, observar as crianças para saber quando procurar ajuda é essencial e, neste momento, contar com a ajuda da escola pode fazer toda diferença.  “A escola é certamente a maior parceira da família neste processo. Dentro de sua rotina, ela oferece inúmeras possibilidades de vivências que acabam oportunizando esta percepção, nem sempre clara, para as famílias”, explica Maria Aparecida.

“A escola é o local onde o aluno exercita a socialização de forma mais intensa, principalmente com crianças da mesma idade, pois muitas vezes convive apenas com adultos em sua vida familiar. A escola exerce, então, um papel muito importante de observação, e precisa trazer esse tema para as famílias de forma a orientar e alertar para sinais que muitas vezes passam despercebidos”, esclarece Miriam Lourdes Zanatta, diretora do Colégio Positivo Joinville, em Santa Catarina. Em abril, o Colégio convidou a  psiquiatra Maria Aparecida Nunes Fontana para debater o tema durante a primeira edição do Papo em Família – encontro que será realizado mensalmente com pais e especialistas para discutir temas relevantes ao universo escolar e social.

Se o diagnóstico da depressão nem sempre é fácil, os gatilhos, por sua vez, costumam se repetir. Segundo Maria Aparecida, ter história familiar de depressão, usar excessivamente a internet, sofrer bullying, uso de drogas, bem como conflitos familiares e divórcio dos pais são fatores que aumentam o risco do desenvolvimento de uma depressão na infância. Crianças e adolescentes diagnosticadas com a doença podem ter graves complicações ao se tornarem adultos depressivos. “Eles correm mais risco de desenvolver problemas como alcoolismo, uso abusivo de outras drogas e ansiedade”, alerta a psiquiatra.

Dessa forma, cuidar para que os pequenos vivam em ambientes saudáveis pode ajudar a depressão a passar bem longe das crianças. Contudo, se mesmo assim, a criança vir a sofrer deste mal, saiba que depressão tem tratamento e, com paciência e acompanhamento adequado, é possível recuperar a alegria e a qualidade de vida. “Na presença de depressão deve ser avaliado o grau: (leve, moderado, grave) e os fatores (se houveram) que funcionaram como gatilho. Num quadro mais leve, pode-se optar por atendimento psicológico ou, dependendo da gravidade, além da terapia, associar uso de antidepressivos”, diz a psiquiatra.

Vale lembrar que o não tratamento da depressão pode agravar os sintomas e, em alguns casos, fazer com que crianças e adolescentes adquiram até ideias suicidas. Portanto, é importante ficar atento aos sintomas abaixo:

  • humor deprimido;
  • irritabilidade;
  • medos;
  • queda no rendimento escolar;
  • perda do interesse na maioria das atividades ou incapacidade de sentir prazer nelas;
  • dificuldade de raciocínio ou de concentração;
  • falta ou excesso de apetite;
  • diminuição ou aumento das necessidades de sono;
  • ideias de culpa ou excessiva desvalorização de si mesmo;
  • diminuição da atividade psicomotora;
  • sensação de falta de energia;
  • aumento da sensibilidade;
  • ansiedade;
  • baixa autoestima;
  • sentimentos de culpa;
  • sentimento de rejeição;
  • isolamento;
  • abandono de atividades que lhe agradavam até então;
  • comportamentos de extrema obediência ou submissão;
  • descuido pessoal e corporal;
  • olhar muito tempo para o chão ou permanecer com postura arqueada;
  • fala monótona ou devagar, com ausência de expressão e respostas monossilábicas;
  • hipocondria;
  • ideias de morte ou suicídio ou tentativas de suicídio.

Se a criança apresentar pelo menos cinco dos sintomas citados em um período de pelo menos duas semanas, os responsáveis devem procurar um psiquiatra infantil, que poderá definir o diagnóstico com precisão após descartar outras condições clínicas capazes de provocar sinais semelhantes. Mas é importante ressaltar que os sintomas nem sempre são aparentes, pois crianças tendem a ter mais dificuldade de falar sobre o que sentem, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. “Por isso, é sempre bom procurar a escola e ver o que os educadores têm a dizer”, ressalta Maria Aparecida.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende cinco unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo Hauer e o Colégio Positivo Internacional atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas, além de aprendizado internacional na unidade que leva essa proposta em seu nome. Em 2016, foi incorporada ao Positivo o Colégio Positivo Joinville (SC) e, em 2017, o Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo ganhou duas unidades em Ponta Grossa (PR): Colégio Girassol e Positivo Master.

MATERNIDADE TRANSFORMA TRAUMA DE EMPRESÁRIA EM PROPÓSITO DE VIDA

Ana Paula Franz, 34 anos, nunca sonhou em ser mãe por conta dos traumas de infância. Sem planejar, a maternidade fez com que ela transformasse toda a dor do abandono em uma oportunidade profissional. Hoje, Ana ajuda pais a educarem seus filhos para crescerem com confiança e amor próprio.

Era uma mulher com mais de 30, casada, empresária e sem a mínima vontade de ser mãe – apesar de ser o sonho do marido. Ana sabia que era adotada, mas apenas aos 21 anos de idade seu pai contou sua verdadeira história – a de que ela havia sido abandonada recém-nascida em um matagal e foi encontrada quase sem vida por um cachorro que a farejou. “Eu tinha muitos traumas inconscientes enraizados nesse abandono que travavam a minha vida em diversos aspectos. Um deles era sobre ser mãe”, conta Ana Paula Franz.

Até que Ana foi surpreendida por uma gravidez. Nascia ali uma mãe e uma nova profissional. Ela não acreditava que o instinto maternal fosse suficiente, por isso, leu muito sobre maternidade e sono. “Eu fui daqueles bebês que só choravam e não dormiam. Cresci sabendo que fiz meus pais adotivos sofrerem com a privação de sono”, diz Ana.

O Miguel nasceu e deu tudo tão certo na prática, que Ana sentiu a necessidade de ajudar outras famílias a se conectarem mais com os filhos. Vendeu sua clínica de estética, fez duas especializações internacionais em Sono, formou-se em Disciplina Positiva e Treinamento Comportamental e abriu uma nova empresa – agora, com foco em preparar os novos pais a desenvolverem a confiança e um apego seguro com seus filhos.

Nas palestras e workshops que faz sobre Disciplina Positiva, oferece ferramentas para que os pais consigam colocar em prática esta abordagem de educação, baseada na firmeza e gentileza. Ela acredita que as crianças devem ser criadas com respeito – nada de tapas, castigos, gritos e humilhações. Na teoria isso faz todo o sentido, mas pode ser bem difícil para uma família mudar um padrão.

Na consultoria do sono, Ana ajuda gestantes e famílias com crianças que estão com problemas para dormir. “Junto à família, tenho que entender o que está acontecendo através de um olhar integrativo, que vai muito além da hora de dormir; mas que busca equilibrar todas as necessidades da criança, tanto físicas quanto emocionais, para que o adormecer aconteça da forma mais natural possível”.

As mudanças na vida de Ana aconteceram de maneira natural e sem planejamento. “Hoje, eu realmente sinto que encontrei o meu propósito de vida, que é de transformar a maternidade em algo mais leve e tranquilo, pois não faz sentido dar o milagre da vida. Quero impactar de forma positiva todas as mães e os lares por onde eu puder passar”, finaliza.

Contato:

Ana Paula Franz – 47 98851-5231

@bomsonoconsultoria

A escola de educação infantil e o desenvolvimento da criança

As experiências na primeira infância são cruciais para o desenvolvimento da identidade e da subjetividade da criança. A escola de Educação Infantil desempenha um papel fundamental nesta fase, sendo um período rico de descobertas diárias, de relações humanas além de estímulo para o conhecimento. A escola deve ser um espaço de vida e interação que viabiliza a construção do saber.

O trabalho educacional realizado com responsabilidade e respeito à infância, desenvolve habilidades, transmite valores e edifica o conhecimento. Muitos jogos e atividades, por mais despretensiosos que possam parecer, são carregados de intenções e lições que muitas vezes, são levadas por toda a vida. O professor de Educação Infantil deve encorajar, valorizar, promover e participar ativamente do brincar em sala de aula, desenvolvendo um trabalho pedagógico significativo. Ao brincar a criança faz simbologias de situações reais, usa sua criatividade e imaginação, pratica a cooperação e entende seus limites. Piaget (1974) mostra claramente em suas obras que os jogos não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.

É na escola de educação infantil que a criança observa que todos usam as mesmas roupas (uniformes), que devem ser tratados com respeito e igualdade, que os brinquedos precisam ser compartilhados… Estão aprendendo as primeiras lições e condutas sociais fora do vínculo familiar.

Assim família e escola devem estabelecer uma relação de confiança e dessa forma a criança vai se sentir mais segura nas suas escolhas. Ao constituir uma parceria, a família pode dar continuidade às experiências realizadas na escola, enriquecendo o processo de aprendizagem. Quando escola e família se envolvem e trabalham juntas, aos poucos se institui uma relação de respeito, diálogo e troca de informações, onde quem sai ganhando é a criança.

O processo educativo no segmento da Educação Infantil, que se compromete com um trabalho de excelência, amplia o repertório vivencial e de conhecimento das crianças, fortalecendo a autonomia e a cooperação – competências indispensáveis no mundo moderno.

*Fonte

Em busca da Pedagogia da Infância – pertencer e participar

Tizuko Morchida Kishimoto e Júlia Oliveira-Formosinho

Brincar na Educação Infantil – uma história que se repete

Gisela Wajskop

Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil

Janet R. Moyles

 

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora pedagógica

Personagens da Patrulha Canina fazem preview de espaço temático nesta sexta-feira (HOJE) no Balneário Shopping

Alguns dos filhotes da Patrulha Canina farão um preview especial nesta sexta-feira, 29 de março, no Balneário Shopping. O espaço, localizado no pavimento L2, em frente à Tok&Stok, só abre ao público no dia seguinte (sábado), dia 30, mas as crianças já poderão encontrar os personagens em frente ao Jardim da Praça Gourmet (L2) entre 18h e 20h de hoje. O preview contará com distribuição de algodão doce e coquetel divertido do Outback Steakhouse especialmente para as crianças, com suco colorido, batatas fritas, chicken fingers e fish and chips.

O espaço lúdico da Patrulha Canina conta com escorregador, tiro ao alvo, pinball, entre outras brincadeiras. Gratuito e aberto ao público, o evento licenciado Nickelodeon permanece no Balneário Shopping até o dia 17 de maio. Voltado para crianças de 3 a 12 anos, o espaço ambienta o universo dos cães filhotes que estão sempre prontos para entrar em ação quando o perigo aparece, com brincadeiras inspiradas em diferentes personagens.

Em ‘Ajude o Marshal a apagar o incêndio’, a garotada vai usar uma mangueira de ar comprimido para tentar derrubar as placas com fogo. No ‘Pinball do Rubble’, a missão é acumular o maior número de pontos. Com o ‘Chase’, as crianças precisam acertar com narfs nos distintivos do cão policial; enquanto no espaço da ‘Cockapoo Skye’ é preciso manter as bolas no ar com a ajuda de um compressor. A atração contará ainda com um escorregador da famosa torre de comando da Patrulha Canina e mesas com desenhos da turminha para colorir.

AGENDA
Preview com personagens da Patrulha Canina
Local: Balneário Shopping, pavimento L2, em frente ao jardim da Praça Gourmet
Data: 28 de março (sexta)
Horário: 18h às 20h
Valor: Gratuito