Maternidade: o que ninguém te conta

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Universo do Bebê

Uma das mais conceituadas e completas lojas de artigos infantis da região se tornou a queridinhas das mamães, avós, titias e madrinhas na hora de pensar no enxoval completo ou em um presente para os pequenos.

A chegada de um bebê na família é, com toda a certeza, uma das maiores alegrias na vida de qualquer pessoa. Além disso, é um momento que requer uma grande preparação, afinal será necessário pensar em tudo, até mesmo onde este novo serzinho irá dormir, quais roupinhas irá vestir, se a estação em que chegará será fria ou quente, entre incontáveis outros fatores e itens. Sim, são tantos detalhes que parece não ter fim, não é mesmo?!

E foi pensando em ajudar as mamães, papais, vovós, titias e madrinhas, que surgiu há 14 anos a Universo do Bebê, com o objetivo de oferecer em um único lugar todos os produtos necessários para a chegada de uma criança. E não é à toa que ao longo de sua trajetória se consagrou na região com uma das mais completas lojas de artigos infantis. Com quatro unidades, sendo três na cidade de Itajaí e uma em Navegantes, somam mais de 1200m2 com produtos de excelência e bom preço. Além de ofertar qualidade e uma variedade incrível de produtos, item este considerado um dos diferenciais da loja, também investe no bom atendimento personalizado que, segundo os sócios à frente da Universo do Bebê – Cristiane Maria Correia Winter e Joacir José Winter, são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer negócio: qualidade, preço e excelência no atendimento.

E sabe aquele cheirinho delicioso de bebê, que nos remetem à sensação de bem-estar, felicidade e sem falar na vontade que dá de apertar um nenénzinho, pois bem, é com esta fragrância que os clientes da Universo do Bebê são recebidos. Uma loja que encanta em todos os detalhes que, cuidadosamente, foram pensados para oferecer uma grande experiência em compras. E tem coisa mais gostosa do que produtos infantis? Cristiane complementa ainda dizendo que tudo que envolve este mercado é fascinante, feliz e repleto de amor. “A compra de produtos para uma criança é sempre alegre. Seja para um novo bebezinho que está prestas a chegar ou um que já esteja maiorzinho, não importa, quem vem comprar, vem contente. E para nós é uma satisfação enorme saber que fazemos parte desses momentos maravilhosos. Por isso, nossos clientes são tão especiais e devem ser recebidos e atendidos com a mesma alegria e confiança com que vem nos procurar”, pontua Cristiane.

Então se a sua ideia é montar o enxoval ou apenas presentear, mas procura uma loja que além de oferecer qualidade, variedade e bons preços, lhe permita uma experiência diferenciada em compras, a Universo do Bebê é o lugar certo. Você encontrará roupinhas super fofas, móveis a pronta entrega, carrinhos, acessórios e muito mais. Tudo o que o bebê precisa em um só lugar. Confira algumas das seções que a loja disponibiliza:

  • Acessórios
  • Banheira e suporte
  • Bebê conforto
  • Berço desmontável/cercado
  • Bolsas
  • Brinquedos
  • Cadeira auto
  • Cadeiras para refeição
  • Carrinhos
  • Enxoval
  • Kit Berço
  • Modinha meninos e meninas
  • Móveis
  • Poltronas e boosters
  • Puericultura leve
  • Tapetes

Universo do Bebê

Loja 01 – Rua Estefano José Vanolli, 1504

47 3246.5777 – São Vicente – Itajaí – SC

 

Loja 02 – Rua Filipe Schmidt, 334 (em frente ao 1º Batalhão)

47 3346.0330 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 03 – Rua Hercílio Luz, 260

47 3075.0839 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 04 – Av. João Sacavem, 1

47 3342.6410 | Centro – Navegantes – SC

Amamentar é um ato de amor e saúde para o bebê

      Quando nós mulheres confirmamos a gravidez já começamos a planejar a chegada do bebê. Muitas de nós já programou a gestação, mas é quando o resultado dá positivo que temos certeza de que o sonho de ter um bebezinho em casa, começa a se realizar.

    E é aí que nos preocupamos com os exames do pré-natal, o sexo da criança, o enxoval e tudo que envolve essa espera maravilhosa.

  Durante esse período de preparação, uma das principais dúvidas das futuras mamães e papais está relacionada a amamentação. Já ficou mais que comprovado que o leite materno é o alimento fundamental e exclusivo até os primeiros 6 meses de vida.

O leite que nós mães produzimos é sem dúvidas o melhor alimento para o desenvolvimento dos nossos pimpolhos. Esse simples líquido é precioso, contém proteína, lactose, vitaminas, minerais, água, gordura, todos os nutrientes que a criança necessita para seu crescimento e desenvolvimento. No leite materno também estão presentes vários componentes imunológicos que protegem a criança de inúmeras doenças.

Quando estão amamentando muitas mulheres acham que o leite que produzem é fraco, mas a verdade é que cada mãe produz o leite ideal para o seu bebê. Ao tomar o leite materno, a criança vai ter uma digestão mais fácil, porque o alimento é bem absorvido e tolerado pelo organismo dela, diminuindo as cólicas.

Mas eu sei que apesar dessa importância do leite materno, nem todas as mamães conseguem amamentar com o prazer que gostariam. A realidade é bem diferente do que se mostra em comerciais de televisão. E se no passado ninguém contava que amamentar pode ser um desafio, hoje é possível encontrar apoio para fazer desse ato, um momento de amor.

         Buscar ajuda profissional é muito importante, porque com orientação correta e muito carinho as chances da mamãe conseguir amamentar tranquilamente, sem dor e com boa quantidade de leite, aumentam muito!

         Eu oriento as mamães que me procuram antes do bebê nascer e após o parto a passar por essa fase com muito amor e alegria. E no Workshop Babies e Kids eu vou falar sobre a importância da amamentação e vou dar dicas práticas para que você consiga amamentar seu bebê como sempre sonhou.

            Te espero para um bate papo bem especial às 14 horas! Participe!

Inscrições gratuitas e limitadas: https://forms.gle/6BN8bHV5HyQSmKCdA


BALNEÁRIO CAMBORIÚ RECECEBE 2ª EDIÇÃO DO WORKSHOP BABIES & KIDS

Evento acontece no próximo dia 6 de julho, das 11h às 22h, no espaço BS Hall do Balneário Shopping

Na vida poucas experiências são tão transformadoras como a parentalidade. A responsabilidade de criar um ser humano é sempre permeado por nossos dilemas, dúvidas e incertezas. Pensando nisso, a revista Bem-Estar criou o Workshop Babies & Kids, que chega à 2ª edição no sábado, 06 de julho.

O evento voltado para pais, mães e para o público infantil estreou no ano passado com grande sucesso no Balneário Shopping. O Babies & Kids conta com exposições, ciclo de palestras, shows com personagens infantis, desfiles e oficinas. Durante o ciclo de palestras, profissionais de diversas áreas irão compartilhar informações, conhecimento e trocas de experiências sobre o universo infantil.

Para Luciana Coutinho, editora da Revista Bem-Estar e organizadora do evento, a melhor aliada para pais e mães é a busca por informação de qualidade.

“Quando se tem conhecimento necessário, ficamos mais à vontade para lidar com que permeiam nosso dia a dia, e então é possível fazer escolhas que adaptam à nossa personalidade e rotina”, afirma.

O Workshop Babies & Kids será um momento único que irá proporcionar a conexão entre mães e pais, que anseiam por conhecimento, e informações sobre os diversos aspectos que envolvem a criação e cuidado com os filhos. A entrada é gratuita, mas para participar das palestras é necessário fazer inscrição. Confira a programação e participe!

INSCRIÇÕES (Necessárias apenas para as palestras)

https://forms.gle/1PoV8ktkWykmcncT7

As inscrições para as palestras são gratuitas e as vagas são limitas!

PALESTRAS

13:20h DESAFIOS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NOS TEMPOS ATUAIS – PSICÓLOGO ARY MAOSKI

14h DICAS SOBRE AMAMENTAÇÃO – PEDIATRA KARINA HEUSSER NEVES

14:45h COZINHE PARA O SEU BEBÊ – NUTRICIONISTA CAROLINA THEILACKER SOMMERFELD

15:30h A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR – FLAMBOYANT CENTRO EDUCACIONAL

16:15h MATERNIDADE: O QUE NINGUÉM TE CONTA – PSICÓLOGA ANA PAULA MAJCHER E JUSSARA FLORENCIO (VLOG E AÍ SARA)

17h ENSINO BILÍNGUE NA PRIMEIRA INFÂNCIA – MAPLE BEAR

17:45h DISCIPLINA POSITIVA PARA EDUCAR. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PARA GUIAR. – ANA FRANZ

18:30h HUMANIZAÇÃO: DO GESTAR AO NASCER –  GINECOLOGISTA E OBSTETRA MARIANA EING

DESFILES

(a partir das 19:30h)

MILON | BIBI | ATELIÊ FERNANDA MELLO

ATRAÇÕES

(a partir das 14h)

Apresentações musicais: INTERMEZZO
Oficinas: PLAYLIFE KIDS , CIRANDA CRIATIVA, LITTLE KICKERS
Shows:  ART ENCANTO PERSONAGENS E CASA X

Texto: Walkiria Verkade e Luana Cristina/ W Conecte

 

Maternidade: o que ninguém te conta

 

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida! ;)

Por Ana Paula Majcher

•No dia 06/07, durante o II Workshop Babies&Kids no Balneário Shopping, vai acontecer um bate-papo super bacana sobre o tema!

Te espero lá!

Link para inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdahL3mJcPlWnE94DAeA9JClR4FyZ1v16qLtbBqyMMPfUuH4g/viewform

 

Nesta edição especial de mês das mães, quero quebrar alguns paradigmas lançando a campanha: “Mães não precisam”

É uma forma de demonstrar que cada uma tem um jeito, e tudo bem por isso! Ninguém precisa concordar, apenas respeitar.

Vou começar por estas afirmações:

  • Mães não precisam sentir tanta culpa! Sabe por quê? Porque a culpa não leva a nada, e quando focamos nela, esquecemos de ver o universo de coisas boas que fazemos…
  • Mães não precisam dar conta de tudo! Aliás, será que existe algum ser humano nesta terra, que consiga “dar conta de tudo” sem ferrar com sua saúde física ou emocional?
  • Mães não precisam se anular. Diante da sua vida, suas vontades, seu relacionamento, seu trabalho. Mãe também é gente, e antes de ser mãe, era uma mulher. Não precisa deixar esta mulher de lado por conta da maternidade.
  • Mães não precisam deixar de sentir desejo. Afinal, continuam sendo mulheres, e sim, podem ter vontades e desejos, podem transar, namorar, beijar…não são seres assexuados.
  • Mães não precisam dar satisfação…das suas escolhas enquanto mãe, não precisam justificar o porquê deram ou não a chupeta, porque pararam ou não de trabalhar, porque precisam ou não de um tempo só seu.
  • Mães não precisam reprimir seus sentimentos. Maternidade dói, não é tudo só mil maravilhas, e tudo bem por isso! Faz parte da vida, como tudo, tem pontos bons e não tão bons assim!
  • Mães não precisam se colocar em último lugar! Você não precisa abrir mão de tudo na sua vida por conta da maternidade. Tem que sim, fazer escolhas, mas não precisa deixar de viver ou de se cuidar! Afinal, para ser uma mãe melhor para os seus filhos, precisa estar feliz não é mesmo?!

Chega de tanta imposição social, né gente! Cada um ao seu jeito! E para finalizar, sabe o que então, mães realmente precisam? De mais acolhimento, respeito, empatia, compreensão, cuidado… Mães precisam viver uma vida além da maternidade e resgatar a mulher que existe por trás da mãe!

Que tenhamos um mês de maio incrível! Feliz mês das mães!

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga – CRP: 12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620

Escola é lugar de brincar?

Simmm!!! A brincadeira tem importância fundamental na perspectiva do trabalho desenvolvido na educação Infantil. Nesse segmento a brincadeira transforma-se em fator educativo no processo pedagógico, promovendo conhecimento e sendo responsável por gerar uma formação integral na criança.

Para Vigotski (2007), a criança ao nascer já está imersa em um contexto social e a brincadeira se torna importante para ela justamente na apropriação do mundo, na internalização dos conceitos desse ambiente externo a ela. É por meio do brincar que a criança tem liberdade de ação, imaginação, faz inferências e resolve seus conflitos e contratempos.

É brincando, que o mundo se descortina para as crianças, que elas se comunicam e se inserem num contexto social. Por meio das brincadeiras as crianças têm a oportunidade de desenvolver capacidades cognitivas, motoras e afetivas.

A urbanização, a industrialização e os novos modos de vida, limitaram e muito, a brincadeira livre dos meninos e meninas. É nesse contexto que a escola de Educação Infantil se sobressai em sua importância ao oferecer espaços e ambientes propícios ao brincar. Destacamos aqui o valor do papel do professor que deve ser de um iniciador e mediador, observador e avaliador no processo pedagógico, ao manter vivo o papel vital do brincar na sua prática diária.

A brincadeira é essencial! Ao brincar a criança categoriza as situações do seu cotidiano em direção ao contexto real, desenvolve a linguagem, aumenta, enriquece e manifesta sua aprendizagem.

Entendemos que a brincadeira é o mais alto nível do desenvolvimento da criança na Educação Infantil. É por meio desse recurso lúdico que a criança fortalece sua autonomia, amplia seu vocabulário e criatividade, através da interação e troca de afetos com seus pares.

Por

Susana Mara Nunes
Coordenadora Pedagógica

Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47) 3344-1143

Rua: Laura Muller, N 1177 – Fazenda – Itajaí – Santa Catarina

FONTE: Brasil. Ministério da Educação, Base Nacional Comum Curricular – BNCC, Brasília 2017
Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil
Janet R. Moyles – Artmed, 2002

Escolas ajudam a identificar sinais de depressão nas crianças

 

Falta de concentração, sonolência, irritabilidade e isolamento podem ser mais facilmente identificados por educadores e indicam alerta aos pais

Alterações no humor, tristeza, desânimo, choro fácil, mudanças no apetite, perda ou excesso de sono, falta de prazer em atividades que antes eram consideradas gostosas. Reconheceu o quadro? Trata-se de algumas características do transtorno psiquiátrico chamado de depressão. Geralmente associada aos adultos, a doença também pode acometer as crianças. Segundo a psiquiatra infantil e pesquisadora Ana Kleinman, cerca de 2% das crianças em idade pré-escolar e escolar sofrem de depressão. Esse número sobe para 11,7% quando elas passam para a puberdade.

As crianças costumam ter mais dificuldades para perceber e nomear o que sentem. Contudo, tanto em crianças, como em adolescentes, os sinais são semelhantes aos dos adultos, com pequenas variações na forma com que se apresentam. “Normalmente, as crianças tendem a ter mais irritabilidade e podem, com frequência maior, apresentar conflitos no convívio familiar e social”, explica a psiquiatra da infância e adolescência, Maria Aparecida Nunes Fontana.

Saber se uma criança ou adolescente está com depressão ou somente triste não é tarefa fácil, visto que não há um exame que possa ser feito para diagnosticar a doença. Assim, observar as crianças para saber quando procurar ajuda é essencial e, neste momento, contar com a ajuda da escola pode fazer toda diferença.  “A escola é certamente a maior parceira da família neste processo. Dentro de sua rotina, ela oferece inúmeras possibilidades de vivências que acabam oportunizando esta percepção, nem sempre clara, para as famílias”, explica Maria Aparecida.

“A escola é o local onde o aluno exercita a socialização de forma mais intensa, principalmente com crianças da mesma idade, pois muitas vezes convive apenas com adultos em sua vida familiar. A escola exerce, então, um papel muito importante de observação, e precisa trazer esse tema para as famílias de forma a orientar e alertar para sinais que muitas vezes passam despercebidos”, esclarece Miriam Lourdes Zanatta, diretora do Colégio Positivo Joinville, em Santa Catarina. Em abril, o Colégio convidou a  psiquiatra Maria Aparecida Nunes Fontana para debater o tema durante a primeira edição do Papo em Família – encontro que será realizado mensalmente com pais e especialistas para discutir temas relevantes ao universo escolar e social.

Se o diagnóstico da depressão nem sempre é fácil, os gatilhos, por sua vez, costumam se repetir. Segundo Maria Aparecida, ter história familiar de depressão, usar excessivamente a internet, sofrer bullying, uso de drogas, bem como conflitos familiares e divórcio dos pais são fatores que aumentam o risco do desenvolvimento de uma depressão na infância. Crianças e adolescentes diagnosticadas com a doença podem ter graves complicações ao se tornarem adultos depressivos. “Eles correm mais risco de desenvolver problemas como alcoolismo, uso abusivo de outras drogas e ansiedade”, alerta a psiquiatra.

Dessa forma, cuidar para que os pequenos vivam em ambientes saudáveis pode ajudar a depressão a passar bem longe das crianças. Contudo, se mesmo assim, a criança vir a sofrer deste mal, saiba que depressão tem tratamento e, com paciência e acompanhamento adequado, é possível recuperar a alegria e a qualidade de vida. “Na presença de depressão deve ser avaliado o grau: (leve, moderado, grave) e os fatores (se houveram) que funcionaram como gatilho. Num quadro mais leve, pode-se optar por atendimento psicológico ou, dependendo da gravidade, além da terapia, associar uso de antidepressivos”, diz a psiquiatra.

Vale lembrar que o não tratamento da depressão pode agravar os sintomas e, em alguns casos, fazer com que crianças e adolescentes adquiram até ideias suicidas. Portanto, é importante ficar atento aos sintomas abaixo:

  • humor deprimido;
  • irritabilidade;
  • medos;
  • queda no rendimento escolar;
  • perda do interesse na maioria das atividades ou incapacidade de sentir prazer nelas;
  • dificuldade de raciocínio ou de concentração;
  • falta ou excesso de apetite;
  • diminuição ou aumento das necessidades de sono;
  • ideias de culpa ou excessiva desvalorização de si mesmo;
  • diminuição da atividade psicomotora;
  • sensação de falta de energia;
  • aumento da sensibilidade;
  • ansiedade;
  • baixa autoestima;
  • sentimentos de culpa;
  • sentimento de rejeição;
  • isolamento;
  • abandono de atividades que lhe agradavam até então;
  • comportamentos de extrema obediência ou submissão;
  • descuido pessoal e corporal;
  • olhar muito tempo para o chão ou permanecer com postura arqueada;
  • fala monótona ou devagar, com ausência de expressão e respostas monossilábicas;
  • hipocondria;
  • ideias de morte ou suicídio ou tentativas de suicídio.

Se a criança apresentar pelo menos cinco dos sintomas citados em um período de pelo menos duas semanas, os responsáveis devem procurar um psiquiatra infantil, que poderá definir o diagnóstico com precisão após descartar outras condições clínicas capazes de provocar sinais semelhantes. Mas é importante ressaltar que os sintomas nem sempre são aparentes, pois crianças tendem a ter mais dificuldade de falar sobre o que sentem, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. “Por isso, é sempre bom procurar a escola e ver o que os educadores têm a dizer”, ressalta Maria Aparecida.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende cinco unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo Hauer e o Colégio Positivo Internacional atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas, além de aprendizado internacional na unidade que leva essa proposta em seu nome. Em 2016, foi incorporada ao Positivo o Colégio Positivo Joinville (SC) e, em 2017, o Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo ganhou duas unidades em Ponta Grossa (PR): Colégio Girassol e Positivo Master.

MATERNIDADE TRANSFORMA TRAUMA DE EMPRESÁRIA EM PROPÓSITO DE VIDA

Ana Paula Franz, 34 anos, nunca sonhou em ser mãe por conta dos traumas de infância. Sem planejar, a maternidade fez com que ela transformasse toda a dor do abandono em uma oportunidade profissional. Hoje, Ana ajuda pais a educarem seus filhos para crescerem com confiança e amor próprio.

Era uma mulher com mais de 30, casada, empresária e sem a mínima vontade de ser mãe – apesar de ser o sonho do marido. Ana sabia que era adotada, mas apenas aos 21 anos de idade seu pai contou sua verdadeira história – a de que ela havia sido abandonada recém-nascida em um matagal e foi encontrada quase sem vida por um cachorro que a farejou. “Eu tinha muitos traumas inconscientes enraizados nesse abandono que travavam a minha vida em diversos aspectos. Um deles era sobre ser mãe”, conta Ana Paula Franz.

Até que Ana foi surpreendida por uma gravidez. Nascia ali uma mãe e uma nova profissional. Ela não acreditava que o instinto maternal fosse suficiente, por isso, leu muito sobre maternidade e sono. “Eu fui daqueles bebês que só choravam e não dormiam. Cresci sabendo que fiz meus pais adotivos sofrerem com a privação de sono”, diz Ana.

O Miguel nasceu e deu tudo tão certo na prática, que Ana sentiu a necessidade de ajudar outras famílias a se conectarem mais com os filhos. Vendeu sua clínica de estética, fez duas especializações internacionais em Sono, formou-se em Disciplina Positiva e Treinamento Comportamental e abriu uma nova empresa – agora, com foco em preparar os novos pais a desenvolverem a confiança e um apego seguro com seus filhos.

Nas palestras e workshops que faz sobre Disciplina Positiva, oferece ferramentas para que os pais consigam colocar em prática esta abordagem de educação, baseada na firmeza e gentileza. Ela acredita que as crianças devem ser criadas com respeito – nada de tapas, castigos, gritos e humilhações. Na teoria isso faz todo o sentido, mas pode ser bem difícil para uma família mudar um padrão.

Na consultoria do sono, Ana ajuda gestantes e famílias com crianças que estão com problemas para dormir. “Junto à família, tenho que entender o que está acontecendo através de um olhar integrativo, que vai muito além da hora de dormir; mas que busca equilibrar todas as necessidades da criança, tanto físicas quanto emocionais, para que o adormecer aconteça da forma mais natural possível”.

As mudanças na vida de Ana aconteceram de maneira natural e sem planejamento. “Hoje, eu realmente sinto que encontrei o meu propósito de vida, que é de transformar a maternidade em algo mais leve e tranquilo, pois não faz sentido dar o milagre da vida. Quero impactar de forma positiva todas as mães e os lares por onde eu puder passar”, finaliza.

Contato:

Ana Paula Franz – 47 98851-5231

@bomsonoconsultoria

Por que bebês choram tanto?

Se tem algo que angústia os pais, é o choro do bebê! Mas afinal, por que eles choram tanto?

Há vários motivos que contribuem para isso.

O mais importante e que precisamos ter muita clareza, é que o choro é a forma de EXPRESSÃO dos bebês! Afinal, eles não sabem falar, como podem nos mostrar que algo não vai bem, ou fazer algum pedido, se não através do choro?

Bebês choram porque querem transmitir alguma mensagem para nós…essas mensagens podem ser:
“Hei, estou com fome!”
“Ai que soninho”
“Hm, mas que sede”
“Alerta!! Fralda suja!”
“Tem alguma dor me incomodando”
“Sinto um leve desconforto!”
“Eu não quero ficar nesse berço sozinho!”
“Cansei dessa posição!”
“Cadê minha mamãe, e meu papai?”
“Quero um colinho!!!”
“Estou com calor…ou, estou com frio!”

Dentre VÁRIOS outros motivos!

Veja bem, seu bebê NÃO SABE FALAR, então até mesmo se ele estiver com uma coceira no pé, até alguém coçar o pezinho, ou a coceira passar espontaneamente, ele vai chorar. 🙂

Por isso, não se angustie, o choro é a melhor forma de passar alguma mensagem, e com o tempo a gente aprende a identificar diferentes choros para cada assunto específico! Pelo menos aquilo que for a maioria deles.

Agora, se o choro for MUITO constante, e vier acompanhado de outros sintomas, você deve procurar um pediatra para avaliar seu filho, ok? O choro é normal, mas chorar 24h por dia, não. Ou chorar e ter outros sintomas associados, como febre, se contorcer demais, enfim, na dúvida, vale a pena investigar e procurar um profissional!

Agora, se não tiver nenhum sinal “extra”, se acalme, e tente compreender qual mensagem o bebê está tentando lhe passar! Não é fácil, mas aos poucos vamos nos acostumando e nos entendendo.

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga – CRP: 12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620