Humanização – do gestar ao parto

O nascimento de um filho é sem dúvida um dos momentos mais marcantes da nossa vida. E eu digo isso porque tenho três lindas preciosidades, o Bernardo, a Beinha e a Betina, com apenas 4 meses de vida.

Mas eu sei também que durante essa linda espera pela qual passamos, muitas mulheres têm dúvidas, se questionam, sofrem com insegurança, porque tem medo do momento mais especial: o parto.

O receio de muitas pacientes é justamente com o investimento, os gastos para o bebê nascer e principalmente pela forma como serão atendidas. Como é um momento especial na vida da mulher, o que todas nós queremos e merecemos, é carinho, atenção, cuidados para que nosso baby venha ao mundo da forma como sonhamos… E isso vale para partos naturais, normais e cirúrgicos.

Quando se pensa em parto humanizado, muita gente ainda acredita que só é possível a humanização em partos naturais e normais, mas eu posso garantir a vocês, que qualquer tipo de parto, pode ser humanizado.

A principal crença está no parto cesariana, mas esse procedimento pode ser respeitoso, calmo, tranquilo e principalmente humanizado!

Para garantir que o parto seja diferenciado, algumas adequações precisam ser feitas na sala de parto, como: pouca luz, música calma e o mais importante: a retirada do baby de forma delicada.

Cada nascimento eu costumo chamar de milagre da vida, é a médica (o) que vai tocar primeiro no bebê, o seu bem mais precioso. Não só a obstetra, mas toda equipe deve estar afinada para proporcionar que esse seja um momento inesquecível e muito emocionante.

E depois que o bebê nascer, é hora dele ir para os braços da pessoa que mais o aguardou e o amou em seu ventre: a mamãe. O contato de mãe e filho, contato de pele, olhos nos olhos e de muito amor, logo após o nascimento é um benefício maravilhoso para ambos e deve ser feito mesmo na cesariana.

É meu dever e de toda (o) médica (o) obstetra garantir respeito e amor a todo nascimento!

Por

Mariana Benedet Ramos Eing 

CRM 13246

Ginecologia e obstetrícia 

A escola e os bebês

Nos primeiros anos da Educação Infantil, os bebês começam a se descobrir, influenciados pela cultura, pelas pessoas e pelo ambiente. Assim a escola desempenha papel fundamental na construção da identidade e da autonomia de cada criança. Até os três anos, o cérebro está em desenvolvimento e formação e é nesse período da vida do bebê, que a interação com o ambiente e a estimulação permitem a construção do aprendizado.

Os bebês são capazes de aprender a se comunicar desde muito cedo. Mesmo sem falar, os bebês já têm um vasto repertório de experiências que devem ser reconhecidos e valorizados pelos educadores que dividem o dia a dia com estas crianças. O professor dessa faixa etária deve ser observador e sensível aos gostos, preferências e manifestações dos bebês (choro, caretas, atitudes), pois estas são as formas que eles se comunicam. Para saber o que é cada coisa, os bebês usam todos os sentidos e aí está o valor da brincadeira, da descoberta e dos desafios que os ajudam a superar seus limites. Para Jean Piaget o sujeito constrói seu próprio conhecimento, processo que se dá a partir da interação com os outros e com o mundo dos objetos e das ideias.

Na escola os bebês se reconhecem entre seus pares, ficam entusiasmados e estabelecem contato entre si. O ambiente escolar deve ser rico em informações e organizado de tal forma que os próprios alunos possam explorar. A escola deve se preocupar em desenvolver a autonomia através da motricidade, jogos e atividades direcionadas e valorizar as relações afetivas através dos cuidados fisiológicos.

Os educadores dessa fase aprendem diariamente com seus bebês decodificando a linguagem e suas necessidades. Eles exercem um papel marcante ao serem estimuladores e facilitadores nesse processo de desenvolvimento, respeitando o ritmo de cada bebê, como ser único, sem comparações de desempenho. O que as crianças precisam nessa primeiríssima fase do seu desenvolvimento, são pessoas que se encantem por elas e com elas, oferecendo-lhes as melhores oportunidades de experiências. Mais importante que materiais bem organizados e um ambiente desafiador, o que faz a diferença numa escola é a ternura, o afeto e a criatividade dos educadores.

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora pedagógica

Centro Educacional Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47)3344-1143 

 

Medicações psiquiátricas na gestação

Atendo muitas gestantes no meu consultório, principalmente por quadro de humor depressivo ou de ansiedade. Uma das grandes dúvidas é em relação à segurança dos psicotrópicos para o bebê quando são indicados para a mãe. Lembrando que toda gestante que estiver vivenciando sinais ou sintomas psíquicos intensos em quaisquer fases da gestação deve procurar o médico especialista que é o psiquiatra. Além disso, história prévia ou familiar de transtornos psíquicos pode aumentar o risco de reagudização dos sintomas nessa fase ou de depressão pós-parto; portanto, procurar o psiquiatra torna-se muitas vezes imprescindível.

Quando necessárias, bem indicadas e conduzidas, as medicações podem salvar o bebê, a gestante e o vínculo entre eles. Os prejuízos causados pela doença quando se espera remissão espontânea, sem avaliação ou tratamento adequado, podem ser devastadores para ambos. As doenças mentais, além de alterações comportamentais e emocionais, podem cursar com alterações cerebrais e isso repercute de forma negativa em todos os sistemas do corpo da mãe e consequentemente para o bebê.

Fatores inflamatórios e hormônios do estresse, como o cortisol, a adrenalina e a noradrenalina são liberados, podendo causar prematuridade, aumento do peso, restrição do crescimento intrauterino e do bebê, partos prematuros, cesárias, pré-eclâmpsia, hipoglicemia do recém-nascido, trabalho de parto prematuro, problemas na amamentação entre outros. Além disso, prejudica o vínculo da mãe com o bebê, podendo assim repercutir negativamente na vida adulta.

A estrutura emocional do bebê começa a se desenvolver na sua vida intrauterina. Existem sim evidências de que alguns psicotrópicos podem causar prejuízos para o desenvolvimento do bebê, mas outros são bastante seguros para serem utilizados nessa fase. Não se pode generalizar, afirmando que todos os fármacos utilizados para tratar transtornos psiquiátricos são maléficos para o bebê durante a gestação da mesma forma que nem toda gestante com sintomas psíquicos tem indicação para utilizá-los.

Infelizmente percebo muitas prescrições desnecessárias e muitas vezes até arriscadas vindas de profissionais não especialistas, por isso a importância de procurar o psiquiatra, aliás existem psiquiatras perinatais. Percebo que muitas vezes os medos das gestantes em relação ao tratamento psiquiátrico farmacológico ocorrem por preconceitos e falta de informação; portanto, a psicoeducação é extremamente importante. A gestação é uma fase de descobertas positivas, mas também podem ser de revivências negativas da infância, de amadurecimento e evolução na sua concepção mais ampla. Pode ser libertador ou avassalador. Procurar ajuda multidisciplinar em saúde mental é imprescindível para tratar transtornos mentais na gestação. Psiquiatras, obstetras, pediatras e psicólogos juntos, tratando mãe e bebê de forma integrada.

Por

Dra. Vanessa Adegas Menin

Psiquiatria e psicoterapia – CRM 22011 RQE 12908 

CLINSAM – Clínica de saúde mental – Rua Antônio Manoel Moreira, 140 – Itajaí 

(47) 4141.8781 (47)99641.8781 

clinsam.dap@gmail.com / desvendandoapsiquiatria.com.br 

Facebook e Instagram: vanessapsiquiatra 

Instagram: clin_sam

Youtube: Desvendando a Psquiatria

Maternidade e autoestima

Você já reparou como a maternidade mexe com a autoestima da mulher?

É incrível, mas a autoestima baixa é uma queixa muito comum entre as mães, especialmente nos primeiros anos de vida! É claro que não é uma regra, mas grande parte delas, passa por este desafio.

Bem, o corpo muda, o tempo para si diminui, a autocobrança aumenta, o senso de responsabilidade também, e estes são apenas alguns dos fatores que causam toda essa mudança na autoestima feminina. O fato é que, de uma forma ou de outra, em algum momento, a mãe precisa voltar a olhar para si, e resgatar a mulher que existe por trás daquela mãe!

Se você já acompanha os artigos aqui na revista, sabe que eu não é a primeira vez que falo sobre isso. Mas afinal, porque esse “resgate” é tão importante? Porque quando nos tornamos mães, o nosso olhar fica completamente voltado para aquele serzinho tão pequeno e “indefeso” que certamente, precisa de atenção e cuidado integral. No entanto, com o passar dos meses, acredite, não tem problema algum você voltar a olhar para si.

É essencial, que com o passar dos meses, a mulher volte a pensar em si (provavelmente de forma lenta no início, pois esta mudança pode parecer estranha), e busque se reconectar com sua essência. Quais são as coisas que mais gosto de fazer? O que posso fazer por mim hoje, que vai me fazer sentir melhor? Essas são duas perguntas que podem te ajudar a iniciar essa busca de reconexão!

Mas não é egoísmo pensar em mim, e não nos meus filhos? De forma alguma! Veja bem, você vai pensar TAMBÉM em você, e não apenas em seus filhos! Tudo bem se você tirar umas horinhas para você, ou mesmo alguns dias de vez em quando. Isso vai te fazer sentir melhor? ÓTIMO, então faça. Afinal, a ciência já comprovou: mães felizes, criam filhos mais felizes!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Conheça o ateliê Mães na Massa

Sabe aqueles produtos para o décor dos pequenos, que nos arrancam suspiros porque são puras fofuras? Então, estamos falando do Ateliê Mães na Massa, da empresária Bruna Costa Coelho. Tudo começou em 2016, quando sua filha nasceu. Na época, Bruna nos revela, que sentiu uma necessidade muito grande de poder passar o maior, ou melhor dizendo, todo o tempo possível com a pequena. Com isso, surgiu a ideia de trabalhar com algo que pudesse fazer em casa. “Passei alguns meses em busca de algo que me encantasse, me despertasse curiosidade. E então apareceu o crochê! Depois de comprar uma peça para decorar o quarto da Lis, tive a certeza de que era aquilo que eu gostaria de aprender. Fui atrás de cursos na cidade, mas me deparei com um mercado que havia voltado à moda recentemente e ainda não tinha sido devidamente explorado na região. Ainda era considerado “coisa de vó”. Depois que, enfim, aprendi a técnica, comecei a comercializar minhas peças no perfil pessoal do Instagram. Os pedidos foram aparecendo e veio a necessidade de profissionalizar a marca. Criei o perfil comercial, conquistei os primeiros clientes, e algo que seria o complemento da renda da minha família, em um ano já havia se tornado parte essencial de nossas vidas. Sempre fui uma pessoa que se preocupa com produtos de qualidade, boas fotos e atendimento ao cliente. Isso ajudou muito no crescimento orgânico da empresa. Hoje, dois anos e meio depois, conto com algumas artesãs que ajudam com a agenda de pedidos, alguns anjos que aparecem no meio da caminhada e uma família que apoia incondicionalmente a vontade de tornar o Ateliê Mães na Massa a realização de um grande sonho”, revela Bruna.

Com clientes em todo o Brasil, os produtos, feitos carinhosamente todos à mão, compõe desde decorações minimalistas até projetos mais elaborados. A empresária comenta ainda que tudo é personalizado e que cada peça carrega, em todos os pontinhos do crochê, muito amor.

Além dessa energia de amor, os produtos do Ateliê Mães na Massa, são puro charme e bom gosto. Mas, qual o diferencial? Bruna prontamente responde: “Quando você compra algo feito à mão, está adquirindo não somente um produto, mas também um sonho! Algo pensado e produzido especialmente para você. É essa a sensação que queremos que nossas clientes tenham ao receber nossas peças, e o grande diferencial de uma experiência de compra afetiva”, finaliza Bruna.

Se você também se apaixonou pelas peças do Ateliê Mães na Massa, os orçamentos e pedidos podem ser feitos, exclusivamente, pelo Instagram @ateliemaesnamassa.

Ateliê Mães na Massa 

(47) 9-9698-0550 | ateliemaesnamassa@gmail.com 

@ateliemaesnamassa

Maternidade: o que ninguém te conta

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Universo do Bebê

Uma das mais conceituadas e completas lojas de artigos infantis da região se tornou a queridinhas das mamães, avós, titias e madrinhas na hora de pensar no enxoval completo ou em um presente para os pequenos.

A chegada de um bebê na família é, com toda a certeza, uma das maiores alegrias na vida de qualquer pessoa. Além disso, é um momento que requer uma grande preparação, afinal será necessário pensar em tudo, até mesmo onde este novo serzinho irá dormir, quais roupinhas irá vestir, se a estação em que chegará será fria ou quente, entre incontáveis outros fatores e itens. Sim, são tantos detalhes que parece não ter fim, não é mesmo?!

E foi pensando em ajudar as mamães, papais, vovós, titias e madrinhas, que surgiu há 14 anos a Universo do Bebê, com o objetivo de oferecer em um único lugar todos os produtos necessários para a chegada de uma criança. E não é à toa que ao longo de sua trajetória se consagrou na região com uma das mais completas lojas de artigos infantis. Com quatro unidades, sendo três na cidade de Itajaí e uma em Navegantes, somam mais de 1200m2 com produtos de excelência e bom preço. Além de ofertar qualidade e uma variedade incrível de produtos, item este considerado um dos diferenciais da loja, também investe no bom atendimento personalizado que, segundo os sócios à frente da Universo do Bebê – Cristiane Maria Correia Winter e Joacir José Winter, são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer negócio: qualidade, preço e excelência no atendimento.

E sabe aquele cheirinho delicioso de bebê, que nos remetem à sensação de bem-estar, felicidade e sem falar na vontade que dá de apertar um nenénzinho, pois bem, é com esta fragrância que os clientes da Universo do Bebê são recebidos. Uma loja que encanta em todos os detalhes que, cuidadosamente, foram pensados para oferecer uma grande experiência em compras. E tem coisa mais gostosa do que produtos infantis? Cristiane complementa ainda dizendo que tudo que envolve este mercado é fascinante, feliz e repleto de amor. “A compra de produtos para uma criança é sempre alegre. Seja para um novo bebezinho que está prestas a chegar ou um que já esteja maiorzinho, não importa, quem vem comprar, vem contente. E para nós é uma satisfação enorme saber que fazemos parte desses momentos maravilhosos. Por isso, nossos clientes são tão especiais e devem ser recebidos e atendidos com a mesma alegria e confiança com que vem nos procurar”, pontua Cristiane.

Então se a sua ideia é montar o enxoval ou apenas presentear, mas procura uma loja que além de oferecer qualidade, variedade e bons preços, lhe permita uma experiência diferenciada em compras, a Universo do Bebê é o lugar certo. Você encontrará roupinhas super fofas, móveis a pronta entrega, carrinhos, acessórios e muito mais. Tudo o que o bebê precisa em um só lugar. Confira algumas das seções que a loja disponibiliza:

  • Acessórios
  • Banheira e suporte
  • Bebê conforto
  • Berço desmontável/cercado
  • Bolsas
  • Brinquedos
  • Cadeira auto
  • Cadeiras para refeição
  • Carrinhos
  • Enxoval
  • Kit Berço
  • Modinha meninos e meninas
  • Móveis
  • Poltronas e boosters
  • Puericultura leve
  • Tapetes

Universo do Bebê

Loja 01 – Rua Estefano José Vanolli, 1504

47 3246.5777 – São Vicente – Itajaí – SC

 

Loja 02 – Rua Filipe Schmidt, 334 (em frente ao 1º Batalhão)

47 3346.0330 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 03 – Rua Hercílio Luz, 260

47 3075.0839 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 04 – Av. João Sacavem, 1

47 3342.6410 | Centro – Navegantes – SC

Amamentar é um ato de amor e saúde para o bebê

      Quando nós mulheres confirmamos a gravidez já começamos a planejar a chegada do bebê. Muitas de nós já programou a gestação, mas é quando o resultado dá positivo que temos certeza de que o sonho de ter um bebezinho em casa, começa a se realizar.

    E é aí que nos preocupamos com os exames do pré-natal, o sexo da criança, o enxoval e tudo que envolve essa espera maravilhosa.

  Durante esse período de preparação, uma das principais dúvidas das futuras mamães e papais está relacionada a amamentação. Já ficou mais que comprovado que o leite materno é o alimento fundamental e exclusivo até os primeiros 6 meses de vida.

O leite que nós mães produzimos é sem dúvidas o melhor alimento para o desenvolvimento dos nossos pimpolhos. Esse simples líquido é precioso, contém proteína, lactose, vitaminas, minerais, água, gordura, todos os nutrientes que a criança necessita para seu crescimento e desenvolvimento. No leite materno também estão presentes vários componentes imunológicos que protegem a criança de inúmeras doenças.

Quando estão amamentando muitas mulheres acham que o leite que produzem é fraco, mas a verdade é que cada mãe produz o leite ideal para o seu bebê. Ao tomar o leite materno, a criança vai ter uma digestão mais fácil, porque o alimento é bem absorvido e tolerado pelo organismo dela, diminuindo as cólicas.

Mas eu sei que apesar dessa importância do leite materno, nem todas as mamães conseguem amamentar com o prazer que gostariam. A realidade é bem diferente do que se mostra em comerciais de televisão. E se no passado ninguém contava que amamentar pode ser um desafio, hoje é possível encontrar apoio para fazer desse ato, um momento de amor.

         Buscar ajuda profissional é muito importante, porque com orientação correta e muito carinho as chances da mamãe conseguir amamentar tranquilamente, sem dor e com boa quantidade de leite, aumentam muito!

         Eu oriento as mamães que me procuram antes do bebê nascer e após o parto a passar por essa fase com muito amor e alegria. E no Workshop Babies e Kids eu vou falar sobre a importância da amamentação e vou dar dicas práticas para que você consiga amamentar seu bebê como sempre sonhou.

            Te espero para um bate papo bem especial às 14 horas! Participe!

Inscrições gratuitas e limitadas: https://forms.gle/6BN8bHV5HyQSmKCdA


BALNEÁRIO CAMBORIÚ RECECEBE 2ª EDIÇÃO DO WORKSHOP BABIES & KIDS

Evento acontece no próximo dia 6 de julho, das 11h às 22h, no espaço BS Hall do Balneário Shopping

Na vida poucas experiências são tão transformadoras como a parentalidade. A responsabilidade de criar um ser humano é sempre permeado por nossos dilemas, dúvidas e incertezas. Pensando nisso, a revista Bem-Estar criou o Workshop Babies & Kids, que chega à 2ª edição no sábado, 06 de julho.

O evento voltado para pais, mães e para o público infantil estreou no ano passado com grande sucesso no Balneário Shopping. O Babies & Kids conta com exposições, ciclo de palestras, shows com personagens infantis, desfiles e oficinas. Durante o ciclo de palestras, profissionais de diversas áreas irão compartilhar informações, conhecimento e trocas de experiências sobre o universo infantil.

Para Luciana Coutinho, editora da Revista Bem-Estar e organizadora do evento, a melhor aliada para pais e mães é a busca por informação de qualidade.

“Quando se tem conhecimento necessário, ficamos mais à vontade para lidar com que permeiam nosso dia a dia, e então é possível fazer escolhas que adaptam à nossa personalidade e rotina”, afirma.

O Workshop Babies & Kids será um momento único que irá proporcionar a conexão entre mães e pais, que anseiam por conhecimento, e informações sobre os diversos aspectos que envolvem a criação e cuidado com os filhos. A entrada é gratuita, mas para participar das palestras é necessário fazer inscrição. Confira a programação e participe!

INSCRIÇÕES (Necessárias apenas para as palestras)

https://forms.gle/1PoV8ktkWykmcncT7

As inscrições para as palestras são gratuitas e as vagas são limitas!

PALESTRAS

13:20h DESAFIOS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NOS TEMPOS ATUAIS – PSICÓLOGO ARY MAOSKI

14h DICAS SOBRE AMAMENTAÇÃO – PEDIATRA KARINA HEUSSER NEVES

14:45h COZINHE PARA O SEU BEBÊ – NUTRICIONISTA CAROLINA THEILACKER SOMMERFELD

15:30h A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR – FLAMBOYANT CENTRO EDUCACIONAL

16:15h MATERNIDADE: O QUE NINGUÉM TE CONTA – PSICÓLOGA ANA PAULA MAJCHER E JUSSARA FLORENCIO (VLOG E AÍ SARA)

17h ENSINO BILÍNGUE NA PRIMEIRA INFÂNCIA – MAPLE BEAR

17:45h DISCIPLINA POSITIVA PARA EDUCAR. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PARA GUIAR. – ANA FRANZ

18:30h HUMANIZAÇÃO: DO GESTAR AO NASCER –  GINECOLOGISTA E OBSTETRA MARIANA EING

DESFILES

(a partir das 19:30h)

MILON | BIBI | ATELIÊ FERNANDA MELLO

ATRAÇÕES

(a partir das 14h)

Apresentações musicais: INTERMEZZO
Oficinas: PLAYLIFE KIDS , CIRANDA CRIATIVA, LITTLE KICKERS
Shows:  ART ENCANTO PERSONAGENS E CASA X

Texto: Walkiria Verkade e Luana Cristina/ W Conecte

 

Maternidade: o que ninguém te conta

 

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida! ;)

Por Ana Paula Majcher

•No dia 06/07, durante o II Workshop Babies&Kids no Balneário Shopping, vai acontecer um bate-papo super bacana sobre o tema!

Te espero lá!

Link para inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdahL3mJcPlWnE94DAeA9JClR4FyZ1v16qLtbBqyMMPfUuH4g/viewform