Não seja visita

Você já reparou que existem dezenas listas de dicas para visitar um recém-nascido. Boa parte delas chamando atenção para higiene e cuidados com a saúde do bebê. Tem gente que acha frescura. Tem gente que acha que deveria logo lavar o visitante todo com álcool 70%. Já eu, bem eu acho que a regra é clara, como diria Arnaldo: não visite.

Aposto que você pensou: “Chegou a chata mimizenta”. Veja bem, não digo que você não deve ir. Para visitar uma família recém-parida você precisa – além de estar mega saudável e respeitar todas aquelas dicas básicas de higiene – não ser visita. Sabe o que isto significa? Significa que você precisa ser íntimo desta família para estar lá em um momento tão delicado.

Você precisa ser íntimo a ponto da mãe não se importar em aparecer sem sutiã, sem banho e sem dormir há dias na sua frente. Se a mãe tiver que tomar banho e se arrumar para te receber, não é hora de você ir. Precisa ser íntimo para ninguém se preocupar em te servir café, porque, claro, você mesmo levou uma refeição para todos, além de uns potinhos de comida congelada, os quais você guardou na geladeira. Você precisa ser íntimo para que a família não precise arrumar a casa para te receber, na verdade você pode dar uma varrida, lavar uma louça ou, no mínimo, se oferecer para ajudar em alguma tarefa. Significa que você ligou para combinar a visita, mas não para pedir o endereço, porque é óbvio que não é a primeira vez que você vai na casa dessa família.

Veja bem, eu sei que suas intenções são as melhores, que você comprou um presente lindo e que você só quer ver o bebê mais fofo do momento. Mas, se você chegou até aqui, pois atingiu todos os níveis de intimidade, saberá quando é o melhor momento. Pode ser três dias ou três meses após o parto. Mas quando este momento chegar, lembre-se de ir ver a mãe. O bebê não te conhece e não está nem aí para você. Talvez ela precise de um bom banho, um lanche, um cochilo, uma volta na padaria, uma massagem, um ombro. Talvez ele precise de uma conversa, um descanso. Talvez o filho (a) mais velho (a) precise de atenção, de um passeio. Ninguém precisa de palpites ou comparações, tampouco de intromissões e julgamentos. Nessa hora, esteja como amigo. Não de visitas.

Por

Dai Fagundes

Especialista em comunicação e empreendedora da marca

de enxovais infantis Di Mammi. 

Instagram: di_mammi

Apaixonada pela escrita, deseja levar textos com bom-humor e empatia para as mamães.

 

Tempo, tempo, tempo…

Como você tem lidado com o tempo? Você tem sentido ele escapar por entre os dedos ou ele tem parecido se arrastar, fazendo que com que essa fase nunca acabe? Você já percebeu como o tempo parece passar diferente para as mães? Ora a gente quer que ele corra, voe. Chega logo gestação, seja de corpo ou de coração. Chega logo bebê. Chega logo noite dormida por inteiro. Chega logo fim da birra. Chega logo fim da fralda. Chega logo tomar banho sozinho… e assim a gente vai querendo que ele passe, só que de repente, chega.

Um dia você acorda e percebe que os trejeitos deles mudaram. Tem um ar de meninice ocupando aquelas bochechas de bebê. Tem um “ai mãe” no lugar do “mamãe”. Tem um “não precisa” no lugar do “quero colo”. Tem um “não foi nada” no lugar do “dá um beijo, machucou”.

E assim chegam tantas outras coisas e lá estamos nós pedindo para ele parar. Pedindo para o tempo voltar. Querendo sentir de novo a barriga crescer. Querendo sentir de novo o coração acelerar. Querendo sentir aquele hálito fresco de bebê. Querendo ouvir o balbuciar de sílabas. Querendo dormir com mãozinhas e pés sobre você. Querendo alguém correndo em sua direção pedindo um colo. Querendo ser a super-heroína que cura tudo com um beijo. Querendo andar pelas ruas pulando amarelinha nas calçadas.

É o Senhor Tempo. Implacável. Inevitável. Mas ele não acelera e nem para. É sempre igual.

E na verdade, a gente nunca quer que o tempo passe mais depressa. Não se culpe. É só o cansaço, é só o dia-a-dia, a roupa suja, a lista do mercado, essa loucura de “produtividade” que nos fez sentir incapazes. A gente só queria, mesmo, poder descansar um pouco mais e, assim, ter energia para brincar. A gente só queria ter menos preocupações para poder rir de tudo sem pensar. A gente só queria ter rede apoio com quem contar. A gente só queria mais ajuda e menos palpitar. A gente queria, só às vezes, poder o tempo controlar.

Por aqui, também sigo tentando.

Por

Dai Fagundes

Especialista em comunicação e empreendedora da marca

de enxovais infantis Di Mammi. 

Instagram: di_mammi

Apaixonada pela escrita, deseja levar textos com bom-humor e empatia para as mamães.

Oi mamães e papais, tudo bem?

Quando vocês escolhem um alimento para seus pequenos, ou quando precisam dar algum medicamento a eles, vocês costumam dar uma lida no rótulo ou na bula do remédio? É, ler mesmo, ver quais ingredientes estão presentes naquele alimento ou quais substâncias estão contidas no medicamento que você vai oferecer ao seu filho ou filha?

Queridos, se vocês não costumam fazer isso, está na hora de mudar. Os rótulos dos alimentos são de extrema importância, pois contém todas as informações a respeito do produto. E não é diferente com a bula dos medicamentos. Nos rótulos dos alimentos é importante observar quais ingredientes estão presentes, a quantidade de gorduras, de sódio, o açúcar do produto, isso sem falar na validade.

Já na bula dos medicamentos é importante ver as substâncias que estão contidas no remédio, se alguma delas pode apresentar uma reação adversa, ou até mesmo, agravar uma alergia.

Por isso, é importante mamãe e papai que vocês fiquem atentos a tudo, conheçam o seu filho ou filha e saibam o que ele pode ingerir, para depois não ter que tratar algo mais grave.

Pense nisso!

E até a próxima.

Por

Dra. Marlana Aparecida Kusama

Pediatra – CRM 22750 / RQE 13338

(47) 99202-1908  / 99225-9206

Av. Osvaldo Reis, 3281 – sala 1003

Riviera Businees & Mall, Itajaí – SC

Instagram: @dramarlanakusama

 

 

Pediatria sem mistérios

Você sabia que é importante levar seu filho ao pediatra mesmo quando ele está saudável? Essas consultas são chamadas de puericultura e têm o objetivo de conferir como está o desenvolvimento da criança, além de tirar as dúvidas que você possa ter, principalmente no caso das mamães de primeira viagem. E para entender um pouco mais sobre essa área da medicina que cuida dos nossos pequenos, fomos conversar com a pediatra Marlana Aparecida Kusama, que desde a faculdade percebeu que era na pediatria que estava a sua realização, a sua paixão e o seu caminho profissional. Natural de São Paulo, com formação e especialização na cidade de Curitiba, hoje se dedica a cuidar dos pequenos com dedicação máxima, na cidade de Itajaí. Confira o bate-papo.

Qual a hora certa para as mamães ou futuras mamães procurarem um pediatra?

Desde a gestação as famílias devem procurar um profissional bem capacitado, e que tenham confiança para cuidar de seus filhos.

E qual a importância e os benéficos de uma criança ter o acompanhamento do especialista desde cedo?

Uma consulta pediátrica é muito mais que pesar e medir, é acompanhar o desenvolvimento, cuidar da alimentação, dar apoio, prevenir levando as informações necessárias para as famílias que nos procuram, lembrando que a medicina é baseada em evidências. E se for preciso, diagnosticar o quanto antes os problemas que aquela criança possa apresentar.

O pediatra cuida do maior patrimônio da espécie humana: nossos filhos. Qual o sentimento de ter tamanha responsabilidade nas mãos?

A responsabilidade perante a vida de outra pessoa estar nas suas mãos é enorme, por isso, temos que estudar muito, atualizar, sem perder a essência da relação médico-paciente. Hoje em dia temos a tecnologia que pode ser nossa aliada, mas também pode dar muitas dores de cabeça para qualquer médico, então estarmos embasados para não aderir a certos “modismos” é muito importante também.

Além disso, cada família que entra em meu consultório me sinto muito grata, pela confiança em meu trabalho

SERVIÇOS:

Dra. Marlana Aparecida Kusama

Pediatra – CRM 22750 / RQE 13338

(47) 99202-1908 |99225-9206

Av. Osvaldo Reis, 3281 – sala 1003 | Riviera Businees & Mall | Itajaí – SC

@dramarlanakusama

 

Visitas à mamãe recém-nascida

Sabemos o quanto um bebê traz euforia e alegria aos amigos e familiares, mas é sempre bom lembrar que existem alguns detalhes importantes a serem considerados quando se trata de um bebê e mamãe recém-nascidos.

O bebê é lindo, fofo e adora colo, carinho, e aconchego, mas ele não vai se importar se por acaso você nem der TANTA atenção assim, e não ficar babando nele. Ele quer e precisa principalmente, do contato com os pais, colabore com isso! Não tire o bebê do colo da mãe sem antes perguntar se pode, e também deixe ele descansar caso esteja dormindo.

Agora, se você quiser MESMO ajudar a mãe recém-nascida, tenho algumas sugestões:

– Pode fazer MUITA diferença se você der atenção a mamãe que acabou de ter o bebê. Converse com ela, olhe nos olhos, e esteja disposta a ouvi-la. Acolha o que ela tem a dizer.

– Se possível, lembre dela e leve um mimo como um cartão, uma flor, ou algo simbólico, pois isso pode dar forças para que ela enfrente os próximos desafios da maternidade!

– Algo que acontece rotineiramente, é que após o bebê nascer, ninguém mais lembra da mãe, só do bebê, e isso pode causar um impacto emocional muito grande na vida dessa recém mãe! Até porque, ao longo da gestação, as pessoas dão muito carinho e atenção para a gestante, e depois que a criança nasce, é como se tudo isso fosse arrancado, junto com a saída do bebê da barriga! Por isso, quando puder, ligue, mande mensagem, pergunte como ela está, se precisa de ajuda, ou em que você pode contribuir.

– Ligue antes de fazer visitas, pergunte qual o melhor horário, e se a mãe está apta a receber visita. E por favor, seja breve, mãe e bebê estão se conhecendo e precisam descansar.

– Uma sugestão extra: se o bebê já tiver irmãos, seria muito legal da sua parte levar uma lembrança para estes também, qualquer coisa que mostre que você se importa com eles também.

Com essas pequenas dicas, você pode fazer muita diferença, e esta mãe vai ver que tem pessoas ao seu redor, dispostas a ajudar, e que ainda se preocupam com ela! O pós-parto pode ser algo muito solitário se não tomarmos alguns cuidados. Vamos contribuir?

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Humanização – do gestar ao parto

O nascimento de um filho é sem dúvida um dos momentos mais marcantes da nossa vida. E eu digo isso porque tenho três lindas preciosidades, o Bernardo, a Beinha e a Betina, com apenas 4 meses de vida.

Mas eu sei também que durante essa linda espera pela qual passamos, muitas mulheres têm dúvidas, se questionam, sofrem com insegurança, porque tem medo do momento mais especial: o parto.

O receio de muitas pacientes é justamente com o investimento, os gastos para o bebê nascer e principalmente pela forma como serão atendidas. Como é um momento especial na vida da mulher, o que todas nós queremos e merecemos, é carinho, atenção, cuidados para que nosso baby venha ao mundo da forma como sonhamos… E isso vale para partos naturais, normais e cirúrgicos.

Quando se pensa em parto humanizado, muita gente ainda acredita que só é possível a humanização em partos naturais e normais, mas eu posso garantir a vocês, que qualquer tipo de parto, pode ser humanizado.

A principal crença está no parto cesariana, mas esse procedimento pode ser respeitoso, calmo, tranquilo e principalmente humanizado!

Para garantir que o parto seja diferenciado, algumas adequações precisam ser feitas na sala de parto, como: pouca luz, música calma e o mais importante: a retirada do baby de forma delicada.

Cada nascimento eu costumo chamar de milagre da vida, é a médica (o) que vai tocar primeiro no bebê, o seu bem mais precioso. Não só a obstetra, mas toda equipe deve estar afinada para proporcionar que esse seja um momento inesquecível e muito emocionante.

E depois que o bebê nascer, é hora dele ir para os braços da pessoa que mais o aguardou e o amou em seu ventre: a mamãe. O contato de mãe e filho, contato de pele, olhos nos olhos e de muito amor, logo após o nascimento é um benefício maravilhoso para ambos e deve ser feito mesmo na cesariana.

É meu dever e de toda (o) médica (o) obstetra garantir respeito e amor a todo nascimento!

Por

Mariana Benedet Ramos Eing 

CRM 13246

Ginecologia e obstetrícia 

A escola e os bebês

Nos primeiros anos da Educação Infantil, os bebês começam a se descobrir, influenciados pela cultura, pelas pessoas e pelo ambiente. Assim a escola desempenha papel fundamental na construção da identidade e da autonomia de cada criança. Até os três anos, o cérebro está em desenvolvimento e formação e é nesse período da vida do bebê, que a interação com o ambiente e a estimulação permitem a construção do aprendizado.

Os bebês são capazes de aprender a se comunicar desde muito cedo. Mesmo sem falar, os bebês já têm um vasto repertório de experiências que devem ser reconhecidos e valorizados pelos educadores que dividem o dia a dia com estas crianças. O professor dessa faixa etária deve ser observador e sensível aos gostos, preferências e manifestações dos bebês (choro, caretas, atitudes), pois estas são as formas que eles se comunicam. Para saber o que é cada coisa, os bebês usam todos os sentidos e aí está o valor da brincadeira, da descoberta e dos desafios que os ajudam a superar seus limites. Para Jean Piaget o sujeito constrói seu próprio conhecimento, processo que se dá a partir da interação com os outros e com o mundo dos objetos e das ideias.

Na escola os bebês se reconhecem entre seus pares, ficam entusiasmados e estabelecem contato entre si. O ambiente escolar deve ser rico em informações e organizado de tal forma que os próprios alunos possam explorar. A escola deve se preocupar em desenvolver a autonomia através da motricidade, jogos e atividades direcionadas e valorizar as relações afetivas através dos cuidados fisiológicos.

Os educadores dessa fase aprendem diariamente com seus bebês decodificando a linguagem e suas necessidades. Eles exercem um papel marcante ao serem estimuladores e facilitadores nesse processo de desenvolvimento, respeitando o ritmo de cada bebê, como ser único, sem comparações de desempenho. O que as crianças precisam nessa primeiríssima fase do seu desenvolvimento, são pessoas que se encantem por elas e com elas, oferecendo-lhes as melhores oportunidades de experiências. Mais importante que materiais bem organizados e um ambiente desafiador, o que faz a diferença numa escola é a ternura, o afeto e a criatividade dos educadores.

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora pedagógica

Centro Educacional Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47)3344-1143 

 

Medicações psiquiátricas na gestação

Atendo muitas gestantes no meu consultório, principalmente por quadro de humor depressivo ou de ansiedade. Uma das grandes dúvidas é em relação à segurança dos psicotrópicos para o bebê quando são indicados para a mãe. Lembrando que toda gestante que estiver vivenciando sinais ou sintomas psíquicos intensos em quaisquer fases da gestação deve procurar o médico especialista que é o psiquiatra. Além disso, história prévia ou familiar de transtornos psíquicos pode aumentar o risco de reagudização dos sintomas nessa fase ou de depressão pós-parto; portanto, procurar o psiquiatra torna-se muitas vezes imprescindível.

Quando necessárias, bem indicadas e conduzidas, as medicações podem salvar o bebê, a gestante e o vínculo entre eles. Os prejuízos causados pela doença quando se espera remissão espontânea, sem avaliação ou tratamento adequado, podem ser devastadores para ambos. As doenças mentais, além de alterações comportamentais e emocionais, podem cursar com alterações cerebrais e isso repercute de forma negativa em todos os sistemas do corpo da mãe e consequentemente para o bebê.

Fatores inflamatórios e hormônios do estresse, como o cortisol, a adrenalina e a noradrenalina são liberados, podendo causar prematuridade, aumento do peso, restrição do crescimento intrauterino e do bebê, partos prematuros, cesárias, pré-eclâmpsia, hipoglicemia do recém-nascido, trabalho de parto prematuro, problemas na amamentação entre outros. Além disso, prejudica o vínculo da mãe com o bebê, podendo assim repercutir negativamente na vida adulta.

A estrutura emocional do bebê começa a se desenvolver na sua vida intrauterina. Existem sim evidências de que alguns psicotrópicos podem causar prejuízos para o desenvolvimento do bebê, mas outros são bastante seguros para serem utilizados nessa fase. Não se pode generalizar, afirmando que todos os fármacos utilizados para tratar transtornos psiquiátricos são maléficos para o bebê durante a gestação da mesma forma que nem toda gestante com sintomas psíquicos tem indicação para utilizá-los.

Infelizmente percebo muitas prescrições desnecessárias e muitas vezes até arriscadas vindas de profissionais não especialistas, por isso a importância de procurar o psiquiatra, aliás existem psiquiatras perinatais. Percebo que muitas vezes os medos das gestantes em relação ao tratamento psiquiátrico farmacológico ocorrem por preconceitos e falta de informação; portanto, a psicoeducação é extremamente importante. A gestação é uma fase de descobertas positivas, mas também podem ser de revivências negativas da infância, de amadurecimento e evolução na sua concepção mais ampla. Pode ser libertador ou avassalador. Procurar ajuda multidisciplinar em saúde mental é imprescindível para tratar transtornos mentais na gestação. Psiquiatras, obstetras, pediatras e psicólogos juntos, tratando mãe e bebê de forma integrada.

Por

Dra. Vanessa Adegas Menin

Psiquiatria e psicoterapia – CRM 22011 RQE 12908 

CLINSAM – Clínica de saúde mental – Rua Antônio Manoel Moreira, 140 – Itajaí 

(47) 4141.8781 (47)99641.8781 

clinsam.dap@gmail.com / desvendandoapsiquiatria.com.br 

Facebook e Instagram: vanessapsiquiatra 

Instagram: clin_sam

Youtube: Desvendando a Psquiatria

Maternidade e autoestima

Você já reparou como a maternidade mexe com a autoestima da mulher?

É incrível, mas a autoestima baixa é uma queixa muito comum entre as mães, especialmente nos primeiros anos de vida! É claro que não é uma regra, mas grande parte delas, passa por este desafio.

Bem, o corpo muda, o tempo para si diminui, a autocobrança aumenta, o senso de responsabilidade também, e estes são apenas alguns dos fatores que causam toda essa mudança na autoestima feminina. O fato é que, de uma forma ou de outra, em algum momento, a mãe precisa voltar a olhar para si, e resgatar a mulher que existe por trás daquela mãe!

Se você já acompanha os artigos aqui na revista, sabe que eu não é a primeira vez que falo sobre isso. Mas afinal, porque esse “resgate” é tão importante? Porque quando nos tornamos mães, o nosso olhar fica completamente voltado para aquele serzinho tão pequeno e “indefeso” que certamente, precisa de atenção e cuidado integral. No entanto, com o passar dos meses, acredite, não tem problema algum você voltar a olhar para si.

É essencial, que com o passar dos meses, a mulher volte a pensar em si (provavelmente de forma lenta no início, pois esta mudança pode parecer estranha), e busque se reconectar com sua essência. Quais são as coisas que mais gosto de fazer? O que posso fazer por mim hoje, que vai me fazer sentir melhor? Essas são duas perguntas que podem te ajudar a iniciar essa busca de reconexão!

Mas não é egoísmo pensar em mim, e não nos meus filhos? De forma alguma! Veja bem, você vai pensar TAMBÉM em você, e não apenas em seus filhos! Tudo bem se você tirar umas horinhas para você, ou mesmo alguns dias de vez em quando. Isso vai te fazer sentir melhor? ÓTIMO, então faça. Afinal, a ciência já comprovou: mães felizes, criam filhos mais felizes!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Conheça o ateliê Mães na Massa

Sabe aqueles produtos para o décor dos pequenos, que nos arrancam suspiros porque são puras fofuras? Então, estamos falando do Ateliê Mães na Massa, da empresária Bruna Costa Coelho. Tudo começou em 2016, quando sua filha nasceu. Na época, Bruna nos revela, que sentiu uma necessidade muito grande de poder passar o maior, ou melhor dizendo, todo o tempo possível com a pequena. Com isso, surgiu a ideia de trabalhar com algo que pudesse fazer em casa. “Passei alguns meses em busca de algo que me encantasse, me despertasse curiosidade. E então apareceu o crochê! Depois de comprar uma peça para decorar o quarto da Lis, tive a certeza de que era aquilo que eu gostaria de aprender. Fui atrás de cursos na cidade, mas me deparei com um mercado que havia voltado à moda recentemente e ainda não tinha sido devidamente explorado na região. Ainda era considerado “coisa de vó”. Depois que, enfim, aprendi a técnica, comecei a comercializar minhas peças no perfil pessoal do Instagram. Os pedidos foram aparecendo e veio a necessidade de profissionalizar a marca. Criei o perfil comercial, conquistei os primeiros clientes, e algo que seria o complemento da renda da minha família, em um ano já havia se tornado parte essencial de nossas vidas. Sempre fui uma pessoa que se preocupa com produtos de qualidade, boas fotos e atendimento ao cliente. Isso ajudou muito no crescimento orgânico da empresa. Hoje, dois anos e meio depois, conto com algumas artesãs que ajudam com a agenda de pedidos, alguns anjos que aparecem no meio da caminhada e uma família que apoia incondicionalmente a vontade de tornar o Ateliê Mães na Massa a realização de um grande sonho”, revela Bruna.

Com clientes em todo o Brasil, os produtos, feitos carinhosamente todos à mão, compõe desde decorações minimalistas até projetos mais elaborados. A empresária comenta ainda que tudo é personalizado e que cada peça carrega, em todos os pontinhos do crochê, muito amor.

Além dessa energia de amor, os produtos do Ateliê Mães na Massa, são puro charme e bom gosto. Mas, qual o diferencial? Bruna prontamente responde: “Quando você compra algo feito à mão, está adquirindo não somente um produto, mas também um sonho! Algo pensado e produzido especialmente para você. É essa a sensação que queremos que nossas clientes tenham ao receber nossas peças, e o grande diferencial de uma experiência de compra afetiva”, finaliza Bruna.

Se você também se apaixonou pelas peças do Ateliê Mães na Massa, os orçamentos e pedidos podem ser feitos, exclusivamente, pelo Instagram @ateliemaesnamassa.

Ateliê Mães na Massa 

(47) 9-9698-0550 | ateliemaesnamassa@gmail.com 

@ateliemaesnamassa