Feijão sem arroz

Dez entre dez brasileiros preferem feijão … Esse é o início da música “Preto Maravilha “, das Frenéticas e que foi o tema de abertura da novela “Feijão Maravilha, exibida pela Globo em 1979. Dez entre dez é exagero, mas com certeza o feijão é ingrediente quase indispensável na mesa do brasileiro e curiosamente, o preto maravilha, ingrediente básico da nossa feijoada longe de ser uma unanimidade é uma exceção. Apenas nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do sul ele é consumido cotidianamente. Nos demais estados a preferência recai por outros tipos notadamente o carioquinha, além disso no Brasil o feijão está associado diretamente ao arroz. O verdadeiro prato nacional não é a feijoada e sim feijão com arroz. Mas e feijão sem arroz? Pode soar estranho para muitos, mas o feijão é tão versátil que se presta a inúmeras receitas onde o arroz é absolutamente desnecessário ou simplesmente não faz parte. Acha que não? Então vamos a algumas delas:

Quem não conhece a salada de feijão fradinho com bacalhau que muitas vezes vira prato principal? O acarajé que é feito com massa de feijão fradinho e recheado com vatapá, embora seja de origem africana e não baiana é muitíssimo apreciado em todo o Brasil. Na Itália a salada de Pulpo com fagiolli, feita com feijão branco é muito apreciada e muitos restaurantes aqui no Brasil também a servem. Os atletas de prova de resistência gostam muito e as nutricionistas recomendam uma salada de vários tipos de feijão. O tutu de feijão e o feijão tropeiro que em Minas Gerais é feito com feijão carioquinha. A dobradinha feita com feijão branco, tripas e carne de porco. Temos também com feijão branco, a feijoada de frutos do mar tão apreciada por muitos e o Cassoulet, a feijoada francesa que é feita com feijão branco, pato, carne de porco e gratinada com farinha de rosca.

Em todas essas preparações o arroz é absolutamente desnecessário! Na feijoada brasileira mais importante que o arroz é a farinha e a couve, sem falar no torresmo que deve ser sempre bem crocante. Porém, antes de deixar algumas receitas faz-se mister algumas dicas: todo e qualquer feijão tem de ser catado e lavado antes; tanto o feijão branco como o preto necessitam ser deixados de molho. No caso do feijão preto não troque a água do molho ou o caldo ficará cinza. O feijão vermelho por ser muito macio não precisa ficar de molho. Sei que muitas donas de casa por economia de tempo e gás gostam de usar panela de pressão. De fato, o tempo de cozimento é praticamente a metade. Porém, o cozimento lento faz com que o feijão fique mais saboroso, pois pega melhor o gosto das carnes que utiliza e diminui o efeito “artilheiro” do feijão do qual falaremos a seguir. Já o feijão vermelho não precisa de panela de pressão. Todos sabem o que é esse efeito e ele ocorre porque o feijão contém muitos carboidratos que não são bem absorvidos pelo estômago. Esse efeito pode ser minorado das seguintes formas: consumir apenas o caldo, mastigar bem o feijão para facilitar a digestão ou colocar uma colher de sobremesa, rasa, de bicarbonato de sódio por quilo de feijão. Se for cozinhar o feijão com carne seca e/ou embutidos dessalgar bem e provar antes de temperar. As vezes nem precisa. Sabe aquela feijoada que sobrou e você quer guardar, pois: guarde o feijão separado das carnes. Com o tempo o sal apura e daí não tem jeito. Ou você cozinha umas batatas inteiras – o feijão vai cozinhar demais – ou põe mais água e aí vai mudar completamente o sabor. Se durante o preparo você perceber que está salgado, coloque pedaços grandes de abóbora e folhas de couve.

Finalmente o que beber com o feijão: como praticamente TODAS as receitas levam um pouco de gordura eu arrisco um bom rosé. Leves e refrescantes eles não vão pesar tanto na sua cabeça e ao mesmo tempo dar elegância a refeição. Desta vez não vou deixar nenhuma receita. Sei que você é uma cozinheira(o) de mão cheia. Portanto, um brinde ao feijão.

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Renato Justo

Chef de Cozinha

Muffin de cacau sem glúten e sem lactose

Massa

3 ovos

1 xícara de leite de Coco

1/3 de xícara de óleo de Coco

1 xícara de açúcar demerara 1 colher (sopa) de cacau em pó

2 xícaras de farinha de arroz integral

1 colher (sobremesa) de fermento em pó

Bata os ovos com o açúcar no liquidificador e vá acrescentado cada ingrediente, por último o fermento.

 

Calda

1 xícara de leite sem lactose

1 colher (sopa) de cacau em pó

2 colheres (sopa) de açúcar demerara

1 colher (sopa) de amido de milho

Em uma panela misture tudo e coloque para ferver misturando sempre.

Coloque em cima dos muffins já assados e polvilhe granulado sem glúten e sem lactose.

Por

Tânia Fernandes

Terapeuta nutricional e proprietária do Univital

Univital

Rua: Felipe Schimidt, 40 | Centro – Itajaí

Tel: (47) 3349.1132 

De segunda a sexta das 7h às 20h30min 

Sábado das 8h às 14horas

Pudim de leite sem lactose

Ingredientes

01 lata de leite condensado sem lactose

A mesma medida de leite sem lactose

04 ovos inteiros

1/2 xícara de coco fresco ralado

Modo de preparo

Bata no liquidificador o leite sem lactose, o leite sem lactose e os ovos. Depois de bem batido misture o coco ralado. Na forma de furo coloque 1/2 xícara de melado, coloque a batida do liquidificador e leve ao forno ou fogão em banho-maria por aproximadamente 60 minutos.

Por

Tânia Fernandes

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Pinhão e tainha

Pode até parecer nome de dupla caipira, mas o pinhão e a tainha são, em minha opinião, os dois elementos mais representativos da gastronomia catarinense. Por uma dessas coincidências maravilhosas da vida a safra do pinhão e a chegada das tainhas às nossas praias acontecem exatamente na mesma época: começo do outono até meados do inverno.

Alguns certamente vão perguntar sobre as ostras e o camarão. As primeiras são cultivadas o ano inteiro e somente a partir dos anos 90. Já o camarão, esse crustáceo tão apreciado tem o seu defeso – proibição de pesca – de dezembro até junho. Depois o que se encontra é camarão de cativeiro que vem principalmente do Nordeste.

O pinhão é nativo da nossa flora e alimentou inúmeras populações. Antes restrito a serra, seu sabor conquistou todo o estado e foram criadas inúmeras preparações culinárias e hoje o pinhão é sinônimo do aconchego do inverno. A pesca da tainha se confunde com a ocupação do nosso litoral pelos primeiros colonizadores. Muitos catarinenses não sabem, mas a tainha é um peixe que sofre um enorme preconceito em todo o Brasil. Fora do estado ela tem gosto de lama e esgoto. Eu mesmo, que sou oriundo do Rio de Janeiro só fui apreciá-la quando cheguei aqui e isso porque já conhecia a fama e não me decepcionei, mas o encanto demorou três postas para acontecer. A primeira eu estranhei o sabor forte. A segunda gostei, mas apenas na terceira fui adorar.

Nos domingos do inverno o perfume de tainha assada toma conta de toda a ilha. Embora ambos possam ser consumidos sozinhos, a verdadeira EXPLOSÃO DE SABORES se dá no encontro da serra e do mar. Pinhão e tainha tal e qual dois super-heróis se unem para promover maravilhas gastronômicas.

A que vou lhes deixar é extremamente simples, mas fará você se sentir um(a) autêntico(a) chef! Filé de tainha grelhada ao molho de ervas com risoto de pinhão. Primeiro faça um caldo de legumes: em uma panela esquente um pouco de azeite e coloque duas cebolas fatiadas, um alho-poró fatiado e uma cenoura fatiada. Refogue por um minuto. Coloque duas folhas de louro e talos de salsa. Ponha um copo de vinho branco seco, deixe reduzir e cubra com dois litros de água. Cozinhe por 40 minutos em fogo baixo, coe e reserve.

Para o molho de ervas basta esquentar 250 ml de azeite e colocar as folhas de meio maço de basílico e de meio maço de salsa e mais as folhas de alguns ramos de tomilho e dois ramos de alecrim. Mexa, apague o fogo e deixe descansar com a panela tampada por uma hora. Bata, coe e reserve. Fatie cerca de 30 pinhões cozidos. Em uma panela refogue os pinhões com pimentões amarelos e vermelhos cortados em losangos, junte uma xícara de arroz arbóreo, vinho branco e vá adicionando o fundo de legumes aos poucos e mexendo sempre. Tempere dois filés de tainha com sal e pimenta do reino. Grelhe dos dois lados e reserve. Quando o risoto estiver quase pronto adicione 50 gramas de manteiga com sal e 50 gramas de queijo colonial em cubos. Apague o fogo e deixe ambos derreterem. Sirva um filé em cada prato salpicado com raspas de limão siciliano, o molho e metade do risoto. Para acompanhar, como a tainha é um peixe de sabor muito forte, sugiro um tinto da serra catarinense. Bom apetite!

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Vivendo e comendo em Portugal

Nos últimos cinco anos houve um aumento significativo no número de brasileiros que emigrou para antiga metrópole. Esse fenômeno se deu basicamente por duas razões: crise econômica e o crescimento da violência. Além disso, há também a facilidade da língua, por que na pátria que educa somente 20% da população brasileira domina outro idioma. Mas uma coisa é passar algumas semanas como turista e outra, bem diferente, é morar. Em primeiro lugar os preços. Um quarto com banheiro e cozinha compartilhados com outras pessoas não sai por menos de 200 euros e um apartamento de um quarto, mobiliado, no mínimo 500. Além disso, os salários pagos em Portugal estão entre os mais baixos da Europa. O clima é bastante parecido com o de Santa Catarina e o tamanho é um pouco menor, embora a população seja maior. Mas tem suas vantagens. No quadrinômio segurança, transporte, saúde e educação o país é realmente muito bom. E a comida? A comida é ótima. São basicamente os mesmos ingredientes, mas é diferente. Nós que estamos acostumados com banana e mamão descobrimos que lá essas frutas são bem inferiores as nossas, bem como a manga e o abacaxi. Em compensação melões, pêssegos e frutas vermelhas são ótimos. Os adeptos do suco de laranja pela manhã certamente vão sair decepcionados pois as laranjas são muuuito azedas. Água de coco nem pensar. No pequeno almoço, que é como eles chamam o café da manhã eles tomam geralmente café, leite e uma tosta mista – o nosso misto quente. Tem muito queijo de cabra, ovelha e queijo de vaca amarelo. Queijo branco não tem, mas o pão em Portugal é até melhor do que na França.

Atenção. Por aqui presunto é o que chamamos de presunto cru. O nosso presunto é chamado de fiambre. Na hora do almoço outra diferença. Por aqui não tem restaurantes por quilo. No sul do país e também na região de Lisboa e Cascais os restaurantes servem uma boa variedade de pratos do dia e aqui mais uma diferença: se come peru o ano inteiro de modo que bifes de peru ao molho de cogumelos são muito comuns, bem como arroz de pato, bacalhau a brás e bolinhos de bacalhau com salada e arroz de tomates. As porções são parecidas com as nossas. Mas não se preocupe, há Mc Donalds, Burguer king, sushis e uma variedade enorme de restaurantes indianos, chineses e também brasileiros. No norte de Portugal é beeem diferente. Menos cosmopolita, mais conservador, muito melhor. Mesmo os mais jovens valorizam a sua gastronomia. Não há self-service, redes de fast food ou sushis. É cozinha portuguesa típica e em porções pantagruélicas. O pequeno almoço é igual em todo o país, mas no Norte eles servem, um menu composto de pão, sopa, uma bebida – peça uma jarra de vinho da casa – prato, sobremesa e café por preços que variam entre 8 e 10 euros. Comem bastante porco, boi e coelho. Tripas e embutidos. Nesse quesito aliás vale provar as alheiras que são linguiças de frango e /ou de caça, bem temperada e engrossada com pão e farinha.

As sobremesas são um pouco diferentes também. Natas do céu, bolo de bolacha, rabanadas com calda de vinho do Porto e pão de ló. Pastel de Belém só em Belém, no restante do país tem pastel de nata. Peixes e frutos do mar: Polvos, lulas, robalos, linguados e sardinhas. Tem também chocos e potas que são primos dos polvos. Poucos mexilhões e ostras, mas muitas amêijoas, navalhas e percebes. E evidentemente bastante bacalhau. As formas mais comuns são: Bacalhau a brás, a Gomes Sá, a lagareiro, com broa, a braga e a zé do pipo.

Outra diferença é que os portugueses jantam. Para quem gosta de beber: Portugal tem mais de 5000 rótulos de vinho. Uma boa parte custa até 7 euros e são ótimos. Tem duas grandes marcas de cerveja: Sagres, no Sul e super bock no Norte. Equivalem as nossas Brahamas e Antárcticas. A boa notícia é que aos poucos eles estão começando a fazer cervejas artesanais de boa qualidade. Destaco a 1927 que pertence a Super bock e a Nortada, cuja fábrica fica na rua Sá da Bandeira, no Porto e onde se pode também tomar as cervejas.

Destilados: ao contrário do que ocorre por aqui, os portugueses não bebem whiski, caipiras e cachaças antes das refeições, somente depois e uma curiosidade: pela lei portuguesa nenhum destilado pode ser servido gelado nos bares e restaurantes.

Caso prefira fazer comida em casa você vai se tornar cliente do Pingo doce e / ou do Continente as duas grandes redes de supermercados do país. O primeiro é um pouco menor que o nosso Angeloni, enquanto o segundo é bem maior. Importante: os sacos plásticos tão comuns por aqui lá eles são pagos e reutilizáveis por isso acostume-se a ir com eles quando for fazer compras. Aliás todo mundo lá faz isso. Por último e muito importante: em Portugal o caminhão de lixo não passa nas casas, mas há enormes depósitos espalhados pela cidade e o recolhimento é feito de madrugada.

Dito isso fica a pergunta que muitos brasileiros me fazem: Vale a pena morar em Portugal? Sim e não. Depende muito da situação da qual você está saindo, das suas expectativas E pretensões e também da sua capacidade de adaptação.

Por

Renato Justo

Chef de Cozinha

Bolo de aipim com ameixa e cereja

Ingredientes
– 250g de aipim cozido
– 2 ovos
– 4 colheres de óleo de coco
– 1 xícara de açúcar demerara
– ½ xícara de farinha de arroz
– 1 colher de fermento em pó

Calda
– Melado
– Cereja
– Ameixa

Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador, por último o fermento em pó. Para a calda, forrar uma forma de ferro com melado, ameixa e cereja. Colocar a mistura da massa em cima. Levar ao forno.

Por

Tânia Fernandes

Terapeuta nutricional e proprietária do Univital

Univital

Rua: Felipe Schimidt, 40 | Centro – Itajaí

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Pastelzinho sem glúten assado

Massa:

2 ovos

1/3 de xícara de água

1/2 xícara de óleo de Coco

1 pitada de sal marinho

1 xícara de farinha de arroz integral

1/2 xícara de amido de milho

1 colher (sopa) de fubá fino

1 pitadinha de goma xantana.

Coloque os ingredientes molhados numa vasilha e mexa bem. Acrescente os outros ingredientes e misture até que fique uma massa que dê para esticar com o rolo e coloque o recheio de sua preferência.

Faça os pasteizinhos e leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos.

Por

Tânia Fernandes

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Fevereiro Roxo: saiba os alimentos que ajudam a combater a fibromialgia

O nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo explica que uma dieta anti-inflamatória pode controlar o transtorno

O mês de fevereiro é dedicado à conscientização sobre algumas doenças, como a fibromialgia. O transtorno, em que a pessoa sente dores em todo corpo por longos períodos, afeta principalmente as mulheres, dentre elas a superstar Lady Gaga. Uma boa alimentação pode ajudar a combater a síndrome. 

Segundo o médico nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo, há comprovações científicas de que uma dieta anti-inflamatória pode ajudar a controlar os sintomas.

“Apesar de a fibromialgia não ser uma doença inflamatória, ela é uma patologia com dor muscular generalizada, que vai necessitar de controle ao longo de toda vida. Nesse sentido, uma alimentação que contribua para diminuir o status inflamatório e que seja equilibrada, no sentido de ser rica em nutrientes, será benéfica”, explica o especialista.

Azevedo diz que indivíduos com fibromialgia apresentam normalmente maior nível de estresse oxidativo, ou seja, há uma maior produção de radicais livres e uma atuação insuficiente do sistema antioxidante do organismo em neutralizá-los. Para reduzir o estresse oxidativo. É preciso aumentar o aporte de nutrientes antioxidantes e reduzir outros que têm características inflamatórias, associados inclusive à maior sensação de dor.

“Nesse caso, por meio da redução da ingestão de gorduras pró-inflamatórias, como a gordura saturada da carne vermelha, dos laticínios integrais e frituras. Essas gorduras são muito ricas em ácido araquidônico, um ácido graxo da série ômega-6 com um alto potencial de produção de substâncias inflamatórias no organismo. Por outro lado, vale aumentar o consumo de gorduras poli-insaturadas que têm efeito contrário e agem justamente modulando as inflamações e a dor. Um exemplo é o ômega-3. Algumas fontes de ômega-3 são a sardinha, o atum, o salmão, o arenque ou o linguado. Há também a opção de se usar suplementos para elevar os níveis desta gordura no corpo”, completa o médico.

Por

Alexander Gomes de Azevedo

Nutrólogo

 

Crumble de maçã com sorvete de banana

 

Crumble:

100g de farinha de côco

100g de farinha de arroz integral

100g de manteiga ghee (sem lactose)

100g de açúcar mascavo ou demerara

50g de castanhas trituradas

Misturar todos os ingredientes com as pontas dos dedos até formar uma farofinha. Reservar.

Em uma travessa refratária disponha: (pode fazer porções individuais)

4 maçãs Fuji em cubos (não precisa descascar)

4 colheres de mel ou agave

1 pitada de canela em pó.

Misture bem e por cima disponha a farofinha reservada.

Leve pra assar em forno 180 graus por aproximadamente 20m ou até que fique levemente dourado. Servir quentinho com sorvete de banana.

Sorvete de banana:

– 6 bananas caturras bem maduras (aquelas que já estão ficando pointadinhas)

– 50 g de leite de coco em pó ( se não encontrar pode ser leite de coco)

–  colher de óleo de coco

– 50 g açúcar demerara ou de coco (se usar o de coco ele fica mais escurinho)

Descascar as bananas e cortar em rodelas. Levar pra congelar por 1 hora. Bater no liquidificador com os demais ingredientes e voltar a mistura para o freezer até firmar.

Por

Chef Iracema Bertoco – Centro Europeu

O poder desintoxicante da Chlorella

A Chlorella é uma microalga verde unicelular, cultivada em água doce e que se destacou no mercado nos últimos anos, pois além de nutrir e desintoxicar o organismo, ela contém inúmeros benefícios. É uma das algas mais estudadas no mundo, e a planta com maior quantidade de clorofila identificada até hoje.

A clorofila é conhecida por sua capacidade de eliminar uma série de substanciais tóxicas, que o corpo por si só não consegue eliminar. Incluindo metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio e dioxinas.

O corpo humano sozinho não é capaz de quebrar metais pesados, ele tenta em velocidade muito lenta eliminá-los. E é nesse processo que o corpo acumula estes metais no fígado, cérebro, ossos e rins, e na pele, unhas e cabelo.

A chlorella acelera este processo de eliminação de toxinas e evita doenças causadas pelo acumulo excessivo dos metais pesados no corpo.

Além disso, ela também é rica e completa em nutrientes, fornece proteínas, carboidratos, gorduras boas, vitaminas, minerais e fito nutrientes que são essenciais para o bom funcionamento do corpo humano.

A chlorella também protege o sistema imunológico, o que fortalece o organismo e previne doenças. O consumo da chlorella fortalece os ossos, previne fraturas e osteoporose, por possuir boa concentração de cálcio e magnésio em sua composição. E, devido às altas taxas de fósforo, atua também no cérebro promovendo melhor atividade, além de prevenir hipertensão, colesterol ruim e triglicerídeo.

A Kembi Chlorella tem alta capacidade de absorção um produto 100% natural, pois não contém misturas, aditivos e nem conservantes químicos. Por este motivo é um produto extremamente sensível obtido através da mais alta tecnologia oriental. Cultivado com luz natural, condições climáticas controladas. E o melhor, tem garantia de procedência.

Por

Sabrina Pamplona

Bioquímica e especialista em nutrição da Auravita/Erva Doce