Vai Passar*

*Conteúdo para pais e mães inspirado no mantra oficial da maternidade

De repente 30 e a gente nem lembra direito como chegou até aqui. Dentre as poucas certezas na vida, a mais certa delas era a vontade de ser mãe. De onde vem esse desejo? A pressão exercida nas milhares de mulheres que chegam aos 30 é tamanha que pode realmente desencadear esse desejo desenfreado de procriar? É mesmo tão importante que isso seja feito nessa idade? Procuramos respostas para essas perguntas durante um bom tempo e BOOM! Cá estamos com nossos meninos nos braços discutindo noites mal dormidas, receitas saudáveis e disciplina positiva – dentre outras milhares de coisas envolvendo a tão sonhada maternidade.

Não, de maneira nenhuma queremos apressar alguém. A maternidade é bonita demais para ser pensada com pressão e ansiedade. Cada mulher tem seu tempo e a Medicina está bem avançada para provar que todas nós podemos gerar filhos saudáveis por bastante tempo, cada uma com o seu, respeitando suas limitações, seu corpo e sua história de vida.

Ainda assim cansamos de ouvir histórias cabeludas sobre mulheres aventureiras que enfrentaram a gestação depois da hora. Oi? Que hora? A minha hora eu é que sei! Preferimos acreditar em histórias bonitas, de mães guerreiras que deram à luz a vários filhos na mais natural das forças.

Fato é que não existe preparação pra se tornar mãe ou pai. A maternidade chega e a gente aprende naturalmente. Se antes tínhamos medo de segurar um bebê, trocar fraldas e suávamos frio em pensar nos primeiros banhos, quando a gente nasce mãe, isso tudo se torna nosso. Não sabemos lidar com os filhos dos outros, mas entendemos exatamente como os nossos funcionam. É incrível e totalmente instintivo.

E é durante essa onda que acabamos entendendo o universo das outras mães. Quando a gente se torna uma, paramos de julgar, paramos de questionar e o desprezo dá lugar à empatia. Claro que todas temos nossas convicções e as nossas verdades absolutas, mas mesmo assim conseguimos abrir nosso coração pra abraçar uma mãe, por mais que ela pense de forma totalmente diferente de nós. É assim que é, ou que deveria ser. Além disso, aprendemos empíricamente que, entre outras coisas, é tudo uma questão de tempo. Tudo passa, tudo vai passar.

Sobre  nós:
Nossa história começou na universidade, mais fora dela do que dentro. Sempre gostamos de dividir, e naquele tempo mal sabíamos que um dia dividiríamos nossas angústias e nossas conquistas como mães. Durante aqueles anos, compartilhamos taças de vinhos, jantares econômicos, primeiras experiências na carreira e todas as outras descobertas. Dez anos depois, a maternidade nos aproximou novamente. Um grupo de WhatsApp nos ajudou a seguir nas mais adversas situações dessa intensa vida de mãe de primeira viagem. Tentávamos buscar uma na outra quem éramos e o que ainda tínhamos em comum. Descobrimos que praticamos diversos tipos de maternidade, cada uma no seu universo, dentro do que acredita. Respeitamos nossas escolhas, aprendemos a amá-las. Nos apaixonamos ao ver nossos filhos brincando juntos, dividindo os colinhos e as merendas. Criamos uma comunidade e hoje queremos convidar vocês a participar. Queremos dividir, multiplicar, compartilhar e somar. Ninguém faz isso sozinho. Toda criança precisa de uma comunidade inteira pra crescer. Toda família, como quer que seja, precisa de apoio. Estamos muito felizes de compartilhar nossas histórias com vocês.

Taciane Silva, jornalista e mãe do Téo

Rafaela Reinert, jornalista e mãe do Antônio

Taciane Nitsche, jornalista e mãe do Otto

Foto Andre Schoenau

REMI GOULART JÚNIOR – APRENDER É UM PROCESSO CONTÍNUO, QUE NUNCA ACABA

São 25 anos de uma intensa paixão, cujo tempo só faz aumentar. Declaradamente apaixonado pela arte da Cirurgia Plástica, o médico Remi Goulart Júnior (CRM/SC 4660 – RQE 1595) celebra este ano Bodas de Prata com a Medicina, e comemora uma caminhada profissional pautada pela ética rigorosa, pela humildade e pelo máximo de respeito aos pacientes. “O saldo é positivo, cheio de gratidão a Deus, aos familiares, aos colegas, e a todos os pacientes que confiam na nossa maneira de fazer cirurgia plástica”, completa o especialista. Nesta entrevista a convite da Bem-Estar, ele faz declarações que são um real convite à reflexão. Relembra os tempos de estudante, quando atuava na ala de queimados do Hospital Infantil de Florianópolis, fala sobre os passos que devem ser dados pelo paciente antes de decidir-se por uma cirurgia plástica, a influência da mídia ao ditar padrões de beleza, e até sobre o momento atual que o Brasil atravessa.

Como o senhor avalia os 25 anos de profissão que está completando este ano?

Remi: A minha avaliação é de autocrítica, de um eterno aprendiz que tem consciência das extremas limitações da profissão. Até aqui, foram 25 anos com muita paixão pela arte da cirurgia plástica e com uma curva de aprendizagem difícil e desafiadora. Houve momentos gratificantes e encorajadores, como também momentos decepcionantes, mas sempre nos pautamos pela ética rigorosa, pela humildade e pelo máximo respeito aos nossos pacientes. O saldo é de gratidão.

Como surgiu o interesse pela cirurgia plástica?

Remi: Sempre gostei da área cirúrgica e, como estudante, ajudava as cirurgias da unidade de queimados no Hospital Infantil na capital. Foi nesta época que descobri a arte da cirurgia plástica e a possibilidade de devolver às pessoas um pouco de autoestima e bem-estar. Ajudamos a realizar muitos sonhos desde então, tanto na cirurgia estética quanto na reparadora.

A influência da mídia nos padrões de beleza da atualidade tem impulsionado muitas pessoas a buscar a cirurgia plástica para se ‘enquadrar’ nestes padrões. Como o senhor vê esta questão?

Remi: Vejo com preocupação há muitos anos. Primeiro, porque quem tem o direito de ditar padrões de beleza? Segundo, porque estes padrões estão longe de serem obtidos pela cirurgia plástica ou qualquer procedimento cosmético, sob pena de deformar a estrutura anatômica original e natural. Terceiro, porque considero um ato de violência descomunal entrar na mente de um ser humano e fazê-lo sentir-se mal consigo mesmo, com sua aparência externa, criando ansiedade extrema ao ponto de buscar uma cirurgia plástica. Quarto, porque criou-se uma busca doentia pelo igualitarismo e perdeu-se o charme e a elegância do individual. A busca doentia por cirurgias de próteses de mama de tamanho exagerado foi um destes fenômenos.

O que é importante entre ‘médico x paciente’ para estabelecer uma relação de confiança?

Remi: Sinceridade, honestidade moral e intelectual, ética absoluta e rigorosa, parceria e confiança. Digo sempre que a relação entre paciente e cirurgião plástico tem de ter “química”. Os pacientes não devem se deixar levar pela aparência. Nos últimos tempos, criou-se um padrão de clínicas luxuosas, vestimentas de luxo e todo tipo de aparência de sucesso para convencer o paciente. Nada disso importa. O que vale é o sentimento de confiança, a transparência e o compromisso com princípios éticos e com a verdade do profissional. É hora de deixarmos para trás as aparências e nos focarmos no que realmente tem valor, que é o valor individual de cada um, vale para os pacientes e vale para os médicos.

Quais os passos que o paciente deve seguir antes de decidir-se por uma cirurgia plástica?

Remi: Primeiro, refletir se realmente há necessidade de uma cirurgia. Depois, pesquisar opiniões de alguns profissionais, buscando respostas sinceras. Desconfie sempre dos que somente elogiam ou que desejam fazer a cirurgia a qualquer preço. O mais importante, na minha avaliação, é o paciente prestar atenção na confiança e na tranquilidade que o profissional desperta. Quando isto acontece significa que se estabeleceu uma relação positiva que ajudará muito nos resultados e nos momentos difíceis que possam advir. Nunca preste atenção no luxo ou na aparência. Preste atenção na alma, nos olhos do profissional.

Como o senhor vê o futuro da cirurgia plástica e o ambiente em que está inserida?

Remi: Vejo que haverá uma grande transformação e consolidação da cirurgia plástica. Em termos de técnicas, estamos limitados à anatomia humana, e as mudanças de paradigmas são raras devido à limitação da matéria prima. Vejo evolução nos materiais e aprimoramento para técnicas cada vez menos invasivas. O que mudará com mais velocidade partirá dos pacientes, que iniciarão um retorno ao equilíbrio, à maturidade do autoconhecimento e da seleção de prioridades edificantes, buscando a cirurgia para situações realmente necessárias. Do lado dos cirurgiões, da mesma forma, com uma reorientação para a busca da qualificação pessoal mais que a valorização das aparências desmedidas.

Como o senhor vê o atual momento que vive o Brasil e a relação com a cirurgia plástica?

Remi: O Brasil vive uma oportunidade única e valiosa de fazer uma mudança real em direção à prosperidade, liberdade e bem-estar que todos ansiamos desde há muito tempo. É hora de liberdade, empreendedorismo, recomposição dos valores éticos, morais, e de família. É hora de trabalho individual e coletivo e incentivo às iniciativas privadas. Este contexto vale para a cirurgia plástica: É hora de mudar o modelo, de resgatar a cirurgia plástica como um todo, reintegrar na especialidade suas origens reparadoras e multidisciplinares. É hora de acabar com a ilusão, trabalharmos na realidade combatendo os modismos impostos que trazem ansiedade desnecessária para a mulher brasileira. É hora de entender que cada um é único, com beleza interior e exterior únicas, que devem ser valorizadas todos os dias. A ilusão criada de que todos devemos seguir um padrão de beleza único é uma crueldade fantasiosa sem sentido. A verdadeira diversidade é o respeito e a valorização da beleza de cada um e o reforço diário da autoestima através do autoconhecimento.

SERVIÇO:
Remi Goulart Jr.                                                      
Médico – Cirurgião Plástico
http://www.remigoulart.com
remigoulartjr@gmail.com
(48) 984016466
Clínica MEDCAL
Rua Isidoro Caetano, 190, Balneário Camboriú/SC

 

Sábado tem The Headcutters no Selenza 47

A noite de sábado (24) promete casa cheia e muita diversão no hot spot mais agitado do litoral, o Selenza 47, em Balneário Camboriú. Quem comanda o som é a banda The Headcutters, considerada uma das mais renomadas bandas da nova safra de blues do Brasil. Com o timbre e a sonoridade dos anos 40 e 50, a banda segue a linha das lendárias gravadoras de Blues de Chicago daquela época. 

Com shows contagiantes, muito carisma e performances empolgantes, a banda vem conquistando o público por onde passa. Na formação, quatro amigos de infância, que ainda vivem no mesmo bairro: Joe Marhofer, harmonia e vocal, Ricardo Maca na guitarra e vocal, Arthur “Catuto” Garcia no contra-baixo acústico e Leandro “Cavera” Barbeta na bateria.

O Selenza 47 fica na Avenida Atlântica, nº 5020.

Reservas 47. 9 9217-0137

DESVENDANDO A PSIQUIATRIA

Por Dra Vanessa Adegas Menin

Precisamos falar sobre suicídio

Sei que o assunto não é nada confortável, mas percebo a importância deste nesse momento. Têm sido freqüente notícias sobre suicídios e temo que o assunto caia na banalidade sem que realmente pensemos sobre ele. No Brasil, Balneário Camboriú é a cidade de Santa Catarina com maior prevalência de suicídio. Precisamos aprofundar o assunto para entendermos um pouco mais sobre a questão, talvez muito mais complexa do que imaginamos. Quanto mais soubermos e falarmos sobre isso, mais conseguiremos evitar que atos como estes ocorram. É uma questão de responsabilidade social.

O suicídio é um fenômeno complexo e, infelizmente, ainda cercado pelo desconhecimento, medo, preconceito, incomodo e atitudes condenatórias em relação a ele. Essa questão ainda é vista como um problema individual e isso dificulta muito o seu entendimento como um problema que na verdade afeta toda a sociedade. SUICÍDIO É UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA e para que haja melhora dos seus índices é necessário mudar a visão da população e conseqüentemente acredito que haverá mais atuação de pessoas de diferentes setores da sociedade na sua vigilância, prevenção e controle, inclusive você.

Para saber um pouco mais sobre a história do suicídio, a palavra suicídio vem do latim “auto assassínio” e foi utilizada pela primeira vez no século XVII, na Inglaterra (1642). Desde a antiguidade o suicídio sempre foi muito contraditório seja no campo sociocultural, econômico, filosófico, político ou religioso. Em algumas sociedades era visto como ato de heroísmo, em outras, ato de liberdade ou reprovação social, mas o suicídio foi quase sempre objeto de reprovação social.

Existe uma diferença entre pensar em suicídio e expressá-lo na ação. Alguns indivíduos tem ideias de suicídio esporádicas ao longo de suas vidas, mas que nunca levaram adiante; outras, podem planejá-lo durante anos, meses, semanas ou dias; e outras, ainda, cometem suicídio por impulso, geralmente mediante a algum tipo de transtorno de personalidade instável ou por intoxicação exógena por álcool, medicações e/ou outras drogas.

Alguns índices em relação ao suicídio são importantes para que possamos entender sobre o impacto dessa questão para a sociedade como um todo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima um aumento de 60% no número de suicídios nos últimos 45 anos em todo mundo, representando a terceira causa de morte da faixa etária entre 15 e 35 anos em ambos os sexos.

Sempre comento com meus pacientes com ideação suicida que o suicídio tem também um impacto indireto, ou seja, para cada suicídio cinco a dez pessoas próximas sofrem graves conseqüências psicológicas, econômicas e sociais. Essas pessoas são as chamadas sobreviventes e, por isso, não é um problema apenas individual.

É surpreendente, mas a cada ano há em torno de um milhão de mortes por suicídio no mundo, representando UMA MORTE A CADA SEGUNDO. No Brasil houve um aumento de 43,8% no índice de suicídio entre 1980 e 2005. A taxa de mortalidade depende do estado, sendo mais elevada em Roraima, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Os homens cometem suicídio quatro vezes mais do qua as mulheres, independente da faixa etária. As mulheres, entretanto, têm quatro vezes mais probabilidade de tentá-lo. As taxas de suicídio aumentam com a idade. As pessoas mais velhas respondem por 25% dos suicídios e está crescendo rapidamente entre jovens de 15 a 24 anos. A maioria dos suicídios ocorre entre pessoas de 15 a 44 anos de idade.

A taxa mais alta de suicídio em homens está relacionada aos métodos utilizados, como, arma de fogo, enforcamento ou saltos de lugares altos. As mulheres em geral tomam superdose de substâncias psicoativas ou venenos, mas o uso de armas de fogo está aumentando. De maneira global o método mais comum é enforcamento.

Um índice alarmante em relação ao suicídio foi publicado pela OMS. As taxas de suicídio  entre crianças e adolescentes cresceram no Brasil entre 2002 e 2012. Dos 10 aos 14 anos 40% e dos 15 aos 19 anos 33,5%. Se o suicídio entre adultos já está cercado por silêncios e tabus imaginem entre crianças e adolescentes. Alem disso, é provável que esse índice seja ainda maior na medida em que os estudos nessa faixa etária são escassos e morte abaixo de oito anos é automaticamente classificada como acidente. É fato que a sociedade em geral não aceita a ideia de que uma criança possa querer se matar e que os pais tendem a negação, mas eles o fazem.

Casamento com filhos diminui o risco de suicídio. A taxa de suicídio é de 11 por 100mil para pessoas casadas e as solteiras registram uma taxa global quase duas vezes maior. O suicídio ocorre com mais frequência entre indivíduos socialmente isolados e com história familiar de suicídio. Quanto mais alta a condição social maior o risco de suicídio, mas uma queda na condição social também aumenta o risco. O trabalho em geral protege contra o suicídio.

A relação entre saúde física e doença com suicídio é significativa, 32% das pessoas que cometem suicídio passaram por tratamento médico 6 meses antes. Estima-se que a doença física contribui para o suicídio em 50% dos casos. As principais doenças físicas que levam ao suicídio são perda da mobilidade, principalmente quando a atividade física é importante para a ocupação ; desfiguração, principalmente entre as mulheres e dor crônica intratável. Existem medicações clínicas que podem levar a depressão, aumentando o risco de suicídio, como, corticosteróides, anti-hipertensivos e alguns agentes anticâncer.

Quase 95% de todas as pessoas que cometem ou tentam suicídio tem um transtorno mental diagnosticado. Depressão corresponde a 80% desse número, esquizofrenia por 10% e demência por 5%. Um suicídio nunca tem uma causa única ou isolada. Antes de chegar ao final, o suicida já mostrou sinais e procurou ajuda para esclarecer o seu sofrimento. A atenção a todo esse processo e a capacidade de lidar com o problema pode resultar em um desfecho favorável. As situações mais frequentes que tornam o indivíduo favorável à ação suicida são: doenças graves; isolamento social; ansiedade; desesperança; crise conjugal e familiar; luto;  perda ou problemas no emprego; transtornos mentais, como uso abusivo de álcool e outras drogas;  esquizofrenia e depressão. No idoso há aumento do risco quando há solidão, maus tratos, abandono e perda de vínculos. Tentativa prévia é um fator de risco muito importante, pois 15 a 25% das pessoas que tentam suicídio cometem nova tentativa no ano seguinte e 10% consumam o ato em pelo menos 10 anos.

Esses são apenas alguns dados em relação ao suicídio no mundo e no Brasil. Existem ainda diversos estudos em andamento e outros muitos já estabelecidos, fato é que o suicídio é um problema de saúde pública e que pode ser evitado. Percebo na minha prática clínica que o melhor meio de prevenção ao suicídio é incentivar o paciente a falar sobre o assunto; além disso, percebo que quanto mais as pessoas que estão inseridas no contexto do paciente informarem-se sobre o suicídio e falarem sobre isso abertamente sem medo ou preconceitos, menos tentativas e fatos consumados acontecem. Se a pessoa com ideação suicida sentir-se amparada pela família e pelos amigos, sem que hajam julgamentos desnecessários, é mais fácil que procure ajuda especializada o quanto antes, facilitando o prognóstico de uma forma global. Para cada caso existe uma abordagem e se Portanto, SABER E FALAR SOBRE SUICÍDIO É A MELHOR SOLUÇÃO!!!

PERCA O MEDO E O PRECONCEITO, NÃO PERCA TEMPO. PROCURE UM PSIQUIATRA.

Dra Vanessa Adegas Menin
Médica psiquiatra em Balneário Camboriú e Itajaí
CRM 2201 RQE 12908
Riviera Business. Itajaí.(47) 3046-8286 | (47) 99676-5623
Centro Médico  Barra Norte. B. Camboriú- (47) 4108-0060| 99900.0826
http://www.dravanessadegasmenin.blogspot.com.br

Arraiá Infantil traz alegria das festas juninas para o Balneário Shopping

O clima de alegria e “pula fogueira” que faz parte das festas de São João nesta época do ano vai tomar conta do Balneário Shopping neste sábado, 24 de junho. O Arraiá Infantil é aberto ao público e promete atrair crianças de todas as idades para curtir o evento temático das 15h às 18h, no pavimento L2, próximo à Riachuelo.

Assim como as tradicionais festinhas desta época do ano, o Arraiá Infantil do Balneário Shopping contará com decoração temática, música, doces e guloseimas juninas, além de um desfile caipira. Para participar, basta fazer a inscrição online para garantir a vaga e trazer 1Kg de alimento não perecível no dia da festa. O link para inscrição está disponível no site balneariocamboriushopping.com.br e o cadastro é nominal e individual.

AGENDA
Arraiá Infantil
Local: Balneário Shopping, pavimento L2, próximo à Riachuelo
Data: 24 de junho (sábado)
Horário: 15h às 18h
Valor: 1 Kg de alimento não perecível para doação
Inscrições: goo.gl/qGknbp

Sexta-feira com muito Hip Hop no Selenza 47

O final de semana começa agitado no Selenza 47, na Avenida Atlântica, em Balneário Camboriú. A casa, que nesta semana tem programação musical variada, recebe nesta sexta-feira a HIP HOP FUNK HITS, com os Djs Analu e João Wehmuth, que volta a comandar as pick ups da casa.

A DJ gaúcha Analu divide o set nesta sexta-feira (23) com muito Hip Hop no Selenza 47

Horários
Quarta e Quinta: 20H à 00H
Sexta-feira: 20H às 04H
Sábados: 12H às 03H
Domingo: 12H às 17H

O Selenza 47, que também atende como bar e restaurante, abre de quarta a domingo, na Avenida Atlântica, nº 5020.

Moradora de Balneário Camboriú leva Jeep Renegade do Balneário Shopping

O Jeep Renegade da campanha do Dia das Mães e Dia dos Namorados do Balneário Shopping já tem dono. A microempresária Adriana Maria Horter, 27 anos, teve o cupom sorteado entre cerca de 80 mil unidades inseridas na urna da promoção. Moradora de Balneário Camboriú, Adriana foi conferir o prêmio e receber as chaves do carro 15 minutos depois de ser sorteada e avisada por telefone de que era a sortuda da vez.

“Na hora que atendi a ligação, demorei a acreditar que tive tanta sorte. Achei que era trote”, contou a microempresária assim que chegou ao Balneário Shopping. Ela participou do sorteio com um total de sete cupons, resultado de compras feitas na Renner, CVC e Paquetá. “Troquei as notas fiscais no terceiro dia da campanha e disse para o meu marido, antes de inseri-los na urna, que este carro seria nosso. E realmente foi”, recorda-se.

A campanha de Mães e Namorados valorizou momentos vivenciados no Balneário Shopping. Cenas reais de mães e filhos e também de namorados foram flagradas pelas lentes do talentoso fotógrafo Daniel Aratangy – o “Paparazzo da Felicidade” – que clicou imagens autênticas, revelando demonstrações explícitas de amor sem que os clientes soubessem que eram fotografados. Para concorrer ao Jeep Renegade, bastava juntar R$ 200 em notas fiscais de lojas participantes da promoção e trocá-las por um cupom.

Fresh Market do Casa Hall Shopping volta nesta quinta-feira

Após um breve recesso no feriado da última quinta-feira (15), o Fresh Market está de volta ao Casa Hall Shopping neste dia 22, a partir das 16h. A ferinha de produtos orgânicos e naturais apresenta mais uma vez suas delícias saudáveis até às 19h e a cada semana aumentam os frequentadores e o número de expositores.

No local é possível encontrar hortifrutis orgânicos, tapioca feita na hora, produtos naturais, pães e bolos integrais, macarons, comidas funcionais, cafés, saladas com três tipos de proteína, especiarias da Casa do Chá e bolachas artesanais e caseiras, além das delícias irresistíveis do Padeiro Artisan.

Para descontrair o ambiente e animar a tarde ainda rola um som com a cantora Maloka Nunes, num acústico com voz e violão.

Passa lá! O Casa Hall Shopping fica na Avenida do Estado, 4770.

MORADOR DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ LANÇA LIVRO NA EUROPA

Aos 38 anos, o publicitário Heitor de Moraes começou a dedilhar as primeiras linhas de um romance literário que o levaria para além do continente sul-americano décadas depois. Hoje, aos 75 anos de idade, acaba de lançar a obra, intitulada “Uma Sinfonia para Cezanne”, e se prepara para ganhar o mercado europeu. A publicação entrará por Portugal e, em seguida, estará nas prateleiras das livrarias mais conceituadas da França e Alemanha. Uma Sinfonia para Cezanne encanta pela dinâmica assertiva da narrativa e, ao mesmo tempo, pelo inusitado de sua própria apresentação: chega às mãos do leitor acompanhado de um CD com a trilha musical que embala os protagonistas da história.
O início do romance tem por pano de fundo o fim da Segunda Grande Guerra, e tem por locação o berço da música clássica: a Europa. É lá que um famoso pianista conhece seu grande amor, dando início a um compasso de encontros e desencontros. O romance tem pitadas de mistério que instigam do começo ao fim, com segredos e descobertas que emocionam, transportando o leitor para um tempo de amor e incertezas, mas principalmente, de arranjos, melodias e muita arte.

Uma Sinfonia foi escrito em três tempos. Concluí a primeira parte 20 anos depois de tê-la começado. Em seguida, como num despertar criativo, a trama chegou com tamanha fluidez ao papel que a segunda e terceira partes foram concluídas sem intervalos”, revela o autor. Heitor mora na Praia do Estaleiro, e foi publicitário por 35 anos antes de se aposentar. Como um apaixonado pelas artes, ele revela suas intenções com a obra, que vão além de brindar o leitor com conteúdo de qualidade: “Penso que Uma Sinfonia para Cezanne pode ajudar a resgatar o gosto e o hábito de se ouvir música dos grandes mestres”, finaliza.
Uma remessa da publicação já está em Portugal e, a expectativa, é fazer o lançamento na França e Alemanha no mês de agosto. O livro tem 667 páginas e, no Brasil, esta à venda na Livrarias Catarinense no Balneário Shopping. Em Itajaí, na Livrarias Catarinense no Itajaí Shopping.

Passarela da Barra sedia primeiro evento com sucesso e segurança

Miss Balneário Camboriú iluminou o novo cartão postal da cidade na última semana

O mais novo cartão postal de Balneário Camboriú, a Passarela da Barra recebeu na última semana seu primeiro evento oficial, o desfile da Miss Balneário Camboriú 2017. O evento, organizado pela Agência Donaire, através da empresária Sandra Bronzina, foi um sucesso e reuniu dezenas de convidados para prestigiar o desfile, que elegeu Mariana Feijó como representante máxima da beleza no município. O título de primeira sucessora ficou com Andressa Gimenez e como segunda sucessora e também Miss Solidariedade a eleita foi Laura Adams Stoffels.

Conforme explica Sandra Bronzina, o maior desafio na concepção do evento foi a escolha do local do desfile. “Queríamos algo inédito e inusitado, chamando a atenção para a beleza da mulher de Balneário Camboriú e também para a imponência deste monumento, que é a Passarela”.

As candidatas Bruna Beatriz Veit, Laura Adams Stoffels, Mariana Pereira Feijó, Andressa de Souza Gimenez, Melissa Schoenau da Silva e Ana Paula Altmann Pina

Sandra avalia que ao optar pela realização num local público, as barreiras burocráticas foram o grande desafio a transpor, aliado ao fato de pouco antes da realização do concurso, o local não possuir habite-se, o que inviabilizaria a realização do evento. “Esta edição do concurso foi uma grande superação, em todos os aspectos, mas mostrou que com apoio e as parcerias certas tudo se resolve. Trabalhar com a Construtora Pasqualotto, através do Lindomar e do Alcino Pasqualotto foi uma experiência incrível e provou porque a empresa é destaque na construção civil”, pontuou Sandra.

Para viabilizar a realização do evento na Passarela da Barra, a Construtora Pasqualotto realizou doações imprescindíveis para que o local conseguisse o habite-se, incluindo itens de segurança como fechamento hermético das portas corta fogo da sala de energia, luzes de emergência, maçanetas, além de outras melhorias como pintura da recepção da área sul. “Tudo foi feito com muito empenho e profissionalismo, e graças ao evento essas melhorias necessárias para a segurança das pessoas que passam pela Passarela da Barra agora fazem parte permanente do patrimônio da cidade”, acrescentou a empresária.

Sandra destacou também a atuação do Corpo de Bombeiros do município, que trabalhou arduamente para que as aprovações ocorressem a tempo para o evento e garantiu que tudo estivesse dentro da lei. “Foi realmente um ato histórico e prova de que não devemos sentar e reclamar dos problemas políticos de nosso país, mas sim fazer o que tiver ao nosso alcance para melhorar a comunidade ao nosso redor. A Pasqualotto está de parabéns pela atitude, pois não apenas trazem o futuro para a cidade, como se preocupam com a comunidade de uma forma geral”, finalizou a empresária Sandra Bronzina.

A Construtora Pasqualotto foi um dos patrocinadores do evento, juntamente o Yachthouse by Pininfarina, Top Car Land Rover e Jaguar, Azimut Yachts, Music Park e Spengler Decor, além do apoio do Restaurante e Bar Mood, Balneário Shopping, Academia Wave, Onodera Estética, Psicóloga Renata Stulp, Psicóloga Miriam Pereira, Ana Alcântara Assessórios, Ana Alves Alta Costura e Dr Denis Pierry. A produção de cabelo e maquiagem tiveram assinatura do salão G Beauté, roupas e vestidos de Le Atelier, acessórios e joias por Donna Moderna e biquínis by Cia. Marítima Beachwear.

Passarela da Barra recebe seu primeiro evento em grande estilo. Eleição do Miss Balneário Camboriú aconteceu na última quinta-feira

 

Fotos EGD Filmes / Guilherme Dorn/ Sandra Bogo Tavares