7 Regras para aproveitar a vida ao máximo e ser feliz

Quando nascemos não recebemos nenhum “guia”, “mapa” ou “manual de instruções” sobre como ter uma vida plenamente feliz.

Ao longo dos anos, são as experiências que vão deixando as lições e percebemos que, mesmo sem existir um roteiro para guiar a vida das pessoas, existem regras básicas e universais que nos ajudam a ficar mais próximos da felicidade!

1. Faça as pazes com o seu passado

Ao ficar preso no que aconteceu no passado, você está limitando não apenas o seu futuro, mas principalmente o seu presente. E como sabemos, nunca teremos um futuro feliz se não soubermos aproveitar as coisas boas que surgem em nossas vidas.

Ah claro, e nunca conseguiremos enxergar as boas oportunidades se estivermos obcecados pelo passado!

Por isso, faça as pazes com aquilo que ficou para trás. Atenção, você não deve simplesmente ignorar ou esquecer o passado, mas apenas vê-lo como uma lição a ser aprendida que ajudará no seu presente e futuro.

2. Não ligue ao que os outros dizem sobre você

Infelizmente, as pessoas estão constantemente a tentar “controlar” o que os outros fazem ou deixam de fazer. Um dos “segredos” para ter paz e desfrutar plenamente da vida é justamente ignorar toda esta pressão!

A vida é sua e ninguém tem nada a ver com as decisões que você toma para tentar ser feliz. Nunca se esqueça disso!

3. O tempo cura (quase) tudo

Esta frase é mais velha do que a minha tataravó… mas não deixa de ser verdadeira!

Nenhuma dor é para sempre e, por mais que o sentimento de perda nunca desapareça, saiba que mais cedo ou mais tarde você vai se sentir melhor.

E quando o tempo terminar de fazer a sua parte, será a sua vez de continuar. Assim como os momentos de alegria podem ter um fim, toda a tristeza e dor também terá, abrindo espaço para um novo e belo capítulo na sua vida.

4. Ninguém está no comando da sua felicidade, só você!

Portanto, assuma a sua posição e tome as rédeas da sua vida de uma vez por todas! Isso significa que se você tem um sonho, a primeira pessoa a lutar para conquistá-lo deve ser VOCÊ!

Se você não está satisfeito(a) com o rumo que a sua vida está tomando, então pare, reavalie e mude. Lembre-se que você sempre tem a opção de mudar, mesmo que possa parecer difícil ou complicado, mas mais uma vez: a sua felicidade apenas VOCÊ comanda!

5. Não compare a sua vida com a de outras pessoas

Você já deve ter ouvido o ditado que diz “a grama do vizinho é sempre mais verde”, certo? Bem, este é o resumo de um outro erro bastante comum entre a maioria das pessoas: nunca estão satisfeitas com aquilo que têm!

Podemos não viver num castelo, ter rios de dinheiro ou ter o emprego mais legal do mundo… Mas temos objetivos e sonhos, e ao invés de ficar comparando aquilo que fulano tem e você não, passe a ação e faça com que os SEUS sonhos se tornem realidade!

Ah, e outra coisa: não julgue! Você também não sabe pelo que as outras pessoas podem estar passando em suas vidas e, antes de sair por aí levantando hipóteses mirabolantes para justificar atitudes alheias, pare e faça a seguinte pergunta: eu estou aproveitando a MINHA vida?

6. Pare de pensar demais nas coisas

Não tem problema em não conseguir resolver tudo na sua vida. Continue trabalhando e lutando e, quando você menos esperar, as soluções irão aparecer!

Não deixe que as frustrações te impeçam de continuar com a sua jornada. O caminho é longo, nem sempre é fácil e somente com muita força você chegará satisfeito ao final… Mas acredite, vale muito a pena!

7. Sorria

Você não tem todos os problemas do mundo, portanto saiba sorrir para todas as coisas boas que você conquistou ou que estão em sua vida!

5 segredos para criar bem seus filhos, segundo psicólogos de Harvard

O tempo voa e os comportamentos considerados adequados mudam com a mesma velocidade para que se acomodem à nova realidade

O fato é que tudo acontece tão rapidamente que, quando percebemos, notamos como as atitudes de hoje são completamente diferentes de quando eu ou você éramos crianças.

Hoje a geração internet desconhece o que é brincar na rua, subir em árvores e outras coisas simples que, para os mais velhos, faziam parte de uma infância feliz.

No entanto, essa mudança representa um verdadeiro desafio aos pais que, de acordo com a garotada de hoje, não tiveram o privilégio de crescer com a tecnologia.

Os adultos do futuro

Criar um filho em plena era tecnológica traz inseguranças aos pais.

Além de se preocuparem se estão fazendo o certo e seus filhos serão pessoas bem-sucedidas, precisam se preocupar se seus filhos saberão se relacionar com outras pessoas por meios que não sejam os virtuais.

Pensado nisso, alguns psicólogos de Harvard descobriram que há elementos básicos que ainda são muito importantes quando o assunto é a criação de filhos.

O segredo para criar uma criança bem ajustada nos tempos modernos é bem mais fácil do que imaginamos.

Confira:

Passe momentos de qualidade com seus filhos

Estar fisicamente presente na vida de seu filho não é o suficiente.

Isso significa que estar ao lado do filho e ficar logado no Facebook não adianta.

Os pais precisam se comunicar abertamente com os filhos, ouvir o que eles têm a dizer e fazer, juntos, coisas de que eles gostam.

Agindo assim, seu filho crescerá com a noção de ter consideração com outras pessoas e, acima de tudo, terá boas lembranças de sua infância.

Essa é a base de tudo.

Pergunte ao seu filho como foi o dia dele, ouça atentamente e o ajude a resolver os dilemas do dia a dia, lembrando que ele precisa aprender a lidar com seus próprios problemas e não ter alguém que resolva tudo POR ele.

Tire um tempo para aprender o jogo favorito de seu filho, para ler uma história a ele antes de dormir e se interesse genuinamente pelos afazeres dele.

Permita que seu filho veja em você um exemplo

Quanto menor a criança, mais ela absorve do ambiente em que vive.

O que você faz é o que seu filho vai aprender e, por isso, preste muita atenção em suas atitudes e modos.

Esteja pronto a admitir seus erros e aprender com eles, além de assumir a responsabilidade por seus atos. Peça desculpas.

Pratique a justiça, a humildade, a honestidade e o cuidado com você mesmo e com todos ao seu redor.

São esses valores que você estará ensinando ao seu filho. Uma criança somente o admirará se tiver confiança e respeito por você.

Ensine seu filho a se importar com os outros e ter expectativas morais altas

Se importar com a felicidade alheia e não ser egoísta pode render muitos benefícios ao futuro de uma criança.

Porém, não basta falar. É preciso honrar o comprometimento de seu filho.

Ensine a eles fazer o certo mesmo quando for difícil e seja o modelo.

Para isso, basta justificar tudo o que ensina a eles com atitudes.

Responsabilidades e obrigações devem sempre ser lembradas, pois surgem na vida de uma criança quando ela ainda é bem jovem: deveres em casa, no colégio, modos, com os amigos, etc.

Lembre seu filho de que ele não está sozinho e as pessoas esperam certas atitudes que ele pode e deve cumprir.

Incentive seu filho a apreciar e a agradecer

Uma criança que não é mimada é aquela que reconhece o papel das pessoas ao seu redor em sua vida.

Esse reconhecimento vem com a apreciação pelas pessoas que contribuem com sua rotina.

A gratidão é uma via dupla de efeitos maravilhosos.

As pessoas que praticam a gratidão são mais generosas, perdoam com maior facilidade e estão sempre dispostas a ajudar os outros. Essas pessoas também são mais propensas a serem felizes e saudáveis.

Ensine a gratidão com atitudes.

Seja grato pelas coisas boas que seu filho faz a você, mas tenha cuidado. Mostrar gratidão por algo que é responsabilidade dele pode deixa-lo mimado.

Os psicólogos de Harvard advertem que a gratidão deve vir de algo que não se espera dele, e não de algo rotineiro.

Ensine seu filho a enxergar o bem maior

As crianças sentem empatia por sua família e amigos mais próximos. O grande desafio é fazer com que elas ampliem o grupo.

Um amigo novo na sala de aula, alguém que trabalha no colégio e que não seja sua professora representam bem essa ampliação.

É importante que a criança entenda que suas ações impactam uma comunidade inteira.

Por isso, incentive-a a levar os sentimentos de outras pessoas em consideração.

Isso se aprende em coisas como consolar um amigo que está triste ou mesmo se apresentar a um aluno novo e fazê-lo se sentir incluído.

A infância é o momento em que se molda a personalidade de uma pessoa

Por isso, comece a prestar atenção ao desenvolvimento de seu filho e das crianças ao seu redor.

Fonte : https://curiousmindmagazine.com/parents-who-raise-good-kids/

O amor tem que ser uma escolha e não uma necessidade

Leve o tempo que for, o amor há de ser verdadeiro e pleno

Antes aguardar um amor verdadeiro do que se apressar e trazer um embuste para junto de si. Leve o tempo que for, o amor há de ser verdadeiro e pleno.

Li por aí que é necessário ser corajoso para ficar solteiro nos dias de hoje. Há uma carência muito grande se espalhando pelas redes sociais, uma necessidade de chamar a atenção pela forma como a pessoa se sente sozinha, sem ninguém. Várias postagens virtuais focam a solidão, o “ninguém me ama, ninguém me quer”, e recebem milhares de curtidas, sendo amplamente compartilhadas.

Isso porque parece que a sociedade cobra de todo mundo a necessidade de viver uma vida a dois, como se pessoas solteiras estivessem, na verdade, incompletas.

Abundam sites de relacionamentos, aplicativos que prometem o encontro com a alma gêmea, acirrando a visão distorcida das relações amorosas. É preciso perceber que estar sozinho ou acompanhado não torna ninguém mais ou menos feliz, simplesmente porque a felicidade começa dentro de cada um.

A partir do momento em que o amor passa a ser uma necessidade, e não uma escolha, corre-se o perigo de se aceitar qualquer companhia, pelo temor à solidão. Na verdade, o amor verdadeiro jamais se aloja em corações inseguros ou indecisos.

Amor requer certeza, inteireza, disposição e comprometimento. Amor se alimenta de verdades, do que não caminha junto com medo, fragilidade, carência. Tudo bem não estar pronto para o amor. A vida é de cada um e o amor também.

Não há nada de errado em estar solteiro, não importando sua idade, ou qualquer outra coisa, pois importa, sim, é ser feliz e estar satisfeito com a vida que se vive, da maneira como cada um se sente bem. Existe felicidade na vida a dois e na vida com um só. Existe, da mesma forma, tristeza na vida a dois e na vida com um só.

Já temos que lidar com tanta falsidade lá fora, enquanto trabalhamos e saímos pelos bailes da vida. Nada mais justo do que, ao menos dentro de nosso lar, vivermos a plenitude de um amor verdadeiro, sem máscaras, completo e sereno.

Temos que manter nossa dignidade ao fim do dia, seja junto a alguém, seja junto à nossa própria companhia.

Não nos esqueçamos: o amor tem que ser uma escolha e não uma necessidade.

Como conquistar o bronze perfeito com ajuda dos alimentos certos

A nutricionista Michelle Freitas fala sobre os alimentos ricos em betacaroteno que ajudam a conquistar um bronzeado bonito, natural e uniforme neste Verão.

Quando a estação mais esperada do ano chega – trazendo o calor e belos dias de sol que nos convidam para curtir a praia e piscina – uma pele bonita e bem cuidada com um lindo bronzeado é tudo o que desejamos. Mas você sabia que alguns alimentos podem ser grandes aliados para que você conquiste um bronzeado bonito, natural e uniforme? Isso mesmo, a nutricionista da Cia da Saúde Bistek Itajaí, Michelle Freitas,  explica que são justamente os alimentos ricos em betacaroteno que ajudam a pele a se bronzear mais rapidamente.

“O betacaroteno presente em alguns alimentos contribui para a produção de melanina que dá pigmentação à nossa pele. No geral, eles se apresentam na cor alaranjada como o mamão, cenoura, laranja, manga, abóbora e o damasco, por exemplo”, explica.

A nutricionista também destaca que investir em um dieta mais saudável e optar pelas comidas leves e pouco calóricas têm tudo a ver com o verão. “Além de garantir um bronze bonito, os alimentos ricos em flavonoides e betacaroteno, ajudam a proteger a pele. Existem também as cápsulas de betacaroteno, que podem vir adicionadas com alguns tipos de colágenos, nutriente muito importante para nossa pele. Os suplementos ajudam a complementar a dieta para garantir um bronze bonito, mas  nunca dispensando o uso do protetor solar”, orienta.

Caprichar na alimentação que garante um bronze perfeito e ainda comer alimentos gostosos e nutritivos faz muito bem.  Outras substâncias que contribuem com o bronzeado são: a vitamina E, presente nas castanhas, nozes, oleaginosas e azeite de oliva e também  o ômega 3, presente nos peixes e na chia que contribui para preservar o bronzeado por mais tempo.

A hidratação também não pode ser esquecida e acontece, principalmente, de dentro para fora, portanto, não esqueça de se hidratar ingerindo líquidos. O ideal é consumir pelo menos dois litros de água por dia.

Por Walkiria Werkade

3 Histórias comoventes sobre a Resiliência Humana

O que você faz quando se depara com um grande problema? Corre, chora ou encara? Dependendo da sua resposta, podemos afirmar se você é ou não uma uma pessoa resiliente. Mas afinal, o que é a resiliência?

A resiliência nada mais é do que a capacidade humana de superar as adversidades, transformando os momentos difíceis em oportunidades para aprender, crescer e mudar. As pessoas resilientes conseguem não apenas amadurecer emocionalmente, como também ficam mais fortes depois de ultrapassada a fase negativa.

Separamos 3 exemplos de pessoas resilientes que conseguiram dar a volta por cima e se tornar ícones mundiais!

Nelson Mandela e o incansável combate contra o Apartheid

Resiliência é uma das palavras mais usadas para descrever Mandela.

Após cinco décadas de luta, Nelson Mandela (1918 – 2013) foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, mas antes disso o líder da África Negra lutou contra um intenso e perverso regime de segregação e discriminação racial – o apartheid.

A sua força e desejo de ajudar as pessoas que sofriam com o preconceito não repercutiu apenas no continente africano, mas passou a ser um exemplo para todo o mundo!

E mesmo após 27 anos preso numa cela minúscula, com apenas poucos metros de comprimento para se locomover e privado de poder ver a sua família por quase três décadas, Mandela não aparentou ódio ou desejo de vingança quando finalmente foi libertado, mas uma grande serenidade que foi transmitida através de seus discursos que atravessaram o mundo:

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou o seu passado, ou sua religião. As pessoas aprendem a odiar, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto”.

Vencedor do Nobel da Paz (em 1993), Mandela é um dos exemplos mais claros da resiliência humana.

Stephen Hawking e a luta contra a esclerose

O físico teórico e cosmólogo mais consagrado da contemporaneidade não deixou que a sua grave condição física afetasse o sucesso da sua carreira, muito pelo contrário! Além de ter três filhos, um neto e inúmeros prêmios recebidos em reconhecimento aos seus estudos científicos, Hawking é uma lenda vida quando o assunto é Física e Cosmologia!

Mas para quem não sabe, Stephen Hawking foi diagnosticado aos 21 anos com esclerose lateral amiotrófica, uma doença grave que, gradativamente, vai paralisando todos os músculos do corpo da pessoa.

Passados mais de 50 anos do diagnóstico, Hawking já não tem quase nenhum controle sobre o seu próprio corpo, mas isso nunca o impediu de continuar a trabalhar e de feitos extraordinários – inclusive a participação em algumas séries de televisão e filmes!

Hawking tinha tudo para viver isolado numa casa sombria no alto de uma montanha, ignorando a tudo e a todos, devido a sua condição física. Mas o astrofísico é um grande exemplo de resiliência por ter conseguido superar muito bem as adversidades que surgiram ao longo de sua vida e a adaptar-se plenamente.

Viktor Frankl e a vida durante o Holocausto

A Segunda Guerra Mundial foi um dos episódios mais macabros do século XX e um dos mais horrendos de toda a história da Humanidade. Imagine como seria viver num campo de concentração? Agora imagine como seria ter que viver em QUATRO zonas de extermínio?!

O médico psiquiátrico austríaco Viktor Frankl (1905 – 1997) experimentou na pele durante três anos o inferno de viver em quatro diferentes campos de concentração nazista: os guetos de Theresienstadt, Auschwitz, Kaufering e, por fim, Türkheim.

Após ser separado de sua mãe, irmão e esposa, Viktor tenta manter a calma e resistir aos horrores do local se concentrando no seu trabalho – com a ajuda de algumas folhas de papéis roubados do escritório nazista, o psiquiatra começava a escrever aquele que seria o seu livro de maior sucesso.

Em 1945, o campo de concentração onde estava preso é libertado pelos Aliados. Como se não bastasse todo o sofrimento dos últimos anos, Viktor descobre que sua mãe, esposa e irmão foram assassinados nas câmaras de gás de Auschwitz.

Mesmo depois de todos esses eventos trágicos, Frankl consegue ultrapassar a depressão e seguir com a sua vida. Torna-se um dos mais prestigiados psiquiatras do mundo, sendo convidado para lecionar em importantes universidades, como Harvard e Cambridge, por exemplo.

Frankl é conhecido por ser o fundador da Logoterapia, uma vertente da psiquiatria que explora o sentido da existência do indivíduo e a sua dimensão espiritual. Aliás, os estudos de Frankl estão intimamente relacionados com os conceitos de resiliência… Mera coincidência?

“Tudo pode ser tirado de um homem, exceto uma coisa: a última das liberdades humanas – escolher a sua atitude em um determinado conjunto de circunstâncias, escolher seu próprio caminho” (Viktor Frankl).

O que fazer diante das birras dos filhos?

Guia para pais desesperados

Esses episódios de birra ,nos quais as crianças parecem não ter consolo, fazem que os pais se angustiem, acabem esgotados e sem saber o que fazer. Muitas vezes, o desconcerto os leva a optar por táticas desaconselháveis que podem transformar a raiva da criança em algo crônico.

O tema das birras é uma consulta frequente no que diz respeito a crianças de 2 a 4 anos; por isso, tem importância especial dentro da psicologia infantil.

Apesar do estresse que esse comportamento pode gerar nos adultos, é preciso destacar que faz parte de uma etapa maravilhosa, repleta de descobertas e aprendizagem. Por isso, os pais têm necessidade de instruir-se para aproveitar bem esta fase.

Por que as crianças fazem birra?

As birras são episódios de raiva e descontrole nos quais a criança pode jogar-se no chão, bater nos objetos ou jogá-los, gritar, chorar, inclusive machucar a si mesma ou o adulto que a acompanha.

Este comportamento surge por volta dos 2 anos de idade e, se os pais souberem lidar com ele, desaparecerá dentro do processo natural de desenvolvimento do pequeno – em geral se torna menos frequente até os 3 anos.

Analisar as birras é analisar a criança de 2 anos, com suas particularidades: nesta fase, a criança quer ter o controle de tudo, deseja mais independência do que suas habilidades e segurança permitem, e desconhece suas limitações. Quer tomar decisões, mas não sabe como agir direito e não tolera restrições.

Ao não saber expressar seus sentimentos verbalmente, exterioriza sua raiva ou frustração com o choro e a birra. Tal comportamento não é perigoso, e pode até ser útil à criança, mas os pais precisam saber lidar com ele.

Os principais fatores que desencadeiam as birras são:

– Desejo de independência

– Inconformidade diante de uma norma ou negativa

– Vontade de chamar a atenção

Guia para pais desesperados

Sendo este o comportamento típico da fase dos 2 anos, é importante aplicar uma série de estratégias que ajudam a controlar a situação. Se os pais souberem lidar com isso com naturalidade, os filhos ganharão doses importantes de autocontrole e atitude proativa diante da frustração.

Algumas recomendações:

– Não dar atenção à criança quando está fazendo birra. Não tentar acalmá-la. Não gritar nem bater nela. Mantenha a calma, demonstrando que quem tem o controle é você, o adulto.

Alguns especialistas recomendam isolar a criança enquanto faz birra, deixando-a em um lugar no qual não corra perigo, por um tempo curto (de 2 a 5 minutos), até que se tranquilize.

– Conservar regras, limites, normas, horários, ainda que não sejam do total agrado das crianças.

– Em hipótese alguma ceder aos caprichos das crianças. É preciso permanecer firme, ainda que o choro esteja esgotando sua paciência. Se você não fizer isso, estará ensinando seu filho a fazer birras para conseguir o que quer.

– Quando as birras acontecem em lugares públicos, com mais razão os pais devem demonstrar sua autoridade, pois estes cenários deixam os pais mais vulneráveis e, diante da pressão indireta do público, podem acabar cedendo. Se a criança vir firmeza nos pais, se tranquilizará mais rapidamente.

– Quando a criança se acalmar, é aconselhável abraçá-la, pegá-la no colo e conversar com ela, olhando sempre em seus olhos e adaptando-se à sua estatura; dizer-lhe o quanto você a ama, mas que não pode permitir esse tipo de comportamento.

Ainda que seja normal desesperar-se diante das birras infantis, lembre-se de que a criança se sente muito pior do que você ao ver-se com estas reações que não é capaz de controlar. Não hesite em demonstrar firmeza e lembre-se sempre: a palavra “não” também pode ser pronunciada pelo amor!

Fonte : Aleteia

Street Style

Paris fashion Week acabou e já assinamos nossas queridinhas inspirações.Estampa de bolinhas é um clássico, mas quando aparece em ênfase em um dos desfiles mais esperados do ano, a gente dá um valor super especial.

A Dior, trouxe um chamado surrealista nas peças lembrando do jogo domino, para viralizar nossas ideias de looks Lacradores!

Procurando o modelo ideal hoje trouxe essas opções da marca Alexia Gomes!Esta estampa tem um jeitinho vintage e remete às pin-ups. É fácil de usar e é sempre chique. Só tome cuidado para não ficar muito vovózinha ou sair por aí parecendo uma galinha d’angola.

Este lado de galinha d’angola da estampa de bolinha eu costumo quebrar escolhendo bolas maiores, em lugar de bolinhas. No caso isso mesmo que aconteceu na marca citada anteriormente .

Muita gente diz que estampa de bolinhas engorda, mas não é bem assim, se você escolher a estampa de bolinhas de fundo escuro, essa brincadeira de cores irá lhe favorecer !

Estampa de bolinhas consegue ser chique até em shorts e transforma um look com camiseta choker num look muito charmoso.! A montagem ficou bem high low.

E aí? Usaria ? Conta pra gente !

Todos as peças do post são da marca Alexia Gomes

Por Amanda Buttchevits

Instagram @amandabuttchevits

http://www.amandabuttchevits.com

Se não quiser adoecer fale de seus sentimentos

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Fonte: Resiliência Humana / Dr. Drauzio Virella

Não quero uma terapia, quero uma viagem

Colocar o pé na estrada também pode ser uma terapia. Veja como!

Viajar também pode ser uma terapia, além de trazer diversos benefícios – inclusive à saúde.

Afinal, diante de um problema, quem nunca teve vontade de entrar em um avião e ir para bem longe?

Pois é! Sair da rotina. Entrar em contato com a natureza, uma nova cultura e experiências… Tudo isso oferece muito mais do que novas vivências.

Viajar promove benefícios diretamente ligados à saúde física e emocional. Olha só!

Viagem é um estímulo de felicidade

Para entender melhor, é preciso conhecer nosso cérebro e como as emoções são reproduzidas por ele.

Quando alguém passa por situações ou momentos positivos ou prazerosos, ocorre uma reação em nosso cérebro com a produção de uma substância.

Isso mesmo! A dopamina é criada e transportada até o córtex cerebral. Neste momento, os impulsos elétricos são transformados em sensação de bem-estar.

Portanto, ao viajar, seu cérebro entende o momento como algo positivo e prazeroso, liberando a dopamina. Por isso ao viajar você se sente mais leve e feliz!

Entenda como viajar pode ser a terapia perfeita!

Como já sabemos, viajar é capaz de transformar sentimentos, inspirar novas atitudes e fortalecer decisões.

Por isso, a terapia de viagem é importante e essencial para quem está precisando colocar a mente nos eixos.

No que viajar te ajuda:

1. Sono em dia:

Todo mundo já sabe que dormir bem melhora a saúde física e mental. Portanto, durante uma viagem, você se preocupa menos com obrigações e consegue dormir mais e melhor!

2. Felicidade:

Um estudo conduzido pela Nielsen em 2014 em nome da Diamond Resorts Internaction constatou que pessoas que tiram férias regularmente são mais felizes, saudáveis e possuem melhores relacionamentos.

Além disso, a felicidade de viajar durava por muito tempo e os viajantes tinham uma visão mais positiva da vida!

3. Menos estresse, mais produtividade:

Sim! Pessoas que viajam mais costumam ser menos estressadas, além de serem mais produtivas em suas vidas pessoais e profissionais.

Conseguem, em sua maioria, encontrar melhores soluções e motivações.

4. Tranquilidade e paciência:

No dia a dia, estamos sempre acostumados com a impaciência e momentos de ansiedade. Ao viajar baixamos os níveis de estresse e nos tornamos pessoas mais tranquilas e pacientes.

Este sentimento tende a se estender por vários dias após a viagem, ou até meses. Tudo depende de quantas viagens você deseja fazer em um período de tempo!

5. Relacionamentos: Viajar também ajuda no aspecto dos relacionamentos. Além de conhecer novas pessoas com culturas e costumes diferentes, pode melhorar suas relações e fortalecê-las!

Afinal, são em momentos fora da rotina que aproveitamos mais junto ao outro, não é mesmo?

Viagem como terapia da mente

Por fim, além de todos esses benefícios que citamos acima, viajar também possui relação direta com a diminuição das chances de depressão e doenças emocionais.

Portanto, adote este estilo de vida como terapia para uma vida mais saudável e feliz!

Fonte : Ambiental Turismo

Um relacionamento bem vivido nunca será um peso

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava com terapia conjugal, elaborou os ‘dez mandamentos do casal’.

Gostaria de analisá-los, já que trazem muita sabedoria para a vida e a felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os nossos próprios.

1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo

A todo custo, evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegura a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso nos convencermos de que, na explosão, nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: destroços, mortes e tristezas; portanto, jamais podemos permitir que a explosão chegue a acontecer.

2. Nunca gritar um com o outro

A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria. Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente e, por isso, precisa impor, pelos gritos, aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro

Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, mas no diálogo não. Portanto, se, por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença” para que, mais rapidamente, ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de “guerra”, uma luta inglória. “A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral”, dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas. Não podemos nos esquecer de que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes, uma pequena discussão esconde, por muitos dias, o sol da alegria no lar.

4. Se for inevitável chamar à atenção, fazê-lo com amor

A outra parte tem de entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva, pois esta é amorosa, sem acusações nem condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor.

5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado

A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos alguém por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente, não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que este mal não ocorra nos momentos de discussão. Nessas horas, o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta e tudo de mau pode acontecer em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas.

Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz, e ela tem um preço: a nossa maturidade.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge

Na vida a dois, tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo

Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou, no dia anterior, para ferver o leite sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com perseverança busquemos a solução.

8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.

Muitos têm reservas enormes de ternura, mas se esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isso também com palavras. Especialmente para as mulheres, pois nelas isso tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância.

Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer! “Eu te amo”, “você é muito importante para mim”, “sem você eu não teria conseguido vencer este problema”, “a sua presença é importante para mim”, “suas palavras me ajudam a viver”… Diga isso ao outro, com toda sinceridade, toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.

Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos, não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isso é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. Quando um não quer, dois não brigam

É a sabedoria popular que ensina isso. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será “não por lenha na fogueira”, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes, é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes, será por um abraço carinhoso ou por uma palavra amiga. Todos nós temos a necessidade de um “bode expiatório” quando algo adverso nos ocorre. Quase inconscientemente, queremos, como se diz, “pegar alguém para Cristo”, a fim de desabafar as nossas mágoas e tensões. Isto é um mecanismo de compensação psicológica que age em todos nós nas horas amargas, mas é um grande perigo na vida familiar.

Quantas e quantas vezes acabam “pagando o pato” as pessoas que nada têm a ver com o problema que nos afetou. Às vezes, são os filhos que apanham do pai que chega em casa nervoso e cansado; outras, é a esposa ou o marido que recebe do outro uma enxurrada de lamentações, reclamações e ofensas, sem quase nada ter a ver com o problema em si.

Temos de nos vigiar e policiar nestas horas para não permitir que o sangue quente nas veias gere uma série de injustiças com os outros. E temos de tomar redobrada atenção com os familiares, pois, normalmente, são eles que sofrem as consequências de nossos desatinos. No serviço, e fora de casa, respeitamos as pessoas, o chefe, a secretária etc, mas, em casa, onde somos “familiares”, o desrespeito acaba acontecendo. É preciso toda a atenção e vigilância para que isso não aconteça. Os filhos, a esposa, o esposo, são aqueles que merecem o nosso primeiro amor e tudo de bom que trazemos no coração. Portanto, antes de entrarmos no recinto sagrado do lar, é preciso deixar lá fora as mágoas, os problemas e as tensões. Essas até podem ser tratadas na família, buscando-se uma solução para os problemas, mas, com delicadeza, diálogo, fé e otimismo.