O mestre dos bisturis

Viver bem consigo mesmo em relação ao corpo e com autoconfiança, é com certeza o desejo da muitos. Mas, algumas vezes só a alimentação correta e a prática constante de atividades físicas não são suficientes. Afinal, quem nunca se olhou no espelho e pensou que gostaria de modificar ou melhorar ao menos uma parte do corpo? Quando alguém se depara com está situação, a resposta é encontrada por meio dos procedimentos estéticos. Porém, essa solução só é perfeita quando se está com os melhores profissionais. Por isso, nesta edição trazemos o dr. Guilherme Schmitt que tem uma experiência intensa de mais de dez anos de trabalho, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e referência em Itajaí, Gaspar e região, para falar um pouco da sua trajetória nesta área tão fascinante, capaz de devolver a autoestima tão vital para todos nós.

Natural de Gaspar, formou-se em medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em cirurgia geral pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em cirurgia plástica, pelo Hospital das Clínicas da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo (USP), Instituição tida como uma das melhores da América Latina e de expressivo renome mundial. De lá para cá, a busca pelo conhecimento se revelou como uma constante em sua vida.
São inúmeros os cursos e especializações que fez e continua fazendo tanto no Brasil, quanto no exterior, como em Nova York e Miami. “No mínimo uma ou duas vezes por ano vou aos Estados Unidos para cursos ou congressos, por exemplo”, comenta.

Com agenda lotada, cerca de 20 cirurgias/mês e atuando com as técnicas mais avançadas e seguras na busca de melhorar a qualidade de vida e a autoestima de seus pacientes, dr. Guilherme se reveza no atendimento em seus dois consultórios, sendo um na cidade de Gaspar e o outro, que recentemente foi reinaugurado em novo endereço para um atendimento com ainda mais excelência, em Itajaí. E quando o assunto é qualidade no trabalho, o cirurgião
plástico nos revela que entregar um bom resultado, é o mínimo que qualquer profissional deve fazer. E quando perguntando em relação aos diferencias do seu trabalho, dr. Schmitt prontamente responde que um deles está no atendimento pós-operatório. “Atenção ao paciente não pode ser apenas durante as consultas que antecedem a cirurgia. O paciente não quer apenas um bom resultado, ele quer também vivenciar uma experiência diferenciada. E
isso, eu e minha equipe proporcionamos. Somos muito atenciosos. E para uma boa recuperação é preciso, além dos cuidados usuais, que ele ou ela se sintam seguros, sabendo que a qualquer dúvida, desconforto ou o que for, eu estarei ali”, destaca o cirurgião.

Além das cirurgias estéticas, dr. Guilherme também atende as reconstrutoras. E foi na cirurgia reconstrutora, um dos primeiros contatos que teve com este universo, isso aos 12 anos, quando sofreu um trauma no dedo indicador com fogos de artifícios, tendo que passar por duas cirurgias. Ali nascia, sem nem mesmo ainda entender, o fascínio pela cirurgia plástica. Outro fator que o estimula todos os dias a fazer o melhor, é o retorno que recebe de seus
pacientes. “Poder ouvir que contribui para recuperação da autoestima de alguém, que está pessoa sente-se mais segura e feliz com ela mesma, é indescritível. Isso me move todos os dias”.

Confira os procedimentos por ele realizados:
Face
Lipoaspiração
Pálpebras
Nariz
Coxas
Orelhas
Implantes
Mamas

Braços
Abdome
Cirurgia reparadora
Estética facial

SERVIÇO:
Dr. Guilherme Schmitt
Cirurgião plástico

Itajaí
Riviera Business & Mall
(47) 3021-5921 | 99293-4020
Av. Osvaldo Reis, 3281 – Sala 1503 – Praia Brava

Gaspar
Atitude Centro Empresarial
(47) 3332-8286 | 98480-8286
Rua São José, 253

A cirurgia plástica e a diversidade da beleza

Nove em cada dez mulheres brasileiras se submeteriam à, pelo menos, uma intervenção cirúrgica para mudar algo no corpo. Mas quem anseia por uma mudança estética deve ter uma visão realista e não deve seguir padrões, mas sim compreender a diversidade da beleza.

Quando você pensa em “beleza” o que vem em sua mente? Talvez um rosto com olhos claros e
lábios carnudos ou um corpo escultural de pele bronzeada? Mas, será esse o padrão de beleza?
Afinal, existe um padrão de beleza ideal? Pela própria natureza da nossa profissão, dia a dia
planejando e executando alterações no aspecto físico das pacientes, somos muitas vezes impelidos a responder questões como essa. E não é só por convicção, e sim por evidências, que a resposta torna-se tão óbvia. Não há um padrão de beleza. Não há volume do seio ideal, medidas da cintura, quadril… nada, quando o assunto é beleza, não há padrão.
Observando por esse aspecto, pode-se compreender os motivos pelos quais o brasileiro é tido como um dos povos mais bonitos do planeta. Não temos um único padrão de beleza, mas sim uma diversidade incrível, onde devido à nossa miscigenação, ganhamos traços tão diferentes entre si e tão bonitos ao mesmo tempo.
Pois não é que, na contramão dessa afirmação, está o resultado de uma recente pesquisa,
desenvolvida pela Dove/Unilever, onde mostra as mulheres brasileiras entre as que têm a
autoestima mais baixa? Segundo a pesquisa, dois terços das mulheres entre 15 e 60 anos de idade evitam atividades básicas da vida porque se sentem mal com sua aparência e 92% das mulheres declararam estar descontentes e querem mudar pelo menos um detalhe do aspecto físico. Essa ansiedade, sentimento de inadequação e baixa autoestima são os primeiros efeitos colaterais da busca pela beleza de forma inadequada.
De fato, a beleza sempre foi uma busca constante do ser humano. E, ao longo da história, diferentes padrões de beleza foram sendo adotados de acordo com cada época, conforme a proporção das formas e a harmonização. Ao longo dos anos, a beleza passou por vários tipos físicos: proporções matemáticas, corpos roliços, músculos salientes, magreza excessiva… mas, a busca pela beleza física quase sempre foi um objetivo considerado, por algumas pessoas, uma busca infindável. E até mesmo inalcançável, em passado não muito distante de nossa história.
Os números da pesquisa da Unilever podem ser comprovados pela demanda cada vez maior por intervenções no campo estético, que atualmente estão mais disponíveis. Se antes tornar-se e sentir-se mais bonita era inalcançável, hoje é muito palpável. Algumas das mulheres entrevistadas alegaram que se submeteriam a todo tipo de intervenção estética para sentirem-se mais belas. Isso explica o fato de o Brasil estar sempre em disputa com os Estados Unidos pelo topo do ranking mundial de cirurgias plásticas.
E é nesse contexto que entra um importante papel do cirurgião plástico. Com uma grande parcela da população disposta a submeter-se a, pelo menos, um tipo de intervenção cirúrgica para melhorar a aparência, cabe ao cirurgião direcionar essa mudança, observando o aspecto natural de cada pessoa, adequando os anseios de cada paciente à realidade de uma forma natural. Observando seus traços, sua estrutura física, sua etnia… valorizando a individualidade e a diversidade, valorizando as diferenças de cada um da melhor forma possível.
Desta forma, é importante compreender que mesmo a cirurgia plástica oferece limitações quanto às mudanças físicas. Não é possível tornar uma pessoa mais jovem, mais alta ou mais baixa, torná-la igual àquela artista tida como referência… enfim, não é possível mudar a essência física de uma pessoa. Também não é possível, através da cirurgia plástica, resolver todos os problemas da vida de alguém. Compreendendo isso e, portanto, aceitando suas próprias características, é que será possível valorizar suas qualidades físicas, evidenciando o que se tem de melhor de forma individual, como uma impressão digital.

 

POR ANDY ERN
Cirurgião Plástico
CRM/SC 9794 RQE 6681

 

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