Alimentação com baixo consumo de carboidratos foi o tema central de seminário e workshop realizados em Florianópolis

O primeiro Floripa LowCarb, com o apoio da Associação Brasileira Lowcarb, apresentou evidências científicas em palestras com grandes nomes da Medicina e Nutrição

Com o objetivo de posicionar a “Low carb” (dieta com baixo consumo de carboidratos) entre as estratégias de saúde disponíveis para pacientes nos hospitais e propagar seus benefícios para todos que desejam aderir a uma alimentação saudável foi realizado no último fim de semana, na capital catarinense, a primeira edição do Floripa LowCarb. O evento, que contou com um seminário com intensa programação de palestras e também um workshop – que apresentou estratégias práticas de aplicar a low carb no dia a dia – trouxe a Florianópolis nomes que são referência na área; entre eles os médicos José Resende Barros Neto e José Carlos Souto, este último o presidente da Associação Brasileira LowCarb (ABLC).

Para a idealizadora e coordenadora do Floripa LowCarb, Mariana Bastian, o objetivo é tornar uma estratégia alimentar dentro dos consultórios. “As pessoas têm que estar informadas e saber que é uma opção de saúde, sim”, explica Mariana, que organizou o seminário ao lado da mãe, a nutricionista Mari Abreu, e o marido, o médico do aparelho digestivo Carlos Bastian. Outra meta estabelecida é fortalecer a ABLC. “Através de uma associação podemos debater, questionar órgãos públicos sobre a conduta da saúde pública. A associação servirá também para conferir autenticidade a produtos com o selo low carb, protegendo quem realmente é doente, como os diabéticos, que precisam da lowcarb como estratégia de saúde”, completa Mariana.

Um dos palestrantes presentes, José Resende Barros Neto, médico especialista em Clínica Médica e Nefrologia, explicou sobre a importância da saúde baseada em evidências e desmistificou lendas como a estratégia de alimentação low carb prejudicar órgãos como a vesícula e o coração. Neto ressaltou, também, o quanto as universidades de Medicina estão defasadas, não introduzindo cadeiras de Nutrição. “Minha avó que usava banha de porco sabia mais de nutrição do que eu, formado em Medicina”, brincou. O médico destacou ainda a interpretação equivocada e tendenciosa de pesquisas, principalmente as que demonizaram, anos atrás, o consumo de gorduras.

O seminário também abordou a questão da disciplina, imprescindível para a efetividade de dietas que exigem mudança de comportamento. Felipe Tuono, coach nutricional e treinador comportamental, realizador do I Seminário Gaúcho de Alimentação Paleo Low Carb, sugeriu ao público que planeje as datas que deseja “furar a dieta” ao longo do ano. “É preciso que assumamos autorresponsabilidade, para fazermos escolhas que fazem sentido para nós, sem nos deixarmos influenciar pelos outros”, disse Tuono, que auxilia médicos e nutricionistas na manutenção e adesão ao plano alimentar por parte dos pacientes. Para ele, “a autorresponsabilidade nos dá protagonismo”.

Talvez o nome mais aguardado pelos inscritos no seminário, José Carlos Souto, trouxe dados alarmantes sobre a saúde pública. “Apenas 12% da população americana goza de boa saúde e mais de 50% dos brasileiros tem sobrepeso. Não faz sentido empregar uma mesma pirâmide alimentar para todo mundo”, disse o médico, fazendo alusão à defasada pirâmide que traz em sua base os alimentos ricos em carboidratos como massas, pães e cereais. O Presidente da ABLC também esclareceu lendas como o consumo de gorduras ser prejudicial; e mostrou-se assustado por muitos hospitais ainda optarem por gorduras como a margarina em vez da gordura animal, como manteiga e banha de porco. “Adotar a low carb como uma das estratégias padrão é questão de saúde pública”, alerta.

Entre os estudos científicos apresentados por ele na palestra, um deles – publicado em veículos respeitados da área da Medicina mas sem repercussão na grande imprensa – comprova que “a gordura saturada aumenta as partículas de LDL grandes, que não aumentam o risco cardiovascular”. Souto finalizou a sua explanação dizendo que “os únicos bichos obesos são os que comem a comida do ser humano”.

Outra presença aplaudida pelo público foi a da nutricionista Polyana Freitas, gaúcha conhecida como a “nutri das panelas”. Além de compartilhar receitas práticas e mostrar que é possível ter refeições fartas e saborosas seguindo a estratégia low carb, Polyana ressaltou que “não adianta seguir uma dieta à risca de segunda a sexta e no fim de semana ter dois dias de ‘lixo’”. Ela sugere pequenas porções (cerca de 30g) de amêndoas e castanhas para lanches à tarde.

 

Como tornar sua alimentação mais saborosa e termogênica

Os alimentos termogênicos estão em alta! Estes alimentos ajudam a acelerar o metabolismo e aumentam a temperatura corporal, fazendo com que o corpo gaste mais energia, resultando na queima de calorias e consequentemente na perda de peso.  Importante ressaltar que só ingerir estes alimentos sem nenhuma atividade física, não trará resultados!

O consumo desses alimentos só deve ser feito caso não haja nenhuma restrição médica, e indivíduos com hipertensão, insônia ou ansiedade também devem evitar e somente consumir posteriormente avaliação e liberação nutricional.

A cozinha brasileira é rica em temperos como alho, cebola, cheiro verde, louro, manjericão e uma grande variedade de ervas… Então, que tal acrescentar alguns ingredientes termogênicos como pimenta, gengibre, canela e linhaça, que além de dar sabores diferentes aos alimentos, aceleraram o metabolismo?

Vamos conhecer alguns:

Pimenta Vermelha: Rica em capsaicina, substância que favorece o aumento da quebra de gorduras no tecido adiposo, aumenta em até 20% a atividade metabólica.

Gengibre: Tem ação bactericida, desintoxicante, melhora o sistema digestivo, respiratório, circulatório e ainda é termogênico, favorecendo a queima de gordura corporal.

Canela: Age como facilitadora da digestão, combate a flatulência e diminui o nível de açúcar do sangue.  Excelente ingrediente para portadores de diabetes.

Linhaça: Ideal para o controle de peso, ela acelera a queima calórica e regulariza o intestino, aumenta a defesa orgânica e ainda reduz o ritmo de envelhecimento celular.

Café: Estimulante e termogênico natural, auxilia a manter-se em estado de alerta. É importante lembrar que altas doses podem acarretar problemas estomacais, insônia e ansiedade.

Mostarda: O componente ativo da mostarda, o tumérico, ajuda a tornar mais lento o crescimento de tecido gorduroso. Adicione os grãos de mostarda a molhos, caldos e pratos especiais.

Cardamomo: Melhora a digestão, têm efeito estimulante ativando a queima calórica. Você pode adicionar de 2-3 sementes em sucos desintoxicante e energéticos, chás ou bebidas de preferência.

Vinagre de maçã: O ácido acético aumenta a termogênese e se torna ideal para se utilizar em saladas ou temperos.

Essas informações não dispensam o acompanhamento de médicos ou nutricionistas.

Por

Michelle Freitas

Empresária e nutricionista 

Cia da Saúde

Instagram: ciadasaudeitajai

redeciadasaude.com.br

(47)3249-0160    (47)99970-1303 Whats App

Rua: Heitor Liberato, 1550 – Sala 32 – São João, Itajaí

Segunda a sábado das 9 às 22 hs

Domingo e feriados das 14 às 20hs

Transtornos da alimentação

São doenças mentais que têm como característica comum o comportamento alimentar disfuncional por perda de controle. Esse comportamento causa prejuízo funcional global e grande sofrimento psíquico para quem o vivência. Os transtornos alimentares mais conhecidos são a anorexia nervosa e a bulimia; porém, existem muitos  outros chamados de transtornos da alimentação sem outra especificação, como as compulsões periódicas, por exemplo. A prevalência dessas doenças, de todas elas está cada vez mais alta. Em geral ocorrem mais nas mulheres adolescentes, mas não é incomum nos homens e em crianças. A era moderna do culto ao corpo, da ditadura da beleza com seus padrões inatingíveis somados a outros fatores ambientais como o mau uso da tecnologia, a falta de estrutura familiar e de referências saudáveis na infância, gerando personalidades problemáticas e vulneráveis, são, para mim, os principais gatilhos para o aumento considerável da prevalência dos transtornos alimentares na nossa sociedade atual. A obsessão por questões que deveriam ser tão pouco relevantes elevou os transtornos alimentares a nível de epidemia.

Existe um perfil característico como fator de risco para desenvolver tais transtornos e isso é importante para que consigamos identificar e ajudar quando necessário. Até porque pela minha experiência na maioria das vezes não é o paciente que percebe que existe algo errado e sim as pessoas em seu entorno. O perfil mais vulnerável de acordo com a minha experiência em consultório é a pessoa perfeccionista que funciona de forma dicotômica atuando sob a
perspectiva do “tudo ou nada”, do “oito ou oitenta”, são carentes de afeto e de atenção, solicitando-os de forma sistemática e cansativa, mas podendo também apresentar-se de forma inversa, demonstrando ser extremante distante e pouco sentimental.

Os transtornos alimentares têm diversas causas e é importante atuarmos nas mesmas para que haja sucesso terapêutico. O tratamento deve ser sempre multidisciplinar com diversos profissionais atuando em equipe. Idealmente tal equipe deveria ser composta por psiquiatra, psicólogo, nutricionista e terapeuta holístico e o objetivo dessa abordagem é acabar com o sofrimento psíquico agudo e manter o equilíbrio após o tratamento, trabalhando
também na reabilitação e prevenção de novos episódios.

Um fator importante a ser ressaltado é o fato de que cada transtorno da alimentação possui suas particularidades e é comum que hajam outras doenças psiquiátricas comorbidas como a depressão e/ou ansiedade. Portanto, o plano terapêutico, apesar de dever ser sempre multidisciplinar, é individualizado.

A qualquer sinal de sofrimento psíquico em relação a alimentação procure um psiquiatra que ele saberá traçar o plano de tratamento em equipe.

Por

Dra. Vanessa Adegas Menin

(47) 4141.8781 – (47)99641.8781

http://www.desvendandoapsiquiatria.com.br

clinsam.dap@gmail.ccom

Instagram e Facebook: vanessapsquiatria

Youtube: Desvendando a psiquiatria

Cuidados com a saúde orofacial na infância

Após o nascimento do bebê, inúmeros fatores influenciam a manutenção da saúde oral. Conhecer os elementos que compõem este universo é o primeiro passo para manter

a saúde e o correto desenvolvimento infantil. E é na amamentação que tudo começa. Além do leite materno ser excelente fator para a saúde do bebê, amamentar estreita os laços entre mãe e filho. A prática tem um papel importante no desenvolvimento dos músculos e ossos da face, chamadas estruturais orofaciais. Quem explica é a fonoaudióloga, mestre em saúde e especialista em voz, Sabrina Tolentino da Silva.

Após esse período, o assunto que ganha destaque é o uso, ou não, da chupeta e da mamadeira. Sabrina diz que, em relação a esse assunto, há pro ssionais com pontos de vista diferentes, mas o que deve prevalecer é o bom senso. “Evite usar a chupeta ou mamadeira com dependência emocional, o famoso “calmante de bebê”, e também evite manter o uso além dos dois anos de vida”, orienta.

A alimentação é outro fator relacionado diretamente à saúde orofacial. Fique atento à inclusão de alimentos

sólidos após os seis meses. Com um ano de idade, o bebê

já pode iniciar a ingestão de alimentos de adultos. E qual a razão desta recomendação? A fonoaudióloga explica que “a mastigação é um um exercício para a musculatura facial e para manutenção da posição dos dentes nas arcadas. O ideal é mastigarmos dos dois lados da boca e com os lábios fechados”.

A respiração correta, a fala, a formação dos dentes, entre outros fatores relacionados, são funções que também contribuem com a saúde orofacial. Caso você observe alguma anormalidade no progresso orofacial da criança, procure ajuda especializada o mais rápido possível, para evitar que o tempo resulte em reflexos negativos no seu desenvolvimento.

Por Sabrina Tolentino

Fonoaudióloga, Mestre em

Saúde e Especialista em Voz

Rua Cônego Thomaz Fontes, 480 – sala 41 4o andar – centro – Ed. Bamerindus – Itajaí. 47 99944.2612 • 3344.1659 http://www.sabrinatolentino.com.br

Saúde de mãe para filho

Durante a gravidez, os cuidados com a alimentação redobram, afinal, um novo ser está em formação e precisa dos melhores alimentos para a garantia da saúde. Comer pelo menos três frutas por dia, incluir saladas variadas nas refeições e beber – no mínimo – dois litros de água diariamente são apenas alguns hábitos recomendados para as gestantes. Para saber mais sobre a importância da alimentação no período da gestação, a Bem-Estar conversou com a nutricionista clínica funcional, Daiani Reis (CRN 10 1826).

A nutricionista destaca que, durante a gestação, através das escolhas alimentares da mãe, é possível trabalhar o paladar do bebê para que ele tenha uma alimentação mais saudável ao longo de sua vida. Para isso, é fundamental evitar alguns alimentos, como os ricos em gorduras e açúcar, e pobres em nutrientes. As melhores opções para o cardápio são as frutas, legumes, verduras e lanchinhos saudáveis.

Outros cuidados importantes citados por Daiani são controlar o consumo de café, devido à quantidade de cafeína, e não ficar longos períodos do dia sem se alimentar, principalmente nas épocas de enjoo. “Em geral, os enjoos são quedas bruscas de açúcar no sangue. Por isso, é importante comer a cada duas horas alimentos que mantêm o açúcar mais constante na corrente sanguínea, por exemplo, alimentos integrais, frutas e gorduras boas (castanha, amendoim e abacate)”, esclarece. A nutricionista recomenda que as mulheres que sentem mais enjoos optem por alimentos que tenham odor menos intenso, mais neutros, e sejam de fácil digestão, como arroz, macarrão e carne grelhada. “Procure um nutricionista para acompanhá-la durante a gravidez. Isso é um importante passo em direção à qualidade de vida, sua e do seu bebê”, finaliza Daiani.

Alimentos aliados:

Frutas.

Saladas (em especial folhas verdes escuras e legumes de cores amarelas e alaranjadas).

Proteína animal (ovos, peixe, frango e carne vermelha) e proteína vegetal (feijão e lentilha).

Gorduras boas (castanhas, amêndoas, amendoim, abacate, azeite de oliva extra virgem).

Carboidrato (batatas, aipim, arroz integral, macarrão integral).

Alimentos vilões:

Alimentos industrializados e ricos em conservantes.

Molho de soja e temperos industrializados.

Alimentos que contêm adoçante na composição.

Refrigerantes, suco de frutas (mesmo os naturais) e bebidas alcoólicas.

Frutos do mar como mexilhões e camarão.

Daiani Reis

Nutricionista Clinica Funcional e Estética

(CRN10 1826)

Clínica Santa Clara – Praia Brava

Mãe do Luiz Antônio

Instagram: @daianireis_nutri

Facebook: Nutricionista daiani reis

Email: daiani.reis@yahoo.com.br

Alimentos podem descompensar o metabolismo e inflamar o cérebro

A escolha dos alimentos que são ingeridos no dia a dia faz toda a diferença na saúde geral do corpo. Mas, o que poucos sabem é que algumas opções, muito comuns na rotina da maioria das pessoas, também podem descompensar o metabolismo e acabar inflamando o cérebro.

Composto essencialmente de gordura e movido a glicose, o cérebro é afetado pela alimentação rica em açúcar ou de alto índice glicêmico, como massas, pães brancos, cucas e bolos. “Eles fazem a glicação aumentar. Dessa forma, a “caramelização”, ou seja, o endurecimento das proteínas dificulta a troca de oxigênio, de nutrientes e a neurotransmissão”, explica a médica nutróloga Cristiane Molon.

A especialista também esclarece que, para evitar o problema, a dica é ingerir gorduras e açúcares saudáveis. “Ao infringir essa regra, podemos descompensar nosso metabolismo cerebral”, complementa, lembrando que, ao comprometer as funções do cérebro, todo corpo acaba sendo afetado. Quando, por exemplo, o eixo hipotalámico-hipofisário sofre disfunção, a tireoide fica comprometida, deixando o metabolismo do corpo todo lento.

Para reduzir as chances de inflamar o cérebro, é preciso optar por comida sem manipulação química. “Prefira peixes, ricos em gorduras boas, tipo ômega 3, óleo de coco, azeite de oliva extravirgem de boa qualidade, oleaginosas, como castanhas, nozes e amêndoas, verduras e legumes orgânicos, consuma geleia real e alga clorella”, destaca.

A nutróloga também enfatiza que, para ter saúde, o sono reparador é fundamental, assim como o controle do estresse e a prática regular de exercícios físicos. “Muitos estudos indicam os benefícios da meditação para manter uma boa memória e também auxiliar no controle do cortisol, hormônio do estresse, que, quando em excesso, relaciona-se com a diminuição da memória e da concentração”, completa.

Evite

– Carnes embutidas, processadas, conservadas e congeladas, como salsichas e mortadela, e alimentos de micro-ondas, como nuggets e lasanhas.

– Fast food, como hambúrguer, sanduíches regados de molhos prontos, amidos e gorduras trans.

– Alimentos com gorduras processadas industrialmente. Ainda que a gordura seja vegetal, o processo de refinamento provoca o mau funcionamento cerebral. Assim, os piores alimentos são chips, salgadinhos, amendoim crocante e outros usados como aperitivos. Esses produtos são cheios de gordura hidrogenada e sódio;

– Alimentos fritos em óleos vegetais de soja, canola, milho, girassol. A fritura gera acrilamida, uma substância potencialmente tóxica;

– Alimentos com grande quantidade de amido e açúcar, como pães, doces, bolos, embutidos;

– Macarrão instantâneo, temperado com glutamato monossódico e outros temperos artificiais.

Sobre a Dra. Cristiane Molon

É médica especializada em nutrologia com pós-graduação em Prática Ortomolecular e Saúde da Família.

 

 

5 Benefícios da Batata doce

A batata-doce tem uma excelente capacidade para fornecer energia devido aos seus carboidratos saudáveis que não elevem em excesso o nível de açúcar no sangue, sendo uma excelente opção para quem malha frequentemente.

Além disso, quando consumida em pequenas quantidades, também pode ser usada em dietas de emagrecimento pois ajuda a diminuir rapidamente a fome. Veja como fazer deve ser a sua dieta se quer ganhar músculos e emagrecer.

Assim sendo, alguns dos principais benefícios da batata doce para a saúde incluem:

  1. Facilita o aumento de massa muscular porque fornece a energia necessária para o treino;
  2. Ajuda a controlar a diabetes porque tem baixo índice glicêmico;
  3. Emagrece pois diminuir o apetite;
  4. Fortalece o sistema imunológico porque tem boa quantidade de vitamina A;
  5. Melhora o funcionamento do intestino, porque é bastante rica em fibras.

A melhor maneira de obter todos os benefícios da batata doce na dieta é cozinhá-la de forma cozida e com casca, devendo-se evitar fritar pois a fritura aumenta a gordura na batata, prejudicando a saúde.

Batata doce cozida Batata doce assada Batata doce frita
Calorias 125 143 368 
Proteínas 1,8 g 1,13 g 2,7 g
Gorduras 0,70 g 0,12 g 14,60 g
Carboidratos 27,90 g 34,47 g 60,10 g
Cálcio 30 mg 28 mg 45 mg
Ferro 0,7 mg 1,38 mg 1,6 mg

Estas quantidades são por 100 g de batata-doce e a batata assada foi enrolada num papel alumínio para assar no forno e por isso não foi adicionada gordura.

Post via tuasaude.com

Alimentação da mãe tem influência direta na saúde do bebê

A gravidez costuma ser um período marcado pela alegria, ansiedade e também por inúmeras dúvidas. Com a responsabilidade de gerar uma nova vida, a mulher precisa modificar diversos hábitos, inclusive, na alimentação, o que provoca questionamentos e a possibilidade de vários equívocos.

Nessa fase, as futuras mamães precisam estar bem nutridas, já que influenciam de forma profunda e duradoura a saúde do feto, do recém-nascido e da criança até a idade adulta. Conforme a médica nutróloga Cristiane Molon, a alimentação adequada é essencial para a manutenção da placenta e o transporte de nutrientes entre a gestante e o bebê.

No primeiro trimestre, por exemplo, é importante priorizar alimentos com maior quantidade de nutrientes, vitaminas e proteínas. Para as náuseas, comuns na etapa inicial da gestação, vale consumir alimentos mais secos, gengibre e chás de erva-doce e camomila.

Já nos dois últimos trimestres, segundo a especialista, a criança apresenta ganho de peso e se deve aumentar a ingestão de alimentos nutritivos. “No entanto, é essencial ter cautela na escolha dos alimentos, pois consumir muitos doces, carboidratos e açúcar pode levar ao ganho de peso, inchaço e o desenvolvimento de diabetes gestacional, com riscos para a mãe e o bebê”, explica.

Durante a gestação também é fundamental controlar a quantidade de alimento. “Cuidado com a máxima de comer por dois”, enfatiza a nutróloga. Isso porque, segundo ela, não existe liberação no consumo, mas, sim, atenção redobrada para a ingestão de proteínas, como carnes, peixes, ovos e quinoa, e de micronutrientes, como ácido fólico, ferro, vitaminas A, C e B12 e cálcio.

O ganho excessivo de peso pode ser prejudicial para o bebê e para a criança anos mais tarde. “Estudos vem mostrando que a saúde do adulto pode ser um reflexo das práticas alimentares às quais ele foi exposto durante a vida intrauterina”, comenta. Além disso, esse exagero na balança associado à má alimentação, complicações gestacionais e exposição a substâncias como cigarro, álcool, drogas são capazes de aumentar a predisposição a algumas doenças na fase adulta. Na lista estão a obesidade, o diabetes, as doenças cardiovasculares e a depressão.

DICAS
– Inclua no cardápio alimentos variados para evitar a carência de nutrientes específicos;
– Diminua o consumo de sal. Substitua-o por especiarias, como alho, alecrim, salsa, açafrão e manjericão;
– Ingira líquidos, de preferência, nos intervalos das refeições, evitando a má-digestão. Invista em chás de camomila, erva-doce e cidreira.
– Abandone os refrigerantes, sucos industrializados, chá mate e chá preto (estes contêm cafeína e podem diminuir a absorção de ferro). Evite tomar café. Substitua-o pela versão descafeinada ou por chás;
– Evite consumir saladas cruas em ambientes suspeitos com a qualidade de higienização;
– O hábito de comer doces todos os dias não deve existir. Coma frutas, tome chás com cravo ou canela e faça exercícios físicos para diminuir a vontade de comer doces;
– Pare de comer quando se sentir saciada. Não é feio deixar comida no prato!
– Fique longe de adoçantes artificiais como aspartame e a sacarina. Estudos mostram que eles exercem efeitos negativos na gestação com reflexos na saúde do bebê;
– Consuma alimentos ricos em ômega 3 (truta, sardinha, atum, salmão, semente de linhaça). Os ácidos graxos são importantes para o desenvolvimento neurológico do bebê.
– Exponha-se ao sol, pelo menos, por dez minutos ao dia. Assim, é possível aumentar a síntese de vitamina D, importante para a saúde óssea, coração, sistema imunológico e intestinal.

Foto: divulgação

Sobre a Dra. Cristiane Molon
É médica especializada em nutrologia com pós-graduação em Prática Ortomolecular e Saúde da Família, além de cursar especialização em Medicina do Esporte. Outras informações www.cristianemolon.com.br, www.facebook.com/CristianeMolon ou instagram/dracristiane.molon

 

Dicas para não se enganar com dietas e alimentos

Diariamente nos deparamos com estudos  que condenam alguns alimentos, glorificam outros e, logo em seguida, novas pesquisas são divulgadas desmentindo as conclusões anteriores. A Doctoralia, plataforma líder mundial para a conexão de profissionais de saúde com pacientes, traz algumas orientações e recomendações sobre como ter bons hábitos alimentares e evitar  produtos que podem prejudicar a saúde.

Não se engane ao consumir alimentos com boa fama
Algumas dicas de alimentação que já fazem parte do senso comum, também podem causar efeitos negativos ao organismo se ingeridos em excesso, é o que aponta o nutricionista cadastrado na Doctoralia, Dr. Daniel Barreto de Melo. O alto consumo de fibras, muito adotado pelos que estão em dietas, “pode levar não só à constipação (intestino preso) como também a uma menor absorção de algumas vitaminas e minerais”. Mesmo as frutas,  consideradas totalmente saudáveis, devem ser consumidas com moderação. “A maioria delas são ricas em açúcares simples e seu excesso promove o ganho de peso e algumas desordens metabólicas”, ressalta o Dr. Melo.

Diversifique seu cardápio
Dietas restritivas, como as que eliminam o carboidrato do cardápio, são muito divulgadas e praticadas, porém essa prática pode causar deficiências nutricionais  sérias. O nutricionista  afirma que “a diversidade alimentar é fundamental para que sejam ingeridas as quantidades adequadas de vitaminas, minerais e compostos bioativos dos alimentos”. Além disso, Dr. Melo lembra que limitar as opções pode “causar monotonia alimentar e diminuir a percepção de que a alimentação deve ser, além de saudável, prazerosa”.

Evite alimentos com altas quantidades de compostos químicos
Segundo o profissional, alimentos fontes de gordura trans, nitritos, nitratos e outros, consumidos com frequência, mesmo que em quantidades pequenas, fazem mal a saúde. “Neste ponto é que entram a maioria dos alimentos industrializados e daqui surgem as recomendações de se preferirem os alimentos minimamente processados, caseiros, naturais, etc”. Dr. Melo cita ainda alguns produtos que são muito comuns no dia a dia, como “a maioria dos biscoitos e bolachas, sorvetes, bolos prontos, diversos alimentos congelados, embutidos em geral, refrigerantes, alimentos coloridos artificialmente, caldo de carne, entre outros”.

Além desses, legumes, vegetais e frutas também merecem atenção. De acordo com estudos da Anvisa, o Brasil é maior consumidor de agrotóxicos do mundo, sendo que muitos alimentos apresentam substâncias químicas acima do permitido. O nutricionista alerta para este fato e afirma  “esses compostos químicos são absorvidos e armazenados no corpo, impedindo seu adequado funcionamento”.

Crie o hábito de ler as embalagens
Muitos produtos vendidos como saudáveis também podem mascarar ingredientes prejudiciais à saúde, como é o caso dos biscoitos integrais, que algumas vezes contém mais açúcar do que fibra em sua composição. “A indústria de alimentos costuma utilizar farinha de trigo integral junto à branca, então o produto ganha fibras e outros nutrientes, mas de forma limitada, nem sempre sendo realmente saudável”. Outro exemplo é o suco de caixinha, se for néctar de fruta,  significa que tem apenas de 20% a 40% de suco e o restante é composto de água, açúcar e aromatizante. Mesmo quando não se enquadram nesta categoria, “os que realmente são sucos costumam perder uma quantidade considerável de nutrientes, durante o processo de pasteurização e envasamento, o que torna os sucos feitos na hora as melhores opções”. “Diante disso tudo, é importante saber que algumas marcas são mais cautelosas com o consumidor e produzem versões realmente saudáveis desses alimentos. É preciso se criar o hábito de ler rótulos, para que sejam feitas sempre as melhores escolhas”, aconselha o Dr. Melo.

 

10 alimentos para aliviar os sintomas do estresse e da ansiedade

Nutricionista explica como itens comuns do dia a dia podem ser grandes aliados da saúde mental

Rotina agitada, falta de tempo, falta de exercício físico e a má alimentação são alguns dos motivos que acabam desencadeando o estresse e a ansiedade. Os sintomas são os mais variados, e hoje atingem pessoas de todas as classes e idades. E o pior, em casos mais graves os dois problemas acabam interferido drasticamente na vida da pessoa.

Segundo a nutricionista Aline Quissak, especializada nas áreas de Oncologia, Síndrome Metabólica, Psicologia da Nutrição e Nutrição Esportiva, a má alimentação é um grande agravante do estresse e da ansiedade. “Com a rotina agitada, a grande maioria das pessoas acaba por optar pela praticidade e não pela qualidade do que está ingerindo. A alimentação interfere diretamente na rotina, não só na produtividade e disposição para o dia, como pode aumentar os níveis de estresse e ansiedade”, explica.

Segundo a nutricionista, existem alguns alimentos que, quando consumidos da maneira correta, auxiliam no combate ao estresse e a ansiedade:

 

1) Açafrão da Terra (cúrcuma)

Nutrientes Fonte: Curcumina, ferro, manganês, potássio e vitamina B6.

Mecanismo Biológico: A cúrcuma é o anti-inflamatório natural poderoso. Como consideramos o estresse uma inflamação, esse tempero se torna indispensável. A curcumina que é o composto ativo da cúrcuma, é de difícil absorção no corpo humano, mas se adicionada à pimenta do reino preta aumentamos em até 80x a absorção desse fotoquímico (composto com propriedades terapêuticas).

Sugestão de consumo: 1 colher de sopa por dia distribuída nas refeições, sempre combinada com 1/3 de colher de sopa de pimenta do reino (Pode já fazer um potinho e deixar pronto em casa com essa proporção 3:1 cúrcuma para pimenta do reino)

2) Brócolis

Nutrientes Fonte: Cálcio, vitamina K, Potássio, vitamina C, sulfurafano (antioxidante) e Indol 3 Carbinol.

Mecanismo Biológico:  O brócolis é um belo representante da família dos glicosinolatos, compostos para prevenção do câncer de intestino, de próstata e de mama, mas além disso é importante para o controle do estresse, uma vez que auxilia na regulação da pressão sanguínea (pessoas com nível alto de estresse sempre tem a pressão alterada), além de suas propriedades anti-inflamatórias que ajudam no relaxamento dos músculos do coração.

Sugestão de consumo: 1 xícara de brócolis cozido no vapor 3x na semana.

 

3) Salmão

Nutrientes Fonte: Ômega 3, vitamina D, vitamina B12, ferro, cálcio e selênio.

Mecanismo Biológico: Devido a união e sinergia do Ômega 3, Vitamina D e Selênio, o salmão promove uma diminuição do estresse já que esses compostos são importantes para a produção de hormônios anti-inflamatórios e desintoxicação, auxiliando na eliminação de toxinas e na desinflamação do organismo. A união entre o Ômega 3 e a Vitamina B12 produz uma camada protetora no cérebro permitindo uma diminuição da irritabilidade.

Sugestão de consumo: 150g de filé assado ou grelhado pelo menos 1x na semana (ideal 3x).

 

4) Semente de Abobora:

Nutrientes Fonte: Triptofano, magnésio, rica em proteínas e ômega 3, fonte de zinco e ferro. Além dos fito-esteróis.

Mecanismo Biológico: O triptofano auxilia na diminuição da ansiedade e na modulação do sono, promovendo um relaxamento. Já o magnésio potencializa o relaxamento, além de atuar nas enzimas do corpo contribuindo para gerar a sensação de tranquilidade. Por também conter ferro e as proteínas, as sementes aumentam a disposição e a energia para o dia a dia.

Sugestão de consumo: 2 colheres de sopa por dia (torrada e sem casca).

 

5) Ovo Inteiro (com a gema):

Nutrientes Fonte: Vitamina B6, B12, E, zinco, cobre e ferro.

Mecanismo Biológico: o ovo é rico em enxofre e vitaminas do complexo B que são esgotadas no nosso corpo durante os momentos de estresse e ansiedade. Além de contar com proteínas responsáveis para diminuir a compulsão por doces, a ansiedade e a vontade exagerada de petiscar/beliscar. O ovo é um alimento rico em 95% dos nutrientes da necessidade do ser humano, por isso é tão importante nesses momentos, já que nossa alimentação quase nunca é saudável quando esses sinais estão presentes.

Sugestão de consumo:  2 ovos por dia.

 

6) Coco seco:

Nutrientes Fonte:  TCM (gordura do bem), vitamina A, vitamina E e vitaminas do complexo B. Além de Potássio e magnésio.

Mecanismo Biológico: o TCM, uma das gorduras do coco, é responsável por diminuir a ansiedade por meio do controle hormonal. O potássio e o magnésio fazem a comunicação entre os neurônios responsáveis pelo pensamento e os neurônios motores, responsáveis pelos movimentos; dessa forma melhoram a agilidade nas atividades, diminuindo a fadiga e o cansaço crônicos.

Sugestão de consumo: 20g de coco seco antes de dormir.

 

7) Chocolate 70% cacau:

Nutrientes Fonte: Magnésio, cafeína, ferro e Flavonoides do Cacau (antioxidantes).

Mecanismo Biológico: Os flavonoides do cacau são importantes para a proteção da saúde do coração e a prevenção de câncer neurológico, mama e leucemia. O cacau pode contribuir para diminuir o hormônio do estresse (Cortisol), principalmente das 16h às 18h, horário de pico do hormônio. Além disso, ele aumenta a rapidez de comunicação dos neurônios, permitindo mais foco e concentração, sintomas que são diminuídos nas pessoas com estresse e ansiedade.

Sugestão de consumo: 10g por dia entre das 16h às 18h.

 

8) Abacate:

Nutrientes Fonte: Vitamina E, A, B 1, B 2, glutationa (antioxidante), ferro, magnésio, ácido oleico, linoleico e palmítico.

Mecanismo Biológico: A gordura do abacate é uma gordura do bem, junto com seu poder antioxidante é responsável por promover a saúde do coração. Isso é importante pois o estresse em alto grau prejudica a funcionalidade do coração e do sistema cardiovascular, promovendo uma falta de regulação nos batimentos/aceleração. Além disso, o abacate diminui a produção de Cortisol (hormônio do estresse).

Sugestão de consumo: 3 colheres de sopa rasas antes de dormir.

9) Iogurte Natural:


Nutrientes Fonte: Triptofano, Cromo, Probióticos (bactérias do bem) e fósforo.

Mecanismo Biológico:  O triptofano é o ingrediente para formar o hormônio do prazer e bem-estar. O cromo diminui a vontade de comer doces, muito presente em pessoas estressadas e ansiosas. O fósforo auxilia na produção de energia pelas células, aumentando a disposição e diminuindo o cansaço. Os pró-bióticos são bactérias do bem que ajudam o intestino a absorver melhor os nutrientes da alimentação, melhoram a imunidade e auxiliam na produção do hormônio do bem-estar e da felicidade: Serotonina.

Sugestão de consumo: 1 potinho de 150g durante a manhã ou antes de dormir.

 

10) Aveia:

Nutrientes Fonte: Fibra solúvel chamada Beta Glucana, vitaminas do complexo B, zinco e silício.

Mecanismo Biológico: Devido ao teor de fibra, a aveia diminui a concentração de açúcar no sangue, dessa forma por diminuir também o hormônio insulina. Ela sinaliza ao corpo para minimizar a produção do hormônio do estresse (Cortisol). Além de ser rica em vitaminas do complexo B, promove uma proteção contra o dano causado nos neurônios. Durante momentos emocionais conturbados, o corpo usa nosso estoque de zinco, e a aveia é uma ótima fonte. Seu carboidrato complexo promove energia de prazer ao cérebro, diminuindo a ansiedade.

Sugestão de consumo: 3 colheres de sopa por dia durante a tarde de preferência ou no café da manhã.

Para se ter uma ideia, o Brasil é o segundo país com o maior nível de estresse do mundo. Segundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association (ISMA), mais de 70% da população brasileira sofre com algum tipo de estresse. De acordo com a especialista, o consumo dos alimentos citados pode dar início a uma mudança de vida. “O consumo desses alimentos, nas quantidades adequadas, alivia os sintomas gerados pelos altos níveis de estresse e ansiedade, prevenindo sintomas ainda mais graves e melhorando o dia a dia do paciente”, completa a especialista.

Para mais informações sobre a nutricionista acesse a página oficial no Facebook (https://www.facebook.com/nutrisecrets/) ou o perfil no Instagram (instagram.com/nutri_secrets/).