No Dia do Amigo, psicóloga destaca a importância de cultivar amizades

Renata Stulp Scheide fala sobre as principais datas comemorativas durante as quais celebramos a amizade e pontua sobre a importância da figura especial dos amigos na vida de todos nós.

O Dia do Amigo é comemorado em diferentes datas no Brasil. O dia 18 de abril, nesta quarta-feira, é a data mais popular (porém não oficial) em comemoração ao Dia do Amigo. Neste data, tem se tornado cada vez mais comum a troca de mensagens entre amigos e, em alguns casos, a troca de presentes e a organização de encontros e atividades especiais para celebrar a amizade.

Há ainda o Dia Internacional do Amigo, celebrado em 20 de julho, e, mas recente, o do Dia do Amigo do Facebook, comemorado em 4 de fevereiro. Esta última comemoração se dedica em homenagear os chamados “amigos virtuais”, que são cada vez mais comuns atualmente.

Para a psicóloga, independente de datas oficiais ou pré estabelecidas, é sempre importante celebrar a amizade e o valor das pessoas que escolhemos para fazer parte do nosso círculo mais próximo. Ela destaca ainda a importância dos amigos na função de nos dar suporte e de estar presentes tanto nas horas boas como nas horas ruins.

“Sempre precisamos ter pessoas ao nosso lado que nos entendam, que nos digam com sinceridade o que está bom ou ruim e que estejam de alguma forma disponíveis para nos ouvir desabafar quando precisamos”, reforça.

A psicóloga Renata destaca também a importância de momentos sociais com amigos para nos tirar da monotonia do dia a dia, para espairecer e para, mesmo que por alguns momentos, “esquecer” dos problemas e angustias que fazem parte da vida.

“Procure reservar um ou mais momentos durante a semana para os amigos. Seja para um café, uma cervejinha, ou para aquele almoço que dá um respiro na correria do dia. Momentos de lazer recarregam nossa energias e tornam a nossa vida mais leve. Não há nada como dividir boas risadas”, aconselha.

Renata Stulp lembra ainda que, no caso daquelas pessoas que não tem o suporte da família tão próximo, os amigos se tornam ainda mais essenciais, já que nesses casos, os amigos muitas vezes preenchem esse espaço sentido pela ausência ou distancia dos familiares.

Aproveite o dia 18 para lembrar de ter em sua rotina o hábito de cultivar amizades e procurar sempre que possível ter momentos com amigos, sejam estes momentos de conversas e desabafos; ou sejam estes para compartilhar alegrias e amenidades.

A todos, um Feliz Dia do Amigo!

Por Walkiria Werkade

Transplante aproxima doador e receptor e inicia-se uma grande amizade

Roseli doou um rim para Cátia e agora são como mãe e filha 

Em 20 de julho comemora-se o Dia do Amigo. Amizade pode ser definida como relação afetiva que envolve admiração, afinidade, carinho e amor fraterno. Mas, até que ponto alguém chegaria para exercitar e solidificar a amizade verdadeira? Na Fundação Pró-Rim, referência nacional em tratamento e transplantes de rins, este sentimento é uma constante. Histórias enternecedoras envolvendo vidas de pacientes passam por aqui. Roseli e Cátia protagonizaram uma história emocionante que salvou uma vida e serve como exemplo de amizade incondicional.

Em janeiro de 2011, a professora Cátia Crispim Rodrigues saiu da sua cidade, Dourados (MS), para passar férias com a família em Guaratuba, no litoral norte de Santa Catarina. Doente renal, ela pesquisou e descobriu que a hemodiálise em trânsito poderia ser realizada na Fundação Pró-Rim, em Joinville (SC), sem qualquer alteração no tratamento, além de garantir o período de lazer.

Foi durante estas sessões que ela se informou com as enfermeiras e entendeu que a possibilidade de fazer um transplante era real. Voltou para a sua cidade, mas devido à debilidade física decidiu retornar para Joinville seis meses depois, determinada a fazer o transplante. O marido licenciou-se do trabalho para acompanhá-la. Uma mudança radical na luta contra o relógio para salvar à própria vida.

O irmão mais novo, que a princípio seria o doador, foi descartado por falta de compatibilidade. A doença continuava avançando e Cátia cada vez mais debilitada precisava do transplante com urgência. “Naquele domingo o meu marido foi à igreja em que congregamos e ele deu um depoimento relatando o nosso drama. Na semana seguinte eu o acompanhei ao culto e fui confortada por várias pessoas, entre elas uma mulher que se disse disposta a me doar um rim. Agradeci, mas considerei aquele gesto como resultado de um momento de emoção”, detalhou Cátia.

Mas a mulher estava mesmo determinada a fazer os exames de compatibilidade e doar um rim o mais rápido possível para salvar a vida de Cátia. Era Roseli de Barros Behnke, funcionária de uma empresa de segurança, que em 2005 perdeu um filho de 20 anos em um acidente de trânsito. Ela conta que mesmo diante de tanta dor, naquele momento, autorizou a doação de todos os órgãos do filho. Agora, o cenário era diferente. Ela própria seria a doadora e em vida!

Em poucos dias, os exames confirmaram a compatibilidade entre as duas. Mas, surgiu a primeira dificuldade: a legislação brasileira só permite que a doação de órgãos entre vivos seja de aparentados, com algumas exceções. Imediatamente o advogado, Maycon Truppel Machado, comprovou no processo que tanto a doadora quanto a receptora frequentavam a mesma igreja e na crença fortaleceram os laços de amizade. Ou seja, as duas eram irmãs na fé, o que resultou neste ato generoso, humanitário, sem qualquer outro interesse. A sentença judicial foi favorável e o transplante aconteceu em 19 de abril de 2013 e foi um sucesso.

Para Cátia, “tudo o que aconteceu foi parte de um plano divino para me manter viva. Muito mais que uma amizade. Sinto pela Roseli uma gratidão eterna, maior que o mundo, afinal carrego uma parte dela dentro de mim. Ela agora é da minha família. Transformou-se em uma verdadeira mãe para mim. Me deu outra vida e agora cuida de mim, sempre preocupada comigo”. E acrescenta que em um futuro breve pensa em adotar um filho “e assim poder externar todo este amor que agora a vida me permite sentir”.

Já Roseli brinca ao definir o que aconteceu: “fiz um bom trabalho!” Para ela, “a Cátia é uma filha de rim, um amor incondicional. Eu que agradeço por me sentir uma pessoa melhor e conseguir transmitir isso, que mudou a minha vida. O que aconteceu conosco foi uma benção que vai nos manter juntas para toda vida, independentemente de qualquer distância” explica a doadora.

 Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.org.br): Referência nacional no tratamento e no transplante de rins, a Fundação Pró-Rim é uma entidade filantrópica com 30 anos de atuação. Possui unidades de hemodiálise em Santa Catarina e Tocantins e atende pacientes renais crônicos de todo o Brasil. É pioneira nos transplantes renais em SC e sua equipe está entre as que mais realizam transplante no país. Já ultrapassou a marca de 1500 transplantes renais. Foi a primeira unidade de hemodiálise do Estado a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA – Nível 3). Recebeu o Prêmio Empreendedorismo Social pela Folha de S. Paulo e foi eleita pelo oitavo ano consecutivo pelo Guia Você SA como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Itajaí está na turnê catarinense “O Grande Encontro”, com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo

Turnê faz 20 anos celebrando a música regional, a arte e a amizade, no dia 29 de abril, no Centreventos Itajaí

Um dos espetáculos mais aclamados da música brasileira nos últimos anos será apresentado em Itajaí no dia 29 de abril, no Centreventos Itajaí, às 21h. A cidade vai receber nada menos que a turnê nacional “O Grande Encontro”, que reúne Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo para comemorar 20 anos do projeto. Os ingressos já estão à venda pelo site Blueticket (http://bit.ly/2o942Kq). Além de Itajaí, o show passará também por Joinville no dia 28 de abril e, no dia 1° de maio, encerra em Florianópolis o Jurerê Jazz Festival 2017.

Do show original, marcado pelo formato acústico e intimista, o projeto ressurge muito mais vibrante, com mais interação entre os artistas e com sonoridade elétrica e percussiva. No repertório, clássicos que seguem conquistando gerações ao longo dos anos: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” e muito mais.

O espetáculo de 20 anos d’O Grande Encontro promete também surpresas, como duas joias vintage: “Papagaio do Futuro” (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 1972) e “Me Dá um Beijo”, parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba nos vocais. Zé Ramalho, que esteve na formação original do grupo, então um quarteto, não está presente nessa nova edição do encontro. Mas o espetáculo traz a presença autoral do artista com “Chão de Giz” e “Frevo Mulher”, na voz de seus companheiros.

Alceu, Elba e Geraldo trazem uma grande banda nessa turnê, que tem direção de André Brasileiro, Marcos Arcanjo e Paulo Rafael (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria). A produção em Santa Catarina é assinada por Abel Silva, com realização da A2 – Música e Comportamento.