Cheesecake de limão siciliano e pistache com calda de frutas vermelhas

Ingredientes

  • 200g de farinha de trigo
  • 200g de açúcar
  • 1 ovo
  • 100g de manteiga
  • 300g de creme de leite fresco (nata)
  • 450g de cream cheease
  • 60g de pistache sem casca
  • Suco de 1 limão siciliano e raspas

Calda de frutas vermelhas

  • 200g de açúcar cristal
  • 400g de frutas vermelhas
  • 50ml de vinho do porto
  • Suco de 1 limão taiti

Cheesecake Barista, Chef Marcelo Apene

Modo de preparo

Massa frola: Bater na batedeira o açúcar (50 grs) com a manteiga (em temperatura ambiente). Em seguida, acrescentar a farinha misturando na mão e por último o ovo até que a massa fique homogênea e lisa. OBS: não sovar a massa; Forrar o fundo da assadeira de fundo falso (23 cm) puxando bem para as bordas. Antes de levar ao forno perfurar levemente a massa com garfo; Levar ao forno aquecido a 180º entre 10 e 15 minutos (até dourar).

Creme: Bater somente a nata em ponto de chantilly e levar a geladeira. Bater na batedeira o cream cheese com o açúcar (150grs) acrescentando o suco de limão siciliano e as raspas, bater até o creme ficar liso. Com a batedeira desligada, misturar levemente com um pão duro a nata batida a este creme e por último agregar o pistache picado.

Calda de frutas vermelhas: Em uma panela, colocar o açúcar cristal e metade das frutas, o suco de limão taiti e o vinho do porto em fogo baixo até que forme uma calda espessa; Retirar do fogo, deixar esfriar e acrescentar a outra metade das frutas. No momento de servir, despejar a calda por cima.

Montagem: Colocar o creme por cima da massa frola já assada e levar ao freezer pelo menos 2h.

*pode ser mantido no freezer por até 3 meses. No momento de servir retire 1 hora antes e baixe para geladeira.

*Rendimento: 10 porções

OBS: pode ser montado em aros individuais.

Como um analista de sistemas se transformou no melhor barista do Brasil

Premiado no Brasil e no exterior, Leo Moço comanda o Grupo Café do Moço, que tem por objetivo fortalecer o mercado de cafés especiais no Brasil

 As áreas de atuação de Leo Moço podem não ter nenhuma conexão, já que aos 37 anos, além de ser considerado o melhor barista do país, ele é formado em Nutrição e Análise de Sistemas. Mas, com certeza, uma coisa ele tem em comum com grande parte da população brasileira: sonhos. Antes de largar carreira estável, família e amigos para correr atrás dos seus sonhos, Leo Moço foi Gestor de TI em uma das maiores redes de hotéis de sua cidade natal, o Rio de Janeiro. Foi nessa época, no ano de 2005, que leu decidiu que estava na hora de abrir seu próprio negócio.

A ideia inicial era abrir um cybercafé, mas quando começou a analisar o mercado percebeu ali outra oportunidade, um nicho de mercado ainda pouco conhecido: o dos cafés especiais. Como era difícil encontrar profissionais especializados na área, desistiu da ideia original e resolveu estudar e se especializar. Após a decisão, foi para uma fazenda em Minas Gerais, onde morou por três meses para entender melhor como funcionava a parte de processamento dos cafés, do plantio à torra. “No mesmo ano, comecei a trabalhar em uma cafeteria carioca: o Rubro Café. Lá eu era barista, atendia os clientes, preparava as bebidas e ganhava ainda mais experiência no setor. Logo depois, decidi arrendar um bar, implantado dentro da livraria Largo das Letras, no Rio de Janeiro, dando início a minha primeira experiência como empresário. Três anos mais tarde, fundei o Cafuné, também na capital carioca”, conta Leo Moço.

Um ano depois foi convidado para dar treinamento em uma cafeteria brasileira que estava para abrir em Nova Iorque. Aceitou o desafio e amadureceu muito profissionalmente. “O mercado americano de cafés especiais é consolidado, com ampla aceitação do público e o desenvolvimento dos melhores equipamentos”, comenta o profissional. De lá, Leo Moço trouxe a principal lição para abrir o próprio negócio: preço justo e alta qualidade. Quando voltou de viagem, Leo assumiu a área comercial e o marketing da fazenda Camocim, no Espírito Santo, que produz o famoso Café do Jacu, onde ficou por alguns anos estudando e entendendo ainda mais a parte do processamento dos cafés.

Depois de todas as experiências no campo e ávido por novos desafios, Leo Moço decidiu montar sua própria torrefação. Passou mais de um ano em São Paulo, estudando termodinâmica e desenvolvendo diferentes perfis de torra. Mas foi em Curitiba que ele estabeleceu seus negócios.

“A paixão por esse universo cresceu e em 2009 surgiu a marca Café do Moço. Comecei vendendo meus cafés por um blog, na internet e hoje temos um grupo que engloba, além da torrefação, a cafeteria Barista Coffee Bar. O projeto nasceu com o objetivo de quebrar paradigmas e tornar o café especial uma realidade no país, entregando aos clientes a melhor bebida com preços acessíveis”, detalha o barista.

Os grãos utilizados pelo Grupo Café do Moço vêm de diversas regiões do Paraná e de outros estados brasileiros, selecionados a partir de pesquisas realizadas por Leo Moço. Cada saca recebe um carinho especial, sendo preparada com o maior cuidado possível, respeitando suas características. Em 2013, Léo foi consagrado como o Melhor Barista do país e ficou em segundo lugar no Campeonato Brasileiro de Preparo de Café, com um café fermentado com leveduras de cerveja. Em 2015, conquistou novamente o título de Melhor Barista com o primeiro resultado do projeto Red Foot, que apoia pequenos produtores do centro-norte do Paraná a melhorarem a produção de café.

Hoje, o trabalho premiado de Leo Moço pode ser saboreado em diversas regiões do país. Além do Barista Coffee Bar, na cidade de Curitiba, diversas cafeterias e restaurantes brasileiros utilizam cafés especiais desenvolvidos pela microtorrefação Café do Moço. “É um grande prazer contribuir para o fortalecimento de um setor tão importante para o país, preparando produtores e inovando na torrefação. Aos poucos, o Brasil está voltando a ser reconhecido pela qualidade e excelência de seus cafés especiais e ficamos muito felizes por participarmos disso”, completa o barista.

Para conhecer um pouco mais sobre a história do barista, acesse o site www.cafedomoco.com.br.

Barista oferece curso de preparos manuais

No dia serão mostrados os principais métodos de preparo disponíveis hoje no mercado

O Brasil é hoje o maior produtor de café do mundo, e a cada ano que passa, vem ganhando cada vez mais qualidade. O mercado dos cafés especiais, por exemplo, vem crescendo em larga escala no país. Pensando nisso e nos amantes do café, o Barista Coffee Bar, casa curitibana de cafés especais, desenvolveu uma atividade exclusiva.

O curso “Preparos Manuais” será ministrado pela campeã brasileira de preparos manuais Estela Cotes, e tem como objetivo mostrar um pouco mais do universo dos cafés especiais para os seus apreciadores, aprimorando seus conhecimentos que vão desde a influência da água nos grãos até a bebida final.

Com duração de duas horas, o curso abordará toda a história do café especial, que vai desde o plantio até a xícara, bem como ensinará as mais variadas técnicas e diferentes métodos de preparo manual de café. As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.baristacoffeebar.com.br e custam R$ 110.

O curso “Preparos Manuais” será realizado no dia 5 de abril, a partir das 19h, no Barista Coffee Bar (Rua Moyses Marcondes, nº609), no bairro Juvevê. Mais informações pelo telefone (41) 3501-8234 ou na página oficial do empreendimento no Facebook (https://www.facebook.com/coffeebarcuritiba).