Gêneros

Paira no ar uma enorme polêmica e confusão a respeito da afetividade e sexualidade humana, misturando-se preconceitos, ideologias e apologias. Depois de séculos e milênios de aparente estabilidade, com clara distinção da identidade masculina e feminina, de repente uma grande diversidade aparece e bagunça a cabeça de muita gente.

Do ponto de vista biológico, nada mudou na espécie humana em relação ao sexo. Sempre houve diversidade, aceita ou não, modernamente reconhecendo-se em torno de doze grupos sexuais distintos. A discussão é eminentemente cultural, passando pelo viés religioso, via a Bíblia judaico/cristã, em que desde a primeira página os papeis vem definidos por Deus, e não por arbítrio humano.

Quando o horizonte se amplia através da ciência e não é mais a religião que determina os protótipos, uma verdadeira babel se instala e temos de um lado os religiosos dogmáticos e tradicionais, e de outro os liberais, que não seguem a cartilha. O preconceito está embutido em todos.

Com o tempo, a poeira vai baixar e não haverá mais escândalo a respeito. O que, do nosso ponto de vista não deve acontecer, é uma verdadeira guerra ideológica, apologia de qualquer grupo em detrimento de outro, e sim, compreensão e aceitação da diversidade.

Nenhum grupo tem direito a atacar o outro, nem a fazer apologia do próprio. São mudanças paradigmáticas que vieram para ficar. Tudo isso foi abafado durante séculos, uma hora iria explodir. Então vamos acostumar com a diversidade, respeitando cada ser humano segundo sua natureza. E contra a natureza, nada prospera.

Por Ivo Fachini www.ivofachini.com.br

A cirurgia plástica e a diversidade da beleza

Nove em cada dez mulheres brasileiras se submeteriam à, pelo menos, uma intervenção cirúrgica para mudar algo no corpo. Mas quem anseia por uma mudança estética deve ter uma visão realista e não deve seguir padrões, mas sim compreender a diversidade da beleza.

Quando você pensa em “beleza” o que vem em sua mente? Talvez um rosto com olhos claros e
lábios carnudos ou um corpo escultural de pele bronzeada? Mas, será esse o padrão de beleza?
Afinal, existe um padrão de beleza ideal? Pela própria natureza da nossa profissão, dia a dia
planejando e executando alterações no aspecto físico das pacientes, somos muitas vezes impelidos a responder questões como essa. E não é só por convicção, e sim por evidências, que a resposta torna-se tão óbvia. Não há um padrão de beleza. Não há volume do seio ideal, medidas da cintura, quadril… nada, quando o assunto é beleza, não há padrão.
Observando por esse aspecto, pode-se compreender os motivos pelos quais o brasileiro é tido como um dos povos mais bonitos do planeta. Não temos um único padrão de beleza, mas sim uma diversidade incrível, onde devido à nossa miscigenação, ganhamos traços tão diferentes entre si e tão bonitos ao mesmo tempo.
Pois não é que, na contramão dessa afirmação, está o resultado de uma recente pesquisa,
desenvolvida pela Dove/Unilever, onde mostra as mulheres brasileiras entre as que têm a
autoestima mais baixa? Segundo a pesquisa, dois terços das mulheres entre 15 e 60 anos de idade evitam atividades básicas da vida porque se sentem mal com sua aparência e 92% das mulheres declararam estar descontentes e querem mudar pelo menos um detalhe do aspecto físico. Essa ansiedade, sentimento de inadequação e baixa autoestima são os primeiros efeitos colaterais da busca pela beleza de forma inadequada.
De fato, a beleza sempre foi uma busca constante do ser humano. E, ao longo da história, diferentes padrões de beleza foram sendo adotados de acordo com cada época, conforme a proporção das formas e a harmonização. Ao longo dos anos, a beleza passou por vários tipos físicos: proporções matemáticas, corpos roliços, músculos salientes, magreza excessiva… mas, a busca pela beleza física quase sempre foi um objetivo considerado, por algumas pessoas, uma busca infindável. E até mesmo inalcançável, em passado não muito distante de nossa história.
Os números da pesquisa da Unilever podem ser comprovados pela demanda cada vez maior por intervenções no campo estético, que atualmente estão mais disponíveis. Se antes tornar-se e sentir-se mais bonita era inalcançável, hoje é muito palpável. Algumas das mulheres entrevistadas alegaram que se submeteriam a todo tipo de intervenção estética para sentirem-se mais belas. Isso explica o fato de o Brasil estar sempre em disputa com os Estados Unidos pelo topo do ranking mundial de cirurgias plásticas.
E é nesse contexto que entra um importante papel do cirurgião plástico. Com uma grande parcela da população disposta a submeter-se a, pelo menos, um tipo de intervenção cirúrgica para melhorar a aparência, cabe ao cirurgião direcionar essa mudança, observando o aspecto natural de cada pessoa, adequando os anseios de cada paciente à realidade de uma forma natural. Observando seus traços, sua estrutura física, sua etnia… valorizando a individualidade e a diversidade, valorizando as diferenças de cada um da melhor forma possível.
Desta forma, é importante compreender que mesmo a cirurgia plástica oferece limitações quanto às mudanças físicas. Não é possível tornar uma pessoa mais jovem, mais alta ou mais baixa, torná-la igual àquela artista tida como referência… enfim, não é possível mudar a essência física de uma pessoa. Também não é possível, através da cirurgia plástica, resolver todos os problemas da vida de alguém. Compreendendo isso e, portanto, aceitando suas próprias características, é que será possível valorizar suas qualidades físicas, evidenciando o que se tem de melhor de forma individual, como uma impressão digital.

 

POR ANDY ERN
Cirurgião Plástico
CRM/SC 9794 RQE 6681

 

  • Avenida Marcos Konder, 1207 | Centro Empresarial Embraed Sala 84 | Centro | Itajaí | Santa Catarina | Brasil | Telefone/Fax: 47 3349 1814 | E-mail: andyern@gmail.com

Diversidade é o tema da nova Campanha da Clínica Andy Ern

 


Essa é a primeira vez que a clínica reúne várias modelos em sua publicidade

Todos nós convivemos com as diferenças, diariamente, em todos os ambientes e situações. E é o conjunto dessas diferenças que nos enriquece e agrega valor à sociedade. A Diversidade, presente em nosso dia a dia e assunto tão abordado atualmente pela maioria das instituições, é o tema da nova Campanha da Clínica Andy Ern, desenvolvida especialmente para a celebração dos 10 anos do empreendimento.

A Campanha Diversidade vai muito além do símbolo de um conjunto de diferenças, e busca retratar sobre a beleza da mulher nas suas diferentes formas, trazendo pluralidade na comunicação nos meios em que será utilizada. “Decidimos abordar o tema da Diversidade da Beleza, pois o nosso principal ideal como clínica de cirurgia plástica é o aperfeiçoamento e valorização da beleza natural de cada mulher. Essa é a essência do nosso trabalho”, declara a administradora do empreendimento, Thalyta Ern.

A campanha fotografada pelo italiano Mauro Volpara, teve como inspiração Mykonos. Sua intenção artística foi levar as modelos para o seu sonho azul. As fotos inspiradas na Grécia, foram feitas na paradisíaca praia do Estaleiro em Balneário Camboriú. Essa edição conta com cinco modelos que representam vários perfis da mulher brasileira, dando sentido ao conceito de diversidade. E para aliar o tema escolhido aos 10 anos da Clínica Andy Ern, foram selecionadas modelos que já fazem parte dessa história e já foram garotas propaganda de campanhas anteriores. Entre elas, Laura Lopes, Miss Santa Catarina 2014, a modelo Gianne Radaeli, Miss Itajaí 2015 e a modelo internacional Ariana Martins.

Os novos rostos que integram a campanha são: a ruiva Luísa Steffens, que já foi garota propaganda dos modeladores Thalyta Ern, e a modelo negra Ana Rúbia, que participou do concurso Miss Itajaí 2017, no qual Thalyta foi jurada. Esses dois perfis completam o time e ampliam a interpretação da beleza. “Sabemos que por maior que fosse o número de modelos nessa campanha jamais conseguiríamos representar fielmente a diversidade da Beleza no Brasil, pois o nosso país por si só é marcado pela miscigenação e multiplicidade. Desta forma, não se trata de uma representação, mas de uma tentativa de homenagear e celebrar diversidade”, sublinha a administradora.

Essa é a primeira vez que a Clínica Andy Ern lança uma campanha com várias modelos. Thalyta Ern ainda explica que a sua experiência com atendimento em cirurgia plástica ao longo desses anos e também como administradora, foi essencial para aprimorar o seu olhar sobre a multiplicidade da beleza. Thalyta tem envolvimento direto com o marketing da clínica e com o desenvolvimento das campanhas, inclusive, as modelos foram escolhidas a dedo por ela “e cada uma delas tem uma história conosco, é por esse motivo que esta campanha ao mesmo tempo que, humildemente deseja celebrar a diversidade, celebra mais uma década de convivência com diferentes tipos de beleza”, finaliza.

A Campanha Diversidade será utilizada em diversas mídias da Clínica Andy Ern durante o ano de 2017. O tema estabelecido representa o papel e a responsabilidade que a empresa possui com os diferentes tipos de beleza da mulher, em sua trajetória nesses 10 anos de atuação em Itajaí.

A Clínica Andy Ern está localizada na Avenida Marcos Konder, 1207, Centro Empresarial Embraed – Sala 84, Centro de Itajaí. Mais informações pelo telefone (47) 3349-1814.

Créditos das fotos e direção de arte: Mauro Volpara
Coordenação: Thalyta Ern e Walkíria Verkade
Idealização: Thalyta Ern
Produção de Moda: Flávia Bucker
Assistente de Produção: Jonatan Zermiani
Make e hair: G Beauté
Making Off: Kerolyn Adriano
Assessoria de imprensa: Danny Reis – Xs Excess Comunicação