Identidade olfativa

Agora a clínica Andy Ern tem um cheirinho especial para chamar de seu

Cada dia está mais comum as empresas quererem se conectar com os seus clientes, criarem afetividade e estar mais próximo.  Os cheiros conectam energias, trazem lembranças e boas memórias. É necessário saber que através de certos aromas podemos atrair o nosso público-alvo. Por isso, é necessário criar uma identidade olfativa.

Eu, como administradora da clínica penso em formas de deixar o nosso paciente ainda mais próximo. O aroma da sua empresa é que caracteriza uma marca ou estabelecimento e que evoca emoções toda vez que é percebido pelas pessoas que você definiu para chegar.

O aroma tem o poder de despertar sensações e criar laços afetivos. Hoje a Identidade Olfativa é parte importante para promover a fixação da imagem dos seus produtos e serviços na mente dos clientes.

Como parte da minha curadoria, eu escolhi toda nossa identidade olfativa e reestruturamos o uniforme dos nossos colaboradores. Confesso que já percebi uma mudança de humor incrível dentro da empresa, uma afinidade maior com nossos pacientes e uma positividade na hora de trabalhar.

Por

Thalyta Ern

Diretora da Clínica Andy Ern

Life coach e mentora humanizada ISOR

A Razão e a emoção

“Emoção”, etimologicamente, significa “movimento ou impulso”: “o que me induz a agir. Elas nascem basicamente das nossas percepções diante do mundo, antes mesmo de que possamos pensar a respeito. Se percebemos algo como benéfico, sentimos emoções positivas; se percebermos algo como negativo, elas são negativas.

Encontrar um equilíbrio inteligente entre o racional e o emocional em nossa mente, é a chave para aumentar a taxa de sucesso na hora de tomar decisões.

Portanto, talvez a primeira decisão inteligente que podemos tomar é parar de criar um embate entre razão e emoção. Se pensarmos bem, na maioria dos casos ambos costumam nos direcionar para a mesma opção. Infelizmente, no entanto, separar razão e emoção é algo muito comum para muitas pessoas.

As emoções, não só o próprio apaixonar- se, sempre tiveram influência em nossas decisões. Sua importância foi especialmente demonstrada e ganhou ainda mais destaque diante de algumas pesquisas com lesões cerebrais no córtex orbitofrontal, parte responsável pelo processamento emocional e com papel na tomada de decisões.

Essa região influencia o funcionamento da amígdala, outra parte do cérebro que também participa do nosso sistema emocional. Desse modo, os pacientes que possuem lesões no córtex orbitofrontal acabam não levando, ou levando menos, as emoções em consideração na hora de tomar uma decisão.

As emoções às vezes atuam como um alarme diante das opções que não são convenientes para nós. Essas advertências, no entanto, nem sempre são confiáveis. Pode ser que aconteça de sermos advertidos sobre perigos pouco reais, como acontece, por exemplo, no caso das fobias.

Felizmente, junto com essa intuição temos também os processos racionais. Estes permitem pesar os prós e os contras. Essa dualidade entre razão e emoção é o que guia a nossa tomada de decisão, e o que nos faz seguir adiante e manter a esperança. Não deixar nossas emoções, muitas vezes disfuncionais, decidirem por nós, mas ao mesmo tempo estar atentos aos seus avisos, é o resultado do equilíbrio entre razão e emoção e o ideal que devemos
perseguir.

Alcançamos um ponto de equilíbrio quando somos capazes de perceber o que sentimos, não com o propósito de nos defendermos desses sentimentos, mas com a intenção de canalizá-los positivamente.

Por

Sara Cruz Frota

Psicóloga (CRP 12/16061)

Ed. Liberty | Sala 307 | Itajaí / SC

47 98410.1800

frotasara@gmail.com