Maternidade e autoestima

Você já reparou como a maternidade mexe com a autoestima da mulher?

É incrível, mas a autoestima baixa é uma queixa muito comum entre as mães, especialmente nos primeiros anos de vida! É claro que não é uma regra, mas grande parte delas, passa por este desafio.

Bem, o corpo muda, o tempo para si diminui, a autocobrança aumenta, o senso de responsabilidade também, e estes são apenas alguns dos fatores que causam toda essa mudança na autoestima feminina. O fato é que, de uma forma ou de outra, em algum momento, a mãe precisa voltar a olhar para si, e resgatar a mulher que existe por trás daquela mãe!

Se você já acompanha os artigos aqui na revista, sabe que eu não é a primeira vez que falo sobre isso. Mas afinal, porque esse “resgate” é tão importante? Porque quando nos tornamos mães, o nosso olhar fica completamente voltado para aquele serzinho tão pequeno e “indefeso” que certamente, precisa de atenção e cuidado integral. No entanto, com o passar dos meses, acredite, não tem problema algum você voltar a olhar para si.

É essencial, que com o passar dos meses, a mulher volte a pensar em si (provavelmente de forma lenta no início, pois esta mudança pode parecer estranha), e busque se reconectar com sua essência. Quais são as coisas que mais gosto de fazer? O que posso fazer por mim hoje, que vai me fazer sentir melhor? Essas são duas perguntas que podem te ajudar a iniciar essa busca de reconexão!

Mas não é egoísmo pensar em mim, e não nos meus filhos? De forma alguma! Veja bem, você vai pensar TAMBÉM em você, e não apenas em seus filhos! Tudo bem se você tirar umas horinhas para você, ou mesmo alguns dias de vez em quando. Isso vai te fazer sentir melhor? ÓTIMO, então faça. Afinal, a ciência já comprovou: mães felizes, criam filhos mais felizes!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Moda personalizada para os pequenos

Vestidos para festas, comunhão, ballet, eventos escolares ou qualquer outra ocasião que seu filho(a) precise de um traje sob medida, exclusivo e produzido com muito carinho, o endereço certo é o Ateliê Fernanda Mello. Atuando há sete anos com roupas para o público infantil e tendo à frente a empresária Fernanda Souza de Mello Saramento, a empresa é puro sucesso e paixão. Afinal, tem algo mais lindo do que ver os pequenos arrumadinhos para um casamento ou um evento temático?

De acordo com Fernanda, tudo começou quando ainda era pequena. Sua avó teve uma confecção e sua mãe seguiu o mesmo caminho, em outras palavras, podemos dizer que a empresária cresceu em meio a este universo da moda. Mas, foi com o nascimento da sua primeira filha e o desejo de estar próxima a ela, que decidiu que está também seria a sua profissão.

De lá para cá, muito aprendizado que a levaram a produzir peças incríveis. Atualmente os atendimentos podem ser feitos tanto loja física, com horário agendado, ou pela internet com entregas para todo o Brasil. Além disso, o Ateliê Fernanda Mello, também atende a eventos escolares e grupos em geral, indo até o local para tirar as medidas das crianças.

Quanto as inspirações, o bom é que nesse universo infantil, como a Fernanda mesma diz, é o que não faltam. Além das peças que são produzidas por meio das escolhas dos clientes, a empresária nos conta que muitos lançamentos surgem do próprio Ateliê e quem vem inspirados em desenhos animados, filmes e tendências de moda.

Serviço

Ateliê Fernanda Mello

(47) 99650-1570

Instagram: ateliefmello

 

Conheça o ateliê Mães na Massa

Sabe aqueles produtos para o décor dos pequenos, que nos arrancam suspiros porque são puras fofuras? Então, estamos falando do Ateliê Mães na Massa, da empresária Bruna Costa Coelho. Tudo começou em 2016, quando sua filha nasceu. Na época, Bruna nos revela, que sentiu uma necessidade muito grande de poder passar o maior, ou melhor dizendo, todo o tempo possível com a pequena. Com isso, surgiu a ideia de trabalhar com algo que pudesse fazer em casa. “Passei alguns meses em busca de algo que me encantasse, me despertasse curiosidade. E então apareceu o crochê! Depois de comprar uma peça para decorar o quarto da Lis, tive a certeza de que era aquilo que eu gostaria de aprender. Fui atrás de cursos na cidade, mas me deparei com um mercado que havia voltado à moda recentemente e ainda não tinha sido devidamente explorado na região. Ainda era considerado “coisa de vó”. Depois que, enfim, aprendi a técnica, comecei a comercializar minhas peças no perfil pessoal do Instagram. Os pedidos foram aparecendo e veio a necessidade de profissionalizar a marca. Criei o perfil comercial, conquistei os primeiros clientes, e algo que seria o complemento da renda da minha família, em um ano já havia se tornado parte essencial de nossas vidas. Sempre fui uma pessoa que se preocupa com produtos de qualidade, boas fotos e atendimento ao cliente. Isso ajudou muito no crescimento orgânico da empresa. Hoje, dois anos e meio depois, conto com algumas artesãs que ajudam com a agenda de pedidos, alguns anjos que aparecem no meio da caminhada e uma família que apoia incondicionalmente a vontade de tornar o Ateliê Mães na Massa a realização de um grande sonho”, revela Bruna.

Com clientes em todo o Brasil, os produtos, feitos carinhosamente todos à mão, compõe desde decorações minimalistas até projetos mais elaborados. A empresária comenta ainda que tudo é personalizado e que cada peça carrega, em todos os pontinhos do crochê, muito amor.

Além dessa energia de amor, os produtos do Ateliê Mães na Massa, são puro charme e bom gosto. Mas, qual o diferencial? Bruna prontamente responde: “Quando você compra algo feito à mão, está adquirindo não somente um produto, mas também um sonho! Algo pensado e produzido especialmente para você. É essa a sensação que queremos que nossas clientes tenham ao receber nossas peças, e o grande diferencial de uma experiência de compra afetiva”, finaliza Bruna.

Se você também se apaixonou pelas peças do Ateliê Mães na Massa, os orçamentos e pedidos podem ser feitos, exclusivamente, pelo Instagram @ateliemaesnamassa.

Ateliê Mães na Massa 

(47) 9-9698-0550 | ateliemaesnamassa@gmail.com 

@ateliemaesnamassa

O trabalho com projetos na Educação Infantil

A Educação Infantil tem seu caráter de base para o desenvolvimento cognitivo e cada vez mais o objetivo dos educadores desse segmento deve ser o de colaborar na construção de indivíduos independentes e que exerçam, de fato, seu papel de cidadão. Nesse cenário, a escolha metodológica na ação educativa, deve estar pautada no lúdico e no trabalho que dê continuidade à criatividade e a curiosidade naturais desse público.

As crianças são ávidas por conhecimento e o professor pode valorizar esse interesse por tantos assuntos, oferecendo boas perguntas e bons motivos de pesquisa. O trabalho com projetos na Educação Infantil busca promover a construção de novos conhecimentos com sentido e significado. São várias as possibilidades de pesquisa que podem ser organizadas por meio dessa forma de trabalho, para isso, o professor precisa ter foco e clareza de seus objetivos no momento de elaborar um bom projeto com os pequenos. A criança aprende por meio de seus ensaios com o meio, através de uma participação ativa na resolução de problemas e a pedagogia de projetos é um instrumento, dentre outros, que possibilita essa intenção.

O papel do professor na condução de um projeto é de mediador, provocador, acrescentando novos questionamentos ou informações. Nesse trajeto, é preciso envolver os alunos em contextos de pesquisa e permitir que haja possibilidade de errar, compartilhar pensamentos, perguntar e estabelecer relações com outros saberes.

Um projeto bem planejado oportuniza ao aluno experimentar o papel de ser protagonista em sua aprendizagem, expandindo suas experiências de mundo. O trabalho com projetos substitui as rotineiras tarefas de treino e repetição, criando um ambiente de investigação e solução de problemas, dando vida aos conteúdos e tornando a escola cada vez mais atraente para o aluno. É a possibilidade de relacionar teoria e prática, desenvolvendo nas crianças habilidades como negociar, argumentar, respeitar opiniões e trabalhar em equipe.

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora pedagógica

C.E. Pintando o Sete

A importância da leitura

O incentivo ao hábito da leitura pelas crianças precisa começar o mais cedo possível. A educação infantil é uma fase propícia para a formação do interesse pela leitura, visto que é nesta fase onde são formados os hábitos. E a leitura é um bom hábito que deve ser inicialmente incentivado e constantemente nutrido. A escola é um lugar onde as crianças interagem socialmente e recebem diversas influências para sua aprendizagem.

Estimular a leitura é desenvolver a oralidade e enriquecer a comunicação, importantes recursos que favorecem a interação social do indivíduo. A leitura estimula a capacidade crítica, concentração, curiosidade, a interpretação e muitos outros fatores positivos que serão desenvolvidos. Por meio das histórias infantis as crianças sentem alegria e medo, relacionam o real com o imaginário e resolvem conflitos. É através da leitura que se desperta a sensibilidade e se desenvolve o aspecto cognitivo e social de uma criança.

Além disso, contar histórias para crianças desenvolve a linguagem, ampliando o universo de significados e o repertório de palavras, ajudando assim no seu poder criativo e no raciocínio lógico. Estudos apontam que crianças que são expostas à leitura desde a tenra idade têm mais chances de se sair bem em todas as fases da educação formal.

Até mesmo os bem pequenos, que ainda não falam e nem compreendem bem a trama da história, desfrutam deste momento de afeto e partilha durante a contação da história e se encantam com o tom de voz do adulto e as gravuras do livro.

 

Nesse contexto, o papel do adulto – pais e professores, deve ser o de assumir um compromisso com a leitura, criando o hábito de contar histórias, levando as crianças às bibliotecas e livrarias, presenteando-as com livros, despertando assim a curiosidade e fortalecendo os laços afetivos que os envolvem.

Por

Susana Mara Nunes
Coordenadora Pedagógica

Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47) 3344-1143

Rua: Laura Muller, N 1177 – Fazenda – Itajaí – Santa Catarina

 

Escola é lugar de brincar?

Simmm!!! A brincadeira tem importância fundamental na perspectiva do trabalho desenvolvido na educação Infantil. Nesse segmento a brincadeira transforma-se em fator educativo no processo pedagógico, promovendo conhecimento e sendo responsável por gerar uma formação integral na criança.

Para Vigotski (2007), a criança ao nascer já está imersa em um contexto social e a brincadeira se torna importante para ela justamente na apropriação do mundo, na internalização dos conceitos desse ambiente externo a ela. É por meio do brincar que a criança tem liberdade de ação, imaginação, faz inferências e resolve seus conflitos e contratempos.

É brincando, que o mundo se descortina para as crianças, que elas se comunicam e se inserem num contexto social. Por meio das brincadeiras as crianças têm a oportunidade de desenvolver capacidades cognitivas, motoras e afetivas.

A urbanização, a industrialização e os novos modos de vida, limitaram e muito, a brincadeira livre dos meninos e meninas. É nesse contexto que a escola de Educação Infantil se sobressai em sua importância ao oferecer espaços e ambientes propícios ao brincar. Destacamos aqui o valor do papel do professor que deve ser de um iniciador e mediador, observador e avaliador no processo pedagógico, ao manter vivo o papel vital do brincar na sua prática diária.

A brincadeira é essencial! Ao brincar a criança categoriza as situações do seu cotidiano em direção ao contexto real, desenvolve a linguagem, aumenta, enriquece e manifesta sua aprendizagem.

Entendemos que a brincadeira é o mais alto nível do desenvolvimento da criança na Educação Infantil. É por meio desse recurso lúdico que a criança fortalece sua autonomia, amplia seu vocabulário e criatividade, através da interação e troca de afetos com seus pares.

Por

Susana Mara Nunes
Coordenadora Pedagógica

Pintando o Sete

http://www.pintandoosete.net.br

(47) 3344-1143

Rua: Laura Muller, N 1177 – Fazenda – Itajaí – Santa Catarina

FONTE: Brasil. Ministério da Educação, Base Nacional Comum Curricular – BNCC, Brasília 2017
Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil
Janet R. Moyles – Artmed, 2002

Escolas ajudam a identificar sinais de depressão nas crianças

 

Falta de concentração, sonolência, irritabilidade e isolamento podem ser mais facilmente identificados por educadores e indicam alerta aos pais

Alterações no humor, tristeza, desânimo, choro fácil, mudanças no apetite, perda ou excesso de sono, falta de prazer em atividades que antes eram consideradas gostosas. Reconheceu o quadro? Trata-se de algumas características do transtorno psiquiátrico chamado de depressão. Geralmente associada aos adultos, a doença também pode acometer as crianças. Segundo a psiquiatra infantil e pesquisadora Ana Kleinman, cerca de 2% das crianças em idade pré-escolar e escolar sofrem de depressão. Esse número sobe para 11,7% quando elas passam para a puberdade.

As crianças costumam ter mais dificuldades para perceber e nomear o que sentem. Contudo, tanto em crianças, como em adolescentes, os sinais são semelhantes aos dos adultos, com pequenas variações na forma com que se apresentam. “Normalmente, as crianças tendem a ter mais irritabilidade e podem, com frequência maior, apresentar conflitos no convívio familiar e social”, explica a psiquiatra da infância e adolescência, Maria Aparecida Nunes Fontana.

Saber se uma criança ou adolescente está com depressão ou somente triste não é tarefa fácil, visto que não há um exame que possa ser feito para diagnosticar a doença. Assim, observar as crianças para saber quando procurar ajuda é essencial e, neste momento, contar com a ajuda da escola pode fazer toda diferença.  “A escola é certamente a maior parceira da família neste processo. Dentro de sua rotina, ela oferece inúmeras possibilidades de vivências que acabam oportunizando esta percepção, nem sempre clara, para as famílias”, explica Maria Aparecida.

“A escola é o local onde o aluno exercita a socialização de forma mais intensa, principalmente com crianças da mesma idade, pois muitas vezes convive apenas com adultos em sua vida familiar. A escola exerce, então, um papel muito importante de observação, e precisa trazer esse tema para as famílias de forma a orientar e alertar para sinais que muitas vezes passam despercebidos”, esclarece Miriam Lourdes Zanatta, diretora do Colégio Positivo Joinville, em Santa Catarina. Em abril, o Colégio convidou a  psiquiatra Maria Aparecida Nunes Fontana para debater o tema durante a primeira edição do Papo em Família – encontro que será realizado mensalmente com pais e especialistas para discutir temas relevantes ao universo escolar e social.

Se o diagnóstico da depressão nem sempre é fácil, os gatilhos, por sua vez, costumam se repetir. Segundo Maria Aparecida, ter história familiar de depressão, usar excessivamente a internet, sofrer bullying, uso de drogas, bem como conflitos familiares e divórcio dos pais são fatores que aumentam o risco do desenvolvimento de uma depressão na infância. Crianças e adolescentes diagnosticadas com a doença podem ter graves complicações ao se tornarem adultos depressivos. “Eles correm mais risco de desenvolver problemas como alcoolismo, uso abusivo de outras drogas e ansiedade”, alerta a psiquiatra.

Dessa forma, cuidar para que os pequenos vivam em ambientes saudáveis pode ajudar a depressão a passar bem longe das crianças. Contudo, se mesmo assim, a criança vir a sofrer deste mal, saiba que depressão tem tratamento e, com paciência e acompanhamento adequado, é possível recuperar a alegria e a qualidade de vida. “Na presença de depressão deve ser avaliado o grau: (leve, moderado, grave) e os fatores (se houveram) que funcionaram como gatilho. Num quadro mais leve, pode-se optar por atendimento psicológico ou, dependendo da gravidade, além da terapia, associar uso de antidepressivos”, diz a psiquiatra.

Vale lembrar que o não tratamento da depressão pode agravar os sintomas e, em alguns casos, fazer com que crianças e adolescentes adquiram até ideias suicidas. Portanto, é importante ficar atento aos sintomas abaixo:

  • humor deprimido;
  • irritabilidade;
  • medos;
  • queda no rendimento escolar;
  • perda do interesse na maioria das atividades ou incapacidade de sentir prazer nelas;
  • dificuldade de raciocínio ou de concentração;
  • falta ou excesso de apetite;
  • diminuição ou aumento das necessidades de sono;
  • ideias de culpa ou excessiva desvalorização de si mesmo;
  • diminuição da atividade psicomotora;
  • sensação de falta de energia;
  • aumento da sensibilidade;
  • ansiedade;
  • baixa autoestima;
  • sentimentos de culpa;
  • sentimento de rejeição;
  • isolamento;
  • abandono de atividades que lhe agradavam até então;
  • comportamentos de extrema obediência ou submissão;
  • descuido pessoal e corporal;
  • olhar muito tempo para o chão ou permanecer com postura arqueada;
  • fala monótona ou devagar, com ausência de expressão e respostas monossilábicas;
  • hipocondria;
  • ideias de morte ou suicídio ou tentativas de suicídio.

Se a criança apresentar pelo menos cinco dos sintomas citados em um período de pelo menos duas semanas, os responsáveis devem procurar um psiquiatra infantil, que poderá definir o diagnóstico com precisão após descartar outras condições clínicas capazes de provocar sinais semelhantes. Mas é importante ressaltar que os sintomas nem sempre são aparentes, pois crianças tendem a ter mais dificuldade de falar sobre o que sentem, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. “Por isso, é sempre bom procurar a escola e ver o que os educadores têm a dizer”, ressalta Maria Aparecida.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende cinco unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo Hauer e o Colégio Positivo Internacional atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas, além de aprendizado internacional na unidade que leva essa proposta em seu nome. Em 2016, foi incorporada ao Positivo o Colégio Positivo Joinville (SC) e, em 2017, o Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo ganhou duas unidades em Ponta Grossa (PR): Colégio Girassol e Positivo Master.

A escola de educação infantil e o desenvolvimento da criança

As experiências na primeira infância são cruciais para o desenvolvimento da identidade e da subjetividade da criança. A escola de Educação Infantil desempenha um papel fundamental nesta fase, sendo um período rico de descobertas diárias, de relações humanas além de estímulo para o conhecimento. A escola deve ser um espaço de vida e interação que viabiliza a construção do saber.

O trabalho educacional realizado com responsabilidade e respeito à infância, desenvolve habilidades, transmite valores e edifica o conhecimento. Muitos jogos e atividades, por mais despretensiosos que possam parecer, são carregados de intenções e lições que muitas vezes, são levadas por toda a vida. O professor de Educação Infantil deve encorajar, valorizar, promover e participar ativamente do brincar em sala de aula, desenvolvendo um trabalho pedagógico significativo. Ao brincar a criança faz simbologias de situações reais, usa sua criatividade e imaginação, pratica a cooperação e entende seus limites. Piaget (1974) mostra claramente em suas obras que os jogos não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.

É na escola de educação infantil que a criança observa que todos usam as mesmas roupas (uniformes), que devem ser tratados com respeito e igualdade, que os brinquedos precisam ser compartilhados… Estão aprendendo as primeiras lições e condutas sociais fora do vínculo familiar.

Assim família e escola devem estabelecer uma relação de confiança e dessa forma a criança vai se sentir mais segura nas suas escolhas. Ao constituir uma parceria, a família pode dar continuidade às experiências realizadas na escola, enriquecendo o processo de aprendizagem. Quando escola e família se envolvem e trabalham juntas, aos poucos se institui uma relação de respeito, diálogo e troca de informações, onde quem sai ganhando é a criança.

O processo educativo no segmento da Educação Infantil, que se compromete com um trabalho de excelência, amplia o repertório vivencial e de conhecimento das crianças, fortalecendo a autonomia e a cooperação – competências indispensáveis no mundo moderno.

*Fonte

Em busca da Pedagogia da Infância – pertencer e participar

Tizuko Morchida Kishimoto e Júlia Oliveira-Formosinho

Brincar na Educação Infantil – uma história que se repete

Gisela Wajskop

Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil

Janet R. Moyles

 

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora pedagógica

Personagens da Patrulha Canina fazem preview de espaço temático nesta sexta-feira (HOJE) no Balneário Shopping

Alguns dos filhotes da Patrulha Canina farão um preview especial nesta sexta-feira, 29 de março, no Balneário Shopping. O espaço, localizado no pavimento L2, em frente à Tok&Stok, só abre ao público no dia seguinte (sábado), dia 30, mas as crianças já poderão encontrar os personagens em frente ao Jardim da Praça Gourmet (L2) entre 18h e 20h de hoje. O preview contará com distribuição de algodão doce e coquetel divertido do Outback Steakhouse especialmente para as crianças, com suco colorido, batatas fritas, chicken fingers e fish and chips.

O espaço lúdico da Patrulha Canina conta com escorregador, tiro ao alvo, pinball, entre outras brincadeiras. Gratuito e aberto ao público, o evento licenciado Nickelodeon permanece no Balneário Shopping até o dia 17 de maio. Voltado para crianças de 3 a 12 anos, o espaço ambienta o universo dos cães filhotes que estão sempre prontos para entrar em ação quando o perigo aparece, com brincadeiras inspiradas em diferentes personagens.

Em ‘Ajude o Marshal a apagar o incêndio’, a garotada vai usar uma mangueira de ar comprimido para tentar derrubar as placas com fogo. No ‘Pinball do Rubble’, a missão é acumular o maior número de pontos. Com o ‘Chase’, as crianças precisam acertar com narfs nos distintivos do cão policial; enquanto no espaço da ‘Cockapoo Skye’ é preciso manter as bolas no ar com a ajuda de um compressor. A atração contará ainda com um escorregador da famosa torre de comando da Patrulha Canina e mesas com desenhos da turminha para colorir.

AGENDA
Preview com personagens da Patrulha Canina
Local: Balneário Shopping, pavimento L2, em frente ao jardim da Praça Gourmet
Data: 28 de março (sexta)
Horário: 18h às 20h
Valor: Gratuito

Nove dicas para lidar com a birra infantil

Situações de conflito ou frustração podem gerar momentos de tensão entre pais e filhos. Mas a conciliação é possível e pode aproximar a relação

Quando se fala em birra, é bem provável que pais e mães já tenham experimentado seus efeitos, muitas vezes devastadores. Esse tema gera desconforto, pois normalmente acontece de surpresa e é difícil quem goste de falar sobre isso – ou sequer admitir que seu filho aja de tal maneira.

De acordo com Samanta Sievers, professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís de Jaraguá do Sul (SC), a birra pode ser descrita como um descontrole emocional. Acontece especialmente em momentos de conflito, frustração, ansiedade e raiva, seja por ter recebido um “não”, por ter perdido um jogo, ou por não querer obedecer. “Devemos encarar a situação como um pedido de ajuda, como uma oportunidade de diálogo para ensinar a criança a compreender melhor o mundo e a forma como vivemos em sociedade”, orienta Samanta.

É preciso entender, contudo, que o cérebro do ser humano passa por mudanças até o fim da adolescência, ou seja, a estrutura cerebral de uma criança não é a mesma do adulto, de seu pai ou mãe. Partindo daí já poderíamos ter razões suficientes para compreender que a criança não deve ser tratada como um adulto em miniatura.

Assim, Samanta orienta que diante de uma birra o primeiro passo é refletir sobre o que desencadeou aquele comportamento. “Avaliar se a criança está com fome ou sono é o primeiro passo. Também é preciso analisar se ela está em perigo. Uma birra em um brinquedo alto do parquinho por exemplo, pede que ela seja retirada de lá imediatamente”.

Com base nesses fatores, a professora listou algumas dicas práticas que podem ser usadas em situações de birra para amenizar e resolver o conflito. Confira:

– Abaixe-se na altura da criança, garantindo comunicação olho no olho, mostrando assim que se está acessível, que será possível ouvi-la com atenção.

– Tente conectar-se emocionalmente e fisicamente. De nada vai adiantar longos discursos no momento da birra. Aproxime-se, segure-lhe a mão com delicadeza; se perceber abertura para o mesmo, lhe dê um abraço. Use expressões faciais empáticas e um tom de voz carinhoso. Pode ser difícil manter a calma, mas o adulto é o modelo e deve ser a parte madura dessa relação. Outro desequilibrado e nervoso vai só piorar a situação: pense nisso!

– Não grite, não bata. Não vai funcionar, simples assim. Se você enquanto criança “apanhou e não morreu”, ótimo! Mas lembre-se que violência gera violência e em breve, quando a criança tentar lhe bater, não diga que não saiba onde o com quem ela aprendeu isso.

– O primeiro passo é garantir que a criança se acalme. Dê-lhe comandos simples como ‘respire fundo, conte até dez, segure a minha mão.’

– Com crianças menores de três anos, uma boa dica é mudar o cenário, o foco da conversa, visando que ela se acalme antes de qualquer tentativa de diálogo. ‘Vamos dar uma volta lá fora e olhar o céu? Que tal você me dar a mão e a gente caminhar juntos um pouco? Venha comigo, quero te mostrar uma coisa.’

– Para todas as idades: assim que ela se acalmar e relaxar, converse com a criança sobre os sentimentos que vieram à tona durante a birra, descrevendo a situação e nomeando as emoções: ‘Você me pareceu muito chateado quando eu falei que era hora de guardar os brinquedos. Você ficou nervoso e jogou-os em mim. Que tal se a gente conversar para tentarmos juntos resolver isso de outra maneira?’.

– Com crianças maiores, mantenha o diálogo com frequência sobre regras e limites, de forma positiva. Antes mesmo de começar a refeição, entrar no shopping ou supermercado, por exemplo, já realize algum combinado: ‘temos três tipos de salada, gostaria que você escolhesse uma para provar’; ‘hoje você poderá escolher um item para comprar’, ou ainda ‘hoje não será possível comprar um brinquedo novo, mas podemos olhar o que tem e pensar em opções para seu aniversário, que tal?’. Se mesmo após esse diálogo a birra acontecer, é interessante que haja uma consequência para que a criança entenda princípios de senso de justiça. Importante: não ceda ao combinado devido à birra, cumpra a sua palavra apesar dela, mostrando que havia sido feito um acordo anterior e que a sua palavra tem valor.

– Dica valiosa que vale para qualquer idade: se você sabe que a criança faz birra toda vez que você fala que é hora de tomar banho ou que chegou o momento de ir embora da casa da vovó, avise-lhe antes de isso acontecer. São medidas preventivas que têm como objetivo evitar a teimosia. Que tal ligar o despertador do celular para dali cinco minutos e assim que o fizer, falar: ‘quando o despertador tocar será a hora de ir embora, certo?’ Essas dicas normalmente funcionam.

– Outra dica: quando for possível, possibilite que a criança realize escolhas, visto que os ataques de birra ocorrem em muitos momentos impostos, como quando escolhemos suas roupas ou o que vão fazer. ‘Hoje você pode escolher entre esta ou esta roupa para sairmos em família, qual você prefere usar?’. A possibilidade de escolha soa muito mais respeitosa do que simplesmente dizer “vista isso”.

O equilíbrio emocional do adulto e o compromisso em educar, e não punir a criança birrenta, fazem toda a diferença. Aproveite este momento para conectar-se emocionalmente com sua criança, com atitudes acolhedoras e amáveis, garantindo leveza e diálogo.

Sobre a Rede Marista de Colégios: A Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.