Maternidade e autoestima

Você já reparou como a maternidade mexe com a autoestima da mulher?

É incrível, mas a autoestima baixa é uma queixa muito comum entre as mães, especialmente nos primeiros anos de vida! É claro que não é uma regra, mas grande parte delas, passa por este desafio.

Bem, o corpo muda, o tempo para si diminui, a autocobrança aumenta, o senso de responsabilidade também, e estes são apenas alguns dos fatores que causam toda essa mudança na autoestima feminina. O fato é que, de uma forma ou de outra, em algum momento, a mãe precisa voltar a olhar para si, e resgatar a mulher que existe por trás daquela mãe!

Se você já acompanha os artigos aqui na revista, sabe que eu não é a primeira vez que falo sobre isso. Mas afinal, porque esse “resgate” é tão importante? Porque quando nos tornamos mães, o nosso olhar fica completamente voltado para aquele serzinho tão pequeno e “indefeso” que certamente, precisa de atenção e cuidado integral. No entanto, com o passar dos meses, acredite, não tem problema algum você voltar a olhar para si.

É essencial, que com o passar dos meses, a mulher volte a pensar em si (provavelmente de forma lenta no início, pois esta mudança pode parecer estranha), e busque se reconectar com sua essência. Quais são as coisas que mais gosto de fazer? O que posso fazer por mim hoje, que vai me fazer sentir melhor? Essas são duas perguntas que podem te ajudar a iniciar essa busca de reconexão!

Mas não é egoísmo pensar em mim, e não nos meus filhos? De forma alguma! Veja bem, você vai pensar TAMBÉM em você, e não apenas em seus filhos! Tudo bem se você tirar umas horinhas para você, ou mesmo alguns dias de vez em quando. Isso vai te fazer sentir melhor? ÓTIMO, então faça. Afinal, a ciência já comprovou: mães felizes, criam filhos mais felizes!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Maternidade: o que ninguém te conta

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

Instagram: gestandoeaprendendo

Universo do Bebê

Uma das mais conceituadas e completas lojas de artigos infantis da região se tornou a queridinhas das mamães, avós, titias e madrinhas na hora de pensar no enxoval completo ou em um presente para os pequenos.

A chegada de um bebê na família é, com toda a certeza, uma das maiores alegrias na vida de qualquer pessoa. Além disso, é um momento que requer uma grande preparação, afinal será necessário pensar em tudo, até mesmo onde este novo serzinho irá dormir, quais roupinhas irá vestir, se a estação em que chegará será fria ou quente, entre incontáveis outros fatores e itens. Sim, são tantos detalhes que parece não ter fim, não é mesmo?!

E foi pensando em ajudar as mamães, papais, vovós, titias e madrinhas, que surgiu há 14 anos a Universo do Bebê, com o objetivo de oferecer em um único lugar todos os produtos necessários para a chegada de uma criança. E não é à toa que ao longo de sua trajetória se consagrou na região com uma das mais completas lojas de artigos infantis. Com quatro unidades, sendo três na cidade de Itajaí e uma em Navegantes, somam mais de 1200m2 com produtos de excelência e bom preço. Além de ofertar qualidade e uma variedade incrível de produtos, item este considerado um dos diferenciais da loja, também investe no bom atendimento personalizado que, segundo os sócios à frente da Universo do Bebê – Cristiane Maria Correia Winter e Joacir José Winter, são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer negócio: qualidade, preço e excelência no atendimento.

E sabe aquele cheirinho delicioso de bebê, que nos remetem à sensação de bem-estar, felicidade e sem falar na vontade que dá de apertar um nenénzinho, pois bem, é com esta fragrância que os clientes da Universo do Bebê são recebidos. Uma loja que encanta em todos os detalhes que, cuidadosamente, foram pensados para oferecer uma grande experiência em compras. E tem coisa mais gostosa do que produtos infantis? Cristiane complementa ainda dizendo que tudo que envolve este mercado é fascinante, feliz e repleto de amor. “A compra de produtos para uma criança é sempre alegre. Seja para um novo bebezinho que está prestas a chegar ou um que já esteja maiorzinho, não importa, quem vem comprar, vem contente. E para nós é uma satisfação enorme saber que fazemos parte desses momentos maravilhosos. Por isso, nossos clientes são tão especiais e devem ser recebidos e atendidos com a mesma alegria e confiança com que vem nos procurar”, pontua Cristiane.

Então se a sua ideia é montar o enxoval ou apenas presentear, mas procura uma loja que além de oferecer qualidade, variedade e bons preços, lhe permita uma experiência diferenciada em compras, a Universo do Bebê é o lugar certo. Você encontrará roupinhas super fofas, móveis a pronta entrega, carrinhos, acessórios e muito mais. Tudo o que o bebê precisa em um só lugar. Confira algumas das seções que a loja disponibiliza:

  • Acessórios
  • Banheira e suporte
  • Bebê conforto
  • Berço desmontável/cercado
  • Bolsas
  • Brinquedos
  • Cadeira auto
  • Cadeiras para refeição
  • Carrinhos
  • Enxoval
  • Kit Berço
  • Modinha meninos e meninas
  • Móveis
  • Poltronas e boosters
  • Puericultura leve
  • Tapetes

Universo do Bebê

Loja 01 – Rua Estefano José Vanolli, 1504

47 3246.5777 – São Vicente – Itajaí – SC

 

Loja 02 – Rua Filipe Schmidt, 334 (em frente ao 1º Batalhão)

47 3346.0330 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 03 – Rua Hercílio Luz, 260

47 3075.0839 | Centro – Itajaí – SC

 

Loja 04 – Av. João Sacavem, 1

47 3342.6410 | Centro – Navegantes – SC

Amamentar é um ato de amor e saúde para o bebê

      Quando nós mulheres confirmamos a gravidez já começamos a planejar a chegada do bebê. Muitas de nós já programou a gestação, mas é quando o resultado dá positivo que temos certeza de que o sonho de ter um bebezinho em casa, começa a se realizar.

    E é aí que nos preocupamos com os exames do pré-natal, o sexo da criança, o enxoval e tudo que envolve essa espera maravilhosa.

  Durante esse período de preparação, uma das principais dúvidas das futuras mamães e papais está relacionada a amamentação. Já ficou mais que comprovado que o leite materno é o alimento fundamental e exclusivo até os primeiros 6 meses de vida.

O leite que nós mães produzimos é sem dúvidas o melhor alimento para o desenvolvimento dos nossos pimpolhos. Esse simples líquido é precioso, contém proteína, lactose, vitaminas, minerais, água, gordura, todos os nutrientes que a criança necessita para seu crescimento e desenvolvimento. No leite materno também estão presentes vários componentes imunológicos que protegem a criança de inúmeras doenças.

Quando estão amamentando muitas mulheres acham que o leite que produzem é fraco, mas a verdade é que cada mãe produz o leite ideal para o seu bebê. Ao tomar o leite materno, a criança vai ter uma digestão mais fácil, porque o alimento é bem absorvido e tolerado pelo organismo dela, diminuindo as cólicas.

Mas eu sei que apesar dessa importância do leite materno, nem todas as mamães conseguem amamentar com o prazer que gostariam. A realidade é bem diferente do que se mostra em comerciais de televisão. E se no passado ninguém contava que amamentar pode ser um desafio, hoje é possível encontrar apoio para fazer desse ato, um momento de amor.

         Buscar ajuda profissional é muito importante, porque com orientação correta e muito carinho as chances da mamãe conseguir amamentar tranquilamente, sem dor e com boa quantidade de leite, aumentam muito!

         Eu oriento as mamães que me procuram antes do bebê nascer e após o parto a passar por essa fase com muito amor e alegria. E no Workshop Babies e Kids eu vou falar sobre a importância da amamentação e vou dar dicas práticas para que você consiga amamentar seu bebê como sempre sonhou.

            Te espero para um bate papo bem especial às 14 horas! Participe!

Inscrições gratuitas e limitadas: https://forms.gle/6BN8bHV5HyQSmKCdA


Humanização – do gestar ao parto

O nascimento de um filho é sem dúvida um dos momentos mais marcante da nossa vida. E eu digo isso porque tenho três lindas preciosidades, o Bernardo, a Beinha e a Betina, com apenas 3 meses de vida.
Mas eu sei também que durante essa linda espera pela qual passamos, muitas mulheres tem dúvidas, se questionam, sofrem com insegurança, porque tem medo do momento mais especial: o parto.
O receio de muitas pacientes é justamente com o investimento, os gastos para o bebê nascer e principalmente pela forma como serão atendidas. Como é um momento especial na vida da mulher, o que todas nós queremos e merecemos, é carinho, atenção, cuidados para que nosso baby venha ao mundo da forma como sonhamos… E isso vale para partos naturais, normais e cirúrgicos.
Quando se pensa em parto humanizado, muita gente ainda acredita que só é possível a humanização em partos naturais e normais, mas eu posso garantir a vocês, que qualquer tipo de parto, pode ser humanizado.
A principal crença está no parto cesariana, mas esse procedimento pode ser respeitoso, calmo, tranquilo e principalmente humanizado! 
Para garantir que o parto seja diferenciado, algumas adequações precisam ser feitas na sala de parto, como: pouca luz, música calma e o mais importante: a retirada do baby de forma delicada. 
Cada nascimento eu costumo chamar de milagre da vida, é a médica (o) que vai tocar primeiro no bebê, o seu bem mais precioso. Não só a obstetra, mas toda equipe deve estar afinada para proporcionar que esse seja um momento inesquecível e muito emocionante. 
E depois que o bebê nascer, é hora dele ir para os braços da pessoa que mais o aguardou e o amou em seu ventre: a mamãe. O contato de mãe e filho, contato de pele, olhos nos olhos e de muito amor, logo após o nascimento é um benefício maravilhoso para ambos e deve ser feito mesmo na cesariana. 
É meu dever e de toda (o) médica (o) obstetra garantir respeito e amor a todo nascimento!
Vamos bater um papo sobre esse assunto no Workshop Babies & Kids?
Eu te espero, faça sua inscrição no link abaixo!

Maternidade: o que ninguém te conta

 

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida! ;)

Por Ana Paula Majcher

•No dia 06/07, durante o II Workshop Babies&Kids no Balneário Shopping, vai acontecer um bate-papo super bacana sobre o tema!

Te espero lá!

Link para inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdahL3mJcPlWnE94DAeA9JClR4FyZ1v16qLtbBqyMMPfUuH4g/viewform

 

MATERNIDADE TRANSFORMA TRAUMA DE EMPRESÁRIA EM PROPÓSITO DE VIDA

Ana Paula Franz, 34 anos, nunca sonhou em ser mãe por conta dos traumas de infância. Sem planejar, a maternidade fez com que ela transformasse toda a dor do abandono em uma oportunidade profissional. Hoje, Ana ajuda pais a educarem seus filhos para crescerem com confiança e amor próprio.

Era uma mulher com mais de 30, casada, empresária e sem a mínima vontade de ser mãe – apesar de ser o sonho do marido. Ana sabia que era adotada, mas apenas aos 21 anos de idade seu pai contou sua verdadeira história – a de que ela havia sido abandonada recém-nascida em um matagal e foi encontrada quase sem vida por um cachorro que a farejou. “Eu tinha muitos traumas inconscientes enraizados nesse abandono que travavam a minha vida em diversos aspectos. Um deles era sobre ser mãe”, conta Ana Paula Franz.

Até que Ana foi surpreendida por uma gravidez. Nascia ali uma mãe e uma nova profissional. Ela não acreditava que o instinto maternal fosse suficiente, por isso, leu muito sobre maternidade e sono. “Eu fui daqueles bebês que só choravam e não dormiam. Cresci sabendo que fiz meus pais adotivos sofrerem com a privação de sono”, diz Ana.

O Miguel nasceu e deu tudo tão certo na prática, que Ana sentiu a necessidade de ajudar outras famílias a se conectarem mais com os filhos. Vendeu sua clínica de estética, fez duas especializações internacionais em Sono, formou-se em Disciplina Positiva e Treinamento Comportamental e abriu uma nova empresa – agora, com foco em preparar os novos pais a desenvolverem a confiança e um apego seguro com seus filhos.

Nas palestras e workshops que faz sobre Disciplina Positiva, oferece ferramentas para que os pais consigam colocar em prática esta abordagem de educação, baseada na firmeza e gentileza. Ela acredita que as crianças devem ser criadas com respeito – nada de tapas, castigos, gritos e humilhações. Na teoria isso faz todo o sentido, mas pode ser bem difícil para uma família mudar um padrão.

Na consultoria do sono, Ana ajuda gestantes e famílias com crianças que estão com problemas para dormir. “Junto à família, tenho que entender o que está acontecendo através de um olhar integrativo, que vai muito além da hora de dormir; mas que busca equilibrar todas as necessidades da criança, tanto físicas quanto emocionais, para que o adormecer aconteça da forma mais natural possível”.

As mudanças na vida de Ana aconteceram de maneira natural e sem planejamento. “Hoje, eu realmente sinto que encontrei o meu propósito de vida, que é de transformar a maternidade em algo mais leve e tranquilo, pois não faz sentido dar o milagre da vida. Quero impactar de forma positiva todas as mães e os lares por onde eu puder passar”, finaliza.

Contato:

Ana Paula Franz – 47 98851-5231

@bomsonoconsultoria

Por que bebês choram tanto?

Se tem algo que angústia os pais, é o choro do bebê! Mas afinal, por que eles choram tanto?

Há vários motivos que contribuem para isso.

O mais importante e que precisamos ter muita clareza, é que o choro é a forma de EXPRESSÃO dos bebês! Afinal, eles não sabem falar, como podem nos mostrar que algo não vai bem, ou fazer algum pedido, se não através do choro?

Bebês choram porque querem transmitir alguma mensagem para nós…essas mensagens podem ser:
“Hei, estou com fome!”
“Ai que soninho”
“Hm, mas que sede”
“Alerta!! Fralda suja!”
“Tem alguma dor me incomodando”
“Sinto um leve desconforto!”
“Eu não quero ficar nesse berço sozinho!”
“Cansei dessa posição!”
“Cadê minha mamãe, e meu papai?”
“Quero um colinho!!!”
“Estou com calor…ou, estou com frio!”

Dentre VÁRIOS outros motivos!

Veja bem, seu bebê NÃO SABE FALAR, então até mesmo se ele estiver com uma coceira no pé, até alguém coçar o pezinho, ou a coceira passar espontaneamente, ele vai chorar. 🙂

Por isso, não se angustie, o choro é a melhor forma de passar alguma mensagem, e com o tempo a gente aprende a identificar diferentes choros para cada assunto específico! Pelo menos aquilo que for a maioria deles.

Agora, se o choro for MUITO constante, e vier acompanhado de outros sintomas, você deve procurar um pediatra para avaliar seu filho, ok? O choro é normal, mas chorar 24h por dia, não. Ou chorar e ter outros sintomas associados, como febre, se contorcer demais, enfim, na dúvida, vale a pena investigar e procurar um profissional!

Agora, se não tiver nenhum sinal “extra”, se acalme, e tente compreender qual mensagem o bebê está tentando lhe passar! Não é fácil, mas aos poucos vamos nos acostumando e nos entendendo.

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga – CRP: 12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620

It’s Mommy traz reflexões sobre maternidade e bem-estar no Balneário Shopping

Um olhar especial e diferenciado sobre maternidade real e bem-estar da mãe e dos filhos contará com a ajuda de quatro profissionais renomadas de Santa Catarina às 20h desta quinta-feira, 2 de maio, no Balneário Shopping. O It’s Mommy trará um painel de debates com Ana Paula Petry (psicóloga de mães), Ana Paula Franz (consultora de disciplina positiva), Viviane Faria Silva (pediatra homeopata) e Marina Dias (jornalista e fotógrafa da Ver Nascer), no pavimento L2 do shopping. O evento também lança oficialmente a exposição fotográfica “Olhando Para Si”, que segue até o dia 31 de maio.

O bate-papo – que abre a programação do Mês das Mães no endereço – é gratuito e promete atrair um público atento à questões como auto estima da mãe, disciplina positiva com os filhos e homeopatia pediátrica, temas que têm gerado novos debates acerca do “ser mãe” em consultórios e redes sociais. “A proposta é conversar sobre maternidade real, como muito amor, mas sem idealizações. Vamos falar sobre as alegrias e as expectativas da mãe e sobre a mãe”, observa a gerente de marketing do Balneário Shopping, Gabriella Fortes.

A conversa entre as profissionais será mediada pela jornalista Bianca Ingletto. A psicóloga Ana Paula Petry trará reflexões sobre saúde emocional da mãe e uma maternidade mais leve, alegre e tranquila, mesmo diante de tantos desafios cotidianos. Já Ana Paula Franz, educadora integrativa do sono e em disciplina positiva, vai contar sobre o processo de ressignificar a maternidade, transformando dores e dificuldades em conexões cada vez mais fortalecidas.

Viviane Faria Silva, pediatra homeopata e médica da família, trará uma visão integrada da criança e da família, que leva em conta a bagagem e a história pessoal de cada pequeno paciente na hora de revelar sintomas e processos de cura. A fotógrafa e jornalista Marina Dias, por sua vez, falará sobre a experiência de fotografar mães no momento do pós-parto, promovendo a auto estima e a individualidade da mulher.

Exposição fotográfica

O It’s Mommy também abre oficialmente a exposição “Olhando Para Si”, assinada pelas fotógrafas Marina Dias e Ellen Mendes, do projeto Ver Nascer. No total, são 14 fotos de mulheres-mães em um momento só delas, sem os filhos e fora da rotina. “O propósito é fazer esta mãe se amar do jeito que é, refletindo sobre sua força e sobre a mulher que se tornou após a maternidade”, observa Marina Dias. A exposição segue no pavimento L1 do Balneário Shopping até o dia 31 de maio.

O It’s Mommy é aberto ao público e a participação é gratuita. O bate-papo inicia às 20h.

AGENDA

It’s Mommy

Local: Balneário Shopping, pavimento L2

Data: 2 de maio

Horário: 20h

Valor: Gratuito

Exposição fotográfica “Olhando para Si”

Local: Balneário Shopping, pavimento L1

Data: 2 de maio a 31 de maio

Horário: Diariamente, das 11h às 23h

Valor: Gratuito

Grupo de Apoio Materno: você sabe o que é?

Em meio aos compromissos profissionais, a lida com a casa e a correria com os filhos pequenos, muitas vezes nos esquecemos de resgatar a mulher que existia antes da maternidade. Um momento de pausa na agenda é imprescindível para a saúde mental, seja em uma meditação diária ou com a ajuda de uma rede de acolhimento. Pelo menos é nisso que eu acredito e busco aplicar nas minhas turmas do Grupo de Apoio Materno, que acontece em meu consultório em Itajaí.

O propósito é trazer uma maternidade mais leve e com menos culpa, além de gerar autoconfiança e tranquilidade na hora de maternar. E como vivenciar esta fase tão intensa da vida sem se anular ou esquecer quem você era antes de ter filhos? O grupo de apoio traz estas e outras questões para a roda de conversa, através de um trabalho guiado especialmente para mães em diferentes fases da vida.

Com um total de 12 encontros quinzenais, trabalhamos temas relevantes ao dia a dia da maternidade. O objetivo é treinar estas mães para serem o que querem ser e não mães perfeitas e idealizadas, mesmo propósito que também dissemino em minhas redes sociais – o Gestando e Aprendendo – há quase três anos.

Para participar deste nosso grupo de apoio basta ser mãe. A proposta surgiu como uma extensão do trabalho que já realizo diariamente no consultório, com o objetivo de levar mais saúde emocional às mulheres, com menos culpa e auto cobrança.

Vamos abrir um novo grupo no mês de maio em Itajaí e estamos com vagas abertas. Mães felizes e confiantes trazem mais harmonia às suas vidas e cuidam melhor de seus filhos. Este é um grupo para se reconstruir como pessoa, mãe e companheira.

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga – CRP: 12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620