Imposição social da maternidade perfeita

Você também tem a sensação que as pessoas esperam que as mães estejam sempre felizes? Que não se pode falar sobre os lados não tão bons assim da maternidade, pois por algum motivo, já interpretam como se você não quisesse mais ser mãe?

Percebo rotineiramente, uma imposição social de que a mãe precisa estar sempre sorrindo, feliz e plena, como se a maternidade fosse um passaporte para a felicidade”! Um verdadeiro mar de rosas, onde tudo simplesmente flui maravilhosamente!

É lógico que ser mãe envolve momentos maravilhosos, inexplicáveis, de muito amor e coisas lindas, mas não é assim o tempo todo não! E essa cobrança contribui MUITO para que as mães se sintam culpadas, especialmente quando “não podem” demonstrar como realmente estão se sentindo: muitas vezes esgotadas, com um desgaste emocional gigantesco, e tudo isso guardado dentro delas, pelo medo de receber críticas ou de ser julgada.

Afinal, não é raro ouvir frases como “Ué, está reclamando do que se foi você que escolheu ter filhos?”! Entendam uma coisa: a mãe pode até estar cansada, exausta, desanimada e irritada, mas isso não quer dizer que ela não ame seus filhos! E por favor, colabore, não seja mais uma destas pessoas que julgam sem tentar se colocar no lugar daquela mãe!

E só para concluir, vale sempre lembrar, tristeza e cansaço fazem parte da natureza humana, portanto mamãe, se você se sente assim, não se culpe, não se sinta mal, e não precisa esconder seus sentimentos. Afinal, a vida não é feita só de bons momentos, não é mesmo? Levanta, sacode a poeira, e vida que segue. Uns dias mais pesados, outros mais leves, e assim será sempre!

Sabe o que uma mãe precisa, de fato? Apoio, acolhimento, respeito, um ombro amigo, pessoas que estejam dispostas a vê-la como um ser humano com todos os sentimentos que qualquer um tem! Vamos nos unir e nos ajudar? Vamos juntos desromantizar um pouco a maternidade, parar de julgar e ser um pouco mais empático com a vida do outro! A maternidade não é uma competição!

Por

Ana Paula Petry

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620

Instagram: gestandoeaprendendo

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EDUCANDO OS FILHOS POR MEIO DA DISCIPLINA POSITIVA

Especialista dá dicas de como aplicar o método em casa

Faz algum tempo que as palmadas estão saindo de cena e a Disciplina Positiva ganhando destaque no desenvolvimento das crianças. Tanto que a Academia Americana de Pediatria atualizou recentemente o seu código de ação e recomenda que os pediatras aconselhem os pais contra o uso de qualquer forma de punição corporal e verbal – como bater, gritar ou humilhar os pequenos.

A orientação está de acordo com a metodologia da Disciplina Positiva. Esta é uma
forma de ensino que tem como foco ajudar as crianças a serem capazes de lidar com
suas próprias emoções. “Além disso, por meio da Disciplina Positiva, ensinamos aos
nossos filhos habilidades de vida como respeito, confiança, resolução de problemas e
empatia”, afirma a educadora infantil Ana Paula Franz. “Muitos pais acreditam que a
criança precisa sofrer um pouco ou elas não aprenderão nada; outros, que não são a
favor do autoritarismo, caem na permissividade; e ambos são prejudiciais para educação
em longo prazo”, completa.

A punição faz com que a criança se sinta mal e colabore menos. Segundo Ana, desta
forma ela começa a lhe desafiar e a se recusar a fazer as coisas. Por isso, o ideal é
concentrar as energias na solução e não no problema; e a Disciplina Positiva tem
justamente o objetivo de ajudar as crianças a aprenderem com o que fizeram. Então,
quando você se deparar com situações difíceis, tenha em mente que é possível resolvê-
las de uma forma respeitosa, ensinando seu filho e oferecendo alternativas diferentes
daquela que você não deseja ou não pode.

A educadora infantil orienta a deixar de lado os “nãos” e ameaças e a envolver a criança
para que juntos consigam chegar a um acordo. “Por trás da birra, da falta de
colaboração, existe uma gama enorme de sentimentos e necessidades que os pais não
estão enxergando. Pode ser frustração, cansaço, raiva… emoções muito complexas para
uma criança lidar”, afirma Ana. Pra finalizar, a especialista lembra que os adultos é que
são responsáveis pelo comportamento dos filhos, não o contrário!

DICAS PARA APLICAR A DISCIPLINA POSITIVA
Pequenos ajustes podem fazer uma grande diferença na educação dos pequenos. Mas
apesar de parecerem óbvios, na prática, exigem sair do automático. Por isso, é preciso
pensar o que queremos que a criança aprenda e se torne quando adulta. Na Disciplina
Positiva, uma palavra pode mudar tudo.

Perguntar ao invés de mandar
Sai daqui que eu preciso limpar essa bagunça que você fez!
Disciplina Positiva: E agora! Como podemos limpar isso juntos?
Divida esse brinquedo com seu amigo!
DP: Como você e seu amigo podem brincar juntos?

Gentileza e firmeza

Autoritário: Não vou falar de novo! Se não guardar esses brinquedos agora, vou jogar
no lixo.
Permissivo: Não sei por que você não me escuta!Fico tão triste!
DP: Eu sei que você não quer guardar os brinquedos e está na hora de arrumá-los. Você
quer ligar o cronômetro ou cantar uma música enquanto guardamos?

Encorajar ao invés de elogiar

Elogio: Estou tão orgulhoso de você!
Encorajamento: Você se esforçou muito, aposto que está orgulhoso de si mesmo!

Conexão antes da correção
Eu te amo e acredito que podemos encontrar uma solução juntos para esse problema.

Permitir que as crianças aprendam a lidar com os sentimentos
Posso ver que você está muito brava por não poder pegar isso.

Ensinar as crianças o que fazer
Ao invés de dizer: “não bata” ou “não pegue esse copo”, diga: “faça carinho” demonstrando isso. Ou então: “você pode brincar com esse pote aqui”

PERGUNTAS E RESPOSTAS

A DISCIPLINA POSITIVA DÁ CERTO COM TODAS AS CRIANÇAS, INCLUSIVE
ASMAIS DIFÍCEIS?
ANA PAULA FRANZ – A DP dá certo com todas as crianças, pois é uma abordagem
que busca entender os desafios de comportamento como oportunidades de
aprendizagem, sendo um caminho sem volta de respeito mútuo e conexão. É uma
construção que pode não surtir efeito em curto prazo, como punir. Os resultados
ocorrem em longo prazo, por isso, a limitação está muito mais nos adultos – que são
imediatistas – que nas crianças.

QUEM EDUCOU ATÉ AGORA COM GRITOS E TAPAS PODE COMEÇAR A EXERCER A DISCIPLINA POSITIVA?
APF – Certamente. O grande desafio está justamente no adulto conseguir abrir mão do
seu padrão de educação atual, seja autoritário ou permissivo. Os responsáveis pela
educação da criança precisam sair do piloto automático e levar para a consciência as
suas ações e o uso das ferramentas da disciplina positiva dentro de cada atitude do filho.
Em um primeiro momento pode existir estranhamento por parte do filho, mas com o
tempo ele vai melhorar muito a relação e o senso de colaboração e respeito. É uma
mudança como qualquer outra, que só irá se tornar fácil com o tempo e a prática.

QUAL O RESULTADO DA DISCIPLINA EM LONGO PRAZO?
APF – O principal resultado é ensinar valiosas habilidades sociais e de vida para um bom caráter, através do respeito, empatia, poder na resolução de problemas, cooperação, contribuição. A disciplina positiva convida a criança a descobrir o quanto ela é capaz, encorajando a usar o seu poder pessoal e autonomia de uma forma construtiva.

Por

ANA PAULA FRANZ
Educadora Infantil em Disciplina Positiva – PDA
Contato: 47 98851-5231

Curso “Gestantes em Grupo” está com inscrições abertas

O grupo para mamães primeira viagem tem abordagem multidisciplinar. As vagas são limitadas.

O curso Gestantes em Grupo terá sua primeira edição agora no mês de fevereiro. O evento terá o formato de roda de conversa e foi idealizado para troca de experiências entre mamães de primeira viagem e um time de profissionais especializadas: uma ginecologista e obstetra, uma psiquiatra, uma psicóloga e uma nutricionista. As profissionais irão ajudar mamães a tirar as muitas dúvidas que são bastante comuns nessa fase tão especial da vida.

A roda de conversa para gestantes acontece no dia 20 de fevereiro, às 18 horas, no Centro Empresarial Embraed, no centro de Itajaí. O grupo é uma oportunidade para que as gestantes possam adquirir segurança e conhecimento junto a renomadas profissionais. Confira os principais temas que serão abordados no curso:

Lucia Bevilacqua (ginecologista e obstetra) – Condução de um bom pré-natal – a médica irá falar sobre os cuidados durante a gestação, além de esclarecer e tirar dúvidas sobre a tipos de parto.

Teresa Cristina Schaidhauer (psiquiatra) – Depressão Puerperal e Baby Blues – a médica irá tratar sobre as causas da depressão pós-parto e as maneiras de evitar e tratar a chamada baby blues.

Renata Stulp Scheide (psicóloga) – Lidando com o medo na gravidez – a psicóloga levará às gestantes dicas sobre como superar os medos comuns durante a gestação.

Franciele Vasata (nutricionista) – Mitos e verdades sobre alimentação durante a gestação –  a nutricionista vai abordar de forma leve e descomplicada os cuidados com a alimentação durante o pré-natal e também o pós parto.

As matrículas estão abertas e as vagas são limitadas.

O que: Roda de Conversa Gestantes em Grupo
Quando: 20 de fevereiro
Horário: 18 horas
Local: Centro Empresarial Embraed – Sala de Reuniões
Informações e inscrições: (47) 99628-4041  (WhatsApp)  Inbox Instagram: @psicologarenatas

Por

Walkiria Verkade/ W Conecte

FÉRIAS E O SONO DO BEBÊ! É POSSÍVEL CONCILIAR?

As férias estão chegando e as mães que conseguiram colocar os filhos nos eixos para dormir durante o ano, acabam se preocupando nesse período. Mas com alguns cuidados é possível garantir que os pequenos continuem com o sono em dia, diz a consultora do sono Ana Paula Franz. “Não será uma noite saindo da rotina que irá estragar tudo, mas claro que temos que ter bom senso e não precisamos segurar o bebê acordado até a meia noite”.
Se você estiver em casa fica mais fácil fazer o ritual noturno e colocar o bebê pra dormir. Mas se não for este o caso, veja algumas dicas que podem garantir bons momentos durante as férias:
• Se a festa for na casa de um amigo, peça um quarto emprestado para acomodar o bebê. Mas é importante levá-lo até o ambiente antes para ele se familiarizar.
• O uso do ruído branco em casas com mais pessoas pode ser um ótimo aliado para disfarçar o barulho e evitar que o bebê acorde facilmente.
• Se o bebê for mais sensível a mudanças de rotina, o ideal seria não prolongar as comemorações, até porque a companhia de um bebê cansado e chorando não vai ser legal.
• Cuide com o excesso de estimulação. Durante as férias, é comum acharmos que o bebê precisa estar sempre entretido. Isso poderá deixá-lo cansado e irritado. Assim como os pais, eles também gostam de paz e de não fazer nada em alguns momentos.
• Uma dica bacana pra quem for pegar estrada é sair na hora da soneca do bebê, assim ele aproveita pra dormir, descansa e a viagem fica mais tranqüila. É interessante a cada duas horas dar uma parada pra distraí-lo, tirando-o do carro.
• Lembre-se que no calor é preciso hidratar mais o seu bebê, então as mamadas podem aumentar. Se ele for maiorzinho, dê bastante água.
Consultoria do Sono
O serviço de consultoria do sono consiste em auxiliar gestantes e famílias com bebês e crianças de até cinco anos de idade que estão enfrentando dificuldades para dormir.
Durante o processo, Ana Paula, junto à família, busca entender o que está acontecendo com a criança, assim é possível compreender a rotina, adequar o ambiente e estabelecer hábitos saudáveis para promover o melhor sono possível para todos, sempre levando em consideração a saúde emocional da criança.
Sobre Ana Paula Franz
Ana Paula Franz é fisioterapeuta e empresária, com duas certificações em Consultoria do Sono Infantil (IMPI e FWII – EUA) e também educadora infantil em Disciplina Positiva.
Durante Cinco anos foi empresária do ramo da beleza, em Blumenau. Foi quando engravidou do Miguel que começou a estudar sobre o sono e conheceu a escola americana. Aos seis meses, o filho dela, hoje com quase dois anos, já dormia 12 horas seguidas.
Agora, Ana ensina outros pais a fazerem o mesmo pelos seus filhos – tudo de maneira muito amorosa e acolhedora. A Bom Sono foi fundada em 2017 e presta consultoria via Skype para famílias em qualquer lugar do mundo. Por aqui, o atendimento pode ser presencial.

Consulta pré-natal com o pediatra

Todo mundo sabe que após o nascimento o bebê deve começar a ser acompanhado por um médico pediatra, já nos primeiros dias. Mas o que a maioria das mamães e papais desconhece é que o pediatra também deve fazer parte do período pré-natal! Isso mesmo!

A consulta do pré-natal com o pediatra vai trazer aos pais informações sobre os primeiros dias de vida do bebê e os cuidados com ele; sono do recém-nascido; teste do pezinho; vacinas; e principalmente orientações sobre o aleitamento materno. Nos primeiros dias é comum as mamães ficarem com dúvidas sobre a amamentação sobre a quantidade de leite para o bebê; tempo de mamada; pega correta; como evitar mastite e fissuras; como esvaziar o seio de forma correta; alimentação da mãe que amamenta e por aí vai.

Esse momento com o pediatra na consulta pré-natal vai ajudar os pais a tirarem todas essas dúvidas e diminuir a ansiedade sobre essa nova fase da vida! E também é importante que os pais conheçam o médico que vai cuidar do seu filho por um bom tempo. Ter confiança no profissional é essencial.

Por

Karina Heusser

Médica pediatra e orientadora em aleitamento materno

Instagram: pediatrakarinah

Pediclin 

Instagram: pediclinbc

Rua: Noruega, 172, bairro das nações, Balneário Camboriú

(47) 3056.3894

Muitas mamães ficam em dúvida: existe realmente leite anterior e leite posterior?

Existe na realidade vários tipos de leite durante uma mamada, pois sua composição se modifica de forma gradual. Os termos leite anterior e posterior são uma forma mais simplificada de explicar às mamães que o leite do começo da mamada é mais rico em proteínas, vitaminas e água. Já o leite do final da mamada, ou seja, quando a mama estiver esvaziando, é mais rico em gorduras, o que lhe confere um aspecto menos aquoso e mais branco ou amarelado.

Como dito anteriormente, essa mudança na composição ocorre de forma gradual enquanto o bebê está mamando, isso porque a gordura em forma de “glóbulos” fica aderida na parede dos alvéolos mamários no começo da mamada, conforme a mama vai sendo esvaziada, a gordura se desprende, aumentando assim a quantidade de gordura no leite.

O ideal é não intercalar as mamas durante as mamadas, esvaziar primeiro uma e depois passar para a outra, para que o bebê aproveite todas essas composições do leite.

Lembre-se: Não existe leite fraco! E, sim, uma mãe que não está comendo bem. Nessa fase não é hora de controlar calorias e fazer dieta. Muitas pessoas irão te falar que o bebê está chorando porque seu leite é fraco, que o ideal é dar um leitinho de lata para o bebê ficar mais satisfeito ou até mesmo um mingau com leite de vaca e farinhas. Mas antes de fazer qualquer conduta desse tipo, pergunte ao seu pediatra. Pois é o ganho de peso do bebê e a quantidade de trocas de fralda que mostrará quanto seu leite está sendo suficiente ou não. O choro do bebê não é
um parâmetro para isso.

Por

Karina Heusser

Médica pediatra e orientadora em aleitamento materno

(CRM:19817/RQE:13683)

Instagram: pediatrakarinah 

O que os bebês fazem no berçário?

Diante da atual expansão e das muitas conquistas das mulheres no mercado de trabalho, torna-se cada vez frequente e maior, a procura por um espaço que acolha as crianças bem pequenas, ou seja, os bebês. Na busca por um lugar ideal para os bebês, os pais costumam visitar escolas com os espaços “ditos” para bebês e a partir disto, surge a dúvida: Mas afinal, o que fazem os bebês num berçário?

Segundo o pesquisador Paulo Fochi, a educação de bebês ainda é considerada um grande desafio para os professores e professoras de educação infantil, pois os bebês possuem especificidades que requer uma ação pedagógica específica. Muitos pais podem achar que no berçário, os bebês só comem e dormem. Mas é neste contexto que os bebês também são crianças que aprendem muito.

Maria Carmem Barbosa, pesquisadora da infância fala que, o berçário exerce função pedagógica por ser um lugar privilegiado de convivência entre adultos e crianças de modo que contribui para ampliação dos saberes e conhecimento de diversas naturezas. A pesquisadora ainda salienta que o berçário é um lugar social, que valoriza a sensibilidade, a criatividade, a ludicidade e a liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e
culturais.

Os bebês que frequentam a escola de educação infantil, que tem como proposta foco na infância e na criança, oferecem experiências interessantes e diferentes do ambiente doméstico, na escola sob a orientação de adultos especializados, as crianças junto com seus amiguinhos constroem relações afetivas, aprendem e constroem saberes na vida coletiva. Nesse espaço as crianças brincam, observam, interagem, imaginam, fantasiam, perguntam, experimentam novas e outras possibilidades.

O Centro Educacional “Pintando o Sete” proporciona no espaço baby diversos espaços para a criança brincar, porque em nossa concepção é na infância que se conhece o mundo e exercita sua autonomia. Para nós os bebês precisam brincar, para preencher uma necessidade essencial da primeira fase da sua vida, pois viver uma experiência de infância comprometida com a aprendizagem por meio de imaginação e brincadeira só contribui para o bom desenvolvimento infantil.

Por
Daniela Gomes Medeiros
Pedagoga – Especialista em gestão escolar
Mestre em educação – Univali – PPGE
Coordenadora pedagógica – C.E. “Pintando o Sete”

Life coach Thalyta Ern será palestrante no Workshop Babies & Kids

Uma pesquisa recente feita pela companhia Welch’s acompanhou a rotina de 2.000 mães americanas com filhos entre 5 e 12 anos de idade. O estudo revelou que a jornada de trabalho das mães de crianças nessa faixa etária equivale a 2 jornadas e meia de trabalho, ou seja, o mesmo que trabalhar em 2 empregos sem praticamente nenhum descanso.

Sabemos que as mães estão cada vez mais atarefadas, nos dias atuais, tal fato fez com que surgisse uma demanda cada vez maior pelo life coach, profissional que pode auxiliar mães na difícil tarefa de encontrar o equilíbrio em meio às diversas atividades que exercem na vida pessoal, profissional e no cuidado com os filhos.

Mãe da adolescente Luma, de 17 anos, e do caçula Guilherme, de 11 anos; a empresária e life coach Thalyta Ern será uma das palestrantes do Workshop Babies & Kids, que acontece no dia 18 de agosto, das 11 às 22 horas, no Balneário Shopping. Com o tema Desafios da Maternidade Moderna – Gerenciamento do Tempo e Qualidade de Vida, a life coach irá abordar os desafios das mães para gerenciar o tempo e ter equilíbrio em suas atividades diárias. A palestrante também vai apresentar estratégias de coaching para mães e dicas de administração do tempo.

A life coach Thalyta Ern destaca que as mães precisam, antes de tudo, ter clareza da visão de família que desejam para si mesmas como também de seus objetivos na vida pessoal e profissional. De acordo com a profissional, tendo essa metas e objetivos em mente, as mães devem buscar o equilíbrio entre os papéis exercidos em cada área de sua vida, sempre com o apoio da família.

“Uma dica importante é saber delegar atividades por que não somos super mulheres. Precisamos gerenciar as pessoas que estão próximas para que possam contribuir com a nossa qualidade de vida. Muitas vezes, precisamos ter a humildade para reconhecer quando precisamos de ajuda” pontua a life coach, que também irá compartilhar um pouco da sua própria experiência na criação dos filhos.

A palestra com Thalyta inicia às 17 horas. Além da palestra, o evento terá ainda vários expositores e atrações para os pais, mães e para o público infantil. A entrada é gratuita, porém para assistir às palestras será necessário realizar inscrição através do link abaixo. Participe! O evento é uma realização da Revista Bem Estar.

Faça sua inscrição, através do link:

https://goo.gl/forms/Iiu4x8xKwWy9Y3cu1

Psicóloga Renata Stulp Scheide será palestrante do Workshop Babies & Kids

Com o tema Maternidade (Des)complicada, Renata irá abordar sua visão como mãe e psicóloga das principais inquietações e dúvidas que fazem parte do dia-a-dia das mães desde a gestação.

Ser mãe é padecer no paraíso? Essa famosa máxima sobre a maternidade foi muitas vezes interpretada como um chamado à quietude e à resignação diante às angústias da maternidade por todo o caráter afetivo e também de idealização desse tema. Porém, hoje em dia, as mulheres sentem cada vez mais liberdade de compartilhar suas dúvidas e inquietações a respeito dessa missão única que é ser mãe.

Com o tema Maternidade (Des)complicada: dicas de uma mãe psicóloga, Renata irá abordar sua visão como mãe e psicóloga das principais inquietações e dúvidas que fazem parte do dia-a-dia das mães desde a gestação. Quem como mãe não já se viu sem saber o que fazer? “A maternidade é muitas vezes solitária, por isso, é importante compartilhar não apenas a vivências boas, como também as angústias”, explica a psicóloga.

A palestra da psicóloga Renata, mãe do pequeno Gabriel de 7 meses, acontece às 14 horas e será repleta de dicas para descomplicar a rotina de mães e filhos. Assim como tem feito com bastante êxito em suas redes sociais, a psicóloga irá compartilhar dicas preciosas sobre como melhorar o sono do bebe, amamentação, pós-parto, comunicação com os pequenos, e também falar sobre a qualidade do tempo entre a família e a criança.

“O coração de mãe fala mais alto sempre do que qualquer teoria, e uma criança sempre terá o comportamento diferente da outra. A rotina da família conta muita na adaptação tanto do bebê e da família” esclarece Renata.  A psicóloga dará dicas importantíssimas irá contribuir para uma excelente qualidade de vida entre bebês, mamães, papais e toda família. O evento conta ainda com outras palestra, desfiles, oficinas e exposições. A entrada é gratuita e para assistir às palestras você deve inscrever-se no link

https://goo.gl/forms/Iiu4x8xKwWy9Y3cu1

Saúde emocional da mãe

Quando nos tornamos mãe, muitas coisas mudam em nossas vidas, algumas as quais já esperávamos e outras que nem sequer imaginávamos. Por isso, prestar atenção na saúde emocional dessa nova mamãe é importantíssimo, mas vale lembrar que, este olhar diferenciado, não deve ser apenas no período de gestação e puerpério. Uma mãe precisa de atenção e cuidados em tempo integral, afinal, cada uma tem suas peculiaridades e desafios. E infelizmente, hoje olha-se muito só para alguns períodos específicos, mas aquela mãe também é uma mulher que desenvolve vários papéis na vida e, portanto, precisa de apoio e um olhar diferenciado constantemente.

Se tem algo que quase toda mãe sente, é medo de errar. A culpa que vem seguida de um erro geralmente é muito intensa e corrói o coração. Mas veja bem, sempre vamos errar (e nos culpar), seja por tentar acertar, ou por fazer algo, ou deixar de fazer, ou sei lá porquê. Mas acredite: essa maternidade perfeita e idealizada só existe nos comerciais. Errar faz parte da vida, simples assim! Ao invés de focar no erro e ficar se culpando e se desgastando, valorize as coisas que você já fez ou alcançou!

Tenha cuidado! As redes sociais são grandes motivadoras de sentimento de “não sou deste mundo”, pois pode passar uma impressão irreal de uma maternidade perfeita e florida, sendo que o que realmente acontece, é que muitas pessoas não têm coragem de falar dos lados ruins, pelo simples fato de não querer serem julgadas. Pedir ajuda e compartilhar experiências difíceis é fundamental. A ajuda pode vir de amigos, familiares ou de profissionais, e pedir ajuda não quer dizer que você não é uma boa mãe, ok? Muito pelo contrário, só demonstra o quanto você está disposta a ser alguém melhor para os seus filhos.

Cuide da mulher que existe por trás daquela mãe. É comum, no início, acabar se deixando para trás. Depois de um tempo, percebemos que estávamos tão mergulhadas nesse maternar, que já nem sabemos mais ao certo quem somos e o que gostamos de fazer. As roupas de antes parecem não fazer mais sentido, a rotina muda, a visão de mundo muda, mas é muito importante ter um tempo só seu.

Desconfie de verdades absolutas. Quando falamos de maternidade, estamos falando de seres humanos, e nenhum é igual ao outro. Cada um tem sua singularidade. Por isso, é fundamental abrir a mente e lembrar que as verdades podem se tornar inverdades no dia seguinte. A dica é viver um dia de cada vez, não criar expectativas e não levar tudo de forma radical. E claro, acolha, respeite e, principalmente, não julgue quem pensa diferente de você.

É essencial ter uma boa rede de apoio que possa auxiliar e se permitir, de vez em quando, dar um tempo para cuidar da saúde. Tudo bem, sabemos que nem sempre conseguimos ter um “estilo de vida saudável”, mas quanto mais tivermos, melhor vamos ficar. Por isso, cuide-se.

Cuidar de quem cuida é fundamental, afinal, pais felizes e seguros são capazes de transmitir mais segurança, amor e tranquilidade aos filhos. A maternidade não precisa ser tão pesada. Viva com mais leveza, não se cobre nem se culpe tanto.

Por

Ana Paula Majcher Petry

Psicóloga CRP 12/10780

(47) 99172-5620

Edif. Liberty, 2º andar | sala 206 | Itajaí

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