Uso de eletrônicos na infância – Qual o limite?

Estamos vivendo um mundo progressivamente mais conectado com a tecnologia, além disto, está muito comum encontrarmos crianças cada vez menores fazendo o uso, crianças essas, que muitas vezes não sabem amarrar seus próprios sapatos, mas, já dominam a internet. E será que essa inserção tão precoce neste mundo da tecnologia, é benéfico para os pequenos? É o que muitos pais se perguntam.

Antes de tudo, não devemos apontar o eletrônico como grande vilão dos problemas comportamentais na infância, porém, é preciso atentar-se para o uso excessivo. Este uso descontrolado pode sim trazer sérias consequências para o desenvolvimento da criança, entre os problemas estão: o déficit de atenção, atrasos cognitivos, dificuldades de aprendizagem, impulsividade, insônia, obesidade. Precisamos trabalhar com as novas tecnologias, afinal, vivemos a “era digital”, resolvemos muitas coisas pela tela do celular, e é preciso reconhecer o lado positivo desses instrumentos. Porém, o uso equilibrado deve ser regra, lembrando que as crianças se espelham em seus pais e em pessoas que fazem parte do seu convívio, e por isto o exemplo é sempre valioso. Proibir o uso não é a solução, entretanto, os pais devem estar atentos à indicação do tempo ideal de uso para cada idade, da mesma forma, devem supervisionar os conteúdos acessados pelas crianças. Embora pareça difícil, é importante não estimular o uso antes do tempo, manter o diálogo e investir em atividades que envolvam os familiares é uma forma de evitar que a criança dispense seu tempo de forma excessiva no uso destes eletrônicos. Não deixe de buscar ajuda profissional.

Priscila Mafra – Psicóloga da Infância e Adolescência

CRP 12/16760

(47) 99187-3868

@psicologapriscilamafra

Clinsam

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Visitas à mamãe recém-nascida

Sabemos o quanto um bebê traz euforia e alegria aos amigos e familiares, mas é sempre bom lembrar que existem alguns detalhes importantes a serem considerados quando se trata de um bebê e mamãe recém-nascidos.

O bebê é lindo, fofo e adora colo, carinho, e aconchego, mas ele não vai se importar se por acaso você nem der TANTA atenção assim, e não ficar babando nele. Ele quer e precisa principalmente, do contato com os pais, colabore com isso! Não tire o bebê do colo da mãe sem antes perguntar se pode, e também deixe ele descansar caso esteja dormindo.

Agora, se você quiser MESMO ajudar a mãe recém-nascida, tenho algumas sugestões:

– Pode fazer MUITA diferença se você der atenção a mamãe que acabou de ter o bebê. Converse com ela, olhe nos olhos, e esteja disposta a ouvi-la. Acolha o que ela tem a dizer.

– Se possível, lembre dela e leve um mimo como um cartão, uma flor, ou algo simbólico, pois isso pode dar forças para que ela enfrente os próximos desafios da maternidade!

– Algo que acontece rotineiramente, é que após o bebê nascer, ninguém mais lembra da mãe, só do bebê, e isso pode causar um impacto emocional muito grande na vida dessa recém mãe! Até porque, ao longo da gestação, as pessoas dão muito carinho e atenção para a gestante, e depois que a criança nasce, é como se tudo isso fosse arrancado, junto com a saída do bebê da barriga! Por isso, quando puder, ligue, mande mensagem, pergunte como ela está, se precisa de ajuda, ou em que você pode contribuir.

– Ligue antes de fazer visitas, pergunte qual o melhor horário, e se a mãe está apta a receber visita. E por favor, seja breve, mãe e bebê estão se conhecendo e precisam descansar.

– Uma sugestão extra: se o bebê já tiver irmãos, seria muito legal da sua parte levar uma lembrança para estes também, qualquer coisa que mostre que você se importa com eles também.

Com essas pequenas dicas, você pode fazer muita diferença, e esta mãe vai ver que tem pessoas ao seu redor, dispostas a ajudar, e que ainda se preocupam com ela! O pós-parto pode ser algo muito solitário se não tomarmos alguns cuidados. Vamos contribuir?

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

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Controle dos impulsos

Controlar nossos impulsos significa o quanto conseguimos ser capazes de adiar a gratificação por algo e com isto, fazer escolhas mais inteligentes ou adaptáveis. Sabe o que é mais interessante: o controle dos impulsos se dá em nossa infância, quando lidamos com as primeiras frustrações e gratificações.

Crianças nunca aprendem a autodisciplina sozinhas e nem na escola. Aí entra a habilidade dos pais em dar limites e ensinar que para cada ato há uma consequência, que as escolhas levam a determinados caminhos, positivos ou negativos. 

Dizer “não” é muito mais complicado do que dizer “sim”; porém, olhando para o futuro os resultados de um “sim” e um “não” no tempo certo, fazem toda a diferença quando seu filho for adolescente ou adulto. Não diga “sim” para acalmar o choro ou a irritação, mas quando for necessário e “não” sempre que preciso, para que não colha dificuldades em longo prazo.

Falando na parte emocional (SAUVÉ 2009, pg,15) menciona que o vínculo afetivo é promovido juntamente com o relacionamento saudável e de confiança que as crianças mantêm com os pais que a fornecem um modelo que facilitará a aquisição de bons relacionamentos fora do seu ambiente familiar.

Limites são regras ou normas de conduta que devem ser passadas para as crianças desde a mais tenra idade, pois a imposição de limites é parte essencial da educação de uma criança, possibilitando melhor equilíbrio quanto ao seu desenvolvimento moral, psíquico, afetivo, cognitivo, organizando suas relações sociais. Ao colocar regras para as crianças as preparamos para a vida real, onde nem tudo acontece do jeito e na hora que se quer, portanto, durante o processo de desenvolvimento é importante saber que a lei na criança é internalizada, pois ela nasce amoral por ainda não ter internalizado as regras e aos poucos se torna capaz de moralidade quando guarda para si as leis. (COSTA, A., 2002, pg.22).

Por

Sara Cruz Frota 

Psicóloga (CRP 12/16061)

Ed. Liberty | Sala 307

Itajaí / SC

Psicóloga comenta sobre aplicativo de “envelhecimento “

Face App volta a viralizar  e no último final de semana, as redes sociais foram invadidas por fotos de pessoas com aparência mais velhas

O FaceApp voltou a ser febre nas redes sociais com a função de mostrar como será a aparência das pessoas quando envelhecer. Famosos e anônimos entraram na onda do aplicativo e compartilharam suas selfies. Dentre as opções de estilo de barba, corte e cores de cabelo, o filtro queridinho é o que mostra qual aparência que a pessoa terá quando envelhecer.

 Embora seja um aplicativo que, como tantos outros, ora viraliza e toma conta das redes sociais, cabe uma reflexão com o FaceApp. De acordo com a psicóloga Renata S. Scheide, a idade é a apenas um número. “Ser jovem, rejuvenescer e até mesmo o fato de envelhecer está dentro de nós. Pessoas mais velhas podem ter mais disposição que outras mais jovens, não é uma regra” explica a psicóloga, acrescentando também que “há muitas pessoas mais velhas que possuem excelente saúde e condicionamento físico.

Sendo assim,  a idade serve, apenas, como base de referência que inicia com nascimento de cada ser. É fato que com o passar dos anos, naturalmente a aparência física tende a modificar e o corpo envelhece. Porém, a cada dia temos uma nova oportunidade para sair da zona de conforto, recomeçar, mudar hábitos e perceber que todos carregam dentro de si um imenso potencial.  Além disso, temos hoje uma grande variedade de produtos que contribuem para nossa saúde e também para os cuidados com a aparência e rejuvenescimento.

“A disposição, força de viver, assim como a prática de atividades físicas e busca por qualidade de vida é o que vai determinar a energia e disposição de cada um, independentemente de ser jovem ou idoso. Cuide-se e seja você mesmo. Não se apegue à sua idade”, ressalta a psicóloga.

Maternidade: o que ninguém te conta

Quando engravidei do primeiro filho todo mundo vinha me contar do quanto era maravilhoso ser mãe, de que nossa vida muda muito, mas que só seria gratidão e amor envolvidos. As pessoas faziam questão de mencionar o quanto aquilo foi a melhor coisa que aconteceu na vida delas, que a maternidade era realmente transformadora. E de fato, essas pessoas estavam certas.

No entanto, tem um lado que ninguém contou, até meu primeiro filho nascer e eu resolver desabafar com algumas amigas que já eram mães. Ninguém contou que eu sairia com uma barriga enorme da maternidade – e que talvez alguém acharia que eu ainda estava grávida (sim, isso aconteceu dentro do próprio hospital…risos); ninguém contou que nos primeiros meses a privação de sono nos deixa completamente desgastadas e que talvez o bebê não conseguisse mamar tão lindamente como nos comerciais e capas de revista. Ninguém contou que a gente não tem um “instinto” materno tão natural assim. Ninguém contou que os filhos dos outros, parecem estar sempre melhores que os nossos, e que muitas vezes vem um sentimento de frustração e fracasso imensos. Ninguém contou que a culpa é algo que nos acompanharia por tanto tempo.

E é justamente por estes motivos, que acho tão importante levantarmos a bandeira de falar sim desses lados que nem são tão belos na maternidade. Não quer dizer que eles apaguem as coisas boas, muito pelo contrário, eles apenas nos mostram que somos seres humanos, imperfeitos, errantes, e que sim, vez ou outra as coisas não sairão como planejado. Mas tudo bem, são fases, ora boas, ora ruins, e a gente sempre dá conta no final. Algum aprendizado vem, sempre!

É triste ver a maternidade sendo romantizada, e muitas mães se omitindo de falar disso, pelo simples fato de ter medo de julgamento. Afinal, se falarmos de forma realista e sincera, tudo fica mais fácil de lidar, podemos encontrar solução ou no mínimo acolhimento e empatia por parte de outras pessoas. Não é uma questão de amar ou odiar a maternidade, e sim, uma questão de aceitação. Aceitar o que vem independente do que nos faz sentir.

É justamente por ver frequentemente em consultório, uma luta das mães buscando fugir desses sentimentos ruins, e se sentindo culpadas por não estar amando absolutamente tudo no seu maternar, que afirmo o quanto precisamos ser realistas e pés no chão. Até porque, esta busca incessante por uma maternidade idealizada, é nada mais nada menos, que utopia.

Por isso, concluo afirmando que se você passou por situações as quais nunca te contaram, bem-vinda ao time, você não é a única. Sinta-se abraçada e acolhida!

Por

Ana Paula Majcher

Psicóloga – CRP:12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, Centro, Itajaí – SC, 8801-300

(47) 99172-5620

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Luto e psique

O luto é caracterizado como uma perda de um elo significativo entre uma pessoa e seu objeto, portanto, um fenômeno mental natural e constante no processo de desenvolvimento humano. O processo de luto está inevitavelmente presente na dinâmica entre os dois polos da existência humana: a vida e a morte.

A ideia de luto não se limita apenas à morte, mas o enfrentamento das sucessivas perdas reais e simbólicas durante o desenvolvimento humano. Deste modo, pode ser vivenciado por meio de perdas que perpassam pela dimensão física e psíquica, como os elos significativos com aspectos pessoais, profissionais, sociais e familiares do indivíduo. O simples ato de crescer como, por exemplo, no caso de uma criança, vem com uma dolorosa abdicação do corpo infantil e suas significações. A capacidade de o indivíduo de se adaptar às novas realidades produzidas diante das perdas servirá como modelo, compondo um repertório, reativado em experiências ulteriores.

O luto é um processo lento e doloroso, que tem como características uma tristeza profunda, afastamento de toda e qualquer atividade que não esteja ligada a pensamentos sobre o objeto perdido, a perda de interesse no mundo externo e a incapacidade de substituição com a adoção de um novo objeto de amor (FREUD, 1915).

Esta fase é marcada por uma natural instabilidade emocional, sinalizada por diferentes emoções. Além disso, o luto passa por algumas etapas antes de sua conclusão. Inicialmente há o choque da perda e depois vem a negação ou a busca. Logo em seguida entram em cena o sofrimento e a inevitável desestruturação, quando surgem os sentimentos depressivos, a solidão, o medo, a agressividade, a culpa. Nesta fase a pessoa somatiza o sofrimento e se distancia de seu cotidiano.

Muitas vezes só nos apercebemos da importância de determinada pessoa ou coisa, quando a perdemos, porque o valor dessas pessoas ou coisas dilui-se no valor das coisas que a rodeiam. Porém, quando a perdemos, não a perdemos apenas a ela, mas muito do valor das coisas que a rodeavam e é aí que notamos a sua falta.

Por

Sara Cruz Frota 

Psicóloga (CRP 12/16061)

Ed. Liberty | Sala 307

Itajaí / SC

Bullying

Palavra de origem inglesa que significa valentão e que na prática, traduz-se em atos de covardia, agressão e maltrato que acontecem de forma repetitiva, e não necessariamente com uma agressão física, mas na maioria das vezes acompanhado de ofensas, ameaças e torturas psicológicas.

Infelizmente esta forma de violência tem crescido no mundo e vem fazendo vítimas em todos os contextos sociais. E apesar de existir há muito tempo, atualmente tem sido motivo de preocupação de vários setores da sociedade devido ao crescente número de casos, principalmente nas escolas.

O agressor, em geral, tem uma mente perversa e às vezes doentia. Ele é consciente de seus atos e de que suas vítimas não gostam de suas atitudes, e mesmo assim agride como forma de se destacar no grupo, sentindo-se mais popular e poderoso.

Em relação a vítima, podemos observar que, além do isolamento ou da queda do aproveitamento escolar, ela pode iniciar um processo de adoecimento psicossomático de estado emocional, sintomas depressivos, estresse elevado e, tudo isso somado, pode afetar sua personalidade. Ao ser ridicularizada a pessoa passa a não enfrentar mais o contato social e aos poucos perde o prazer em atividades ou qualquer situação em que necessite se expor. Esse
fenômeno leva a pessoa a mobilizar seu medo, a reprimir a raiva e, até mesmo, ter sentimento de culpa, como se ela fosse responsável pelos ataques sofridos.

Muitas vítimas do bullying ficam marcadas com feridas emocionais que podem perdurar por toda a vida. Por isso, a ajuda psicológica é fundamental para amenizar a difícil convivência com memórias tão dolorosas. É preciso estar atendo aos sinais, aos sintomas das crianças e/ou adolescentes. Com isso, se perceber alguma diferença no comportamento, é importante contatar os responsáveis da escola e ainda ter uma conversa franca com a pessoa que
foi agredida.

Por

Sara Cruz Frota 

Psicóloga (CRP 12/16061)

Ed. Liberty | Sala 307

Itajaí / SC

Por que bebês choram tanto?

Se tem algo que angústia os pais, é o choro do bebê! Mas afinal, por que eles choram tanto?

Há vários motivos que contribuem para isso.

O mais importante e que precisamos ter muita clareza, é que o choro é a forma de EXPRESSÃO dos bebês! Afinal, eles não sabem falar, como podem nos mostrar que algo não vai bem, ou fazer algum pedido, se não através do choro?

Bebês choram porque querem transmitir alguma mensagem para nós…essas mensagens podem ser:
“Hei, estou com fome!”
“Ai que soninho”
“Hm, mas que sede”
“Alerta!! Fralda suja!”
“Tem alguma dor me incomodando”
“Sinto um leve desconforto!”
“Eu não quero ficar nesse berço sozinho!”
“Cansei dessa posição!”
“Cadê minha mamãe, e meu papai?”
“Quero um colinho!!!”
“Estou com calor…ou, estou com frio!”

Dentre VÁRIOS outros motivos!

Veja bem, seu bebê NÃO SABE FALAR, então até mesmo se ele estiver com uma coceira no pé, até alguém coçar o pezinho, ou a coceira passar espontaneamente, ele vai chorar. 🙂

Por isso, não se angustie, o choro é a melhor forma de passar alguma mensagem, e com o tempo a gente aprende a identificar diferentes choros para cada assunto específico! Pelo menos aquilo que for a maioria deles.

Agora, se o choro for MUITO constante, e vier acompanhado de outros sintomas, você deve procurar um pediatra para avaliar seu filho, ok? O choro é normal, mas chorar 24h por dia, não. Ou chorar e ter outros sintomas associados, como febre, se contorcer demais, enfim, na dúvida, vale a pena investigar e procurar um profissional!

Agora, se não tiver nenhum sinal “extra”, se acalme, e tente compreender qual mensagem o bebê está tentando lhe passar! Não é fácil, mas aos poucos vamos nos acostumando e nos entendendo.

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga – CRP: 12/10780

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620

Resiliência

Na psicologia, a palavra resiliente significa voltar ao estado anterior. Em física Resiliência se refere a capacidade que um material tem em suportar grandes impactos de temperatura e pressão, se deformar ao extremo, mas pouco a pouco conseguir se recuperar e voltar à sua forma anterior.

A psicologia, vê a importância do relacionamento com a família, principalmente na infância, que vai construir a capacidade de suportar crises e suportar essas crises.

A resiliência é a capacidade que um material tem de se deformar inteirinho, quase “morrer”, para então conseguir ir voltando ao que era antes e se refazer e se reconstruir. Esse termo passou por uma adaptação nas ciências humanas e hoje representa a capacidade de um ser humano de sobreviver a um trauma, a resistência do indivíduo, não só a resistência física, mas a visão positiva para se reconstruir.

A resiliência é uma capacidade que nos orienta para o futuro, para a esperança e para a força. Mas, antes de tudo, nos orienta para a ação. A resiliência pode ser aprendida, não é um traço de personalidade que aparece em algumas pessoas e em outras não.

0 desenvolvimento da resiliência começa pelo aceitar o desafio, onde se reconhece a existência do problema e também se percebe que podem existir soluções ou formas adaptativas de lidar com novas possibilidades. Creio que embora a resiliência seja íntima e pessoal, um dos fatores de maior importância seria o apoio e o acolhimento oferecido por outras pessoas.

Não há evolução sem mudança e mesmo que você não queira evoluir em nada, a mudança acontecerá. Portanto, adapte-se à mudança que vai ajudar a colocar em prática estratégias mais dinâmicas e a diferenciar as circunstâncias da sua vida para poder melhorar naquilo que deseja.

O ambiente de trabalho pode muitas vezes ser o local ideal para se aplicar nossa capacidade de resiliência. Momentos econômicos difíceis causam desemprego, reestruturações nas empresas, ou mesmo quando nada disso está ocorrendo novos desafios surgem a cada momento.

Uma vez que você é consciente dela, falta apenas que você a desenvolva e coloque-a em prática. Com empenho e persistência você poderá conseguir. Ser resiliente é uma habilidade que pode ser aprendida ou que ajudará a compreender a vida de outra maneira.

Carlos Drumond de Andrade, uma vez escreveu: “A dor é inevitável. O sofrimento, opcional”. Esta lucidez do poeta,
do seu modo, fala de resiliência.

Por

Sara Cruz Frota

Psicóloga Clínica

Organizacional

47.98410.1800 | frotasara@gmail.com

Ed. Liberty | Sala 307 |  Itajaí – SC

*Grupo “EmagreSENDO” abre inscrições para a quarta turma *

Grupo de emagrecimento via whatsapp é coordenado pela psicóloga Renata Scheide e pela nutricionista Francieli Vasata

Renata Stulp Scheid e Francielli Vasata

A psicóloga Renata Stulp Scheid, em parceria com a nutricionista Francielli Vasata, vai iniciar a quarta turma do grupo de emagrecimento via WhatsApp – EmagreSENDO. O grupo é destinado a mulheres e, ao longo dos dois meses, as profissionais vão orientar as participantes com dicas, receitas e muita motivação para que todas tenham hábitos alimentares saudáveis. É a oportunidade para quem busca melhorar a relação com a comida, perder de peso, manter o foco de maneira saudável com orientações de Psicologia e Nutrição.

As inscrições poderão ser feitas até sexta-feira, 26 de abril, e o grupo iniciará na segunda-feira, 29 de abril. 

Mais informações (47) 99628 – 4041