Exercícios ajudam na qualidade do sono

De fato, os problemas com insônia e queixas de sono são muito mais prevalentes e preocupantes do que pensamos. Associado ao aspecto fisiológico, há o fato inevitável do papel socioeconômico com seus fatores estressantes.

Como a ansiedade é um dos marcadores da insônia, um estímulo capaz de reduzi-la poderia promover o sono. Nesse sentido, O’Connor et al. constataram que o exercício físico ocasional contribui na redução do estado de ansiedade e a sua prática frequente apresentou uma considerável redução da ansiedade.

Existem evidências de que a insônia seja um fator de risco para o desenvolvimento da depressão e outros transtornos a nível psiquiátrico. A prática regular de exercícios físicos está bem estabelecida na literatura por ser uma alternativa para reduzir o nível de depressão e, em consequência, promover o sono. A busca pela orientação, harmonização entre a prática correta do exercício físico e as melhoras advindas dessa prática e o rompimento com o sedentarismo devem constituir a primeira e mais importante fase da saúde.

Atenção
A necessidade nem sempre corresponde com a exigência ou preferência pela escolha do tipo e modo de se praticar o exercício físico, por isso, é de suma importância que os profissionais da saúde analisem, adequem e acompanhem os objetivos propostos e seus resultados. Assim, o respeito pelo “poder” da prática do exercício físico deve ser fundamental, mas observado para que a orientação adequada seja respeitada.

Por

Raphael Mello Block

Cref – 4547/SC

 

A prática do exercício físico contribuí também durante o tratamento de câncer

A atividade física promove o equilíbrio dos níveis de hormônios, reduz o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalece as defesas do corpo e ajuda a manter o peso corporal adequado. Com isso, contribui para prevenir o câncer de intestino (cólon), endométrio (corpo do útero) e mama (pós-menopausa).

Conforme Battaglini et al. (2003), o exercício aumenta o volume cardíaco para suprir oxigênio e nutrientes e eliminar dióxido de carbono e resíduos metabólicos. Logo, o sistema respiratório lida com um aumento de trabalho, troca de oxigênio e gás carbônico entre sangue e atmosfera seguido do sistema nervoso e vários hormônios, que têm de integrar a resposta do organismo ao exercício e regular as mudanças metabólicas que ocorrem nos músculos e em outros tecidos.

Entretanto, para que o exercício seja efetivo e seguro nessa população, ele deve ser prescrito respeitando princípios como individualidade, tipo, intensidade, frequência e duração do exercício, incluindo no programa de treinamento tanto componentes anaeróbios quanto aeróbios.

Considera-se, portanto, que a prática de exercício físico durante o tratamento de câncer contribuiu com melhorias dos aspectos psicológico, social e físico, porém é importante considerar quais práticas podem ser desenvolvidas com esse público e em qual momento do tratamento essas podem ser inseridas.

Sempre com acompanhamento profissional capacitado.

Por

Raphael Mello Block 

(CREF-4547/SC)

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