EmagreSendo abre as inscrições para a primeira turma de 2020



O grupo de emagrecimento  via WhatsApp  para mulheres inicia no próximo dia 20 de janeiro

Já estamos na metade do primeiro mês do ano e, embora  para algumas pessoas esse mês ainda passe em clima de férias, para outras, o ano já começou e a rotina segue a todo vapor.   Passadas  as festas de finais de ano, umas principais metas é a retomada de uma rotina saudável e a perda dos quilinhos a mais adquiridos nas confraternizações.

Para auxiliar mulheres que queiram perder peso e adquirir hábitos saudáveis, a psicóloga Renata S. Scheide e   a nutricionista Francieli Vasata vão dar início à oitava turma do grupo EmagreSendo – grupo de emagrecimento via WhatApp, no qual,  ao longo de 60 dias, as participantes recebem, diariamente, orientações de Nutrição e Psicologia para uma rotina alimentar mais saudável.

O grupo completou um ano de criação em 2019 e ao todo mais de 400 mulheres já participaram da experiência de participar por dois meses de um grupo de ajuda mútua com orientações diárias de Psicologia e Nutrição e já alcançaram incríveis resultados. Um dos diferencias do EmagreSendo em relação a outros grupos de emagrecimento é a presença forte da relação emagrecimento e psicologia.“No processo de  reeducação alimentar em grupo, o psicólogo consegue explicitar  as principais causas da dificuldade de perda de peso, e no processo de autoconhecimento dentro do grupo as participantes conseguem visualizar seus próprios padrões de comportamento na relação com a comida, e conseguem, com orientações gerais, realizar mudanças necessárias para atingir cada objetivo”, explica Renata.

Que tal fazer parte  de  um grupo que propõe ajudar você a mudar a sua relação com a alimentação e ter hábitos mais saudáveis? As inscrições vão até o dia 17 de janeiro e a primeira turma de 2020 inicia na segunda-feira, 20 de janeiro.

Psicóloga dá dicas sobre como não exagerar no consumo

Renata S. Scheide fala sobre aspectos que devemos ficar atentos para avaliar nossas compras.

Chegamos na segunda metade de novembro e muitas pessoas já estão nos preparativos para as festas e confraternizações de fim de ano. Entre um encontro e outro, há sempre um presente a ser comprado, uma roupa nova que será usada em determinada ocasião e nesse caminho, há quem se perca em meio às compras e acabe exagerando no consumo.  

Para muitos trabalhadores do mercado formal, essa também é a época do décimo terceiro salário, bônus e renda extra – o que sempre estimula o consumo e impulsiona o mercado. E é nesse período, quando temos um dinheirinho a mais no bolso e estamos cercados por publicidades apelativas sobre as festas de fim de ano, que devemos prestar mais atenção em nossos gastos. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que dois em cada dez (19%) consumidores gastam mais do que podem com as compras de Natal. Este percentual é ainda maior entre as mulheres (23%) e também nas classes C, D e E (22%).

Para não entrar nessa estatística, A psicóloga Renata S. Scheide afirma que é necessário saber diferenciar o que é uma compra atrelada a uma necessidade real, e o que é fruto de um consumo exagerado.

Segundo ela, é natural do ser humano buscar o prazer e fugir da dor nas situações do dia a dia e esse impulso também se reflete no consumo exagerado. A compra em excesso acontece muitas vezes para suprir uma emoção, como se estivéssemos “comprando a felicidade”.

“É importante avaliar a real necessidade de cada compra, se haverá algum dano financeiro, e quais são os motivos para realizar essa aquisição”, sublinha.

A psicóloga explica ainda que ganhos secundários, como status e aceitação em um determinado grupo, podem contribuir para que algumas pessoas continuem repetindo o consumo exagerado, mesmo que já tenham se prejudicado com esse comportamento anteriormente.

“Precisamos ter consciência dos motivos que nos levam a essas atitudes. Um excelente exercício é, antes de cada compra, pensar se aquilo realmente nos será útil ou se é apenas uma necessidade emocional”, finaliza.

Você consegue acompanhar mais dicas sobre esse tema no ig @psicologarenatas. Renata recentemente fez uma série de posts sobre o tema. Vale a pena conferir!

Hipnose é uma opção de terapia para perder o medo de avião

Frio na barriga, mãos trêmulas e coração acelerado são sensações bastante comuns para as pessoas que têm medo de avião. Até mesmo quem já está acostumado com pousos e decolagens provavelmente fica, no mínimo, apreensivo em um momento de turbulência. Mas há também aquelas pessoas que têm verdadeira fobia ao se imaginar dentro de um avião e que, simplesmente, não conseguem superá-la. Com a chegada do segundo semestre, onde muitos já começam a planejar suas férias e as viagens de final de ano, decidir o destino da próxima viagem acaba sendo um transtorno para quem tem fobia de voar de avião.

Contudo, de acordo com Renata Stulp Scheide, psicóloga especializada em hipnoterapia cognitiva, enfrentar esse medo através da terapia pode ajudar quem sofre com o problema. “Há casos onde esse medo é apenas um receio que consegue ser vencido, mas para um outro grupo de indivíduos a fobia de viajar de avião é algo muito mais sério. Independente de qual seja estágio, é possível superar esse medo tendo a hipnose como uma importante aliada”, destaca a profissional.

Os motivos para a fobia de viajar de avião muitas vezes variam para cada pessoa. Mas, de acordo com a psicóloga Renata Stulp Scheide, existe um limiar entre o medo e a fobia. “A fobia é algo muito mais sério, pois ela paralisa e, quem tem, realmente não consegue encarar essa situação de nenhuma forma”. Renata destaca que é feito todo um trabalho para descobrir as causas desse medo e, a partir daí, traçar um plano de ação específico para cada paciente, que inclui: psicoterapia, técnicas de controle de ansiedade, de respiração diafragmática e também técnicas de hipnose.

“Na hipnose trabalhamos várias dessas técnicas e simulamos a viagem de avião com o paciente, sempre controlando a ansiedade em uma escala de 0 a 10, até que ele faça toda a viagem simulada com a ansiedade sob controle”, revela. Além disso, Renata Stulp pontua o fato do cérebro humano não diferenciar verdade de imaginação, por isso mesmo,  trabalhar com foco no resultado final e fazer com que o paciente se veja no destino é um elemento chave.

Mesmo para quem não chega ao ponto de ter fobia de voar, Renata Stulp Scheide enumera algumas dicas para que a viagem se torne muito mais confortável e o medo seja vencido. Confira:

1 – Mantenha-se bem hidratado e evite estimulantes como café, refrigerantes, chocolate e álcool.

2 – Escolha roupas confortáveis e não se esqueça de sempre respirar fundo e lentamente buscando ter os músculos relaxados. Evite ficar apertando o braço da poltrona.

3 – Tente ocupar a mente com atividades relaxantes. Seja um jogos de celular, leia um livro ou revista para, assim, evitar que a imaginação vagueie e a preocupação se torne em excesso.

4 – Se mesmo com todas essas dicas, a simples ideia de viajar de avião deixá-lo paralisado, procure a ajuda de um profissional e não deixe que o medo dite a sua vida para que você possa vivê-la ao máximo.

Parceria entre Renata Stulp Scheide e Agência Donaire dá suporte a modelos que tentam carreira internacional

O foco do trabalho da psicóloga é a preparação para desenvolver confiança, autoestima e o controle da ansiedade com os jovens que buscam as passarelas fora do país.

A carreira de modelo profissional não é feita apenas de glamour. É consenso geral entre os profissionais que atuam na área que a paciência, foco e perseverança são virtudes essenciais para os jovens que desejam se destacar no mundo da moda. Para isso, é essencial que esses jovens estejam bem não apenas do ponto de vista estético, mas também psicológico. Afinal, muitos saem cedo de casa e precisam viajar bastante para conquistar seu espaço, inclusive fazendo muitos trabalhos fora do país.

Pensando em dar um maior suporte para o seu casting, a agência de modelos Donaire firmou uma importante parceria com a psicóloga Renata Stulp Scheide, na qual a profissional realiza um trabalho de preparação dos modelos que estão prestes a tentar carreira internacional.

“O foco principal do nosso trabalho é o de preparação, porque se eles estiverem bem as dificuldade serão menores lá fora. Mas, caso aconteça algum problema, também estarei à disposição para auxiliá-los. Já preparei até agora vários modelos. Alguns foram para a China, e as outros para a Índia e para o México”, conta animada a psicóloga. Segundo Renata Stulp, ela desenvolve um trabalho personalizado com cada um, “mas no geral desenvolvemos a confiança, a autoestima e o controle da ansiedade para que eles possam dar o seu melhor e não se deixar abater ao enfrentar os ‘nãos’ e as dificuldades, como a distância da família”, explica.

Para a modelo e proprietária da Agência Donaire, Sandra Brozina, o trabalho da psicóloga é extremamente importante.”A nossa identidade de marca está ligada ao cuidado humano que temos com os nossos modelos. Por esse motivo o papel da Renata como psicóloga é fundamental. Ser modelo significa ser um ‘exemplo’ para a sociedade e isso, no nosso ponto de vista, vai muito além do estético. Sem contar que o fator mais determinante do sucesso desses profissionais é a felicidade na construção desse processo, algo que preservamos com a psicologia”, finaliza a empresária.