Geração Alpha

A geração Alpha, a mais nova do século XXI, é formada pelas crianças nascidas desde 2010. É a primeira geração para a qual muitos aspectos do mundo analógico parecem bem distantes, pois é 100% nativa digital, é a geração que vê o mundo através de uma tela.

Segundo o instituto de pesquisa americano Pew Research Center, analisar as gerações oferece “uma forma de entender como acontecimentos globais, econômicos e sociais interagem entre si para definir a forma de como vemos o mundo”.

Os Alphas nascidos num mundo globalizado, tecnológico e muito conectado, são precoces, curiosos, influenciadores de consumo, se adaptam facilmente às novas tecnologias, são mais inteligentes e independentes. Se comparados a gerações anteriores, estas crianças que nasceram a partir de 2010, terão mais oportunidade de conquistar mais independência e adaptabilidade às inovações do mundo.

Seguindo essa linha, o ensino dessa geração deve ser cada vez mais, voltado para as necessidades e interesses dos alunos e menos para o padrão sistematizado e hierárquico. A educação para essas crianças deve ser mais interativa e manter o foco na autonomia do aluno e no aprendizado, baseado em projetos para aprender por meio de situações do cotidiano.  O trabalho como Projetos permite que o aluno desenvolva uma atitude ativa e reflexiva diante de suas aprendizagens e do conhecimento, na medida em que percebe o sentido e o significado do conhecimento para a sua vida, para a sua compreensão do mundo, questões inerentes à essa geração.

Piaget mencionou que “cabe ao professor acreditar na potencialidade de seus alunos, e organizar experiências que lhes possibilitem interagir com os saberes formalizados”. Desta forma, pais e professores deixam de ser educadores e passam a ser mentores, com foco maior na orientação de uma geração que possui acesso as informações na palma da mão.

Independentemente de serem desta ou daquela geração, crianças pequenas precisam de adultos que se interessem por elas e suas necessidades, que lhes passem valores e sejam acima de tudo, capazes de amar num mundo tão complexo.

Por

Susana Mara Nunes

Coordenadora Pedagógica

* Fonte: g1.globo | gente.globosat | marisapsicologa

Uso de eletrônicos na infância – Qual o limite?

Estamos vivendo um mundo progressivamente mais conectado com a tecnologia, além disto, está muito comum encontrarmos crianças cada vez menores fazendo o uso, crianças essas, que muitas vezes não sabem amarrar seus próprios sapatos, mas, já dominam a internet. E será que essa inserção tão precoce neste mundo da tecnologia, é benéfico para os pequenos? É o que muitos pais se perguntam.

Antes de tudo, não devemos apontar o eletrônico como grande vilão dos problemas comportamentais na infância, porém, é preciso atentar-se para o uso excessivo. Este uso descontrolado pode sim trazer sérias consequências para o desenvolvimento da criança, entre os problemas estão: o déficit de atenção, atrasos cognitivos, dificuldades de aprendizagem, impulsividade, insônia, obesidade. Precisamos trabalhar com as novas tecnologias, afinal, vivemos a “era digital”, resolvemos muitas coisas pela tela do celular, e é preciso reconhecer o lado positivo desses instrumentos. Porém, o uso equilibrado deve ser regra, lembrando que as crianças se espelham em seus pais e em pessoas que fazem parte do seu convívio, e por isto o exemplo é sempre valioso. Proibir o uso não é a solução, entretanto, os pais devem estar atentos à indicação do tempo ideal de uso para cada idade, da mesma forma, devem supervisionar os conteúdos acessados pelas crianças. Embora pareça difícil, é importante não estimular o uso antes do tempo, manter o diálogo e investir em atividades que envolvam os familiares é uma forma de evitar que a criança dispense seu tempo de forma excessiva no uso destes eletrônicos. Não deixe de buscar ajuda profissional.

Priscila Mafra – Psicóloga da Infância e Adolescência

CRP 12/16760

(47) 99187-3868

@psicologapriscilamafra

Clinsam

Rua Antônio Manoel Moreira 140

Fazenda | Itajaí – SC

5 dicas práticas para desconectar da tecnologia e reconectar aos filhos

Sabe aquela cena da família reunida no almoço de domingo, mas cada um ligado ao seu próprio telefone, tablet e game portátil? Pais e filhos têm estado juntos e separados ao mesmo tempo, ainda que sentados na mesma mesa. Não há nada de errado com o acesso à tecnologia, muito pelo contrário. Ela só não pode substituir todos os momentos físicos em família ou com amigos, ainda mais quando o assunto é o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.

Mas, como resgatar o vínculo entre pais e filhos, avós e netos, primos com primos? As férias de verão podem ser um excelente ponto para ressignificar relações e brincadeiras. É fundamental deixar um pouco os eletrônicos e priorizar a qualidade do tempo juntos. Eles precisam de nós e do nosso tempo, do olho no olho. Cada vez mais as crianças estão perdendo habilidades sociais pelo excesso de tempo com tecnologia e internet. E se os nossos filhos vão seguir nossos exemplos e não nosso discurso, então vale a reflexão: seu filho não larga o celular, mas você larga?

Para começar a mudar alguns hábitos, preparei 5 dicas práticas para desconectar das telinhas e reconectar aos filhos:

1) Vamos caminhar ao ar livre?
Pode ser uma vez por semana, a cada 15 dias ou uma vez por mês. A dica é pais e filhos largarem os eletrônicos e escolherem um passeio juntos, nem que seja uma caminhada para explorar a natureza. O importante é ter o contato e aproveitar o caminho para interagir.

2) Pelo menos uma refeição ao dia em família
Mesmo que o dia a dia seja corrido para todos, sugiro que pelo menos uma refeição por dia seja feita em família, com os eletrônicos e televisões desligados para que todos possam conversar e interagir.

3) Promover momento da leitura/contação de histórias
O momento da leitura costuma ser um dos mais prazerosos para pais e filhos. Antes de dormir, deite com eles na cama e conte uma história (ou acompanhe a leitura deles, caso já saibam ler). Assim que terminar, conversem sobre o que entenderam do livro, identifiquem semelhanças e significados.

4) Ensine jogos e brincadeiras de antigamente
As crianças adoram saber como foi a infância dos pais e avós, do que brincavam e como era o cotidiano na escola. Aproveite esta curiosidade natural para ensinar jogos e brincadeiras de antigamente, reforçando vínculos e histórias.

5) Ouça seu filho
Escute verdadeiramente o que seu filho tem a dizer, sente, olhe nos olhos, preferencialmente estando à sua altura. Dialogue, dentro da faixa etária de cada criança ou adolescente, sem esquecer do contato físico. Abraços e beijos são mais do que bem-vindos e nunca esqueça de dizer o quanto os ama.

Por

Ana Paula Petry

Psicóloga

Av. Cel. Marcos Konder, 1313, centro, Itajaí – SC, 88301-300

47 99172.5620 WhatsApp

 

 

 

Dermatologista indica tecnologia LASER para tratamento de melasma

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o melasma é uma hiperpigmentação da pele que costuma ocorrer no rosto, mas também pode surgir no colo ou nos braços. Embora o melasma não tenha causa definida, algumas vezes está relacionado ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez, calor  e, principalmente, à exposição à luz visível e solar.

mel1Foto: Divulgação

O tratamento do melasma prevê um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte. Uma das novidades é a recém-lançada tecnologia ACROMA-QS, da multiplataforma recém-lançada ETHEREA-MX®, que permite que o dermatologista realize o tratamento com disparos controlados, com pulsos muito curtos de nanossegundos e baixa fluência, o que reduz os riscos e elimina a dor que pode ocorrer em muitos procedimentos a LASER.

“A energia do LASER é absorvida pelos melanócitos, responsáveis pela produção de melanina. O efeito final é a destruição dos braços (filamentos) que liberam a melanina dos melanócitos e a redução gradativa  da produção de novos pigmentos. Apesar de não podermos falar em cura do melasma, o que eu tenho visto é que mesmo no caso das pacientes que voltam a tomar sol, o retorno do melasma demora mais para acontecer e nem sempre volta com a mesma intensidade após o tratamento com o ACROMA-QS”, explica a dermatologista Dra. Valéria Campos.

Para o tratamento do melasma, o tratamento leva cerva de 6 a 12 sessões indolores que duram cerca de 10 minutos cada. “Após o término do tratamento, é recomendada uma sessão mensal para a manutenção dos resultados”, conclui a dermatologista.

A plataforma ETHREA-MX® é produzida no Brasil pela VYDENCE em planta própria, na cidade de São Carlos (SP). Além de garantia e agilidade de assistência técnica, a produção nacional permite a imediata troca de componentes, sem necessidade de importação. Esta tecnologia hoje é exportada para América do Norte, Europa, Oriente Médio, Ásia e Oceania, consolidando seu espaço como marca de valor, confiança e alta performance. A fábrica de São Carlos conta com as certificações ISO 13485 e ISO 9001.