Compulsão alimentar: como identificar e superar este transtorno

A nutricionista Bruna Werner, que atende na Salud Estética Avançada, dá dicas importantes sobre compulsão alimentar

Culturalmente as refeições agregam e reúnem as pessoas que amamos ao redor da mesa. O ato de comer está diretamente ligado com a nossa sensação de prazer. Por isso às vezes ingerimos mais do que precisamos para suprir nossa necessidade de nutrientes. Comer compulsivamente é um distúrbio e está associado à grande quantidade de alimentos ingeridos em um curto espaço de tempo, de forma que o indivíduo não consegue interromper este processo, mesmo quando se sente satisfeito.
Os transtornos alimentares mais comuns hoje no Brasil são a bulimia, anorexia e a compulsão alimentar, que afetam cerca de 4,7% da população brasileira. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os jovens este número pode chegar a 10%. Estes transtornos são um conjunto de doenças psiquiátricas de origem genética, hereditária, psicológicas ou sociais, caracterizados por perturbação persistente na alimentação. Para que a compulsão alimentar, por exemplo, seja caracterizada como doença mental, é preciso que ocorra com uma frequência de no mínimo duas vezes na semana. Geralmente a pessoa acometida enfrenta este tipo de situação sozinha, esconde a doença e evita se alimentar na frente de outras pessoas, pois muitas vezes sente vergonha desta compulsão. Esta é uma das dificuldades de identificar o problema, segundo a nutricionista Bruna Werner, que atende na Salud Estética Avançada, em Balneário Camboriú.
Com frequência a compulsão alimentar é relacionada a um distúrbio afetivo ou de ansiedade. Pode ocorrer quando a pessoa realiza dietas muito restritivas e o alimento se torna o conforto emocional, utilizado como válvula de escape para enfrentar estresse ou outros fatores psíquicos. Entre os sintomas da compulsão está a sensação de que este comportamento foge ao controle, comer mesmo se sentindo saciado, comer exageradamente em um curto período de tempo e comer rapidamente durante o episódio de compulsão. Outros sintomas seriam comer frequentemente sozinho, escondido e longe de outras pessoas, ter o sentimento de vergonha e culpa com a alimentação, fazer dieta sem conseguir perder peso e comer até ficar desconfortavelmente estufado.
A nutricionista Bruna Werner dá dicas oportunas que podem ajudar a evitar a compulsão alimentar. Entre os conselhos recomendados pela profissional da saúde estão: ingerir água, fazer atividade física e meditar, além de comer regularmente e evitar alimentos industrializados. Tanto a compulsão alimentar como a ansiedade estão relacionadas à impulsividade. Um dos principais pontos a serem compreendidos por alguém que sofre de compulsão alimentar é a importância de dividir este problema com profissionais qualificados. Psicólogos e nutricionistas são profissionais recomendados e podem ajudar o paciente no sentido de enfrentar e contornar o problema.

A nutricionista Bruna Werner na clínica Salud Estética Saúde Avançada, de Balneário Camboriú

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